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Posts Tagged ‘relacionamento interpessoal’

Problema? Ótimo. O mundo precisa de pessoas que tenham a capacidade de resolvê-los  e não das que se transformam em um deles.

Somos dotados da capacidade de pensar, então, podemos resolver os problemas que a vida nos apresenta desde que consigamos diferenciar as palavras, fácil, difícil, possível e impossível.

Concordemos com o seguinte, tudo que julgamos ser fácil é porque consideramos possível de ser feito. Assim sendo,“fácil = posso fazer”.

Pilotar uma moto, correr uma maratona, fazer um bolo, abrir uma empresa é fácil ou difícil?  Depende, se você tentou várias vezes, já conseguiu fazer e o fez bem, então é fácil. Se você não tem interesse em tentar, ou julga que os novos desafios são maiores do que suas capacidades, então são difíceis.

Supere seus medos e caso não consiga, enfrente a vida assim mesmo, que uma hora eles não conseguirão te acompanhar.

Cito Napoleon Hill, quando fala que temos que separar de maneira clara o que é uma derrota de um fracasso verdadeiro. Uma empresa que você abriu, investiu horas, meses, de repente quebrou, utilize desta derrota como escada para o seu triunfo. Reveja onde errou e faça melhor na segunda vez.

A história dos fundadores da Harley Davidson é extremamente inspiradora. Por acaso você conseguiria nos dias de hoje fabricar uma motocicleta desde o motor até a estrutura?  Já fabricou alguma?  Leia mais e comente no blog do Marcílio Moreira.

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Dentro da organização, conviver com a “fogueira das vaidades” não é nada fácil. Em diversos organismos empresariais, desde os pequenos aos grandes complexos empresariais, muitos convivem com pessoas que apesar de competentes, são extremamente vaidosas. Pior: não sabem administrar a vaidade.

No universo fashion, no mundo da moda, é compreensível a luta para se tornar a atração dos holofotes. Porém, dentro das empresas as disputas rompem o limite do espelho e ganham as “raias da loucura”, a busca insana pela “liderança”. Quem manda mais, quem pode mais, quem é o centro das atenções, etc. O verdadeiro líder, porém, não se envaidece da posição que ocupa. Ao contrário, estimula a divisão de “poder” e concede aos seus liderados a liberdade para agir sem medo, assumindo riscos e responsabilidades.

Uma infinidade de falhas na comunicação empresarial acontece justamente porque o corpo funcional vive num ambiente onde há “estrelas demais para platéia de menos”. Pior que conviver com grupos vaidosos ou “líderes narcistas” é condicionar o resultado ao atendimento ou não da vaidade da liderança corporativa. Para muitos executivos, pouco importa o desempenho da organização, o importante é ele ser citado em solenidades, sair em colunas sociais, receber deferência dessa ou daquela autoridade, ser amplamente reconhecido e jamais ser contrariado.

Para resolver isso, pouca coisa ou nada o gestor de comunicação poderá fazer. Uma solução, porém, reside no campo da gestão de pessoas. Realizar treinamentos corporativos sobre as conseqüências nefastas da comunicação interna ineficaz, onde todo o processo comunicativo se baseia na valorização da vaidade organizacional. Muitas organizações estão fazendo o caminho de volta começando a observarem-se melhor. Até que ponto estimular a vaidade empresarial ou fazer vistas grossas para esse problema compromete a desempenho interna e externa da organização? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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O ambiente empresarial reproduz muitas vezes, sob a máscara da hipocrisia, alguns comportamentos que são comuns no mundo que existe fora das organizações.

Dentro delas, acabamos camuflando uma atitude inapropriada que cedo ou tarde vai se relevar. E aquele colega tão compete acaba demonstrando “facetas” morais que desconhecíamos. Outros, porém, não temem as conseqüências de seus atos e acabam se expondo sem o mínimo pudor. Como conviver com situações tão desafiadoras e manter o foco no resultado da organização?

Um dos mais complexos problemas a serem resolvidos dentro de uma empresa é o rompimento de um namoro ou casamento entre funcionários. Em alguns casos, a situação pode envolver até polícia. Segundo uma pesquisa realizada em 2009 pelo site Vault, um dos mais respeitados na área de carreiras, 58% das pessoas já tiveram um romance com alguém da mesma empresa, enquanto que 12% estão em vias de se envolver com colegas de trabalho. Legalmente manter relacionamentos afetivos na empresa não é crime, mas a organização precisa cerca-se de cuidados, para que não tenha seus resultados e sua imagem afetados.

Mas quando se trata de traição corporativa? Leia mais e comente no Comunicação Empreendedora.

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Por acreditar que a tolerância e a paciência são essenciais na vida de qualquer profissional de sucesso, resolvi escrever sobre a raiva e o quanto ela é prejudicial no ambiente corporativo. Nas escrituras do yoga vamos encontrar a informação de que “uma pessoa evoluída conserva sua raiva por um minuto; uma pessoa comum conserva-a por meia hora e uma pessoa ainda não evoluída conserva sua raiva por um dia e uma noite. Mas uma pessoa cheia de mágoas lembra-se de sua raiva até morrer”.

É verdade que sentir raiva é humano. É uma das etapas que compõe o processo de evolução moral do ser. Mas como esquecê-la com rapidez, conforme orientam as diversas correntes espiritualistas? Dentro da organização, o sentimento de raiva que nos envolve muitas vezes é abafado pelo medo de perder o emprego. Há pessoas que abrem largo sorriso no rosto, mas intimamente estão sendo devoradas pela raiva, consumidas pelo ódio e desejo de vingança.

As expressões “Estou morrendo de raiva do chefe” e “Se eu pudesse, o matava” são comuns e repletas de mitos e verdades. O noticiário policial está cheio de acontecimentos trágicos, todos nascidos da raiva.

A inquietude interior que muitos de nós sentimos quando mantemos viva em nossa mente os fatos que nos deixam com ira, acaba por nos tornar pessoas amargas, infelizes. Essa infelicidade nos afastam uns dos outros e contribuem para a queda da produção dentro da empresa. Com isso, somos as primeiras vítimas de nossa coléra. Ela nos queima por dentro, tirando nossa paz, obscurecendo nossos pensamentos, distorcendo nossas percepções.

Mas como lidar com a raiva? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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O ano nem começou direito e tem gente reclamando da vida. Recentemente reencontrei um amigo que me narrou toda sua raiva em relação ao seu chefe. Emprestei meus ouvidos para entender o que ele estava passando.

Segundo ele, o ódio pelo chefe nasceu quando teve suas idéias castradas e se viu obrigado a seguir ordens que não concordava. Para os especialistas de recursos humanos, as empresas exigem que o funcionário, além de estar capacitado para o cargo que exerce, tenha uma boa relação com os colegas. E esse foi o primeiro sinal de que as coisas não estavam indo bem para ele.

Ouvindo-o com calma, percebi que toda a sua raiva girava em torno da incapacidade que tinha de administrar os conflitos naturais nas relações de trabalho. Não era tolerante e compreensivo com seus subordinados e habitualmente tratava seus pares com muita indiferença.

Percebi, ainda, que ele invejava muito seus colegas. A maioria estava se esforçando para melhorar o desempenho dentro da organização, enquanto ele apenas observava a vida dos outros, sem se preocupar com a sua. Isso é outro sinal de que as coisas não estão indo bem dentro do trabalho.

Quando somos selecionados para uma função dentro de uma empresa, seja seja pública ou privada, não escolhemos colegas ou chefes. Como isso, para a maioria dos profissionais é fato consumado, o coitado ia para o serviço com o coração repleto de raiva por ter que conviver com os seus “inimigos”.

Saiba mais no blog Comunicação Empreendedora.

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Tem coisas que não dá pra disfarçar. Uma delas é demonstrar felicidade quanto de fato não se tem. Nesse universo complexo que é o sentimento humano, a construção da felicidade ou a sua busca se encena em vários campos do relacionamento social.

Quero deter-me, contudo, no ambiente empresarial. E aí, lhe pergunto: você é feliz no trabalho? Calma, não responda agora. Continue lendo este artigo, pense um pouco depois e responda com tranqüilidade.

Se você é um daqueles que vai para o trabalho satisfeito e motivado, cheios de planos, com uma agenda possível de ser realizada e com um coração repleto de humor para lidar com os conflitos, parece-me que você é uma pessoa que se sente feliz no que trabalha. Será? Há dias, porém, que mesmo depois de uma semana super legal na empresa, um acontecimento qualquer acaba lhe abalando e você se questiona: será que esta organização me merece?

Mas afinal, o que ser feliz no emprego? Entrevistei 40 profissionais de diversos níveis hierárquicos e cheguei a seguinte conclusão: felicidade não se compra e nem se oferece como benefício em seu salário. Dos entrevistados, 80% disseram que são infelizes, contra 20% que se sentem felizes. Mas vem algo mais interessante ainda: dos que 32 profissionais que estão mergulhados na infelicidade, 62,5% apontaram como as principais causas de sua desdita: ambiente hostil, muito competitivo, onde as pessoas querem crescer no custe o que custar; excessiva carga de trabalho, provocando uma sensação de que por mais que trabalhe, não consegue dar contar de tanto serviço; e foco exclusivo nos lucros e não nas pessoas.

Dos que se sentem felizes, todos afirmaram que no ambiente onde trabalham as pessoas são humoradas, os superiores se relacionam humanamente com os subordinados, os níveis de cobrança são compatíveis com a função e de sempre têm tempo para colocar a conversa em dia, mesmo em horário de trabalho.

E o salário? Muitos poderiam ter tido que são infelizes porque ganham pouco ou são felizes porque ganham muito. Porém, o salário não apareceu como indicador de felicidade ou infelicidade dentro das empresas. Isso demonstra que as pessoas se sentem bem e produzem mais em ambientes onde o ser humano é valorizado, quando são respeitadas em seus desejos, sonhos, frustrações, sentimentos, quando são aceitas sem exigências descabidas, sem preconceitos.

Especialistas afirmam que estar infeliz no trabalho pode gerar graves problemas, interferindo desde o desempenho até à saúde física, emocional e espiritual do indivíduo. Traz, ainda,  outro complicador: a desilusão com a profissão. Muita gente está trabalhando em áreas que não se sentem bem. Um dos entrevistados disse que o sonho dele era ser advogado, mas acabou se tornando executivo de um banco oficial. Outro disse que queria ser ator, mas precisou trabalhar e há 10 anos está na mesma função de gerente de atendimento de uma empresa imobiliária. Vende muito bem, mas é infeliz. E pior: morre de inveja dos amigos que se tornaram atores.

O que fazer? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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O assunto gripe suína ou gripe A em pouco tempo teve todos os holofotes da mídia mundial. O consultor Marcílio Moreira do Sebrae/MS continua preocupado com outra doença que infelizmente nenhum tipo de máscara nos protege.

A doença que ele fala é provocada pelo vírus da Complicação (nome científico: Complicandus humanus), que pode ser um indivíduo, ficando no ar em todo ambiente frequentado pelo enfermo, como também pode ser transmitido para toda a empresa, por isso é importante combatê-lo antes que se torne uma ipedimia organizacional.

Leia mais  aqui e deixe o seu comentário.

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