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Posts Tagged ‘atendimento’

O preço e a qualidade ainda são fatores decisivos na compra, mas não têm sido os únicos, principalmente nos dias de hoje, em que as empresas estão disputando cada vez mais a preferência dos consumidores. Os clientes estão cada dia mais exigentes e conscientes de seus direitos, por isso prestar um atendimento de qualidade tem sido usado como diferencial competitivo.

Mas, nem todas as empresas levam tão a sério o fator atendimento. Por exemplo, há alguns dias, estive em uma grande loja de materiais esportivos para comprar agasalhos para os meus filhos. Enquanto escolhíamos os agasalhos, observei que dois vendedores batiam papo descontraidamente, quando repentinamente apareceu um cliente esbravejando contra um deles, que o havia deixado esperando pelo seu atendimento. O mais incrível de tudo isso é que o vendedor começou retrucar o cliente com palavras ásperas, fazendo com que o mesmo deixasse a loja, dizendo que não mais voltaria a comprar naquela loja.

Provavelmente este cliente não voltará a comprar nesta loja, pelo atendimento recebido. O interessante disso tudo é que, embora muitas empresas estejam investido cada vez mais dinheiro em infraestrutura e tecnologia, esquecem de um dos principais aspectos de uma venda: como atender bem o cliente, ou melhor, como encantar o cliente.

Estudos mostram que o principal motivo pelo qual clientes deixam de comprar produtos ou solicitar serviços, é porque consideram os atendentes indiferentes ou pouco dispostos a ajudar. Isso ocorre porque, para o consumidor, quando ele está em contato com um empregado da empresa, está falando com a empresa e não com o empregado.

Um bom atendimento começa pela vontade e determinação do empresário em prestar um atendimento diferenciado e, se possível, personalizado para o seu consumidor.  Como fazer isso acontecer na empresa? Leia mais e comente no blog do Egnaldo Paulino.

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Ninguém vende produtos. Calma!

Por mais tangíveis que sejam as roupas, panelas ou equipamentos, empreendedores vendem a satisfação da expectativa que o cliente tem em vestir-se bem, fazer uma boa refeição à sua família ou assistir um bom filme na televisão. Longe de ser tangível, essa satisfação é extremamente particular e requer muita credibilidade para ser transmitida e incorporada às suas vendas.

Bom atendimento, qualidade do produto, suporte e assistência técnica podem ser determinantes para definir a idéia de excelência na mente do seu cliente.

Ser excelente é ser tão bom quanto você possa ser e melhor do que o seu cliente espera de você. Significa estabelecer novos referenciais de desempenho e inventar seu próprio futuro em vez de apenas tentar predizê-lo.

A razão de qualquer negócio é a realização dos desejos de seus clientes, inclusive seus clientes internos. Por isso, busque fazê-los prosperar, satisfaça plenamente suas expectativas e crie um ambiente de trabalho onde os funcionários possam contribuir, desenvolver-se, crescer e ser justamente recompensados pela contribuição ao rendimento de seu negócio.

Se um empreendedor falhar em um dos três elementos, comprometerá sua competitividade ou não sobreviverá. Produtos são facilmente substituídos, serviços não.

Não há lugar para a acomodação. A busca constante da inovação e da diferenciação garante um sucesso de vendas mais perene.

Leia o texto completo no blog Lounge Empreendedor.

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Observe a perfiferia das grandes cidades. Veja como anda o entorno das metrópoles. Verifique ainda as estatísticas de vendas de itens como computadores pessoais e distribua esses números pelo Brasil: você verá o incontestável crescimento da classe média, transformando regiões que há pouco eram vistas como degradadas, em áreas de ocupação por melhores faixas de renda.

O próprio fenômeno da expansão do mercado imobiliário mostra isso: casas e apartamentos sendo construídos e vendidos com crédito de longo prazo para famílias que só agora realizam o sonho da casa própria. Sabe o que eles vão precisar? Móveis, decoração, serviços.

O que isso tem a nos dizer? Que, inevitavelmente, devemos pensar os nossos produtos e serviços para regiões e áreas de novo desenvolvimento; que produtos então raros e escassos para a populaçao como um todo, como viagens nacionais e internacionais, casa de praia ou chácara, passam a ser mais procurados; que os cursos de qualificação, de idiomas, os salões de beleza, os pet shops, e tantos mais produtos e serviços antes menos comuns disseminam-se com uma rapidez vertiginosa. Bem vindo ao mundo da nova classe média brasileira.

Nesse sentido, devemos nos despir de preconceitos e passar a olhar para lugares que nunca antes imaginaríamos como centros de consumo. Regiões tidas como pobres ou periféricas e que possuem uma populaçao que muitas vezes não consome bem em sua região, porque não existe uma boa oferta.

Claro, a renda da classe média é espremida; porém, o consumo dessa classe é aspiracional, isto é, ela busca obter um bom valor pelo seu dinheiro, sempre orientando-se pelos valores do que percebe como melhoria de qualidade de vida: um bom carro, boas roupas, educação e por aí vai.

Vender para a classe média requer o talento de perceber boas oportunidades e, mais do que isso, dar atenção às suas necessidades.  Atenção implica, aliás, o mais básico de tudo: um bom atendimento e a oferta de produtos por um preço compatível com uma ótima relaçao de retorno.

Não basta fazer uma casa; é preciso que ela tenha beleza. Não apenas um salão de beleza, mas sim um centro de estética; ao invés de um produto genérico, um produto com mais qualidade percebida, pelo mesmo preço. Este é o mundo pleno de possibilidades da classe média. E quem quiser aproveitar esse novo Brasil, tem que estar atento à esta nova realidade.

Leia mais e comente no blog Inovação & Estratégias Empresariais.

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Banco de dados e cadastro é a mesma coisa? Quais as obrigações dos serviços de proteção ao crédito em relação aos consumidores? O consumidor tem que ser avisado quando ele é incluído num deles? E as empresas varejistas, podem divulgar as informações de seus cadastros para terceiros?

Para respondermos estas perguntas, vejamos o que nossa legislação tem a dizer sobre o assunto.

Diferença entre banco de dados e cadastro:

Apesar da legislação não fazer distinção entre banco de dados e cadastro, existem algumas diferenças entre os dois.

Por definição, tanto o banco de dados como o cadastro são o conjunto de informações acerca de um consumidor. No banco de dados, estas informações são coletadas no mercado, sendo utilizadas normalmente por empresas que prestam serviços de proteção ao crédito. As empresas que prestam estes tipos de serviços são consideradas pelo Código de Defesa do Consumidor entidades de caráter público.

Já o cadastro é composto pelas informações fornecidas pelo próprio consumidor no momento de abertura de um crediário, ou seja, estas informações serão utilizadas internamente pelas empresas para a concessão ou não do crédito. Em muitos casos, inclusive, fazem parte desses cadastros o resultado da consulta realizada junto aos serviços de proteção ao crédito.

Obrigações das empresas do setor varejista em relação aos consumidores:

No caso das empresas varejistas que contêm com informações cadastrais acerca dos seus clientes, as regras são mais simples.

Para essa empresa possa divulgar as informações cadastrais de seus consumidores para outras empresas, será necessária a autorização expressa dos consumidores constantes naqueles cadastros.

Também é proibida a divulgação de informações negativas acerca de atos praticados por consumidores na defesa de seus direitos. Por exemplo, não se pode divulgar para terceiros o fato de um consumidor ter encaminhado uma reclamação contra a empresa no PROCON.

Estas são, em síntese, as principais regras para empresas que mantenham bancos de dados ou cadastros de consumidores…Leia mais e comente no blog do Boris Hermanson.

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É claro que sim

Uma prova disso esta no evento que acontecerá dia 24 de junho a partir das 19horas: o lançamento da publicação 99 Soluções Inovadoras, que relata a experiência de 99 pequenos negócios que acreditaram que era possível, foram atrás e inovaram. Leia mais e comente no Blog do Larúbia.

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 “A surdez das companhias é mais do que a recusa de escutar ou a ação de fingir escutar. Sua surdez é medida por muitos critérios: o narcisismo, a arrogância, o etnocentrismo, o masoquismo, estruturas que são quebra-cabeças em que faltam peças e, sobretudo, sobram atos viciosos determinados pela tirania do lucro”.

 

O trecho acima foi retirado do livro recém-lançado “A Surdez das Empresas-Como ouvir a Sociedade e Evitar Crises”, de Francisco Viana, José Bacellar, Leonardo Mancini e Mateus Furnaletto, da editora Lazuli. Uma excelente leitura para os gestores das pequenas empresas brasileiras.

 

Qual é a pequena empresa que não tenha recebido críticas, seja dos fornecedores, clientes ou até mesmo dos funcionários? Leia mais no blog Fontes da Imprensa e registre a sua opinião.

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