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Provisão

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Formar o preço de venda que agrade o cliente e satisfaça os interesses do negócio, sempre consome horas de cálculos, análises de riscos e ponderações sobre os desejos dos clientes, a atuação da concorrência e dos limites impostos pelos fornecedores, além é claro do caixa da empresa.

Neste instante é preciso abrir a caixa de ferramentas e utilizar os recursos da precificação, que diferente da sua atribuição na especialidade de marketing, colocar fisicamente o preço no produto, para o universo financeiro, está na ação de aproximação dos produtos e serviços oferecidos, com a disponibilidade financeira dos clientes.

O que a empresa realizou até este momento?

– Foi calculado o índice de comercialização da empresa, com uma variável a ser definida, a margem de lucro, por produtos ou serviços, ou ainda seus grupos de vendas representativos.

– Cada produto ou serviço têm os seus custos diretos e variáveis definidos, que acrescidos dos custos fixos, formam o custo final, prontos para receberem o índice de comercialização, e assim, estarão formados os preços de venda, ainda, dentro da empresa.

Quando este preço sai para o mercado, pode ser aceito, ou renegado pelos clientes, seja por estar acima dos demais, como também abaixo, este é o momento oportuno para acessar a metodologia da estratégica da precificação.

Quais estratégias você usa para calcular o preço de venda dos seus produtos e serviços? Leia no blog Consultoria Individual algumas sugestões.

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Com o fim da exclusividade entre as bandeiras de cartões e as operadoras a partir de 1º de julho, o pequeno negócio varejista no Brasil passou a ser tratado como um cliente e não mais como um mero repassador de serviços.A afirmação é do empresário Álvaro Musa, organizador do Fórum C4 Varejo – PME, evento inserido na programação do Congresso Cartões de Crédito ao Consumidor – C4 2010, que aconteceu de 1º a 3 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

Segundo Álvaro Musa, nos últimos 15 anos o chamado “dinheiro de plástico” cresceu de 12 milhões para 600 milhões de cartões. “Estamos no varejo com 6 bilhões de transações no País. Em 1995, eram 200 milhões”, disse.Esses números, afirma, revelam o amadurecimento do setor de cartões, que investiu “muito dinheiro” em tecnologia para chegar a este patamar.

Apesar disso, ainda é um setor pouco regulamentado e muito criticado pelos pequenos negócios no país. “Precisamos estabelecer um diálogo entre as duas pontas. Não estou falando de reduzir preços, mas de criar um cardápio de produtos que possam ser benéficos às duas partes.”Exigir qualidadeVirar um cliente, diz Sérgio Murtinho, tem um custo para o próprio cliente. “É preciso treinamento. Ele precisa tomar para si essa relação. Exigir qualidade dos serviços prestados. O brasileiro peca pelo conformismo, pela relação ruim.”

Segundo ele, uma operação de meio de pagamento deve levar três segundo e não um minuto. “Se você varejista agora é o cliente, tem o direito de exigir qualidade no serviço prestado.”Condições diferenciadas Alexandre Guerra acredita que a relação ainda é desigual, mas deverá melhorar no futuro. “A bandeira que o Sebrae está levando à frente é mostrar que hoje as duas maiores credenciadoras operam com 2 milhões de empresas quando o universo pode ser muito maior se as condições foram diferenciadas de acordo com as necessidades dos usuários.”Hoje 3,5 milhões de micro e pequenas empresas ainda não trabalham com cartão de crédito por diversos motivos, entre eles o alto custo, considerando que cada terminal tem aluguel mensal de R$ 120,00, fora taxas sobre vendas e pagamento da linha telefônica. A Visa e a Redecard, que detêm 90% do mercado, têm 1,7 milhão de maquinetas espalhadas pelo País.

Saiba mais no blog Pequeno Negócios e Finanças.

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A decisão precisa ser tomada, a empresa não pode esperar mais, as vendas estão despencando assustadoramente, é necessário reduzir em 8% os preços de venda, para acompanhar os concorrentes.

Porém uma dúvida paira no ar e deixa a todos receosos:

– Esta medida pontual está certa ou errada?

Ou mais angustiante ainda:

– Quais as conseqüências desta ação para o futuro do negócio?

Alguém vislumbra uma saída para as respostas:

Que tal perguntar para um experiente consultor financeiro? Leia as reflexões completas no blog Consultoria Individual.

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O pró-labore é o salário que o dono da firma paga a si próprio. Melhor ainda: é o salário que a pessoa jurídica paga à pessoa  física (o proprietário), pois mesmo que fosse uma empresa informal, equivaleria a termos dado à luz a uma criança e não ter feito o seu registro no cartório. Ela existe de fato, mas não de direito.

Suponhamos agora que o proprietário tenha 3 despesas pessoais (isto é uma simplificação da realidade). De fato ele tem uma infinidade, não é?

As três despesas pessoais são: O plano de saúde da vovó. Ela é diabética, hipertensa e tem 90 anos; o leite das crianças; e o colégio dos meninos.

Lembre-se de que a vovó é despesa do titular da firma e não da firma em si, pois precisamos separar as despesas pessoais das despesas do negócio.

Ao fazer as contas de suas despesas pessoais, o titular percebe que, faça chuva, ou faça sol, precisará ter uma renda mensal de R$ 1 mil.

Advogando que o pró-labore é uma despesa fixa, temos que esta rubrica será de R$ 1 mil por mês, não importa o quanto se venda em cada mês.

Vejamos a tabela que se segue:

Janeiro Fevereiro Março
Pró-labore R$ 1.000,00 R$ 1.000,00 R$ 1.000,00
Retirada R$ 1.500,00 R$    800,00 R$ 1.200,00
Lucros R$    500,00

Suponhamos que em janeiro, se vendeu tão bem, tão bem, tão bem, que o titular resolveu tirar R$ 1.500,00, ao invés dos R$ 1.000,00, inicialmente esperados. Nem por isso, o pró-labore passaria a R$ 1.500,00, o que o tornaria uma despesa variável que cresce e decresce junto com as vendas. Ele continua em R$ 1.000,00, sendo os R$ 500,00 a mais, os lucros da empresa em que o titular “meteu a mão”.

Agora imagine que fevereiro foi tão ruim, tão ruim, tão ruim, que sequer se conseguiu tirar os R$ 1.000,00. Como se vê, só foi possível tirar R$ 800,00. Mas nem por isso o pró-labore deixará de ser R$ 1.000,00. O que ocorreu é que o cidadão pagou o plano de saúde da vovó e o leite das crianças, deixando o colégio sem pagar. Mas quem não paga o colégio em fevereiro, em março pago o colégio 2 vezes, ou seja, dos R$ 1.200,00 retirados em março, R$ 200,00 são do pró-labore de fevereiro, só que pagos em março.

Melhor será tirar regularmente o pró-labore e, ao final do ano,  apurar balanço, embolsando, só então, parte dos lucros. Deus o livre! você só consegue pagar a folha salarial de julho em outubro, isto não a tornará despesa de outubro e sim despesa de julho paga em outubro.

Três ponderações devem ser feitas aqui:

(mais…)

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Para quem atua no mercado de microfinanças brasileiro há tempos espera uma “sacudida” nas atuais bases, principalmente marco legal, acesso a funding, custo de captação, massificação e taxas de juros.

Alguns ainda discutem mazelas do passado e políticas nem tão claras, enquanto outros buscam novas formas de superá-las, quem bom! Avancemos!

Da total dependência de recursos (funding, assistência técnica e até investimento em imobilizado) advindo do setor público em direção a soluções de mercado, percebe-se finalmente novas atitudes e a busca por novos mecanismos para “fazer diferente” no mercado de microfinanças brasileiro.

Não por acaso, mais especificamente no dia 21/02, a Folha de São Paulo publica nada menos que seis excelentes reportagens sobre novos caminhos trilhados por algumas instituições de microcrédito, as quais buscam maior eficiência, ganhos de escala, acesso a funding, maior fatia de mercado e até mesmo regulação.

A atual forma legal adotada pelas principais instituições de microcrédito, com raras exceções, impõe custos por muitas vezes proporcionalmente mais onerosos do que as que enfrentam instituições financeiras reguladas.

A maioria das instituições de microcrédito do Brasil são organizações do terceiro setor (ou deveriam), constituídas sob a forma de ONG/OSCIP e não são reguladas pelo Banco Central, assim como também os chamados “Bancos do Povo” cujas estruturas, via de regra, estão atreladas a órgãos públicos estaduais ou municipais. A busca por soluções de mercado, nestes casos, costuma exigir grandes sacrifícios, busca por maior competitividade e transparência em sentido amplo.

Ao que parece, busca-se a evolução dos modelos de microcrédito solidário, implantado no país há mais de 20 anos, para um modelo de microcrédito com o foco efetivamente produtivo. E não pense que CDC é microcrédito, é CDC mesmo! Quer saber mais? Leia no blog Pequenos Negócios & Finanças.


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O lucro não vem por acaso! Mais uma vez a gente discute aqui questões que mais influenciam o sucesso ou o fracasso dos pequenos negócios. Uma pequena empresa é ágil, porém muito (+) frágil. Ela é ÁGIL para tomar decisões, mas é FRÁGIL, aliás, muito frágil, apenas uma decisão errada podem acabar com o sonho de negócio próprio.

 Temos encontrado, diariamente, nos nossos Pontos de Atendimento diversas empresas com dificuldade na geração de lucro. Muitas são as causas. Mas uma questão é comum em quase todas as empresas: o desperdício. Mas o que é desperdício? Bem, há desperdício de matéria prima, de energia, de embalagens, de tempo …. de tudo afinal. Pra deixar isso mais claro, vamos a um exemplo freqüente. Imaginem uma pequena empresa, uma lanchonete, que vende vários produtos, inclusive água em garrafa. Supondo que pague pela água R$0,50 e venda por R$1,50. Vamos supor também que obtenha uma margem de lucro de R$0,20 por garrafa de água vendida. (quem tiver dúvida neste cálculo, por favor, comente que ajudaremos.)

 Pois bem, se, ao entregar uma garra de água para um cliente, a mesma cair, se espatifar, o pensamento do proprietário poderia ser simplesmente: “não faz mal, me custou apenas R$0,50”.

 Eis aqui um exemplo de desperdício “que come o lucro”. Esse proprietário deveria pensar assim: “Deus, quantas garrafas de água terei de vender para compensar esta que acabo de destruir?”

 Alguém que nos ler poderia responder? Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

 microcrédito

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