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Posts Tagged ‘crise financeira’

O Brasil tem quase 7 milhões de pequenos micro e pequenas empreas que mostram força diante dos efeitos da crise econômica. As MPEs, proporcionalmente, demitiram menos nos últimos 09 meses que as médias e grandes empresas. Segundo a Secretaria da Fazenda a Bahia era o 4º estado em número de MPEs na informalidade, cerca de 698 mil. Já economia formal este número é de 90.000 empreendimentos que empregam mais de 360.000 pessoas na Bahia.

Ouça a entrevista da Coordenadora Estadual do Atendimento, Isabel Ribeiro do Sebrae/BA na Rádio BandNews.

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Enquanto muito se fala em crise, os pequenos negócios precisam buscar alternativas para não se paralisar. Ainda não é possível saber com qual dimensão a turbulência econômica mundial chegará aos pequenos negócios no Brasil, mas com certeza já percebemos que não estamos imunes a ela.

Como os fundamentos econômicos do país se fortaleceram nos últimos anos, espera-se que os efeitos não sejam demasiados fortes, mas não há garantias sobre isso.

Por isso, vender deve ser a prioridade número 1 dos empresários!

Seja criativo em todas as formas de atrair clientes e de influenciar as suas decisões de compra. Tenha a sua própria “sacada” genial!

Valorizar a equipe e o cliente não só fideliza, mas também traz maior identificação do público com a sua empresa e pode gerar bons resultados futuros. Afinal, aposto que todos já ouviram que é sempre mais vantajoso manter o cliente e o seu atual time trabalhando do que conquistar novas pessoas.

É preciso, ainda, inovar! Encontrar formas inovadoras traz um diferencial para o seu negócio num cenário tão adverso como o atual, e isso pode estar em atitudes simples que não envolvem grandes investimentos financeiros, mas que com criatividade causarão um impacto extremamente positivo, cabendo perfeitamente no orçamento do seu negócio.

Tenha produtos diferentes, difíceis de serem copiados pela concorrência; estimule a presença do cliente na sua empresa e atenda bem, porque certamente se o cliente não for bem tratado, não irá voltar e irá reclamar do “técnico” para o resto da torcida.

Leia mais e comente no blog da Ana Maria Magni

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Há pouco mais de três meses  começamos a ler manchetes sobre o colapso do sistema financeiro global, sobre o crash da Islândia e das montadoras e sobre a retração do crédito e a desaceleração do consumo. São essas duas últimas, em especial, que acenderam as luzes de emergência dos políticos e empresários brasileiros e vêm fazendo todo mundo pisar no freio e se perguntar “o que eu faço?”.

 

Desde que a crise explodiu, institutos de pesquisa, agências, empresas e instituições de classe vêm monitorando o seu impacto na cabeça e no comportamento do consumidor. Todos os estudos são unânimes: quase todo mundo ouviu falar de crise, mas a verdade é que poucas pessoas sentiram seus efeitos na prática. Ao contrário do clima de pânico generalizado que se espalha no mundo corporativo, nas ruas a situação está bem mais calma. Mas isso não quer dizer que tudo está bem.

 

Apesar de ainda não ter pesado no bolso do consumidor – ela vai pesar quando os reflexos afetarem para valer o poder de compra ou o nível de emprego – a crise já está instalada na cabeça das pessoas. E isso também tem o seu preço.

 

O principal problema de uma crise é que ela bagunça os nossos referenciais. Não importa se é uma crise pessoal ou se é uma crise mundial – quando tem crise, não dá para confiar no que a gente conhece. Começamos a avaliar com cuidado coisas que antes faríamos sem pensar. Ficamos mais atentos. Passamos a tomar mais cuidado e nos tornamos consumidores mais espertos para nos protegermos das incertezas.

 

O resultado é que a vontade de comprar dos brasileiros, que vinha em ritmo de F1, está desacelerando rapidamente.

 

Quais os desafios neste cenário? Leia mais no Visão do Empreendedor.

Crise com ABS

 

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Alguém duvida que estamos vivendo uma crise?

 

Acho que não. A crise esta ai para todo mundo ver. O que podemos questionar é se ela via ser mais ou menos grave, quanto tempo vai durar, se vai ou não nos afetar diretamente.

 

Em uma situção de crise a inovação assume um papel aina mais importante, e para explicar o porque desta importância , vamos tomar emprestado um conceito dos professores W. Chan Kim e Renée Mauborgne, defendido no livro “ A estratégia do oceano azul”.

Imagine a seguinte situação: em um oceano super povoado de peixes a comida disponível não é suficiente para que todos se alimentem. O que acaba acontecendo? É provável que os peixes se enfrentem entre si, numa batalha sangrenta onde muitos morrerão , outros ficarão feridos , mas com certeza o oceano ficara banhado de sangue. É o chamado oceano vermelho.

 

Segundo os professores Kim e Mauborgne, em uma situação normal de mercado, onde há uma grande concorrência, é isso que acontece. Os competidores acabam estabelecendo uma disputa sangrenta entre eles, atacando-se mutuamente . nestas condições a maioria não sobrevive.

 

Agora imagine se um destes peixes encontra um novo oceano, que os outros peixes ainda não acharam, o que acontece nesse oceano? Leia mais e comente no Blog do Larúbia.

inove na crise

 

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Hoje eu gostaria de falar sobre “crise”, palavra tão propagada que tem ocupado a mente de banqueiros, políticos, economistas, governo, cientistas, e “pais de santo” no mundo inteiro. Todos imbuídos na busca de soluções milagrosas e efetivas, neste mar de incertezas.

 

Bem, mas a crise que eu me refiro, não tem nenhuma relação com títulos podres, “subprime”, ciclo do capitalismo, recessão, depressão econômica, bancarrota, ou algo relacionado. Falo da crise invisível, aquela que está em todos os lugares e muitas vezes ninguém percebe. Paralisa as pessoas deixando-as apáticas e descrentes diante de uma realidade que se apresenta de diversas formas. Qual é a sua crise? Leia mais no Desatando Nós.

crisefinanceira

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Num dia destes estava conversando com alguns amigos sobre nossa economia atual, sem muita preocupação com questões técnicas, mundo real mesmo. Dentre várias opiniões que surgiram, uma me chamou bastante a atenção. Uma das pessoas dizia que como sempre ganhou pouco , sempre estava em dificuldades financeiras, e, portanto, esta crise aí pintada (!) não o afetaria tanto. Interessante, mas será que é verdade?

 

Isto me fez lembrar da época de Balcão Sebrae, em que atendia a pequenos empresários e empreendedores iniciantes. Obviamente, dentre os vários aspectos do qual conversávamos, o tema mais preocupante – quem diria, era o relacionado a acesso a serviços financeiros, que na época era “acesso a crédito”. Bem, o que isto tem a ver com a atual crise econômica que já dá seus sinais (pinceladas) por aqui?

 

Que os pequenos negócios serão atingidos pela crise não há dúvidas, principalmente nos aspectos microeconômicos, que neles é complicado a avaliação dado a necessidade constante de adaptação ao contexto econômico de forma eficiente, que num processo heurístico (detectar e corrigir erros contínuamente), muitas vezes não têm tempo de corrigir eventuais erros gerenciais.

 

A pergunta que fica é: o que pode ocorrer se não houver tempo para a adaptação? Sua flexibilidade será eficaz em termos financeiros? Leia o artigo completo no blog Pequenos Negócios & Finanças.

crise

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Empresas que, juntas, representam 80% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro estão apreensivas com relação à crise internacional. No entanto, a confiança de que o País pode crescer entre 1,6% e 4% este ano permanece, informa o site InfoMoney.

A pesquisa, referente a janeiro, revelou que há confiança de que a inflação terá baixo crescimento, entre 3% e 5%, a taxa de câmbio sofrerá pouca alteração, ficando entre 5% e 9%, e as taxas de juros vigentes apresentarão queda entre 0,5% e 3%. O resultado é do Sensor Econômico do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), indicador criado para captar a expectativa do setor produtivo, lançado nesta segunda-feira (9) em São Paulo, na sede do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial).

O lançamento foi feito pelo ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Mangabeira Unger, e pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann. Leia o artigo completo no blog Café Empreendedor.

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