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Archive for the ‘sebrae’ Category

As micro e pequenas empresas representam 99% do universo empresarial nacional. Com as constantes alterações dos cenários mercadológicos e o aumentos da competitividade entre elas, torna-se imprescindível uma política especializada de gestão. Gerir requer três níveis básicos do conhecimento e da prática: saber gerir, querer gerir e o gerir com eficiência.

Mas a realidade não é muito animadora. A maioria dos empresários de micro e pequenas empresas não está preparada para a gestão empresarial. Apesar de dominarem tecnicamente a operação, os gestores empresariais dos pequenos negócios não gostam ou não sabem administrar processos. Podem até ser bons vendedores, mas muitos acabam atropelando a gestão de pessoas, por exemplo. Querem ganhar muito, mas negociando baixos salários. Desejam conquistar mercados, mas não investem em marketing especializado. Enfim, têm ótimas intenções, mas não conseguem sair do papel.

Prova disso, são recentes pesquisas realizadas pelo Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, SEBRAE, que comprovam que sete em cada dez empresas brasileiras encerram suas atividades antes dos cinco anos de vida, e o principal motivo a levá-las a isto é a falta de gestão por parte de seus administradores.

Como superar isso? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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Considerada um ponto de encontro para troca de conhecimento e interação entre empresários de diversas áreas e setores, a rede permite ao empresário que se tornar membro acompanhar notícias e dicas de negócios no Blog, tirar dúvidas e interagir com outros empresários no Fórum, ficar por dentro dos Eventos para empresários de todo o Brasil e colaborar com a agenda da rede. Além disso, há diversos vídeos e fotos com dicas, notícias e cobertura de eventos, com espaço para o próprio membro contribuir e postar.

Sou empresário é um lugar para os empresários falarem com outros empresários, compartilharem experiências corporativas, debaterem sobre o setor em que atuam, tirar dúvidas sobre negócios e contar sobre a empresa que possuem. Uma iniciativa que visa fomentar a necessidade de encontro, a troca de experiência e o aprendizado que possuem os empresários de todo o Brasil, de todos os setores.

Sou Empresário também está em outras redes, levando notícias, cases, dicas de negócios e empreendedorismo a todos, abrindo espaço para participação. Acompanhem!

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Emprego é bom e todo mundo gosta. O problema é que nem todas as grandes empresas estão empregando no volume esperado. O sonho em trabalhar numa organização de reconhecimento internacional, que oferece inúmeras oportunidades para seus empregados cada vez é apenas um sonho.

Se não há mais tantas oportunidades de emprego nas grandes empresas, a realidade é diferente no ambiente dos pequenos negócios. De acordo com o SEBRAE as micro e pequenas empresas foram responsáveis por mais de 70% dos empregos gerados no primeiro trimestre deste ano. Desse total, a maioria (45,3%) foi gerada pelas microempresas com até quatro trabalhadores. Aquelas que empregam entre cinco e 19 trabalhadores responderam por 2,2% do saldo total e os empreendimentos que têm entre 20 e 99 trabalhadores participaram com 16,7%.

Essa dinâmica abre muito mais oportunidades de ocupação para milhares de profissionais que são colocados no mercado de trabalho todo pelas universidades e faculdades brasileiras. O desafio não é ocupar vagas disponíveis, mas em melhorar a qualificação da mão-de-obra, cuja maioria “vive”, ainda, o “sonho do emprego perfeito”, a velha síndrome que viveram nossos pais e avós quando sonhavam que seus filhos trabalhassem como bancários.

É claro que sempre irão existir concursos para aqueles que buscam muito mais a estabilidade que os desafios do mercado. Não sou contra, mas acredito que estão nas empresas de todos os portes as melhores oportunidades para que venhamos crescer como profissionais.

Certo dia, uma colega jornalista procurou-me para falar sobre ocupação e emprego. Para ela, o mais importante era estar empregada, com carteira assinada e com os benefícios bem definidos. Isso sem dúvida é muito atraente. Porém, pouco importava se iria crescer ou superar desafios e metas. O que ela queria mesmo é a certeza de que não seria demitida, mesmo se não efetuasse com excelência a sua função.

Então, se você sonha em trabalhar numa grande empresa, comece a se preparar exercer suas qualificações técnicas em pequenas empresas. Um dia, verá que os pequenos negócios são mesmo “grandes empresas”. Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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O que devemos medir no marketing para identificarmos se estamos no caminho certo?

O marketing sempre foi muito criticado, pois seus resultados muitas vezes eram subjetivos e difíceis de serem medidos. O mundo está cada vez mais lógico e racional e o marketing também teve que mudar para atender estas expectativas. Neste post quero passar os principais indicadores de marketing para uma micro e pequena empresa.

Uma métrica permite um resultado ser expresso em números e explicar fenômenos, diagnosticar o que está acontecendo e analisar tendências.  Como uma métrica isolada pode levar ao engano é recomendável que seja analisado um conjunto de resultados. Destaco as principais:

  1. Participação de mercado – receita de sua empresa comparada com a receita total do mercado.
  2. Hábitos de compra – frequência e quantidade normalmente comprada.
  3. Satisfação do cliente – o quanto as expectativas dos clientes estão sendo atendidas.
  4. Disposição para recomendar – quantos clientes recomendariam a sua empresa.
  5. Vendas básicas – total de vendas sem promoções.
  6. Vendas incrementais – vendas realizadas a mais, acrescidas pela ação promocional.
  7. Desconto médio – o quanto sua equipe de vendas concedeu de descontos em comparação a tabela de preços “cheia”.
  8. Nº de clientes – número de clientes que compram em um determinado período.
  9. Recência – período de tempo entre uma compra e outra.
  10. Experimentação – quantidade de clientes novos.
  11. Ponto de equilíbrio – venda mínima para cobrir todos os custos.
  12. Retorno sobre as vendas – lucro líquido como porcentagem da receita de vendas.
  13. Retorno sobre o investimento – lucro  líquidos sobre os investimentos necessários para gerar lucro.

Quais destes indicadores você já analisa? Leia mais e comente no blog Marketing & Vendas.

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Planejar e administrar suas políticas de compra e de venda deve ser uma de suas grandes atribuições no dia-a-dia!

Você já observou que na ciranda financeira em sua empresa as contas as pagar chegam antes do contas a receber?

Bem, você é responsável por este desequilíbrio…

Para evitar situações de falta de dinheiro em caixa é necessário planejar criteriosamente e agir austeramente para “construir” um fluxo adequado de entradas e saídas de dinheiro no caixa. Para isso, é necessário saber comprar com prazos adequados para pagamento, baseado nas previsões de disponibilidade de dinheiro e/ou nas previsões de entradas por vendas a serem realizadas.

Também, é necessário planejar e estabelecer políticas de vendas de acordo com suas necessidades de dinheiro em caixa, com isso, existirão momentos (de falta de dinheiro em caixa) em que vender À VISTA com margem ZERO de lucratividade passa a ser um GRANDE negócio!

Quando?

Quando falta dinheiro para pagar contas de fornecedores e você dispõe de estoque para venda. É hora então, de vender sem margem (salientando que estamos falando de venda sem margem de lucratividade, outras variáveis como comissâo + impostos + fretes + embalagens devem ser contempladas).

Para que você saiba decidir de forma correta no momento propício é necessário que você tenha as seguintes habilidades técnicas:

  • saber planejar e projetar o seu fluxo de caixa;
  • saber calcular corretamente seus preços de venda visando calcular precisamente qual valor mínimo pode ser praticado;
  • saber estabelecer as ações necessárias para agir;
  • saber avaliar/acompanhar os resultados continuamente;
  • saber estabelecer ações de incremento ou reversão sempre que algo saia de seu curso programado.

Lembre-se: suas políticas para comprar e vender devem ser rigorosamente baseadas nas suas necessidades ou disponibilidades de fluxo de caixa!

Está preparado? Leia mais no blog Finanças.

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Esta é uma pergunta, que pelo menos uma vez por semana, um empresário nos faz. Vamos conversar sobre o assunto.

Depende da proposta, se for uma questão de sobrevivência, através de um plano de estratégia comercial, estruturada e acompanhada de perto, tudo bem, mas se for uma forma de captar mais dinheiro, cuidado, este caminho é de alto risco e de baixa taxa de sobrevivência.

Lembrem-se, produtos ou serviços vendidos abaixo da linha positiva do lucro, significa que a empresa está dando dinheiro para seus clientes, ou queimando recursos, que podem fazer falta em outros momentos.

Se apesar dos avisos o empresário está determinado a seguir com a idéia, vou apresentar a forma para ele seguir, mas antes é necessário conhecer o negócio e os processos administrativos, comerciais e financeiros detalhadamente, e obviamente, as informações que integram a elaboração dos custos e a própria formação dos preços de venda, mas sempre existe a possibilidade do multiplicador mágico 2.

Explicação: custo x 2 = preço de venda. Esta lenda macabra transparece o ganho suposto de 100%. É a administração nas trevas.

O procedimento correto, do caminho da vitória, como sempre, é bem mais complicado e trabalhoso, exige sabedoria e persistência.

Neste caminho árduo, existem diversas variáveis envolvidas, para possibilitar a resposta correta, muitas delas não sofrem qualquer tipo de influência da gestão do negócio, porém outras são diretamente ligadas às ações administrativas.

Quais são estas variáveis? Continue lendo no blog Consultoria Individual

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Para muitas pessoas a empresa se resume ao balcão de atendimento, mas elas precisam aprender que é justamente ali que ela começa para o empreendedor.

Quando você descobre a vida que existe por detrás do balcão, não cheio de luzes, cores, e clientes, mas com muitos formulários, planilhas, alguns repletos de informações e ainda por serem preenchidos, novos desafios se apresentam exigindo mais atitude e determinação por parte do futuro empresário.

Neste ambiente, os dados da empresa podem, em uma primeira vista, estarem escondidos em caixas-pretas (que são na verdade na cor laranja), espalhados por diversos caminhos, alguns atalhos, mas o desbravador, sabendo utilizar as ferramentas adequadas terá acesso ao vasto universo de conhecimento sobre o negócio.

Assim a nossa aventura tem início. Leia mais e comente no blog Gestão de Negócios.

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Quando a empresa se utiliza diariamente da facilidade de crédito nas instituições financeiras para recompor o fluxo de caixa, as pessoas diriam que alguma coisa não vai bem com o negócio, existe a necessidade de recompor o capital de giro, valor para a empresa atender a oscilação do caixa da empresa.

Já quando o empresário faz da sua empresa um sucesso, as pessoas diriam que o empreendedor é um sucesso, e o modelo de gestão implantado é o máximo, pois o capital de giro atende totalmente o caixa da empresa.

Nos dois casos, empresa e empresário são cúmplices em todas as ações praticadas, porém como a organização não consegue realizar nada sem o seu proprietário, este, principalmente, e seus colaboradores, se tornam os responsáveis pela condução do negócio.

Atualmente, com as facilidades disponibilizadas pelos bancos para a captação de dinheiro, como o adiantamento de recebíveis, cheques e cartões de crédito, o descontrole sobre as operações financeiras, deixa para o fluxo de caixa a insegurança de poder cumprir suas obrigações.

Quando para não perder mercado, os preços de venda são reduzidos a patamares desconhecidos, ou mesmo, conhecidos mais muito próximos da tênue linha que divide o lucro do prejuízo, os estoques, descontrolados, tentam atender todos os gostos do mercado, os prazos de pagamentos dos clientes são estendidos desmedidamente, neste instante a estrutura do barco não agüenta, começa a ter infiltrações, a navegação torna-se difícil e a possibilidade de sucumbir aumenta.

É bom lembrar que a redução dos preços deve ser seguida do aumento, em quantidade das vendas, pois o valor econômico por produto precisa ser mantido.

Exemplo:

Venda anterior: preço de venda R$ 12,00 vezes 100 produtos vendidos = R$ 1.200,00 (este é o valor econômico do produto no passado).

Venda atual: preço de venda R$ 10,50 vezes 100 produtos vendidos = 1.050,00 (este é o valor econômico do produto no presente).

Queda de faturamento de R$ 150,00, ou seja, para voltar ao valor econômico anterior de R$ 1.200,00, a empresa precisa vender mais 15 produtos (R$150,00 / R$ 10,50 preço atual= 14,3).

Aumentar as vendas em 15%, tarefa nada fácil, não é mesmo?

Assim, reduzir preços, sem analisar o potencial de mercado e os limites da empresa, pode se transformar em mais um problema para o capital de giro.

E se, além disto, haver um aumento no prazo de pagamento para o cliente, fato que exigirá mais dinheiro para o giro de caixa, a situação pode ficar mais grave.

Como evitar este caminho penoso na gestão financeira da sua empresa? Leia mais e comente no blog Gestão de Negócios.

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O projeto RAIO é um projeto voltado para a articulação de vários atores (empresas, instituições, donos e usuários de Lan House) em torno de ações de fortalecimento, articulação e desenvolvimento das Lan Houses buscando a sustentabilidade do negócio e a geração de múltiplas oportunidades que estabeleçam um diálogo permamente entre as expectativas de empresas e instiuições e as dos donos de Lan House.

A rede digital do projeto Raio tem o objetivo de ser a arena social digital que permitirá a conexão dos atores envolvidos nesta caminhada e o pacto entre as suas expectativas, gerando negócios, desenvolvimento e o estabelecimento de uma rede inovadora e sustentável.

Este mapa vivo é um dos pilares do projeto RAIO onde as Lan House, assim como da comunidade que a cerca (que é um dos seus principais ativos) irão construir sua visibilidade para estabelecer este diálogo na rede.

Cadastre a sua lan house aqui.

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Por Jorge Luiz da Rocha Pereira

Transformar uma idéia em um negócio pode parecer assustador em um primeiro instante, mas depois você terá a certeza que tudo faz parte de um filme de aventura, com muitas passagens de suspense e agonia, mas também de conquistas, pois para cada passo montanha acima do empreendedorismo, novos e surpreendentes obstáculos irão aparecer, e tentar fazer com que volte de onde veio, e vencer cada um deles será o seu objetivo.

Mas tudo pode ser menos tenebroso, basta para isto você ter conhecimento suficiente para reduzir constantemente os riscos, caso contrário os ferimentos podem ser graves e até levar a morte, felizmente somente da idéia.

Vamos imaginar um montanhista, diante do desafio de escalar uma montanha, ele precisa conhecer todas as técnicas de alpinismo, como saber utilizar corretamente os equipamentos, ter o preparo físico adequado, conversar com pessoas que já escalaram montanhas, e principalmente daquela que foi escolhida por você para ser conquistada.

Assim é o mercado empresarial para não sofrer um desastre, que pode ser fatal, o empreendedor deve conhecer seus limites e potenciais, técnicos e operacionais, além dos financeiros e administrativos, como também analisar e reconhecer as particularidades da atividade empresarial e do nicho de mercado escolhidos 🙂

Uma pessoa que ignora estes fundamentos terá uma grande chance de desaparecer prematuramente do mercado, pois segundo o SEBRAE-SP, 62% das empresas fecham após 5 anos de atividade, seja por falta de planejamento, dificuldades nas vendas ou em conseguir crédito nos primeiros meses de vida empresarial.

Para não entrar nesta estatística, o plano de negócios é uma das ferramentas que facilita na inserção do negócio no mercado, reduzindo riscos, que normalmente surgem durante a implantação da empresa. Imagine sem um acompanhamento analítico, somente movido pelo espírito empreendedor, com o improviso e o despreparo profissional, o nível de risco se torna insuportável.

Algumas perguntas fazem parte do planejamento estratégico, como:

– Você determinou o segmento de mercado que irá atuar?

Caso negativo, cuidado, tentar vender para todos os nichos de mercado, indiscriminadamente, pode se tornar um risco de queda.

– Seu negócio tem um foco comercial, em relação aos produtos e serviços?

Alerta, quanto maior o leque de variedade de produtos ou serviços, maior será a necessidade de capital de giro, além da confusão por parte dos clientes, em saber o que sua empresa vende.

Por falar em capital de giro…

– Você já calculou qual será o valor necessário para atender as necessidades de caixa do seu negócio mensalmente?

– Reconhece os seus custos fixos, determinou o seu pró-labore, sabe formar os preços de venda, analisou o ponto de equilíbrio?

– Para você, isto tudo parece outra língua?

Alarme tocando…

Você pode estar caindo da montanha.

Caso contrário, se você reconhece cada um destes parâmetros, a chance de sucesso aumenta a cada momento, muito provavelmente você não fará parte das estatísticas de desaparecimento do mercado, continue a escalada até a conquista dos seus clientes.

Leia mais e comente no blog Gestão de Negócios.

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