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Posts Tagged ‘faça diferente’

Algumas pessoas, embora possuam uma boa qualificação técnica, têm dificuldades em manter-se no mercado de trabalho. Isso ocorre pelo fato de possuírem atitudes e comportamentos que nada combinam com o mundo atual.

Estamos num mundo em evolução e amadurecimento. Entretanto, alguns indivíduos agem como se acreditando que as coisas devem ser feitas sempre da mesma maneira, ou seja, do seu jeito. Possivelmente, continuarão tendo os mesmos resultados de sempre.

Síndrome de Gabriela! É necessário estarmos em processo de aprendizagem e capacitação contínua e, principalmente, aberto às mudanças. Tudo muda em fração de segundos, seja em relação ao trabalho, família, na forma de nos relacionarmos etc. Devemos acompanhar esse processo se desejarmos evoluir, crescer; do contrário encontraremos estagnação, e muitas vezes sofrimento.

Possivelmente você já ouviu, em discussões, respostas como: “Eu sinto muito, mas eu sou assim!”. “Não adianta. Você pode não gostar, mas eu sou assim!”. “Sei que isto não é certo, mas eu sou assim!”. Como se isto fosse suficiente e determinante para estabelecer um argumento indiscutível, independente de quaisquer julgamentos ou conjunto de princípios.

Estas frases são de pessoas com atitudes imobilizadoras e retrógradas, evitando o novo, a mudança e deseja que o mundo cristalize para não ter o que mudar. Elas se apegam na sua suposta incapacidade e pela preguiça em lutar contra suas certezas equivocadas e convenientes. O que fazer para sair desta rotina na sua empresa? Leia mais e comente no blog do Egnaldo Paulino.

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Se seu filho consegue ser aprovado em um exame com uma nota razoável você fica feliz? Você comemora com ele a vitória, mas o alerta que o seu desempenho pode melhorar? Muitas vezes quando vencemos não damos a mínima bola para a classificação. O que importa mesmo é que chegamos lá, não é mesmo?

O fato é que ser razoável é uma infeliz condição humana que é perpetuada e promovida em nossa sociedade como uma coisa boa. Muita gente que poderia ser ótimo, acaba se contentando com pouco. Elas acabam descobrindo que com menos esforço podem, por exemplo, ser classificado em um concurso e receber o mesmo salário do primeiro colocado. Aliás, muitas vezes, graças ao conhecido “jeitinho brasileiro” o menos capaz acaba se dando melhor do que o primeiro lugar.

Porém, é bom saber que nem sempre é assim que as coisas funcionam. Muitos adeptos da “lei do menor esforço” poderão pagar um preço muito elevado, por exemplo, quando estiverem competindo no mercado e dependerem das vendas de seus produtos e serviços. Eles logo descobrirão que ser “razoável” com o cliente não é o suficiente para conquistá-lo.

A verdade é que o consumidor não deseja comprar nada mais ou menos. Ele prioriza produtos e serviços otimizados. Daí, se você é apenas razoável com as suas perspectivas, contente-se em vender a preços baixos e conviver com vendas e lucros medíocres. Além disso, a idéia de ser apenas mediano vai impedi-lo de realizar seus sonhos e construir a vida que tanto almeija.

Como você tem construído o “ótimo” nos seus produtos e serviços? Leia mais e comente no Visão do Empreendedor.

Good-Bad

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A Rede de franquias Multicoisas conquista o mercado nacional com sistema que centraliza a logística, distribuição e compra das suas lojas. Sediada em Campo Grande (MS), a empresa foi criada há mais de 20 anos pelo casal Lindolfo e Elza Martins como uma loja de conveniências domésticas para vender desde ferramentas a utensílios para cozinha.

 A loja deu tão certo que os empresários decidiram expandir o negócio. “A Multicoisas é uma empresa que atua nacionalmente, chega esse ano por volta de 70 lojas. A gente optou por esse sistema de expansão porque achamos seguro. Se tivessemos optado por implantar filiais, a cada nova unidade, estarimos repartindo o nosso capital humano e dinheiro.”, conta Lindolfo Martins.

 Então, formou-se uma rede com o mesmo padrão de arrumação, atendimento e mercadorias. As compras, logística e distribuição também foram centralizadas. Com isso, os franqueados têm acesso a todos os custos, pois o sistema é de planilha aberta, e as despesas operacionais são divididas entre os participantes.

 Leia mais e comente no Faça Diferente.

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aeromanaus  Uma das primeiras preocupações de quem pensa em abrir um negócio é a escolha do local, o chamado ponto, onde a empresa deve ser instalada. Essa decisão é de extrema importância porque pode determinar o sucesso ou o fracasso da empreitada.

 A  empreendedora Fátima Chamma, paraense é proprietária da loja Chamma da Amazônia, que vende artigos de perfumaria feitos à base de vegetais encontrados na região norte do país. Vamos analisar o exemplo da empresária para que você também possa ter boas idéias de como inovar no seu ponto de venda.

A primeira lição de Fátima é a seguinte: monte sua loja onde o seu público alvo está. Não adianta inventar um produto fantástico, criar uma logomarca bacana e investir pesado na decoração da empresa, se o mercado não tem acesso ao seu negócio. Para não errar, estude com muita dedicação o perfil do cliente que quer atrair. Classe social, grau de instrução, idade, hábitos e necessidades são as informações básicas que devem ser obtidas sobre seus potenciais consumidores.

 Com base nesses dados, a proprietária da Chamma da Amazônia descobriu que seus principais clientes seriam turistas nacionais e internacionais, de alto e médio poder aquisitivo, seduzidos pela fragrância e pelo charme místico da Floresta Amazônica. Qual é o lugar por onde passam, todos os dias, milhares de viajantes loucos por lembrancinhas que remetam à cultura e a exuberância do Brasil? “No aeroporto”, pensou Fátima. Atualmente, a empresa possui mais de 30 pontos de venda – a maior parte, em aeroportos brasileiros.

 Os clientes nem precisam procurar. Produtos típicos de uma das localidades brasileiras mais conhecidas no mundo estão disponíveis justamente onde quase todos os turistas precisam passar para começar ou terminar a viagem. A estratégia dá certo mesmo que o destino seja Curitiba – cidade a mais de quatro mil quilômetros de distância da Amazônia e com cultura, sotaque, clima, fauna, flora bem diferentes da Floresta.

 Durante as férias, os visitantes brasileiros estão motivados a desvendar o próprio país e são facilmente seduzidos por produtos típicos (em muitos casos, até por aqueles que são tipicamente fabricados em outro estado!). Já para o estrangeiro, tudo é festa! Pode ser da região sul ou norte, o que importa é levar um pedacinho do Brasil para casa. E não é que há uma loja Chamma da Amazônia no aeroporto de Curitiba? Criar estratégias para seu produto chegar ao mercado significa inovar em marketing!

 O público alvo da Fátima é formado por turistas, e o seu? Já parou para pensar nisso mais a fundo? Leia mais e comente no Faça Diferente.

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Já imaginou transforma restos de porco em energia renovável? Foi o que fez o João Paulo Muniz, dono da Pork Terra, no interior de São Paulo. O empresário criava suínos há anos mas não sabia o fazer com os dejetos e restos dos animais, excedentes da produção do criadouro e do abatedouro. O Programa 05 da série Faça Diferente mostra como o agroempreendedor conseguiu mudar essa realidade!

 “Eu tinha dois problemas ambientais dentro da minha propriedade: um era o dejeto do suíno. Eu lançava na natureza 15 mil litros de fezes de porco. O outro problema era o subproduto do frigorífico, que é a gordura e a barrigada, que eu não tinha o que fazer”, relata João Paulo.

 Para resolver os problemas e deixar de poluir a natureza, o dono da Pork Terra investiu em mini-biodigestor. Todos os dejetos são armazenados no biodigestor por um período. Após processo de fermentação, o resultado é adubo e biogás. O fertilizante é usado na plantão de café e milho e o gás é utilizado de diversas maneiras, entre elas para alimentar o aquecedor da incubadora dos leitões.

 Conheça a história completa e ouça o podcasting do programa de rádio do Sebrae no blog Faça Diferente.

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A criatividade é fundamental para que a inovação aconteça, ou seja, para que sejam introduzidas no mercado novidades ou melhorias do que já existe.

 No programa de rádio Sebrae, nº 03 da série Faça Diferente, o empresário César Sodré Moreira de Alkimin, da Exsto Tecnologia, conta como fez para colocar no mercado o chip tricombustível.

 A tecnologia da Exsto permite a qualquer carro andar com gasolina, álcool ou gás. Vendo o potencial da inveção, Moreira de Alkimin percebeu que poderia criar uma empresa inovadora participando de um Arranjo Produtivo Local (APL) em Santa Rita do Sapucaí (MG), cidade que abriga pólo tecnológico, o Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) e incubadora de empresas. “A empresa que está do lado pode fazer parte do produto, e com isso a gente agrega competência sem agregar custo. Então, buscar tecnologia na universidade e fazer parte de um APL foram fatores muito importantes, que permitiram essa inovação”, diz César Alkimin.

 A partir da competência estratégica do César, a Exsto produziu seu primeiro chip dividindo os custos com parceiros. Vendeu a tecnologia para um grande fornecedor de peças, mas não recebeu. No entanto, sabendo que o produto era bom, o Alkimin persistiu e foi atrás de novos apoios: conseguiu ajuda da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e do SEBRAE. Hoje, a Exsto Tecnolocia vende seu chip para todo o Brasil.

Leia mais e ouça o podcasting do programa no blog Faça Diferente

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Quem pensa que inovação é uma meta difícil de ser atingida e sinônimo de muitas despesas pode não conhecer o real significado da palavra. Inovar é adotar mudanças simples que resultem em aumento de produtividade. De nada adianta um empresário ter uma boa idéia se o projeto é abandonado no papel ou não gera lucros. Existem diversos caminhos que podem ser percorridos por você, que quer se tornar um empresário inovador e aumentar o faturamento do seu negócio.

 A criação de produtos e serviços é o tipo de inovação mais comum. Mas, além de lançar novos produtos, você também pode inovar melhorando aqueles que já estão disponíveis no mercado. Se o principal item vendido de uma fábrica de cosméticos é um sabonete, o dono dessa empresa pode inovar criando novas fragrâncias ou lançando versões para peles oleosas, secas e sensíveis. Para o proprietário de uma fábrica de chocolates, produzir outras opções, como diet e amargo, também é uma forma de buscar a inovação.

 Outra maneira de inovar é agregar novos serviços a um produto já comercializado. O proprietário de uma loja de móveis, por exemplo, oferece a possibilidade de entrega e montagem de camas e armários na casa do cliente. Se a concorrência também faz isso e a empresa estiver perdendo mercado, o empreendedor pode oferecer novos serviços, como assistência técnica e renovação de garantia.

 Não basta inovar uma só vez!

 Leia o artigo completo e comente no blog Faça Diferente

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