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Posts Tagged ‘Crédito’

Gastos (investimento inicial, custos e despesas)

financiamento Essa é uma questão sobre a qual vale a pena investir tempo em pesquisa e em estudo. Seja qual for a metodologia que utilizar para elaboração de seu plano de negócios, não abra mão de se convencer sobre a realidade de gastos que enfrentará.

Não faça suposições, não seja otimista demais, trate essa questão com seriedade e veracidade. Antes de seus sócios, antes das fontes de financiamento que porventura vier a utilizar, é você que precisa ter certeza da composição de gastos que resultará na empresa a ser montada.

 Inicialmente separe os gastos conforme três conceitos: investimento, custos e despesas.

 Todos os valores que for despender para a montagem da empresa, até que ela esteja em condições de funcionar, devem ser tratados como gastos de investimento inicial.

 Tudo o que for necessário, daí para a frente, são custos de operação, para que a empresa possa produzir ou adquirir, ou despesas comerciais, para que possa comercializar. Custos de operação e despesas comerciais se repetem diariamente, mensalmente e permanentemente.

 A quantia que aplicar como investimento inicial você deverá, se a empresas der certo, recuperar após um período de tempo. Esse tempo é variável, dependendo de cada negócio. Isto é, a empresa devolverá em forma de lucro todo o valor que você gastou para montá-la, e daí para a frente deverá continuar a gerar lucro de forma adicional enquanto durar.

Já a quantia que aplicar para produzir ou adquirir, vender e manter o negócio deverá ser recuperada em cada venda, correspondente a cada unidade de venda. Por isso é decisivo saber com antecedência quanto vai gastar em custos e despesas em cada unidade vendida, em determinado período de tempo e quanto precisará vender.

 Leia mais e comente no Beco com Saída.

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microcredito1 O carnaval esta chegando… É muito comum a grande procura por microcréditos nas Instituições de Microfinanças (IMF) para a aquisição de produtos, matérias primas e insumos a serem comercializados nesta importante data festiva de nossa cultura.

 

Um comerciante informal vai a uma IMF (ONG/OSCIP) e solicita empréstimo para a aquisição da caixa de isopor (investimento fixo), gelo, água, refrigerantes e cervejas – mercadorias e insunos (capital de giro) para vender durante os dias de festa. Ele trabalha (empreende) no primeiro dia e vende toda a mercadoria. Volta a seu fornecedor, adquire mais mercadorias, compra, vende, compra, vende… ufa!!! E vc lá, pulando o carnaval… Nesta sistemática, ao final do período de carnaval, ele provavelmente terá condições de quitar seus compromissos, inclusive e principalmente com a IMF que o financiou e continuar com seu nano negócio. Isto é microcrédito empreendedor!!! Leia o artigo do consultor financeiro, João Silvério, do SEBRAE/NA no Pequenos Negócios & Finanças.

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Segundo a referida Lei Complementar com as alterações da Lei Complementar nº 128 de 2008 as microempresas e as empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional não farão jus à apropriação nem transferirão créditos relativos a impostos ou contribuições abrangidos pelo Simples Nacional. Porém, as pessoas jurídicas e aquelas a elas equiparadas pela legislação tributária não optantes pelo Simples Nacional terão direito a crédito correspondente ao ICMS incidente sobre as suas aquisições de mercadorias de microempresa ou empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional, desde que destinadas à comercialização ou industrialização e observado, como limite, o ICMS efetivamente devido pelas optantes pelo Simples Nacional em relação a essas aquisições. Leia as orientações completas no Beco com Saída.

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Atenção redobrada em relação aos diversos aspectos que envolvam a eficiente gestão de um empreendimento para enfrentar os efeitos da crise financeira mundial. Esta é a regra número um a ser seguida pelos empresários de pequenos e micro negócios.

 

Não se trata de fazer nenhuma “receita de bolo” de como enfrentar a crise porque, inclusive, conselhos e dicas não podem ser dados no atacado, indistintamente, sem levar em conta o contexto local do empreendimento.

 

A crise já impacta projeções de crescimento incorporadas ao planejamento empresarial no curto e médio prazo. Mas uma gestão cautelosa, não contaminada por análises apressadas, permite até ousadias com foco nas oportunidades que se abrem, mesmo em tempos de turbulência.

 

Nesse sentido, três dicas importantes e eficazes na condução dos negócios orientação e informação, determinação empresarial e crédito consciente. Leia o artigo completo no Beco com Saída

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Financiamento: solução ou problema? Eu diria que depende. Mas depende de quê? De vários fatores internos e externos ao negócio. Quantos proprietários de empresas, ao primeiro sinal de que as coisas não vão indo bem, associam imediatamente esta situação a falta de capital de giro, e correm a procura de financiamento junto ao Banco do qual é correntista, e quando não tem conta, procuram mesmo é um agiota, como se essa seja a solução para que ele possa finalmente ver a cor do dinheiro. Pode até ser, mas antes de se chegar à conclusão é necessário levantar as reais causas deste aperto financeiro. Leia mais no blog da Juniar Ellyan.

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A Revolução Industrial, que começou no século XVIII, trouxe uma economia radicalmente nova. Contudo, ela não eliminou a busca do lucro, mas transformou quase todo o restante, das finanças à vida familiar, do trabalho à guerra, do emprego de recursos à religião. Hoje, numa escala muito maior e mais rápida, novos sistemas econômicos e sociais estão tomando forma, e também vão transformar praticamente todo o resto.

Durante a primeira fase da Revolução Industrial, milhares de empresas recém-fundadas faliram porque, a exemplo de hoje, os modelos de seus negócios estavam inadequados e mal dirigidos. Ninguém sabia como operar no ambiente emergente, pós-agrário. As empresas precisaram reinventar tudo – fábricas, cadeias de distribuição, relações de trabalho, vendas. Os Mercados oscilaram e muitos investidores perderam dinheiro.

Quando se fala em controle de custo, não se deve esquecer o seguinte fato – os sistemas por si só não se controlam. Leia o artigo completo no Beco com Saída.

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O empréstimo ou financiamento será viável para comprar ou montar uma empresa, se o lucro líquido gerado pelas vendas for, comprovadamente, superior ao valor das parcelas (principal + juros).

 

Entre comprar ou montar uma empresa, sempre é válido considerar o total dos investimentos envolvidos em cada uma das situações. O fato de comprar uma empresa já montada e funcionando pode ser bom em função da já existência de clientes, porém, isso será cobrado no valor da empresa. É preciso acompanhar a empresa por um período, com intuito de certificar-se de que as informações são reais e apresentam oportunidades de negócios.

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