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Archive for the ‘Planejamento’ Category

Considerada um ponto de encontro para troca de conhecimento e interação entre empresários de diversas áreas e setores, a rede permite ao empresário que se tornar membro acompanhar notícias e dicas de negócios no Blog, tirar dúvidas e interagir com outros empresários no Fórum, ficar por dentro dos Eventos para empresários de todo o Brasil e colaborar com a agenda da rede. Além disso, há diversos vídeos e fotos com dicas, notícias e cobertura de eventos, com espaço para o próprio membro contribuir e postar.

Sou empresário é um lugar para os empresários falarem com outros empresários, compartilharem experiências corporativas, debaterem sobre o setor em que atuam, tirar dúvidas sobre negócios e contar sobre a empresa que possuem. Uma iniciativa que visa fomentar a necessidade de encontro, a troca de experiência e o aprendizado que possuem os empresários de todo o Brasil, de todos os setores.

Sou Empresário também está em outras redes, levando notícias, cases, dicas de negócios e empreendedorismo a todos, abrindo espaço para participação. Acompanhem!

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Todo ser humano idealiza um futuro brilhante, entretanto poucos profissionais realmente planejam de forma racional uma mudança de emprego, uma transição de carreira ou o início de uma vida empreendedora.

Planejar esse momento é crucial, afinal mudar dá trabalho. E se não der, fique atento, pois se você deseja sair de um patamar que já conhece para uma aposta em uma situação ainda desconhecida, não será fácil, mas também não será impossível.

Mergulhar de cabeça no que parece ser uma grande oportunidade sem cumprir etapas importantes do planejamento pode gerar insatisfação, perda de tempo, de dinheiro e desgastes desnecessários.

Para não errar nas escolhas quando novas oportunidades surgirem, é preciso ter clareza sobre sua situação atual e sobre as variáveis que servirão de base comparativa para uma tomada de decisão consciente. Você precisa dedicar tempo e disciplina para si e não deixar que problemas atuais e pontuais influenciem sua análise. Lembre-se que problemas sempre farão parte de qualquer emprego, carreira ou negócio e que nada é só problema e nada é só solução o tempo todo.

É você que escolhe para qual lado pretende levar sua vida. Se viver mergulhado nas atividades e rotinas que cegam para o que é efetivamente um problema e para o que pode vir a ser uma solução, você não conseguirá perceber as oportunidades que podem emergir nesse mesmo mar.

Não deixe a maré conduzir você. As grandes ondas devem ser surfadas de acordo com o estágio de desenvolvimento do atleta e se você ainda não estiver pronto, não adianta querer “se jogar no mar” ou será atirado contra as pedras.

Para não se machucar no que parece ser a onda rumo ao seu futuro brilhante, entenda seu estágio profissional. O que te leva a querer mudar agora?

Leia mais e comente no blog Lounge Empreendedor.

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Quando a empresa se utiliza diariamente da facilidade de crédito nas instituições financeiras para recompor o fluxo de caixa, as pessoas diriam que alguma coisa não vai bem com o negócio, existe a necessidade de recompor o capital de giro, valor para a empresa atender a oscilação do caixa da empresa.

Já quando o empresário faz da sua empresa um sucesso, as pessoas diriam que o empreendedor é um sucesso, e o modelo de gestão implantado é o máximo, pois o capital de giro atende totalmente o caixa da empresa.

Nos dois casos, empresa e empresário são cúmplices em todas as ações praticadas, porém como a organização não consegue realizar nada sem o seu proprietário, este, principalmente, e seus colaboradores, se tornam os responsáveis pela condução do negócio.

Atualmente, com as facilidades disponibilizadas pelos bancos para a captação de dinheiro, como o adiantamento de recebíveis, cheques e cartões de crédito, o descontrole sobre as operações financeiras, deixa para o fluxo de caixa a insegurança de poder cumprir suas obrigações.

Quando para não perder mercado, os preços de venda são reduzidos a patamares desconhecidos, ou mesmo, conhecidos mais muito próximos da tênue linha que divide o lucro do prejuízo, os estoques, descontrolados, tentam atender todos os gostos do mercado, os prazos de pagamentos dos clientes são estendidos desmedidamente, neste instante a estrutura do barco não agüenta, começa a ter infiltrações, a navegação torna-se difícil e a possibilidade de sucumbir aumenta.

É bom lembrar que a redução dos preços deve ser seguida do aumento, em quantidade das vendas, pois o valor econômico por produto precisa ser mantido.

Exemplo:

Venda anterior: preço de venda R$ 12,00 vezes 100 produtos vendidos = R$ 1.200,00 (este é o valor econômico do produto no passado).

Venda atual: preço de venda R$ 10,50 vezes 100 produtos vendidos = 1.050,00 (este é o valor econômico do produto no presente).

Queda de faturamento de R$ 150,00, ou seja, para voltar ao valor econômico anterior de R$ 1.200,00, a empresa precisa vender mais 15 produtos (R$150,00 / R$ 10,50 preço atual= 14,3).

Aumentar as vendas em 15%, tarefa nada fácil, não é mesmo?

Assim, reduzir preços, sem analisar o potencial de mercado e os limites da empresa, pode se transformar em mais um problema para o capital de giro.

E se, além disto, haver um aumento no prazo de pagamento para o cliente, fato que exigirá mais dinheiro para o giro de caixa, a situação pode ficar mais grave.

Como evitar este caminho penoso na gestão financeira da sua empresa? Leia mais e comente no blog Gestão de Negócios.

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Exigências pessoais, interpessoais, empresariais e mercadológicas levam cada vez mais o ser humano a buscar se diferenciar em sua forma de visão e atuação no mundo dos negócios.

Nas mais variadas formas de atuação mercadológica ou do tamanho da empresa, o mais importante é saber a visão dos dirigentes, pois sabemos que a empresa é a cara do dono, ou seja, suas características globais irão permear os caminhos internos e externos da empresa, proporcionando resultados diversos, os quais os irão gerar maior ou menor competitividade.

Diante da necessidade de se preparar, alertar, encaminhar e, principalmente despertar, fazer descobrir potencialidades, o Empretec vem através de um formato metodologicamente estudado e embasado desenvolver a partir de vivências específicas o potencial empreendedor daqueles que se candidatam e se encontram dentro do perfil que a metodologia pede para poder participar do Seminário.

Os resultados têm sido extraordinários, pois quando nos conhecemos mais e mais, sabemos como canalizar nossas potencialidades para o que desejamos, dessa forma nos tornando também exemplos para aqueles que conosco convivem no ambiente empresarial.

Também aqui ressaltamos que diante do interesse em ter um negócio próprio, muito mais nos direcionamos fazendo uso das ferramentas com maior foco e assim ampliando as possibilidades de obtenção de sucesso na ação empresarial.

Decisões simples do dia-a-dia, mas para quem tem um olhar, sentimento e ação empreendedora, torna-se diferenciada e geradora de resultados surpreendentes.

Ao mesmo tempo faz-se necessário buscar ter em sua empresa profissionais empreendedores, que tenham uma percepção de si, do outro e dos negócios dentro desse mundo que cada dia mais se torna competitivo, visionário.

Características como:

. estabelecimento de metas

. persistência

. persuasão e rede de contatos

. planejamento e monitoramento sistemático

. comprometimento

. busca de informações

Estas são algumas das características empreendedoras que o seminário Empretec busca desenvolver e muito mais potencializar, através de vivências e reflexões diversas, possibilitando aos participantes terem uma melhor e maior visão de si e do seu negócio, bem como do mercado e que passo dá, sonhando com as estrelas, mas com pés no chão.

Leia mais e comente no blog do Empretec.

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Por Jorge Luiz da Rocha Pereira

Transformar uma idéia em um negócio pode parecer assustador em um primeiro instante, mas depois você terá a certeza que tudo faz parte de um filme de aventura, com muitas passagens de suspense e agonia, mas também de conquistas, pois para cada passo montanha acima do empreendedorismo, novos e surpreendentes obstáculos irão aparecer, e tentar fazer com que volte de onde veio, e vencer cada um deles será o seu objetivo.

Mas tudo pode ser menos tenebroso, basta para isto você ter conhecimento suficiente para reduzir constantemente os riscos, caso contrário os ferimentos podem ser graves e até levar a morte, felizmente somente da idéia.

Vamos imaginar um montanhista, diante do desafio de escalar uma montanha, ele precisa conhecer todas as técnicas de alpinismo, como saber utilizar corretamente os equipamentos, ter o preparo físico adequado, conversar com pessoas que já escalaram montanhas, e principalmente daquela que foi escolhida por você para ser conquistada.

Assim é o mercado empresarial para não sofrer um desastre, que pode ser fatal, o empreendedor deve conhecer seus limites e potenciais, técnicos e operacionais, além dos financeiros e administrativos, como também analisar e reconhecer as particularidades da atividade empresarial e do nicho de mercado escolhidos 🙂

Uma pessoa que ignora estes fundamentos terá uma grande chance de desaparecer prematuramente do mercado, pois segundo o SEBRAE-SP, 62% das empresas fecham após 5 anos de atividade, seja por falta de planejamento, dificuldades nas vendas ou em conseguir crédito nos primeiros meses de vida empresarial.

Para não entrar nesta estatística, o plano de negócios é uma das ferramentas que facilita na inserção do negócio no mercado, reduzindo riscos, que normalmente surgem durante a implantação da empresa. Imagine sem um acompanhamento analítico, somente movido pelo espírito empreendedor, com o improviso e o despreparo profissional, o nível de risco se torna insuportável.

Algumas perguntas fazem parte do planejamento estratégico, como:

– Você determinou o segmento de mercado que irá atuar?

Caso negativo, cuidado, tentar vender para todos os nichos de mercado, indiscriminadamente, pode se tornar um risco de queda.

– Seu negócio tem um foco comercial, em relação aos produtos e serviços?

Alerta, quanto maior o leque de variedade de produtos ou serviços, maior será a necessidade de capital de giro, além da confusão por parte dos clientes, em saber o que sua empresa vende.

Por falar em capital de giro…

– Você já calculou qual será o valor necessário para atender as necessidades de caixa do seu negócio mensalmente?

– Reconhece os seus custos fixos, determinou o seu pró-labore, sabe formar os preços de venda, analisou o ponto de equilíbrio?

– Para você, isto tudo parece outra língua?

Alarme tocando…

Você pode estar caindo da montanha.

Caso contrário, se você reconhece cada um destes parâmetros, a chance de sucesso aumenta a cada momento, muito provavelmente você não fará parte das estatísticas de desaparecimento do mercado, continue a escalada até a conquista dos seus clientes.

Leia mais e comente no blog Gestão de Negócios.

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O que é preciso para ter sucesso no comércio? Um bom ponto de venda, um ótimo atendimento, produtos variados e de qualidade! Se você tem tudo isso, mas quando chega ao final do mês, nem sempre conta com resultados financeiros satisfatórios, pode ter certeza que uma das causas mais prováveis é que boa parte de seu rico dinheirinho está repousando no estoque. Nesse ponto talvez resida a questão que mais atormenta os empresários do comércio. Afinal, o que se deve fazer para administrar os estoques?

O que é mais custoso, deixar de atender um cliente pela falta de produtos, ou arriscar fazer um estoque maior e acabar gerando o temido encalhe? Para enfrentar este problema, existem diversos sistemas informatizados, acessíveis aos donos de pequenos negócios, que podem ser utilizados como ferramentas para a realização de uma boa administração e manutenção de estoques. Estes sistemas aplicam técnicas e conceitos de gestão de estoques, possibilitando o planejamento dos recursos financeiros investidos no mesmo de forma metódica e analítica, levando-se em conta o volume de vendas passadas, o volume disponível na loja para venda imediata, e o que se espera vender no período futuro.

Estas técnicas de gestão buscam reduzir, ou eliminar as faltas e excessos de produtos. As faltas geram perdas nas vendas, descontentamento nos clientes, e enfraquecimento do negócio. Já os excessos trazem transtornos, e perdas, por vencimento do prazo de validade, além de complicar o fluxo de caixa do negócio. Leia mais e comente no Beco com Saída.

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O tema gestão de mudanças tem sido recorrente em seminários voltados a executivos ou donos de negócio e parece ser mais um modismo da gestão moderna. Na verdade, mudança nada mais é do que a passagem de uma situação para outra, de entender a sua velha história para determinar que páginas você ainda espera escrever. Envolve um único desejo: aprender a ser, ver e fazer coisas de modo diferente.

Parece aparentemente simples, mas envolve mudança de modelos preconcebidos e construção de novas histórias em que haja a convergência e a interação complexa entre capital humano, inovação, flexibilidade e resultado pretendido. Ter foco nos objetivos, traçar metas e desenvolver um plano de ação direcionado a esse novo modelo facilita o processo de convergência e permite que as pessoas alavanquem seu reposicionamento mental, pessoal e profissional. Ter ações claramente definidas traz determinação para converter as intenções em realidade.

Se uma empresa, ou até mesmo você, deseja efetivamente mudar não adiantará apenas querer. Será preciso criar ações! Afinal, apenas aquilo que as pessoas acreditam e praticam pode transformar seu próprio comportamento.

Comece encarando a verdade! Faça perguntas do tipo: onde sua empresa ou você está agora?, por que é preciso mudar?, qual é a força que te impulsiona e a sua missão? Leia mais e comente no blog Lounge Empreendedor.

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1 – Iniciamos um negócio a partir de uma “idéia”, mas sempre devemos confirmar se esta “idéia” é realmente uma oportunidade de negócio

2 – É decisivo planejar previamente a estrutura do negócio, principalmente:

a)  investimentos necessários até a completa viabilização,

b)  limites de custos,

c)  volumes de receitas (vendas),

d)  reserva de capital

3 –  O domínio do negócio deve ser conseguido imediatamente, como os aspectos da tecnologia envolvida, condições de mercado e aspectos gerenciais.

4- Nunca misturar o dinheiro da empresa com a renda familiar.

5- Sempre manter o negócio adaptado  às necessidades do público alvo

6 – Estabelecer rapidamente parcerias com fornecedores e com concorrentes

7- Manter crescente a agressividade da estratégia de vendas: ultrapassar no tempo certo o “ponto de equilíbrio”, no qual os gastos se equilibram com as receitas.

8 – Empresários de sucesso não permitem que o processo operacional seja dependente de sua atuação e presença, além do tempo necessário à viabilização do negócio. O mais cedo possível o dono deve se ocupar das questões estratégicas para crescimento e exploração competente da oportunidade.

9 –  Nunca dar passos maiores que as pernas. A ação de planejar deve ser permanente e principalmente nas  decisões estratégicas os riscos devem ser cautelosamente calculados.

10 – Sempre ter objetivos e metas. As decisões e operações devem ser subordinadas ao desejo de atingir objetivos e cumprir metas de desempenho, legitimado para todos da empresa. “Quem não sabe a direção a tomar, qualquer direção serve”. Se não há um volume de lucro a perseguir, qualquer lucro serve, inclusive nenhum lucro, e a empresa morre.

Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil

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Estamos no período em que muitas empresas renovam seus estoques, para fazer frente a demanda do ano que se inicia. É realizado o planejamento das aquisições, buscando atender a demanda do próximo exercício, sem comprometer as finanças.

Em média as empresas gastam 50% a 80% de sua renda proveniente das vendas na compra de matérias-primas, componentes e suprimentos.

O setor de compras hoje é visto como parte do processo logístico das empresas ou seja, faz parte integrante da Cadeia de Suprimentos.

Atualmente, a gestão de compras é tido como um fator estratégico nos negócios, focalizando o volume de recursos, sobretudo, financeiros.

A função desta atividade, que compactua com todos os setores de uma empresa, tem como objetivos de eficiência a obtenção dos materiais certos, das quantidades corretas, das entregas em tempo. Comprar materiais e insumos aos menores preços, obedecendo padrões de quantidade. Relativamente aos produtos ou serviços finais são necessários gastos nas compras de componentes para a produção dos mesmos.

Como tal, evidenciam-se grandes impactos nos lucros quando são gerados pequenos ganhos devidos a uma melhoria na produtividade. Por este e outros fatores, como a reestruturação tecnológica das empresas, torna-se cada vez mais importante a atualização da informação e o dinamismo por parte das pessoas que trabalham nesta área. Os setores de compras têm como principais responsabilidades a escolha de fornecedores adequados e a negociação de preços.

É correto afirmar que são necessários contribuições de outros setores ou departamentos tanto para a pesquisa e avaliação de fornecedores como para a negociação de preços. Segundo esta observação  e num sentido amplo, induz-se também que comprar é uma responsabilidade de todos.

(mais…)

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As expectativas do mercado sofrem alterações a todo o momento, por diversas razões, como por influência do tempo, da moda, do comportamento, da situação social e econômica do país e também da população, dos boatos, ou mesmo da necessidade de mudança, que obrigam ao ajuste do negócio às novos desejos.

Para as empresas perceberem estas alterações é necessário que exista uma inteligência corporativa, que através de uma rede de informações, consiga transformar dados coletados nas diversas frentes do negócio em conhecimento voltado à gestão voltada a resultados.

Para Leonardo da Vinci, entregar uma obra de arte para um cliente, normalmente precisa se dedicar por meses e até anos, na busca de elementos artísticos, elaboração, desenvolvimento e acabamento, de uma pintura, por exemplo. Se este gênio das artes vivesse nos dias de hoje provavelmente o tempo entre o pedido e a entrega da empreitada fosse reduzida para semanas.

Mas muitas vezes os personagens dos afrescos, criados por da Vinci, necessitavam de alma, de um ambiente, na composição da obra, não apenas um rosto desenhado a partir de uma imaginação prodigiosa.

Assim, acontecem em muitas empresas, as informações até que elas existem, mas dependem do contexto em que foram colhidas, do cenário mercadológico daquele momento. Quando são realizadas ações embasadas em dados não analisados no seu ambiente natural, podem levar a organização para um caminho de riscos e apreensões.

Quer saber mais? Continue a leitura do artigo no blog Gestor de Oportunidades.

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