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Posts Tagged ‘educação à distância’

Dá pra imaginar que a educação pode ser tratada como um negócio?

 Para alguns isso pode chegar próximo a uma heresia, mas na verdade já se faz isso no mundo todo.

 A holandesa  Springwise, empresa de inovação, mantém uma rede de observadores em mais de 70 países, identificando boas idéias e novos negócios que possam inspirar empreendedores. A educação é um dos setores de negócios inovadores, e são citadas empresas que oferecem cursos complementares para graduação,  aulas em vídeo, jogos virtuais com premiações reais entre outros.

 No Brasil já existem iniciativas de negócios na área de educação, usando a Internet como,  por exemplo, o Instituto Amazônida, com cursos livres de qualificação profissional. Eles se declaram “uma empresa que existe para auxiliar as pessoas e ajudá-las a ter uma vida melhor…”

 Essas novas possibilidades são conseqüência das facilidades oferecidas pela web, com inúmeras soluções gratuitas que podem ser aproveitadas por empreendedores capazes de inovar.

 Leia mais e comente no Educação sem Distância.

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“A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.” (Art. 1º da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996)

 

Você poderia entender o desenvolvimento dos processos formativos, a partir da definição dada pela Lei de diretrizes e bases para da educação nacional, sem comunicação?

 

Agora pense na oportunidade que a tecnologia atual, principalmente a web, nos oferece para a educação. Porque não usar todo o potencial de conteúdos, redes sociais, autoria? Leia mais no Educação Sem Distância.

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Segundo dados do Anuário Estatístico de Educação Aberta e a Distância (AbraEAD), em 2007 o número de brasileiros que estudaram a distância ultrapassou 2,5 milhões.

 

Essas pessoas participaram de cursos formais ou de formação profissional, em instituições de ensino, organizações governamentais, não governamentais e  empresas privadas, por meio de diversas tecnologias, dentre as quais a internet.

 

O WebEduc é um site do Ministério da Educação que oferece diversos recursos e ferramentas, com sugestões e orientação de uso, para facilitar a integração entre professores, alunos e a web.

 

Isso tudo é muito bom e significa que o Brasil está evoluindo rapidamente no uso das tecnologias na educação, mas não quer dizer, absolutamente, que já possamos nos orgulhar de um ambiente 2.0 – web 2.0 – na educação.

 

Para isso ainda falta muito. O Google nos dá uma boa referência dessa realidade, se pesquisarmos o termo em inglês e em seguida em português (e-learning 2.0 X educação 2.0). No primeiro caso vamos encontrar mais de 150 mil ocorrências, no segundo menos de 5 mil, ou pouco mais de 3%.

 

E o que será educação 2.0? Leia mais no Educação Sem Distância.

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O termo Web 2.0 foi criado por Tim O’Reilly e tem o seguinte conceito na wikipédia: “Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.”

 

Para Vicente Tardin, editor do  Webinsider, o termo “sinaliza uma fase na web onde se pratica a liberdade de falar e ser ouvido. É uma conseqüência natural do desenvolvimento da internet.”

 

Para Juliano Spyer, autor do livro Conectado,  o termo originalmente “deveria distinguir sites ou aplicativos com baixo custo de desenvolvimento, em que o conteúdo surge de baixo para cima (BOTTON-UP) a partir do relacionamento entre participantes (USER GENERATED CONTENT ou UGT), e que pode combinar as soluções e o conteúdo de mais de um site para produzir uma experiência integrada, o que no jargão tech se convencionou chamar de MASH-UP”.

 

Existem muitas definições para este termo, no site WEB 2.0 BR estão listadas dezesseis delas elaborados por pessoas envolvidas na web e mais 48, de leitores que participaram espontaneamente. Leia o artigo completo no Educação Sem Distância.

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Acabo de chegar do Congresso Internacional da ABED, em Santos, onde passei um dia. Com frio e com chuva, pude ouvir algumas autoridades e vasculhar uma boa pilha de livros, tentando o inusitado.

 

Gostei foi da palestra “What students need today”, por Jeff Borden – eCollege. Foi a primeira vez, em três congressos internacionais da ABED, que ouvi alguém falando dos estudantes.

 

Ele alerta para as mudanças de comportamento dos jovens diante das possibilidades tecnológicas e da necessidade dos processos educacionais se re-orientarem frente ao uso que eles já fazem das tecnologias. Além da capacidade que eles têm de fazer várias coisas ao mesmo tempo – multitarefa – e da capacidade de aprender em situações as mais variadas, incluindo na web 2.0.

 

Entendo que aquele tempo de estudar em uma sala silenciosa, lendo um livro com as portas fechadas, está chegando ao fim. Já pensaram nisso? Arquivos em pdf… nem pensar. Como fazer uso das tecnologias em educação atendendo a essa nova geração? Leia mais aqui.

 

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