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Posts Tagged ‘Gestão’

O famoso guru de competitividade, Porter, definiu estratégia como criar uma posição exclusiva e valiosa, envolvendo diferente conjunto de atividades.

As estratégias genéricas para atingir seus objetivos e vantagem competitiva de um empreendimento são através da  diferenciação, da escala de preço ou por enfoque.

Atuar através da diferenciação é buscar fortalecer positivamente a imagem e a marca da empresa, atender os clientes de forma customizada, gerar conveniência ao acesso aos produtos e serviços  e outras questões que tornem a empresa melhor que as demais. Não significa simplesmente atender com exclusividade somente  a classe A. Você poderá atender de forma diferenciada qualquer classe social ou seu público-alvo, desde que  os conheça bem seus hábitos de consumo, o seu processo de compra e seu estilo de vida.

Já atuar em escala de preço é favorável para mercado em que se possa comercializar um volume alto de produto ou serviço, ter o processo de execução otimizado de produção e atendimento, além de  gerenciar bem os custos.  O grande detalhe, é que muitos empresários só querem atuar com preços baixos sem observar os demais aspectos.

Saiba mais no blog Casos & Causos.

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As micro e pequenas empresas representam 99% do universo empresarial nacional. Com as constantes alterações dos cenários mercadológicos e o aumentos da competitividade entre elas, torna-se imprescindível uma política especializada de gestão. Gerir requer três níveis básicos do conhecimento e da prática: saber gerir, querer gerir e o gerir com eficiência.

Mas a realidade não é muito animadora. A maioria dos empresários de micro e pequenas empresas não está preparada para a gestão empresarial. Apesar de dominarem tecnicamente a operação, os gestores empresariais dos pequenos negócios não gostam ou não sabem administrar processos. Podem até ser bons vendedores, mas muitos acabam atropelando a gestão de pessoas, por exemplo. Querem ganhar muito, mas negociando baixos salários. Desejam conquistar mercados, mas não investem em marketing especializado. Enfim, têm ótimas intenções, mas não conseguem sair do papel.

Prova disso, são recentes pesquisas realizadas pelo Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, SEBRAE, que comprovam que sete em cada dez empresas brasileiras encerram suas atividades antes dos cinco anos de vida, e o principal motivo a levá-las a isto é a falta de gestão por parte de seus administradores.

Como superar isso? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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O livro “O monge e o executivo” de James C Hunter cita uma frase interessante falando sobre a “hora de crescer”:
“Chegou a hora de crescer. Crescer não consiste em ser melhor que os semelhantes e superá-los e sim superar a si mesmo”.
Mas para empresas e seus negócios como tratar tal hora de crescer?
Não se trata de plágio, mas aproveitar a base de conhecimento e expandir. Então,que tal?
“Chegou a hora de crescer. Crescer não consiste somente em ser melhor que a concorrência e superá-la, mas sim, através da boa gestão de negócios, fazer sempre o melhor a cada operação!”
Por que abordar isso?
Falar é fácil, mas como descobrir a hora de crescer no ambiente de negócios?
Quando a economia está forte assim como em 2010, nota-se que muitas empresas apostam em ganhos recompensadores e partem para investimentos em novos mercados, operações ou instalações.
Enxergam que suas receitas serão aumentadas por essa aceleração econômica.
Seu credo diz: “Mais receita, mais lucro”!
Acreditam que apenas o “feeling” empreendedor basta para tomar decisão.
Planejar? Para quê? Além do mais acreditam que“Quando tudo vai bem, qualquer coisa dá certo”!
Planejamento? Como, se nem é suficiente o tempo para “fazejamento”!
Além do mais é voz corrente: ”tenho que crescer”!
Quanta angústia. Sabe por quê?

Leia o artigo completo no blog Bom de Negócio!

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Uma constatação que pode ser percebida no mercado, é que historicamente um grande número de empresas brasileiras nasceu e se formalizou, sem qualquer recurso financeiro, ou na melhor hipótese, com um mínimo de dinheiro no bolso, disponível apenas para a primeira compra de produtos, e esta condição inicial, acabou por se tornar uma forma de administração empresarial, dia após dia, ou seja, vender os produtos ou serviços, receber o pagamento dos clientes, para imediatamente pagar os custos do mês anterior, e se possível descontar hoje, todos os cheques futuros, para completar a necessidade atual de caixa e com sorte sobrar alguma coisa para cobrir os gastos pessoais.

Apesar de toda a determinação dos empreendedores para manter o seu negócio respirando, 27% deixam de existir logo no primeiro ano de atividade, para no segundo ano outros 38% não agüentarem a luta e ainda 46% deixarem o campo de batalha do mercado no terceiro ano, segundo pesquisa do SEBRAE-SP, realizada em 2008.

Com certeza uma das principais razões deste desaparecimento precoce é a total falta de controle sobre as informações financeiras básicas das empresas, seguindo aquele frenesi, que aparentemente deu certo na abertura do negócio, ou seja, sem caixa suficiente para manter em dia os principais compromissos, mas vendendo e pagando os credores, do jeito que era possível.

Qualquer empreendimento, que pretende não apenas sobreviver, mas também crescer e progredir, precisa de um mínimo de informações empresariais, consideradas fundamentais para a gestão do negócio, como:

  • Qual o resultado da operação mensal: lucro ou prejuízo.
  • Qual o ponto de equilíbrio da empresa.
  • Qual o saldo de caixa, para amanhã, depois, daqui a três meses?
  • Qual a necessidade de capital de giro.

Você ficou surpreso com alguma destas informações? Leia o texto completo no blog Consultoria Individual.

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Alguém, em algum lugar, acordou hoje com a intenção de transformar o seu sonho de negócio em uma empresa.

Depois de lavar o rosto e tomar café, comer um pãozinho com manteiga, o mundo real cai na sua frente e lá vai ele, aquele alguém, e o seu sonho para o trabalho do dia a dia, aquela mesma rotina, das 8h00 às 18h00, trânsito, relacionamento com muitas pessoas, e ainda com os diversos superiores hierárquicos, volta para casa, toma banho, janta, dorme, sonha e começa tudo

Mas chega um dia que o espírito empreendedor fala mais alto e começa a vida de mais um visionário, que acredita e aposta, nele mesmo, o empresário.

Porém enquanto tudo estava no mundo dos sonhos era uma coisa, agora na dura e combativa realidade, tudo é diferente, pois ele irá conduzir a família para um ambiente repleto de riscos e oportunidades, alegrias e tristezas, e por isto, capaz de proporcionar ganhos ou prejuízos, dependendo dos caminhos escolhidos, e o único responsável será ele, o empreendedor.

Se tudo der certo, a família irá usufruir os benefícios, se não, todos sofrerão com as mazelas dos erros cometidos.

Na verdade o candidato a empresário terá que conviver por algum tempo no túnel do terror, de onde surgirão os mais diferentes e curiosos monstros e fantasmas para aterrorizá-lo, mas que se afastarão com a presença das inovações verdadeiras, criadas ou adequadas, mas que ninguém tente enganá-los, eles sabem distinguir muito bem um diferencial pirateado de um real.

Quer saber como tornar o sonho real e não deixá-lo se transformar em um pesadelo? Leia mais e comente no blog Consultoria Individual.

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Somos um dos 10 maiores mercados gráficos atuais com negócios representando aproximadamente 1,05% do PIB brasileiro.

São aproximadamente 19.000 empresas formalizadas que geram mais de 200.000 postos de trabalho.

Empresas de todos os portes e com todas as deficiências em gestão próprias da nossa cultura empreendedora.

Na verdade quero falar das MPE´s do setor que presumo serem ao redor de umas 14.000 empresas.

Empresas via de regra com acentuada informalização dos processos de gestão e, falando em gestão, geridas de forma bem familiar. O dono, a família e os empregados.

Aquele estilo “manda quem pode e obedece quem tem juízo” é o mais verificado e falando em prazo de entrega, a data de entrega será quando o pedido for entregue, independente do prazo acordado!

Logicamente eu teatralizei muito esta situação, entretanto há problemas verificados em muitas dessas empresas que soam como ecos desta situação hipotética.

Para o consultor, Reinaldo Miguel Messias do SEBRAE/SP temos basicamente os seguintes problemas:

1. Empresário dedica mais esforço ás suas atividades operacionais do “fazer” que em estratégias do “pensar”

2. Falta adequação ao planejamento operacional, custeio e acompanhamento de gastos para cada pedido executado

3. Baixo grau de divulgação e comunicação com mercado e clientes

4. Perda de credibilidade dos clientes em função de atrasos e/ou entregas incompletas

5. Definição de foco de atuação e padrão de qualidade em desacordo com o mercado

6. Baixa produtividade ocasionada por equipamentos obsoletos e mão de obra despreparada

7. Gestão familiar mistura negócios da empresa com os negócios da família.

8. Falta de ações para melhoria, retenção e valorização das competências profissionais dos colaboradores

9. Falta de ações para apuração e eliminação de desperdícios nos processos empresariais

10. A desorganização é evidente no chão de fábrica, permeia a administração e chega ao atendimento a clientes.

Eliminar estes problemas passa pelo que chamo “Profissionalização da Gestão”. Quer saber como fazer isso aí na sua empresa? Leia mais e comente no blog Bom de Negócio!

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Você sabia que através de dados apurados da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) de 2007 nos colocamos em 9º lugar em um grupo de 42 países onde a atividade empreendedora mais está presente na economia?

Você sabia que pela mesma fonte, 13 em cada 100 habitantes do nosso território nesse momento da pesquisa, desenvolviam uma atividade empreendedora?

Se compararmos nosso “potencial empreendedor” com o verificado no G7, grupo das 7 nações mais desenvolvidas do planeta, vamos verificar que para cada Cidadão habitante do grupo G7 desempenhando alguma atividade empreendedora existe mais de dois brasileiros realizando atividade de mesma natureza.

Leve em consideração os cenários econômicos de crescimento econômico e consolidação da imagem internacional de ambiente seguro para investimentos internacionais e dentro desta década nossa expectativa de alavancagem para crescimento será ótima, consolidando inúmeras oportunidades empreendedoras para novos pequenos negócios.

Você que está pensando em abrir seu negócio sente que o momento é este, não é mesmo?

E é aí que vale refletir melhor sobre começar um pequeno negócio.

Somos um país de empreendedores e assim muita gente como você neste momento, está tendo a mesma vontade!

Você tem que montar uma empresa que faça mais diferença para seu público que a empresa de seus concorrentes. Planejar antes de começar o negócio é o segredo para permanecer no mercado.

Você sabia que 29% das empresas que se iniciam não chegam a durar um ano no mercado? Sabe por quê? Faltou conhecimento de gestão e planejamento.

Planejar é fundamental. Pode parecer complicado, mas se você entender que planejar melhora a chance de não dar errado você vai começar a querer fazer isso e procurar ajuda!

Leia mais e comente no blog Bom de Negócio


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