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Posts Tagged ‘gestão do conhecimento’

Mesmo que seu produto seja roupa ou alimento, o conhecimento é um produto que está inserido no contexto da venda de qualquer segmento. O empreendedor deve se transformar em aprendiz e ao mesmo tempo professor de todo o conhecimento gerado pelo seu produto e pelo mercado

Passamos de uma economia baseada na agricultura para uma economia baseada na produção e a pouco mais de 30 anos entramos na economia da Informação. Muitos mercados ainda estão discutindo os melhores meios para produzir mas os clientes já querem conhecimento e interação com a empresa.

Quanto mais conhecimento conseguir agregar ao seu produto mais valor ele terá para o cliente. Surge neste cenário o vendedor consultor que tem como missão ensinar o cliente a consumir e a tomar decisões. Como um professor, este novo vendedor deve agir em todo o processo de venda para facilitar a aprendizagem do cliente sobre o produto, suas vantagens e aplicações. Mas como o processo de aprendizagem é de mão dupla o vendedor também precisa aprender algo a respeito do cliente.

Todo empresário precisa entender o nível de conhecimento que seu cliente tem a respeito do seu produto. É necessário saber se o cliente conhece o preço do produto. Estima-se que um cliente médio consiga guardar o preço de aproximadamente 20 produtos e em outros 50 tem uma boa noção do valor. Além do preço é necessário que o cliente conheça quando precisa trocar ou comprar novamente o seu produto e principalmente que conheça onde pode comprá-lo. Quanto mais aprender com um cliente mais poderá ensinar para outro cliente.

Os melhores meios para passar o conhecimento não são os veículos de massa que normalmente são caros e com pouco espaço ou tempo para passar sua mensagem. Quanto mais personalizado for seu atendimento maior as chances de aprender e ensinar ao cliente. A internet passa a ser uma ferramenta poderosa para este fim já que permite personalizar e ao mesmo tempo gerar conteúdo e informação.

Qual o seu nível de conhecimento sobre o cliente? Qual o nível de conhecimento do seu cliente sobre o seu Produto?

Leia mais e comente no blog Marketing & Vendas.

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Você ainda acredita na máxima: conhecimento é poder? Se a sua resposta for sim, saiba que você faz parte da camada mais obsoleta da gestão empresarial.

Para as organizações do século 21, onde conhecimento é o principal ativo não financeiro, compartilhamento é um fator chave para proporcionar vantagem competitiva real e criar a base de uma inteligência empresarial com diferenciais difíceis de serem copiados pela concorrência. Por isso, dispensar parte do seu tempo para conhecer seus próprios ativos intelectuais é uma tarefa que você deve realizar o quanto antes.

Adquira a consciência do que você sabe que sabe, do que você não sabe que sabe e principalmente do que você não sabe, mas precisa saber. Só assim será possível alavancar novas competências essenciais ao sucesso do seu negócio e alinhar sua equipe estrategicamente. Afinal, nem mesmo as empresas que possuam os melhores profissionais do mercado, conseguem sobreviver se não mobilizarem seus colaboradores em torno de objetivos organizacionais alinhados às aspirações ou potenciais individuais. O valor de cada colaborador está no índice de plenitude que ele consegue trazer ao seu negócio.

E cuidado: selecionar apenas pessoas que “saibam muito” sobre alguma coisa não muda nada. É preciso que haja um alinhamento à sua proposta de gestão para que os resultados apareçam e sejam traduzidos efetivamente em redução de erros, decisões mais fundamentadas, aumento da inovação, melhoria do ambiente de trabalho, e, claro, mais lucratividade.

É preciso criar um ambiente onde o poder esteja nas relações e não na quantidade de informações que cada um possui sozinho. Essa é a essência da gestão do conhecimento, mas infelizmente, muitos ainda não se deram conta de que, pelo fato do conhecimento ser essencialmente humano, não é possível realizar sua gestão sem mergulhar no oceano da humanidade. E você o que ganha com isso? Leia mais e comente no blog Lounge Empreendedor.

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Dizem que Napoleão Bonaparte rejeitava em suas fileiras, pessoas ignorantes com iniciativa, porém trazia para perto de si, aquelas que conseguiam ser inteligentes com iniciativa.

Nas corporações, muito se fala em aproveitar a inteligência empresarial, base para a gestão do conhecimento e também para os negócios vinculados a ela, que precisam obter e efetivar as vantagens competitivas nas relações com o mercado, se possível criando diferenciais difíceis de serem copiados pela concorrência, mas facilmente assimilados pelos consumidores.

Entretanto, a realidade no mundo dos negócios, infelizmente é outra.

Após o clímax das crises financeiras, no país e no mundo, os empregados remanescentes nas organizações cercaram seus feudos com a maioria dos ignorantes sem iniciativa, disponíveis na empresa. Tipo, não pergunte, ou argumente, apenas faça o que foi mandado. Caso contrário…

Seres com conhecimento e capacidade inovadora, tornaram-se elementos de risco para todos os seguidores do status quo empresarial. Exceção aos que se comportem como soldadinhos de chumbo, ou zumbis de ocasião.

Alguns, poucos, ocasionalmente são tirados do transe hipnótico da ignorância, para que, por alguns momentos, demonstrem a luz teatral da inovação, mas, rapidamente voltam à condição inicial, encaixotados na obscuridade imposta pelo sistema.

Com o passar do tempo, alguns poucos conseguem se libertar e começam a questionar a sua condição de marginalizados, porém com o poder ditatorial corporativo, são bruscamente banidos, ou pior, humilhados em praça pública, digo, em alguma reunião de trabalho.

Muitas vezes, a cada seção de desprezo, acabam formando um grupo de alijados corporativos, que durante o único momento de lucidez, à hora do cafezinho, tentam permanecer lúcidos.

A imagem pode ficar mais grotesca ainda, quando os detentores do conhecimento acreditam que a sua existência é de vital importância para a organização, mas esquecem da sua real imagem, perante os seus chefes, gerentes e diretores. Aí nem o isolamento irá ajudar, a ilha será inundada pela necessidade em atender rapidamente as prioridades comerciais da empresa.

Você que por algum momento pensou, não pense muito, faça logo, empreenda o seu conhecimento, no seu negócio, ou ajoelhe e aceite o imperador, como o seu soberano e senhor.

Leia mais e comente no blog Gestor de Oportunidades.

lamparinas

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Para facilitar o nosso entendimento vamos combinar que inovação é :

“A concepção de novo produto ou processo produtivo, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando em maior competitividade no mercado”

 

 

Em ultima analise, podemos dizer que quando um negócio inova, ele encontra uma forma diferente de fazer o que todos os outros fazem. É por essa diferença obtém um retorno melhor, seja porque consegue ter um custo mais baixo ou porque a diferença é percebida pelos clientes, que se dispõe a pagar mais por ela.

 

Legal! Então podemos dizer que o segredo é parte do processo da inovação, pois enquanto os meus concorrentes não sabem o que o meu negócio faz de diferente, eu tenho uma vantagem competitiva, que Schumpeter chamava de Lucro de Monopólio.

Essa verdade que funciona muito bem da porta para fora, quando aplicada da porta para dentro pode trazer resultados desastrosos..leia mais no novo blog do Mundo Sebrae, o Blog do Larubia.

 

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O blog é a grande vedete da chamada Web 2.0. O título é merecido, pois permite que cada pessoa se expresse e atinja multidões de forma totalmente livre, sem controles editoriais.  Os blogs são a base da grande revolução da desintermediação, e da derrubada dos muitos “muros de Berlim” que atravessam o caminho entre as pessoas.

 

Porém, os processos de inovação requerem mais do que simplesmente a liberdade de cada indivíduo poder expressar suas idéias. Criatividade não é inovação, e sim apenas um de seus ingredientes. Para que idéias se transformem em resultados, novos produtos, novos processos e novos negócios, é necessário que as pessoas não apenas digam o que pensam, mas que elas se entendam, se coordenem e trabalhem de forma organizada.

 

Para o consultor especialista em gestão do conhecimento, Sergio Storch, “Muitas pessoas acham que wiki é para fazer enciclopédias, mas esa é apenas UMA das muitas aplicações do wiki que estão sendo descobertas. Outra aplicação que vem sendo muito adotada nas organizações mais inovadoras é o wiki para organizar e produzir colaborativamente todas as informações de um projeto (documentos, apresentações, links, pessoas, calendário, idéias, perguntas e respostas, fotos, atas, músicas, relatórios e tudo o mais que uma equipe produz e precisa utilizar).”

 

O wiki pode substituir a hierarquia? Calma lá. Sozinho não, pois só informação não coordena nada. Não vamos endeusar as ferramentas. As pessoas são movidas por vontades e interesses. É preciso gente para coordenar gente. Leia o artigo completo no blog da Clarice Veras.

rodadoaprendizado

 

 

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“Quem tem conhecimento vai pra frente” diz o slogan do SEBRAE, no intuito de ressaltar a importância do conhecimento para que a empresa possa se destacar das demais no mercado. Mas será que ter conhecimento é o suficiente, para que alguém, ou alguma empresa dê certo? Como será que o conhecimento está sendo disseminado nas organizações? Porque, de nada adianta tê-lo trancado nas gavetas, nos armários, nos computadores, nos departamentos, e na própria cabeça, se não for estabelecida uma ampla disseminação para aqueles que fazem parte do negócio. O que acontece geralmente é que as pessoas vão embora das empresas, levando consigo todo o conhecimento armazenado, e deixando lacunas enormes no ambiente de trabalho, já que não houve um cuidado prévio de tratar e compartilhar adequadamente as informações com os demais membros da equipe. Em outras palavras, não se praticou a Gestão do Conhecimento. Leia o artigo completo no blog da consultora Juniar Ellyan.

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Segundo Peter Drucker os grandes ganhos de produtividade, daqui para frente, virão da gestão do conhecimento. A empresa precisa se conhecer, ou seja, conhecer os seus processos, e os riscos inerentes ao seu negócio para ter poder sobre a sua gestão e tornar-se produtiva. Segundo Paulo Alexandre para que a empresa seja competitiva é preciso inovar,e para ter inovação, só com o conhecimento próprio.

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