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Posts Tagged ‘comunicação’

Eventos são estratégias de comunicação aproximativa que precisam ser corretamente utilizados por seus executores. Em primeiro lugar só deve fazer eventos quem tiver competência para organizar e paciência para suportar as horas de estresse. Desde a organização de uma reunião até um congresso de vendas tudo precisa ser cuidadosamente pensado. Então vamos às principais orientações para quem deseja organizar um evento.

Inicialmente planeje bem. Planejar é fundamental para o profissional de eventos. Tudo deve ser criteriosamente pensado e as chances de que alguma coisa saia errado são de 100%. Portanto, não vacile. Convites, recepcionistas, serviço de alimentação, transporte, divulgação, cerimonial, enfim, uma série de itens precisa ser checada várias vezes. Além disso, escolha os melhores fornecedores, nem que para isso você precise pagar mais caro. Lembre-se que caro é aquilo que você não gosta.

Certa vez um amigo organizou uma cerimônia de posse da diretoria de uma organização estatal. Tudo ia muito bem, até o momento que ele despachou os envelopes para os convidados. Os envelopes seguiram, mas sem o convite. O nível de estresse que ele viveu foi algo inacreditável. O evento, é claro, ficou muito esvaziado e ele perdeu o cliente.

Em outra oportunidade, numa entrega de um premio nacional, o mestre de cerimônia subiu ao palco inteiramente alcoolizado. E apesar da riqueza do evento, da beleza dos detalhes, do buffet delicioso, todos se lembraram do vexame do cerimonialista

Então, antes de qualquer ação operacional, devemos pensar o evento, detalhe a detalhe, etapa a etapa e levantar todas as variáveis que podem contribuir para que o evento seja um fracasso. Se você, por exemplo, vai realizar um evento a céu aberto, precisa contar com a possibilidade de chuva, queda de temperatura ou excesso de calor. Certifique, também, que todos os seus fornecedores são responsáveis e de excelente qualidade.

Fique certo que um evento é mais lembrado pelo que deu de errado que pelo sucesso. As falhas, as gafes, os improvisos chamam muito mais a atenção que o andamento perfeito das coisas. Aliás, como dizem alguns, tem muita gente que fica torcendo para que a noiva caia em pleno altar.

Organizar um evento, portanto, não é uma tarefa para amadores, para quem fica conquistando clientes pela redução de preços ou pela entrega de um serviço de qualidade duvidosa. Os melhores e grandes clientes são aqueles que exigem perfeição do começo ao fim e que estão dispostos a se tornarem visíveis para seus públicos por meio das ações de eventos, não se importando muito com quanto irão ter que investir. É claro, porém, que preço é um ponto muito importante dentro do planejamento orçamentário de qualquer evento. No entanto, não deve ser o condicionante para a exclusão de serviços de qualidade que garantirão a plena satisfação de seus clientes. Se for organizar eventos, pense em tudo isso.

Saiba mais no blog Comunicação Empreendedora.

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Negociar não é fácil. E por mais habilidade que tenhamos, muitas vezes a situação fica insustentável. Como vivemos num mundo globalizado, as relações de trocas estão cada vez mais complexas. Nossos antepassados, como não sabiam negociar, acabaram partindo pra briga mesmo e inúmeros conflitos épicos com perdas incalculáveis em vidas e estruturas físicas contribuiram para a nossa formação social, política e econômica. Mais amadurecidos, estamos aprendendo a perder, tanto quanto avaliando as vantagens reais dos supostos ganhos. Isso mesmo, muitas vezes quando se “perde se ganha”, o contrário também é verdadeiro.

A negociação, como estratégia de gestão institucional, mercadológica, política, social, econômica, humana, regilosa… ou qualquer outro segmento que você possa encontrar, contribui para que o processo de comunicação seja eficiente. Mas para negociar é preciso ter coragem. Porém, nem todo o corajoso sabe negociar. Quando estamos negociando, a coragem para assumir riscos calculados é essencial.

A capacidade de negociar tem vários níveis e todos nós podemos desenvolver a habilidade de negociador. Uma pessoa na condição de pai, por exemplo, está em num nível de negociação com seus filhos, que pode ser totalmente diferente (positivo ou negativo) quando essa mesma pessoa assume a posição de profissional (tenha subordinados ou esteja subordinado). Há casos de excelentes negociadores de conflitos empresariais que são inábeis na negociação com uma criança de três anos.

A que se deve isso? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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O ambiente empresarial reproduz muitas vezes, sob a máscara da hipocrisia, alguns comportamentos que são comuns no mundo que existe fora das organizações.

Dentro delas, acabamos camuflando uma atitude inapropriada que cedo ou tarde vai se relevar. E aquele colega tão compete acaba demonstrando “facetas” morais que desconhecíamos. Outros, porém, não temem as conseqüências de seus atos e acabam se expondo sem o mínimo pudor. Como conviver com situações tão desafiadoras e manter o foco no resultado da organização?

Um dos mais complexos problemas a serem resolvidos dentro de uma empresa é o rompimento de um namoro ou casamento entre funcionários. Em alguns casos, a situação pode envolver até polícia. Segundo uma pesquisa realizada em 2009 pelo site Vault, um dos mais respeitados na área de carreiras, 58% das pessoas já tiveram um romance com alguém da mesma empresa, enquanto que 12% estão em vias de se envolver com colegas de trabalho. Legalmente manter relacionamentos afetivos na empresa não é crime, mas a organização precisa cerca-se de cuidados, para que não tenha seus resultados e sua imagem afetados.

Mas quando se trata de traição corporativa? Leia mais e comente no Comunicação Empreendedora.

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Que a inovação é uma decisão estratégia para que as empresas possam enfrentar os desafios do mercado e se manter jovens e competitivas, poucos empresários duvidam. Mas, por que a maioria deles não implementam processos inovadores? O problema está na ausência de conexão entre “o pensamento inovador” versus a “atitude inovadora”. Muitos são favoráveis a implementação de estratégias inovadoras, mas não conseguem implementa-las como deveriam, seja por medo, falta de recursos ou falta de competências para a tomada de decisão.

Inovar não está simplesmente em oferecer produtos novos para atender novas demandas, como boa parte dos gestores empresariais entende. Inovar está na forma de gerir os processos, inclusive. Podemos encontrá-la na planta industrial de uma grande empresa, como na forma de atender com eficácia as necessidades do cliente. Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.


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Há poucos meses, um grupo de jovens norte-americanos lançou um blog chamado People of Walmart (www.peopleofwalmart.com) para colecionar fotos das pessoas “esquisitas” que frequentam as lojas da maior rede varejista dos EUA. O site se espalhou com uma rapidez enorme pela internet e hoje é um dos mais acessados no país. Certamente, tem sido um grande desafio para a empresa lidar com essa questão. Esse tipo de drama, no entanto, está longe de ser um caso isolado.

No início de 2009, um acontecimento gravíssimo abalou uma das maiores empresas de fast food dos Estados Unidos. Dois funcionários de uma franquia da marca Domino’s, que também está presente no Brasil, postaram no Youtube um vídeo no qual faziam coisas absurdas no sanduíche que seria entregue a um cliente. Não vou entrar em detalhes sobre o conteúdo do vídeo, que já foi retirado da internet, mas foi algo realmente nojento e chocante. O motivo da sabotagem, segundo os autores, foi vingança. Eles estavam irritados com uma repreensão do gerente e resolveram prejudicar a empresa.

A empresa demorou até ficar sabendo do episódio. Quando tomou a atitude de exigir a retirada dos vídeos já era tarde: milhões de pessoas haviam visto a situação. Frente à repercussão, a Domino’s colocou seu presidente para pedir desculpas em público. Os responsáveis foram presos logo em seguida. Só que não adiantava mais. Graças a uma brincadeira de mau gosto, a reputação de uma empresa com mais de 50 anos foi seriamente comprometida.

Ao mesmo tempo que as redes sociais ampliam a visibilidade das empresas, dando oportunidade para que as pessoas conheçam mais sobre a companhia e até comprem seus produtos, também expõem as marcas a uma enxurrada de críticas, que podem provocar danos graves à reputação. Portanto, é indispensável abrir os olhos. Para que você possa lidar melhor com possíveis situações adversas no ambiente virtual, trago sete dicas que podem ajudar bastante… Leia mais e comente no blog Visão do Empreendedor.

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“A razão de eu estar aqui é porque a imprensa vem”, disse o presidente Lula na abertura da BioBrazil Fair 2009, no último dia 23. Lula brincou que depois dos discursos nenhum jornalista ia fazer perguntas sobre orgânicos: “eles vão perguntar sobre o Senado”, emendou. “Mas quem sabe eles falem que temos uma política agrícola também para os orgânicos”.

A declaração de Lula nos faz pensar que a imprensa só noticia tragédias, fraudes, denúncias, escândalos. É bem verdade que os holofotes normalmente estão voltados para os problemas e não para as soluções. Mas o que o pequeno empresário precisa entender que há espaço para todo o tipo de informação nos jornais, revistas e televisão, mas a pauta deve ser “muito boa”, principalmente quando falamos da chamada grande imprensa.

Outra verdade também que as grandes empresas jornalísticas são avessas à publicidade gratuita, porque simplesmente elas vivem disso. Então para conseguir um espaço no Jornal Nacional, num Globo Repórter, na Veja ou no Estadão, a notícia tem por obrigação impactar de alguma forma o mercado.

Se você quer divulgação, mas não tem tanta bala na agulha procure levantar “pautas” (informações) interessantes sobre os seus produtos ou sobre a trajetória da sua carreira empresarial. Essas pautas podem ser desde uma solução inovadora em projetos ou serviços, uma atitude de responsabilidade social diante de funcionários ou a comunidade ou um produto diferente que traga algum diferencial de uso.

Contrate uma assessoria de imprensa, um jornalista especializado ou levante o nome de bons jornalistas da sua região e divulgue a informação em pequenos e médios veículos de comunicação, principalmente os setoriais. Eles podem ser uma ótima ferramenta de divulgação para a pequena empresa.

Seja espontânea ou paga, atingir o público-alvo por meio dessas publicações pode trazer ótimos resultados em termos de conquista de mercado. Afinal de contas ninguém fica conhecido sem fazer “propaganda”. Se o dinheiro tá curto procure tentar a mídia espontânea. Se você tiver uma “pauta’” criativa, com certeza, alguém vai te ouvir…

Leia mais e comente no blog Fontes da Imprensa.

pautas para a imprensa

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Como já diria o nosso saudoso Chacrinha: “Quem não se comunica, se trumbica”. O mais interessante é que quando isso era dito a popularização do fenômeno internet ainda estava por vir. Os chats de bate-papo, redes sociais,  blogs, twitter e outra infinidade de ferramentas comunicativas que ainda faziam parte do desconhecido.

 Hoje o que se vê é um turbilhão de informações boiando pela rede, pessoas de todos os cantos do planeta teclando freneticamente, porém, grande parte dessa comunicação e informação disponível na web é subtilizada devido a dois motivos: a falta de domínio de uma língua estrangeira (no que se refere à comunicação) e o desconhecimento de caminhos que levem a sites com informações realmente relevantes.

Quando o colaborador do Sebrae/MS, Diogo Banzer está em uma lan-house, ou no laboratório de informática do campus universitário, até mesmo em casa vendo meus próximos conectados na rede, ele percebeu que a maioria dos internautas gastam seu tempo no Orkut (ou outros sites de relacionamento), conversas no MSN, lendo horóscopo, resenhas de novelas, notícias esportivas, baixando músicas, vendo vídeos ou realizando alguma das inúmeras delicias que a internet é capaz de nos proporcionar. O que pouca gente percebe é o potencial de conhecimento e aprendizado a internet pode proporcionar sem custo nenhum, exige-se apenas um pouco de boa vontade e curiosidade.

 E você, por quais mares mais navega na web? Leia e comente mais no Episteme Virtual.

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