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Posts Tagged ‘gestão financeira’

Provisão

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Há tempos ouvi de uma empresária do segmento de beleza esta afirmação: “Em meu salão cuido dos gastos como cuido das unhas: procuro apará-los ao menos uma vez por semana!”

A frase está viva em minha memória até hoje.
Boa retórica; bela estratégia adotada.
Logo de saída menciona “cuidar dos gastos” e não apenas reduzir custos!
Gastos, despesas e custos têm definições contábeis diferenciadas. Vejamos.

1 – Gasto é o “sacrifício financeiro com que a entidade arca para a obtenção de um produto ou serviço qualquer, sacrifício esse representado por entrega ou promessa de entrega de ativos (normalmente dinheiro)”.

2 – Custos são gastos relativos à bem ou serviço utilizado na produção de outros bens ou serviços. O custo é também um gasto, só reconhecido como custo, no momento da utilização dos fatores de produção (bens e serviços), para a fabricação de um produto ou execução de um serviço.

Despesa são valores associados a bens ou serviços consumidos direta ou indiretamente para a obtenção das receitas. São gastos caracterizados quando ocorrem as vendas!

Ao falar em “cuidar” e “aparar” gastos, é notório o foco em gestão. Gestão do desembolso de dinheiro quer seja custo ou despesa.

Quais são as suas dúvidas com relação a diferença e a gestão de custos e gastos? Leia mais e comente no Bom de Negócio.

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A decisão precisa ser tomada, a empresa não pode esperar mais, as vendas estão despencando assustadoramente, é necessário reduzir em 8% os preços de venda, para acompanhar os concorrentes.

Porém uma dúvida paira no ar e deixa a todos receosos:

– Esta medida pontual está certa ou errada?

Ou mais angustiante ainda:

– Quais as conseqüências desta ação para o futuro do negócio?

Alguém vislumbra uma saída para as respostas:

Que tal perguntar para um experiente consultor financeiro? Leia as reflexões completas no blog Consultoria Individual.

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Temos recebido de vários empresários argumentos do tipo: “estou vendendo o volume necessário, mas mesmo assim estou atolado em dívidas”. Como entender isso?

Imediatamente nos vem à mente uma bela canção com um verso: “dinheiro na mão é vendaval”

Sim, gerar receita é o maior desafio de todas as empresas, mas saber usar o dinheiro obtido, não fica muito atrás.

Visitando a empresa salta aos olhos a questão da organização financeira.

A operação diária de uma empresa é marcada por um razoável volume de providências e soluções de problemas grandes e pequenos. Este emaranhado de situações desafia minuto a minuto tanto o gestor do negócio como sua equipe,  e causa aos poucos a perda do senso de organização. Dois sintomas são aos poucos percebidos: o visual desgastado do aspecto externo da empresa e o descontrole do Fluxo de Caixa.

Não existe caixa negativo! Por isso o lema de toda empresa precisa ser “primeiro receber, depois pagar”. Se esta regra for invertida, o dinheiro para realizar pagamentos virá de empréstimos de curto prazo, os mais caros do mundo.

Como resolver a questão? Resposta: com organização! Por maior que seja o volume de pagamentos que uma empresa tiver e por maior que seja o volume de recebimentos, a entrada e saída precisam ser organizadas sob o lema “primeiro recebe, depois paga”. Deste lema surgem três controles importantes para a saúde financeira da empresa. Leia mais no blog Ágil + Frágil.

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Presente em 190 países, o PayPal, maior sistema de pagamentos via internet do mundo (controlado pelo e-Bay), concentra informações financeiras de mais de 200 milhões de clientes, para utilizá-los, basta fornecer e-mail e senha. A estreia no Brasil acontece após 2 anos de ensaio. “O Brasil é uma das prioridades do PayPal” afirma o presidente da operação brasileira, Marcelo Mello.

Fundada em 1998 por cinco empreendedores do Vale do Silício na California, o PayPal já movimenta 71 bilhões de dólares anuais, ou seja, 15% das transações on line do mundo.

Ao investir no Brasil, os americanos esperam tirar proveito de um mercado que vendeu 10,6 bilhões de reais em 2009 só de compras pela internet, a que ao ano vem crescendo em média 30%.

O maior desafio será convencer os grandes varejistas a abraçar a causa. “O PayPal ainda precisa mostrar a que veio”, disse Marcílio Pousada, presidente da Livraria Saraiva. “Ele tem que oferecer vantagens ao consumidor capazes de compensar o custo de alterar nosso sistema de cobrança”.

E você o que acha? Leia mais e comente no blog Comércio Exterior.

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O empresário, como qualquer outra pessoa, está sempre atrás da comodidade, mas a facilidade da utilização da lenda do número mágico 2 para multiplicar pelo custo e formar o preço venda, pode se transformar em uma história de suspense ou até mesmo de terror e levar a empresa à mais complicadas dificuldades financeiras.

Existem coisas na vida que não podemos evitar como no momento de elaborar os custos e formar os preços de venda dos produtos e serviços, usar uma metodologia de matemática financeira em conjunto com os conhecimentos das necessidades dos seus clientes.

Somente isto pode não impedir a sua empresa de se meter em encrencas com o mercado, mas com certeza será um grande passo para evitá-las.

Mas a missão aqui é formar o SEU preço de venda, portanto, vamos estabelecer o nosso Plano de Ação, em fases:

1. Definir o custo real, considerando o valor de compra, impostos, frete e outros custos para ter disponível para venda na sua empresa o produto ou serviço.

2. Reconhecer o percentual de impostos incidentes sobre o faturamento da empresa.

3. Calcular o percentual de participação dos custos fixos no faturamento médio mensal anual da empresa, com suporte da planilha do Demonstrativo de Resultados do Exercício. Vamos utilizar o custo por absorção, na formação dos preços de venda.

4. Definir o percentual de comissão sobre as vendas.

5. Estabelecer o percentual relativo ao frete de entrega ao cliente do produto ou serviço (transporte de empregados).

6. Definir a margem de lucro, que acreditamos ser a ideal, para o produto ou serviço.

7. Calcular o índice de comercialização para o produto ou serviço.

Vamos conhecer a fórmula:

(100%-(%Imposto+%Custo Fixo+%Comissão+%Frete+%Margem de Lucro))

Dividir o resultado por 100, para tornar o percentual um número centesimal.

Dividir 1 pelo resultado, para encontrar o índice de comercialização como multiplicador, o que facilita a visão do percentual incidente sobre o custo.

Muito bem, com o índice calculado basta multiplicar pelo custo e temos o preço de venda, que muitas vezes precisa ser ajustado à realidade de mercado, mas de forma calculada e não chutada.

Se houver a necessidade, você pode calcular o custo alvo, para pressionar os fornecedores a oferecerem os produtos ou serviços, que atendam os desejos dos seus clientes, com custos ajustados, para isto basta dividir, o preço de venda solicitado pelos clientes pelo índice de comercialização que você calculou.

Como você pode notar existem diversos recursos matemáticos para atender os limites da empresa e do mercado, basta saber usá-los. Leia mais dicas no blog Consultoria Individual.

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Planejar e administrar suas políticas de compra e de venda deve ser uma de suas grandes atribuições no dia-a-dia!

Você já observou que na ciranda financeira em sua empresa as contas as pagar chegam antes do contas a receber?

Bem, você é responsável por este desequilíbrio…

Para evitar situações de falta de dinheiro em caixa é necessário planejar criteriosamente e agir austeramente para “construir” um fluxo adequado de entradas e saídas de dinheiro no caixa. Para isso, é necessário saber comprar com prazos adequados para pagamento, baseado nas previsões de disponibilidade de dinheiro e/ou nas previsões de entradas por vendas a serem realizadas.

Também, é necessário planejar e estabelecer políticas de vendas de acordo com suas necessidades de dinheiro em caixa, com isso, existirão momentos (de falta de dinheiro em caixa) em que vender À VISTA com margem ZERO de lucratividade passa a ser um GRANDE negócio!

Quando?

Quando falta dinheiro para pagar contas de fornecedores e você dispõe de estoque para venda. É hora então, de vender sem margem (salientando que estamos falando de venda sem margem de lucratividade, outras variáveis como comissâo + impostos + fretes + embalagens devem ser contempladas).

Para que você saiba decidir de forma correta no momento propício é necessário que você tenha as seguintes habilidades técnicas:

  • saber planejar e projetar o seu fluxo de caixa;
  • saber calcular corretamente seus preços de venda visando calcular precisamente qual valor mínimo pode ser praticado;
  • saber estabelecer as ações necessárias para agir;
  • saber avaliar/acompanhar os resultados continuamente;
  • saber estabelecer ações de incremento ou reversão sempre que algo saia de seu curso programado.

Lembre-se: suas políticas para comprar e vender devem ser rigorosamente baseadas nas suas necessidades ou disponibilidades de fluxo de caixa!

Está preparado? Leia mais no blog Finanças.

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Esta é uma pergunta, que pelo menos uma vez por semana, um empresário nos faz. Vamos conversar sobre o assunto.

Depende da proposta, se for uma questão de sobrevivência, através de um plano de estratégia comercial, estruturada e acompanhada de perto, tudo bem, mas se for uma forma de captar mais dinheiro, cuidado, este caminho é de alto risco e de baixa taxa de sobrevivência.

Lembrem-se, produtos ou serviços vendidos abaixo da linha positiva do lucro, significa que a empresa está dando dinheiro para seus clientes, ou queimando recursos, que podem fazer falta em outros momentos.

Se apesar dos avisos o empresário está determinado a seguir com a idéia, vou apresentar a forma para ele seguir, mas antes é necessário conhecer o negócio e os processos administrativos, comerciais e financeiros detalhadamente, e obviamente, as informações que integram a elaboração dos custos e a própria formação dos preços de venda, mas sempre existe a possibilidade do multiplicador mágico 2.

Explicação: custo x 2 = preço de venda. Esta lenda macabra transparece o ganho suposto de 100%. É a administração nas trevas.

O procedimento correto, do caminho da vitória, como sempre, é bem mais complicado e trabalhoso, exige sabedoria e persistência.

Neste caminho árduo, existem diversas variáveis envolvidas, para possibilitar a resposta correta, muitas delas não sofrem qualquer tipo de influência da gestão do negócio, porém outras são diretamente ligadas às ações administrativas.

Quais são estas variáveis? Continue lendo no blog Consultoria Individual

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Para muitas pessoas a empresa se resume ao balcão de atendimento, mas elas precisam aprender que é justamente ali que ela começa para o empreendedor.

Quando você descobre a vida que existe por detrás do balcão, não cheio de luzes, cores, e clientes, mas com muitos formulários, planilhas, alguns repletos de informações e ainda por serem preenchidos, novos desafios se apresentam exigindo mais atitude e determinação por parte do futuro empresário.

Neste ambiente, os dados da empresa podem, em uma primeira vista, estarem escondidos em caixas-pretas (que são na verdade na cor laranja), espalhados por diversos caminhos, alguns atalhos, mas o desbravador, sabendo utilizar as ferramentas adequadas terá acesso ao vasto universo de conhecimento sobre o negócio.

Assim a nossa aventura tem início. Leia mais e comente no blog Gestão de Negócios.

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Quando a empresa se utiliza diariamente da facilidade de crédito nas instituições financeiras para recompor o fluxo de caixa, as pessoas diriam que alguma coisa não vai bem com o negócio, existe a necessidade de recompor o capital de giro, valor para a empresa atender a oscilação do caixa da empresa.

Já quando o empresário faz da sua empresa um sucesso, as pessoas diriam que o empreendedor é um sucesso, e o modelo de gestão implantado é o máximo, pois o capital de giro atende totalmente o caixa da empresa.

Nos dois casos, empresa e empresário são cúmplices em todas as ações praticadas, porém como a organização não consegue realizar nada sem o seu proprietário, este, principalmente, e seus colaboradores, se tornam os responsáveis pela condução do negócio.

Atualmente, com as facilidades disponibilizadas pelos bancos para a captação de dinheiro, como o adiantamento de recebíveis, cheques e cartões de crédito, o descontrole sobre as operações financeiras, deixa para o fluxo de caixa a insegurança de poder cumprir suas obrigações.

Quando para não perder mercado, os preços de venda são reduzidos a patamares desconhecidos, ou mesmo, conhecidos mais muito próximos da tênue linha que divide o lucro do prejuízo, os estoques, descontrolados, tentam atender todos os gostos do mercado, os prazos de pagamentos dos clientes são estendidos desmedidamente, neste instante a estrutura do barco não agüenta, começa a ter infiltrações, a navegação torna-se difícil e a possibilidade de sucumbir aumenta.

É bom lembrar que a redução dos preços deve ser seguida do aumento, em quantidade das vendas, pois o valor econômico por produto precisa ser mantido.

Exemplo:

Venda anterior: preço de venda R$ 12,00 vezes 100 produtos vendidos = R$ 1.200,00 (este é o valor econômico do produto no passado).

Venda atual: preço de venda R$ 10,50 vezes 100 produtos vendidos = 1.050,00 (este é o valor econômico do produto no presente).

Queda de faturamento de R$ 150,00, ou seja, para voltar ao valor econômico anterior de R$ 1.200,00, a empresa precisa vender mais 15 produtos (R$150,00 / R$ 10,50 preço atual= 14,3).

Aumentar as vendas em 15%, tarefa nada fácil, não é mesmo?

Assim, reduzir preços, sem analisar o potencial de mercado e os limites da empresa, pode se transformar em mais um problema para o capital de giro.

E se, além disto, haver um aumento no prazo de pagamento para o cliente, fato que exigirá mais dinheiro para o giro de caixa, a situação pode ficar mais grave.

Como evitar este caminho penoso na gestão financeira da sua empresa? Leia mais e comente no blog Gestão de Negócios.

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