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Posts Tagged ‘como exportar’

No caso de pessoa física, existem duas situações em que se pode exportar:

1ª. Exportando mercadorias em quantidades que não caracterizem prática de comércio e não se configure habitualidade.

2ª Poderá exportar mercadorias em quantidades que se revelem práticas de comércio, habitual ou não, quando for:

  • Agricultor ou pecuarista, cujo imóvel rural esteja cadastrado no Incra; ou
  • Artesão, artista ou assemelhado, registrado como profissional autônomo.

Saiba mais no blog Comércio Exterior

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Uma das formas mais eficazes de se estudar um mercado, conhecer a concorrência, identificar um representante e promover vendas é viajar para o exterior com o objetivo de conhecer este mercado mais de perto. Participar de Feiras Internacionais no Brasil e no exterior é também um meio eficaz de aproximação com o mercado que se quer conquistar. As feiras comerciais têm-se constituído num dos mais eficientes canais de contato. A feira é uma excelente oportunidade não só para manter contatos com potenciais clientes, como também para conhecer a realidade do mercado. “Antes de participar de um evento como expositor, é recomendável participar como visitante nas principais feiras do setor de seu interesse. Se bem organizada, esta visita poderá proporcionar aprendizado suficiente para uma participação bem-sucedida como expositor.” Observe sempre, entre outros aspectos: -Apresentação do estande e dos produtos; -Atendimento aos visitantes – equipe com conhecimento do produto e preparada para se comunicar em outros idiomas etc; -Catálogos e material promocional distribuído; -Lançamentos; -Preços dos produtos concorrentes; -Produtos ofertados e suas características; -Melhores localizações para uma futura participação; -Técnicas mercadológicas utilizadas por empresas bem-sucedidas no mercado. Vantagens: As vantagens de participar de uma feira como expositor podem ser assim resumidas: -Contato face a face com grande número de potenciais clientes; -Publicidade para os produtos da empresa; -Imediata reação do público a seu produto, que pode identificar mudanças para torná-lo mais adequado ao gosto dos potenciais clientes; -Contato com grande número de pessoas que, de outro modo, estariam fora de seu alcance; -Ampliação do seu cadastro de clientes efetivos e/ou potenciais; -Concretizar vendas. Como planejar a viagem? Saiba mais e comente no blog Comércio Exterior

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A perspectiva de retomada do comércio internacional a partir da perda de força da crise econômica mundial recoloca nas mesas de reuniões entre governo e indústrias a busca de soluções para o Brasil ganhar espaço no mercado internacional.

Passada a tempestade financeira global, a hora é de buscar saídas para os obstáculos que barram o avanço dos produtos nacionais no Exterior, como os sete principais desafios apontados por três especialistas presentes no Congresso Internacional de Cooperação União Europeia – América Latina, realizado quinta e sexta-feira no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre.

Pablo Cesário, analista do Setor de Comércio Exterior da Confederação Nacional da Indústria, Ricardo Schaefer, diretor da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) e Evandro Didonet, diretor do Departamento de Negociações Internacionais do Ministério de Relações Exteriores, apontam a necessidade de ações que devem mobilizar desde diplomatas a micro e pequenos empresários.

Os desafios:

– Enfrentar o novo protecionismo

Além das tradicionais barreiras tarifárias, exportadores têm de enfrentar novas limitações. A União Europeia impõe mais normas técnicas, como a certificação de componentes dos produtos. A saída é a instalação de filiais nesses países ou a criação de parcerias com empresas locais.

– Esse será o papel da internacionalização das empresas brasileiras – diz Ricardo Schaefer, diretor da Apex Brasil.

– Fechar a Rodada de Doha

A meta é angariar o apoio do governo dos EUA para fechar em 2010 o acordo que pretende reduzir as barreiras no comércio internacional. Evandro Didonet, diretor do Departamento de Negociações Internacionais do Ministério de Relações Exteriores, lembra que há entendimentos sobre o quanto cada país deve ceder na abertura de seus mercados.

– Conquistar África e Ásia

A lenta recuperação econômica nos Estados Unidos e na Europa obriga à prospecção de mercados na África e na Ásia, assim como a ampliação da presença na China.

– Acordos com União Europeia, México e Índia

Para abrir caminho a seus produtos, o Brasil tem papel importante para fechar acordos de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia e de reduções de tarifas com México e Índia.

– Internacionalização das micro e pequenas empresas

Governo e entidades empresariais devem desenvolver programas para orientar o ingresso dessas empresas no Exterior, reforça Pablo Cesário, analista do Setor de Comércio Exterior da Confederação Nacional da Indústria.

– Agilidade nos portos

Cresce a exigência dos importadores por embarques cada vez mais rápidos. Segundo Pablo Cesário, da CNI, empresas brasileiras perdem competitividade com a demora nas aduanas de portos para a liberação dos embarques.

– Reforma tributária

Apesar das isenções para a produção de bens para fora do país, ainda há pagamento de impostos quando um exportador compra matérias-primas em outros Estados. O ajuste no sistema pode vir com a reforma tributária. Leia mais e comente no blog Comércio Exterior.


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A guerra entre EUA e China no comércio é apenas a ponta de um iceberg que começa a ficar mais visível. Dois relatórios separados mostraram que o surgimento de barreiras ao comércio ameaça adiar a recuperação das economias e ainda distorcer mercados por anos.

Hoje, 90% dos bens comercializados no mundo já sofrem algum tipo de nova barreira e entidades internacionais pedem que, com a recuperação das economias, as medidas protecionistas também desapareçam. Para a Organização Mundial do Comércio (OMC), as barreiras são “areia na engrenagem do comércio mundial”.

Segundo a Global Trade Alert, entidade formada por especialistas do Banco Mundial e do Reino Unido, 95 barreiras foram adotadas entre julho e setembro no mundo. Outras 130 medidas estão em estudo e ainda podem ser adotadas, incluindo elevação de tarifas, aumento de subsídios à exportação e até barreiras a imigrantes. Em média, 60 novas medidas são adotadas a cada três meses. Mais de 90% dos bens comercializados já foram afetados por alguma medida protecionista nos últimos doze meses.

A China é a mais atingida: 55 países aplicaram medidas contra os produtos chineses. Contra os bens americanos foram 49. Os setores mais atingidos são automóveis, agricultura, máquinas e alimentos. Entre os países que mais adotaram medidas contra o fluxo de produtos, a Argentina é citada com dez novas barreiras desde abril, algumas contra produtos brasileiros.

A China adotou 11, e a Índia, 15. Os EUA somaram 16 medidas restritivas. No Brasil, foram cinco medidas desde abril, incluindo barreiras contra a fibra sintética da China, apoio fiscal com a retirada do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI) na importação de bens de produção, aumento de tarifas para geradores e medidas de antidumping contra Índia e EUA.

O Brasil também adotou no período dois programas de estímulo à economia, um deles com US$ 4 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Já a OMC fez uma avaliação menos sombria.

Quer saber o impacto de tudo isso na sua empresa? Leia mais e pergunte no blog Comércio Exterior.

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Analisando os últimos 30 anos, não podemos duvidar que o clima econômico e de mercado se dirigiu para a globalização.

Os principais fatores que determinaram esta situação são:

  • o crescimento dos mercados, seja os domésticos seja o mundial;
  • a sempre maior interdependência entre as economias;
  • o rápido desenvolvimento tecnológico;
  • a facilidade e a eficácia da comunicação global;
  • o papel da informática, que dimensionou diferentes conceitos de espaços, tempos e movimentos.

A globalização é, portanto, a passagem da sociedade industrial para a sociedade pós-industrial, caracterizada por novas relações e novas atividades.

Neste contexto as empresas devem rever a aproximação com o mercado, o próprio jeito de ser “internacionais”, através de escolhas estratégicas, suportadas pela compreensão das mudanças que estão acontecendo.

Frequentemente as empresas (de qualquer País, não somente as brasileiras) entenderam, no passado, a exportação como:

  • a passagem sucessiva (a “fase 2”) aos resultados no mercado nacional;
  • a “válvula de escape” dos excessos de produção não absorvidos pelo mercado interno;
  • ocasiões fortuitas, frequentemente não repetidas.

O desenvolvimento dos mercados internacionais passou e passa através de “fases” que nos levam a verificar em qual “fase” a nossa empresa se encontra. Vamos ver quais são estas fases..Leia mais e comente no blog Comércio Exterior.

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