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Posts Tagged ‘lucro’

O empresário, como qualquer outra pessoa, está sempre atrás da comodidade, mas a facilidade da utilização da lenda do número mágico 2 para multiplicar pelo custo e formar o preço venda, pode se transformar em uma história de suspense ou até mesmo de terror e levar a empresa à mais complicadas dificuldades financeiras.

Existem coisas na vida que não podemos evitar como no momento de elaborar os custos e formar os preços de venda dos produtos e serviços, usar uma metodologia de matemática financeira em conjunto com os conhecimentos das necessidades dos seus clientes.

Somente isto pode não impedir a sua empresa de se meter em encrencas com o mercado, mas com certeza será um grande passo para evitá-las.

Mas a missão aqui é formar o SEU preço de venda, portanto, vamos estabelecer o nosso Plano de Ação, em fases:

1. Definir o custo real, considerando o valor de compra, impostos, frete e outros custos para ter disponível para venda na sua empresa o produto ou serviço.

2. Reconhecer o percentual de impostos incidentes sobre o faturamento da empresa.

3. Calcular o percentual de participação dos custos fixos no faturamento médio mensal anual da empresa, com suporte da planilha do Demonstrativo de Resultados do Exercício. Vamos utilizar o custo por absorção, na formação dos preços de venda.

4. Definir o percentual de comissão sobre as vendas.

5. Estabelecer o percentual relativo ao frete de entrega ao cliente do produto ou serviço (transporte de empregados).

6. Definir a margem de lucro, que acreditamos ser a ideal, para o produto ou serviço.

7. Calcular o índice de comercialização para o produto ou serviço.

Vamos conhecer a fórmula:

(100%-(%Imposto+%Custo Fixo+%Comissão+%Frete+%Margem de Lucro))

Dividir o resultado por 100, para tornar o percentual um número centesimal.

Dividir 1 pelo resultado, para encontrar o índice de comercialização como multiplicador, o que facilita a visão do percentual incidente sobre o custo.

Muito bem, com o índice calculado basta multiplicar pelo custo e temos o preço de venda, que muitas vezes precisa ser ajustado à realidade de mercado, mas de forma calculada e não chutada.

Se houver a necessidade, você pode calcular o custo alvo, para pressionar os fornecedores a oferecerem os produtos ou serviços, que atendam os desejos dos seus clientes, com custos ajustados, para isto basta dividir, o preço de venda solicitado pelos clientes pelo índice de comercialização que você calculou.

Como você pode notar existem diversos recursos matemáticos para atender os limites da empresa e do mercado, basta saber usá-los. Leia mais dicas no blog Consultoria Individual.

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A equação do desenvolvimento e apuração de bons resultados, na área de atendimento ao cliente, representa despesas para sua empresa? Preste atenção para esta informação: “estatísticas estimam que, se uma empresa gasta de 2% a 5% de sua folha de pagamento anual com treinamento de funcionários, ela terá cerca de 10% de aumento no lucro bruto. Além disso, empresas com alto nível de serviço a clientes, e uma base de clientes leais, podem cobrar até 10% mais que seus concorrentes. Numa soma simples, se você treinar seus funcionários para fornecer melhor atendimento aos clientes, seu lucro bruto pode aumentar em 20%”.

Então basta treinar meus funcionários para a excelência no atendimento, que posso gerar mais lucros para minha empresa? A resposta é não! E é exatamente isso que analisaremos nesse artigo.

O desafio é justamente esse: sempre tornar o cliente o foco das estratégias de sua empresa. A recomendação é ser uma empresa orientada ao cliente. Na dinâmica da economia atual, empresas, em todos os ramos de atividades, buscam caminhos para aumentar a satisfação dos clientes.

Vender visando atender as expectativas de seus clientes, deve ser o norte da bússola de sua empresa. Esse conceito já foi muito explorado e, se não é praticado por sua empresa, tenha certeza, sua empresa está ultrapassada. A ordem agora é exceder as expectativas dos clientes.

Portanto, a questão é: quem é o meu cliente, quais são suas necessidades, desejos e expectativas? Leia mais no Beco com Saída

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Quem investe quer retorno! O capital (dinheiro ou bens) que os sócios aplicaram na empresa tem de ser devolvido pela empresa, tal que, num certo período de tempo, os sócios disponham da empresa e também do capital que utilizaram. Isto mesmo, disponham dos dois!  No período seguinte a empresa deve devolver “mais um capital aplicado”, e tantas vezes pelo tempo que durar a empresa. Este é o princípio de acumulação de capital, de formação de patrimônio, de geração de riquezas.

Verdadeiramente o negócio só é viável se for capaz de retornar, ou devolver para os sócios o investimento realizado. Cada sócio deve pensar assim: “o que eu gastei para montar a empresa, eu preciso recuperar”

A expressão “retorno de investimento” significa que mensalmente a empresa devolve para os sócios parte do capital que investiram inicialmente ou durante a vida da empresa. Esta parte que retorna, que paga para os sócios o investimento feito, é  justamente o lucro acumulado num período.

Se, por acaso, a empresa não puder proporcionar aos donos a devolução do investimento, pode significar que  esgotou a oportunidade de negócio. Por isso é essencial planejar e acompanhar a capacidade de retorno do capital. Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

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Para definirmos os preços dos produtos à venda, devemos refletir sobre um ponto fundamental: podemos calcular o nosso preço de venda a partir de nossos custos internos, sem nos preocuparmos com a concorrência?

 Obviamente, a resposta a esta pergunta é NÃO. Cada vez mais, nossos clientes estão pesquisando preços e procurando qualidade, tanto dos produtos quanto do atendimento. Portanto, mirar no preço da concorrência é sinal de sabedoria.

 Mas, os preços calculados através de fórmulas são extremamente úteis como um referencial para comparação com os preços de mercado.

 O preço de venda dos produtos será sempre aquele que o mercado aceitar, mas o preço de venda calculado com base nos custos, mesmo se não for o preço realmente praticado para venda, tem uma importância fundamental como parâmetro para avaliarmos se a nossa estrutura de custos nos permite ser competitivos. Isto é, nos permite responder a seguinte pergunta: o preço que o mercado aceita é maior, menor, ou semelhante ao preço mínimo que os custos da empresa sinalizam? Leia mais e comente no novo blog do Mundo Sebrae – Ágil + Frágil.

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Utilizando o demonstrativo de resultados do exercício – DRE.

 A função desta ferramenta é a de informar se a empresa está obtendo lucro ou não nas operações pertinentes a um determinado período, geralmente de um mês.

 Os valores que compõem o DRE devem corresponder ao mês que está sendo analisado, portanto, não necessariamente, se houve a efetivação dos pagamentos dos custos e dos recebimentos das vendas, naquele determinado mês.

 O DRE possibilita diversas análises, como a do Lucro Líquido ou Prejuízo. Quer saber o que levar em consideração na hora de fazer as contas? Leia mais no Beco com Saída.

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Observa-se no mundo das grandes empresas, várias manobras para se manter no mercado de forma mais competitiva e uma das manobras utilizadas são ações conjuntas com outras empresas que podemos denominar de fusões, alianças estratégicas, join venture, formação de redes, parcerias e outras abordagens que favorecem uma união de duas ou mais empresas com objetivos comuns para uma vantagem competitiva.

 

 E aí vem o questionamento…porque as pequenas empresas não utilizam estes recursos com mais intensidade? Leia o artigo completo no Casos & Causos.

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Empresas que, juntas, representam 80% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro estão apreensivas com relação à crise internacional. No entanto, a confiança de que o País pode crescer entre 1,6% e 4% este ano permanece, informa o site InfoMoney.

A pesquisa, referente a janeiro, revelou que há confiança de que a inflação terá baixo crescimento, entre 3% e 5%, a taxa de câmbio sofrerá pouca alteração, ficando entre 5% e 9%, e as taxas de juros vigentes apresentarão queda entre 0,5% e 3%. O resultado é do Sensor Econômico do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), indicador criado para captar a expectativa do setor produtivo, lançado nesta segunda-feira (9) em São Paulo, na sede do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial).

O lançamento foi feito pelo ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Mangabeira Unger, e pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann. Leia o artigo completo no blog Café Empreendedor.

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