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Posts Tagged ‘gestão de pessoas’

Observamos com alegria muitas empresas crescerem e se desenvolverem gerando mais empregos, propiciando melhores condições de vida aos funcionários e contribuindo para o desenvolvimento social.

Porem, por outro lado, observamos empresários stressados, reclamando que não tem tempo para nada, há anos que não tira férias, que tem que realizar tudo, pois não tem ninguém com competência suficiente para realizar as atividades de coordenação.

Importante é entender que parte dos resultados obtidos pela direção da empresa provem de suas próprias ações e parte provem de ações de terceiros, aos quais ele deve delegar.

Entendemos por delegação, uma atividade administrativa, na qual se transfere ao colaborador responsabilidades, com a devida autoridade para gerenciar as mesmas.

Mas por que não se delega tão pouco?

Leia mais e comente no blog Gestão da Produção e Qualidade.

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Liderar é tanto arte como ciência. Não basta querer ser líder, você tem que ter aptidão, ter talento, e se preparar. Para liderar pessoas é preciso ser integrante do grupo, não cair de pára-quedas, bem como entender os anseios do grupo, e lutar por estes anseios.

O verdadeiro líder é o maior servidor. Ele defende e trabalham em prol dos desejos do grupo. Ele é o principal interlocutor do grupo. Ele não exige e nem impõe nada a ninguém, apenas pede o compromisso de todos em prol do grupo. Ele é compreensível, e entende os problemas de cada um, e só pensa no grupo, na coletividade. Todas as decisões tomadas levam em consideração principalmente o grupo.

O seu grande objetivo é preservar o grupo, e trabalhar em prol do seu crescimento. A formação de novos líderes é uma importante função do líder moderno. Ele sabe da necessidade de preparar pessoas, é consciente da necessidade de ensiná-las e a condução delas é a sua grande missão. A humildade, o companheirismo e tolerância devem ser exercidos diariamente pelo líder.

Os grupos se fortalecem com líderes comprometidos com a organização, líderes que se preocupam em trabalhar pela organização, de forma impessoal, e voluntária.Segundo James Hunter , é necessário que os líderes se transformem em líderes servidores. Ele descreve algumas características básicas para os líderes servidores:Paciência, gentileza, humildade, respeito, altruísmo, capacidade de perdoar, honestidade, comprometimento, serviço e sacrifício.

Qual a sua opinião? Comente no blog Comunicação Empreendedora.

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Se o poeta é o que sonha o que vai ser real,
Bom sonhar coisas boas, que o homem faz
E esperar pelos frutos no quintal!

Coração Civil” 1981

Há quase trinta anos atrás e certamente o essencial permanece belo e perene!
Assemelhadamente, o conceito de Liderança permanece essencial, entretanto cada dia menos perene nestes últimos 30 anos!
Cada vez mais é posto a prova! Como liderar nos tempos atuais?

O consultor do SEBRAE/SP, Reinaldo Miguel Messias, associa então poesia e liderança, pois, lhe parece que as verdadeiras ações de um líder verdadeiro são intensamente cheias de sentimentos e emoções.

São poemas escritos e fortemente vivenciados.

Primeiramente, o LIDER tal qual o poeta, deve SONHAR!

São sonhos que movem o espírito a superar desafios e criam a VISÃO.

Uma VISÃO tão clara e nítida que pode ser vista por todos ainda que, no primeiro momento, só seja enxergada por ele, Líder!

A VISÃO é catalisadora de mudanças e assim, o Líder, antes e mais do que querer liderar, é aquele que deseja mudar!

Mudar exige ação. Ação é esforço para atingir objetivo!

E você o que acha?
Leia mais e comente no blog Bom de Negócio.

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Alguns aspectos são importantes num processo de mentorig, dentre eles podemos enumerar os seguintes:

1)  É do mentorado, ou seja, quem recebe a mentoria, a responsabilidade de identificar um mentor adequado para sua necessidade. Você pode ter vários mentores. Um para cada assunto, por exemplo.

2)  Um bom mentor é aquele que tem larga experiência no assunto. Ele já vivenciou situações   semelhantes.

3)  A disponibilidade para ouvir e conversar com você periodicamente é fundamental.

4)  Um mentor de valor é aquele que faz boas perguntas. As perguntas devem ser instigantes, aquelas que lhe farão pensar e ver de forma mais ampla as possibilidades de solução de problemas.

5)  Um mentor de valor é aquele em quem você confia. A discrição no uso das informações obtidas é essencial.

6)  Escolher um mentor que seja capaz de se comunicar assertivamente, ou seja, é direto e diz o que precisa ser dito, sem rodeios e com sinceridade.

7)  Um mentor de valor é aquela pessoa que lhe diz coisas que você gosta de ouvir, mas também é capaz de dizer aquelas coisas mais duras e não tão agradáveis de serem ouvidas.

É tão bom ser elogiado, ouvir palavras que nos colocam para “cima”, que nos incentivam e mostram que estamos no caminho certo, mas tão importantes quanto os elogios, são os apontamentos das nossas dificuldades.

Leia mais e comente no blog Empreendedorismo & Planejamento.

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Quem já não teve um mentor? O mentor é aquela pessoa, cuja experiência e trajetória são mais amplas e mais longas do que a sua. Ele já acertou, errou, teve sucessos e fracassos e aprendeu com eles. E, o mais importante, está disposto a ajudá-lo no seu percurso profissional. O mentor é uma espécie de padrinho.

Além disso, o mentor é uma pessoa em quem você se espelha, acredita e confia.

O processo que se estabelece entre o mentor e o seu “afilhado” denomina-se mentorig. É comum as grandes organizações utilizarem o mentoring na preparação de líderes e na inclusão de pessoas recém chegadas na cultura da organização, além de ser uma ferramenta importante na orientação de carreira para os mais jovens.

No nosso caso, eu perguntaria:

  • O mentoring seria, também, um processo eficaz para os empreendedores?
  • No que o mentorig poderia ajudar o empreendedor?
  • Quem poderia ser o mentor para um empreendedor?

Você poderia me ajudar responder essas questões, adicionando seu comentário no blog Empreendedorismo e Planejamento.

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O Século XXI marca um grande movimento de inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho e por isso, a promoção de ações conjuntas entre a sociedade civil, poder público e empresas torna-se cada vez mais importante para que tenhamos “nossos” direitos assegurados. A primeira pessoa do plural não é apenas uma retórica, mas uma comprovação de igualdade, afinal quem de nós não é especial em algum momento?

Deficiência representa uma limitação física, sensorial ou mental significativa e não se confunde com incapacidade. A incapacidade de andar, subir escadas, ver ou ouvir é uma conseqüência da deficiência e deve ser vista de forma localizada, pois, não implica em incapacidade para outras atividades do dia-a-dia. Portadores de deficiência ou de mobilidade reduzida são detentores de talento profissional, derrubam barreiras preconceituosas diariamente e trazem competências diferenciadas para o mercado de trabalho como superação de problemas, dedicação, resiliência, criatividade e adaptabilidade.

A legislação brasileira tem avançado muito em relação à proteção dos direitos básicos das pessoas especiais. Temos leis que garantem sua acessibilidade (Lei n.º 10.098/00); seus direitos individuais e sociais promovendo sua integração social (Lei n.º 7.853/89); e também uma lei que estabelece uma cota mínima de vagas de trabalho, em empresas com 100 ou mais empregados (artigo 93 da Lei n.º 8.213/91).

É hora de cumprir a determinação de maneira eficiente, econômica e protegendo os interesses das pessoas e das empresas. Muitas empresas, apesar dos seus esforços, têm encontrado dificuldades para desenvolver projetos bem estruturados, que cumpram as exigências da Lei de Cotas. Elas esbarram nas discriminações do passado. Deficientes com freqüência eram excluídos, pela própria família, do ensino com qualidade e do convívio social e por isso, hoje não cumprem os requisitos dos planos de cargos e salários das empresas.  Leia mais e comente no blog Lounge Empreendedor.

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O empreendedor de micro empresa, de pequenos negócios, com poucas exceções, começa aproveitando uma oportunidade e até mesmo uma idéia, mas na condição de auto-emprego. Sim, o empreendedor começa o negócio sendo empregado dele mesmo. Como dizem: “um faz tudo”. Esta fase é ótima para o aprendizado. Ao mesmo tempo em que atua na viabilização do negócio ele também está vivenciando cada processo da empresa. Tudo é feito conforme suas percepções e decisões.

Mas,  logo alguma atividade muito auxiliar, ou que o empreendedor não gosta de fazer, ou porque não consegue fazer sozinho, é passada para seu primeiro empregado, depois para um segundo, para um terceiro e assim vai até que todas as atividades, que o dono não vê como essência do negócio, estejam na mão de empregados. Mas sempre com uma singularidade: é o empreendedor que dá o tom, a delegação é sempre parcial e todas as rédeas do negócio ficam nas mãos do dono.

Nesta situação a empresa está em momento bom para  crescimento, mas o dono com a característica centralizadora tenta, ao custo de sua saúde, manter as rédeas da operação do negócio em suas mãos, uma coisa não aprendeu: delegar.

Como fazer isso de forma a viabilizar o crescimento da empresa? Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

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As empresas desse século precisam ter uma equipe heterogenia com diversas percepções que venham agregar a empresa, gerenciando suas rotinas e propondo melhorias criativas. Para isso o empresário e ou o gerente desse empreendimento precisa ter abertura para o novo.

Diante desse contexto, como ficam os proprietários dos pequenos negócios que vivem com sua verdade absoluta? Muitos aprisionados com suas verdades… É delicado…. A empresa de sucesso precisa está em constante evolução e inovar suas práticas, não se esquecendo de escutar o cliente. Não é só fazer reformas, informatizar, trocas móveis e equipamentos; e sim, renovar sua abordagem de atendimento, antecipando os novos anseios dos seus clientes e toda nova suposta estrutura possa dar lastro para tal. E nada melhor que os funcionários que estão diariamente convivendo com os clientes para responder isso.

Pense e reflita como está sua abertura para o ”novo”? Leia mais e comente no blog Casos & Causos.


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Dentro da organização, conviver com a “fogueira das vaidades” não é nada fácil. Em diversos organismos empresariais, desde os pequenos aos grandes complexos empresariais, muitos convivem com pessoas que apesar de competentes, são extremamente vaidosas. Pior: não sabem administrar a vaidade.

No universo fashion, no mundo da moda, é compreensível a luta para se tornar a atração dos holofotes. Porém, dentro das empresas as disputas rompem o limite do espelho e ganham as “raias da loucura”, a busca insana pela “liderança”. Quem manda mais, quem pode mais, quem é o centro das atenções, etc. O verdadeiro líder, porém, não se envaidece da posição que ocupa. Ao contrário, estimula a divisão de “poder” e concede aos seus liderados a liberdade para agir sem medo, assumindo riscos e responsabilidades.

Uma infinidade de falhas na comunicação empresarial acontece justamente porque o corpo funcional vive num ambiente onde há “estrelas demais para platéia de menos”. Pior que conviver com grupos vaidosos ou “líderes narcistas” é condicionar o resultado ao atendimento ou não da vaidade da liderança corporativa. Para muitos executivos, pouco importa o desempenho da organização, o importante é ele ser citado em solenidades, sair em colunas sociais, receber deferência dessa ou daquela autoridade, ser amplamente reconhecido e jamais ser contrariado.

Para resolver isso, pouca coisa ou nada o gestor de comunicação poderá fazer. Uma solução, porém, reside no campo da gestão de pessoas. Realizar treinamentos corporativos sobre as conseqüências nefastas da comunicação interna ineficaz, onde todo o processo comunicativo se baseia na valorização da vaidade organizacional. Muitas organizações estão fazendo o caminho de volta começando a observarem-se melhor. Até que ponto estimular a vaidade empresarial ou fazer vistas grossas para esse problema compromete a desempenho interna e externa da organização? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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O ambiente empresarial reproduz muitas vezes, sob a máscara da hipocrisia, alguns comportamentos que são comuns no mundo que existe fora das organizações.

Dentro delas, acabamos camuflando uma atitude inapropriada que cedo ou tarde vai se relevar. E aquele colega tão compete acaba demonstrando “facetas” morais que desconhecíamos. Outros, porém, não temem as conseqüências de seus atos e acabam se expondo sem o mínimo pudor. Como conviver com situações tão desafiadoras e manter o foco no resultado da organização?

Um dos mais complexos problemas a serem resolvidos dentro de uma empresa é o rompimento de um namoro ou casamento entre funcionários. Em alguns casos, a situação pode envolver até polícia. Segundo uma pesquisa realizada em 2009 pelo site Vault, um dos mais respeitados na área de carreiras, 58% das pessoas já tiveram um romance com alguém da mesma empresa, enquanto que 12% estão em vias de se envolver com colegas de trabalho. Legalmente manter relacionamentos afetivos na empresa não é crime, mas a organização precisa cerca-se de cuidados, para que não tenha seus resultados e sua imagem afetados.

Mas quando se trata de traição corporativa? Leia mais e comente no Comunicação Empreendedora.

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