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Posts Tagged ‘comércio exterior’

Uma das formas mais eficazes de se estudar um mercado, conhecer a concorrência, identificar um representante e promover vendas é viajar para o exterior com o objetivo de conhecer este mercado mais de perto. Participar de Feiras Internacionais no Brasil e no exterior é também um meio eficaz de aproximação com o mercado que se quer conquistar. As feiras comerciais têm-se constituído num dos mais eficientes canais de contato. A feira é uma excelente oportunidade não só para manter contatos com potenciais clientes, como também para conhecer a realidade do mercado. “Antes de participar de um evento como expositor, é recomendável participar como visitante nas principais feiras do setor de seu interesse. Se bem organizada, esta visita poderá proporcionar aprendizado suficiente para uma participação bem-sucedida como expositor.” Observe sempre, entre outros aspectos: -Apresentação do estande e dos produtos; -Atendimento aos visitantes – equipe com conhecimento do produto e preparada para se comunicar em outros idiomas etc; -Catálogos e material promocional distribuído; -Lançamentos; -Preços dos produtos concorrentes; -Produtos ofertados e suas características; -Melhores localizações para uma futura participação; -Técnicas mercadológicas utilizadas por empresas bem-sucedidas no mercado. Vantagens: As vantagens de participar de uma feira como expositor podem ser assim resumidas: -Contato face a face com grande número de potenciais clientes; -Publicidade para os produtos da empresa; -Imediata reação do público a seu produto, que pode identificar mudanças para torná-lo mais adequado ao gosto dos potenciais clientes; -Contato com grande número de pessoas que, de outro modo, estariam fora de seu alcance; -Ampliação do seu cadastro de clientes efetivos e/ou potenciais; -Concretizar vendas. Como planejar a viagem? Saiba mais e comente no blog Comércio Exterior

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A perspectiva de retomada do comércio internacional a partir da perda de força da crise econômica mundial recoloca nas mesas de reuniões entre governo e indústrias a busca de soluções para o Brasil ganhar espaço no mercado internacional.

Passada a tempestade financeira global, a hora é de buscar saídas para os obstáculos que barram o avanço dos produtos nacionais no Exterior, como os sete principais desafios apontados por três especialistas presentes no Congresso Internacional de Cooperação União Europeia – América Latina, realizado quinta e sexta-feira no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre.

Pablo Cesário, analista do Setor de Comércio Exterior da Confederação Nacional da Indústria, Ricardo Schaefer, diretor da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) e Evandro Didonet, diretor do Departamento de Negociações Internacionais do Ministério de Relações Exteriores, apontam a necessidade de ações que devem mobilizar desde diplomatas a micro e pequenos empresários.

Os desafios:

– Enfrentar o novo protecionismo

Além das tradicionais barreiras tarifárias, exportadores têm de enfrentar novas limitações. A União Europeia impõe mais normas técnicas, como a certificação de componentes dos produtos. A saída é a instalação de filiais nesses países ou a criação de parcerias com empresas locais.

– Esse será o papel da internacionalização das empresas brasileiras – diz Ricardo Schaefer, diretor da Apex Brasil.

– Fechar a Rodada de Doha

A meta é angariar o apoio do governo dos EUA para fechar em 2010 o acordo que pretende reduzir as barreiras no comércio internacional. Evandro Didonet, diretor do Departamento de Negociações Internacionais do Ministério de Relações Exteriores, lembra que há entendimentos sobre o quanto cada país deve ceder na abertura de seus mercados.

– Conquistar África e Ásia

A lenta recuperação econômica nos Estados Unidos e na Europa obriga à prospecção de mercados na África e na Ásia, assim como a ampliação da presença na China.

– Acordos com União Europeia, México e Índia

Para abrir caminho a seus produtos, o Brasil tem papel importante para fechar acordos de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia e de reduções de tarifas com México e Índia.

– Internacionalização das micro e pequenas empresas

Governo e entidades empresariais devem desenvolver programas para orientar o ingresso dessas empresas no Exterior, reforça Pablo Cesário, analista do Setor de Comércio Exterior da Confederação Nacional da Indústria.

– Agilidade nos portos

Cresce a exigência dos importadores por embarques cada vez mais rápidos. Segundo Pablo Cesário, da CNI, empresas brasileiras perdem competitividade com a demora nas aduanas de portos para a liberação dos embarques.

– Reforma tributária

Apesar das isenções para a produção de bens para fora do país, ainda há pagamento de impostos quando um exportador compra matérias-primas em outros Estados. O ajuste no sistema pode vir com a reforma tributária. Leia mais e comente no blog Comércio Exterior.


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