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Posts Tagged ‘gestão de riscos’

O medo é um sentimento que sugere estado de alerta, de atenção. Ele serve para proteger do perigo, estimulando a busca das “armas” para enfrentar situações mais difíceis, ou seja, aquelas em que há possibilidade de fracassar. Nesse sentido ele pode ser benéfico, pois promove a busca de informações, de conhecimento e preparação para enfrentar tais situações.

Por outro lado, quando em demasia, pode impedir a realização dos objetivos mais desafiadores. Quando é exagerado ele exige atenção extrema o que estimula a interpretação, a imaginação e a fantasia, alterando os dados e  fatos da realidade. A partir disso, passa-se a lidar, não mais com a realidade, mas com uma interpretação dela sob influência do medo.

Para o empreendedor, o medo em excesso pode afastá-lo dos seus objetivos e dos desafios inerentes a atividade por conta própria, imobilizando a sua capacidade empreendedora.

Alguns medos que acompanham os novos empreendedores:

  • O medo de perder a posição ocupada, de não ter mais um “sobrenome” conhecido, proveniente de uma grande companhia.
  • O medo do desconhecido, de enfrentar uma situação nova ainda não experimentada é comum nos pretendentes a empresários.
  • Para o empreendedor, desejar ter autonomia e independência para definir, ele próprio, os seus objetivos e fazer suas escolhas são essenciais. No entanto, para alguns é assustador, pois passaram a vida toda cumprindo tarefas e objetivos definidos por outros.
  • O medo de lidar com as múltiplas tarefas do dia a dia da empresa e de tomar inúmeras decisões.
  • O medo de perder as economias ou reduzir sua condição financeira.
  • O medo do fracasso, de certo modo, sintetiza todos os demais.

Quando o empreendedor se afasta dos seus objetivos por medo de fracassar estará também se distanciando da possibilidade de vitória, como uma moeda,  de um lado está o fracasso e de outro o sucesso. Para tornar-se empreendedor é preciso ter a ousadia para jogar um jogo em que sucesso e fracasso andam de mãos dadas. Para isso é necessário coragem para assumir certa dose de risco. Leia mais e comente no blog Empreendedorismo e Planejamento.

medo

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Sempre se ouve que crises existem para superação.

São oportunidades para a empresa realmente avaliar sua força criativa e capacidade de exploração de mercado.

Ouve-se também que um dos fatores para o sucesso da empresa está relacionado com a capacidade de planejar

Planejamento prévio de objetivos e implementação de ações realizadoras.

Difícil mesmo é juntar planejamento e crise num processo decisório que traga resposta.

Mais que encontrar resposta, seja encontrar uma solução adequada ao desafio que a empresa atravessa

É o plano “b”, a saída alternativa previamente pensada.

É pensar e responder o famoso “e se,…” de forma responsável.

Retrata o amadurecimento da empresa e o domínio do negócio por parte do empresário.

O foco está em saber que empresa vive mais de ações que de planos.

Planos só mudam a  empresa quando saem da gaveta!

Sair da gaveta é decisão! Leia mais e comente no Beco com Saída.

as lamparinas da mente

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Arraste seu notebook para mais perto.

Vamos trocar um pouco de conhecimento.

Nós precisamos reconhecer e aceitar os limites impostos pelo ambiente, pelo nosso corpo e pelo nosso bolso, com isto, o processo de adquirir o conhecimento necessário e evoluir, poderá ser mais facilmente conquistado.

Em uma empresa, estes limites também existem e precisam ser respeitados, para que a empresa alcance o ideal nível de competitividade no mercado.

Se fizermos uma analogia, entre a prática do montanhismo e a gestão empresarial, podemos compreender melhor a importância em estabelecer limites para a sua empresa e também para nós mesmos.

Para escalar uma montanha o que é necessário?

  • Ter informações e conhecimento sobre a prática do montanhismo.
  • Reconhecer os limites deste conhecimento e do seu uso na prática.
  • Ter o treinamento necessário para a realização do esporte.
  • Reconhecer o limite do seu nível de conhecimento sobre as técnicas do esporte.
  • Dicas de pessoas experientes.
  • Saber a quem solicitar mais informações e onde adquirir conhecimento específico e prático sobre as mais diversas situações inerentes à prática do montanhismo.
  • Conhecer o melhor caminho para chegar até a montanha.
  • Aprender a realizar um planejamento de ações para atingir os objetivos desejados.
  • Conhecer a montanha, a face (lado) mais propícia para a escalada e ao nível de conhecimento e capacidade técnica do praticante.
  • Reconhecer o ambiente de forma geral e os caminhos mais interessantes para que os objetivos sejam atingidos, com o menor risco possível.
  • Saber utilizar os equipamentos e acessórios.
  • Obter o conhecimento e o treinamento prático do montanhismo.
  • Ter disponíveis os equipamentos e acessórios necessários à escalada.
  • Estar sempre atualizado em relação às técnicas de escalada e aos procedimentos de segurança pessoal e do grupo envolvido no planejamento.
  • Estar com o preparo físico adequado.
  • Reconhecer o seu condicionamento físico.
  • Ter acesso as informações do clima.
  • Aprender a utilizar todas as informações que cooperem para o sucesso da prática do montanhismo.

Quando o montanhista está a uma altura de 300 metros do chão, para chegar lá e prosseguir, é indispensável à utilização de corda, mosquetões, estacas, fitas de auto, freio, magnésio, capacete, cordelete, e outros acessórios, e principalmente saber usá-los.

Assim, a chance de atingir o cume da montanha, e descer com segurança será muito grande, caso contrário, tudo pode acontecer, até mesmo a morte do praticante sem nenhum preparo.

O empresário, ou o montanhista, a conquista do mercado, ou da montanha, respectivamente, precisa ter os mesmos cuidados, afinal jamais uma pedra irá se soltar apenas para prejudicar o esportista, assim como o mercado também não agride o gestor do negócio, aquele que sentir isto, certamente não está preparado para conviver no meio empresarial.

Mais dicas? Leia e comente no blog Gestor de Oportunidades.

comochegarnotopo

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A inovação é uma atividade de risco! Sempre há uma possibilidade de insucesso, pois a empresa está trabalhando com novidades, ou seja, métodos ainda desconhecidos e incertos para o negócio. Inúmeras dúvidas surgem quando um empreendimento está sendo inovado: será que o consumidor aceitará a nova versão do produto, que é uma adaptação das sugestões dadas pelo próprio cliente? E o que acontecerá se houver um atraso no desenvolvimento do novo design exigido pelo mercado? Leia o artigo completo no blog Inovar @Sebrae e registre a sua opinião.

Buscar parcerias com clientes e fornecedores ajuda empresários a compartilharem os riscos da inovação

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Todos os dias lidamos com decisões que envolvem riscos. Muito embora os aventureiros sejam importantes na trajetória da inovação, os empreendedores apresentam um comportamento que traduz o cáculo do risco. Isto é, o empreendedor gosta de jogar, porém quando entende que possui grande chance de ganhar. Esta é uma questão de certa maneira controversa. Gostaria de conhecer sua opinião. Como você decide sobre correr riscos? Deixe aqui ou no Conselheiro Criativo a sua opinião.

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