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Posts Tagged ‘web 2.0’

Depois que começou para valer a evolução comportamental na globosfera, surge a onda da busca da privacidade. Será privacidade ou a necessidade de esconder algo… Se tem?…Porque publica?

A dicotomia entre o público e privado pode terminar se repensarmos o nosso modelo mental de começar a refazer a leitura do que se busca não é tornar algo simplesmente público, mas buscar a sociabilidade, promovendo uma nova cultura de empatia e compromisso social. Segundo Markus Albers, essa é a nova moeda da e-economia.

O medo é que gera restrições e obscuridade na vida e nas empresas.

Muitas empresas estão já interagindo na globosfera através do Sites, Blogs, Twitter, Orkut,Facebbok, Youtube, Flickrs e outros canais de redes sociais.

O desafio para as empresas que estão nessa, é lidar com a transparência e as opiniões alheias. E o único conselho que se dá é ter COERÊNCIA.

O desafio para as empresas que ainda não estão oficialmente, podes crer… elas já estão! Elas estão através de seus consumidores.

Logo, todas as empresas que buscam seu sucesso empresarial precisam assumir e começar a apreender e reaprender, desconstruindo conceitos e construindo saberes com seus consumidores: satisfeitos e insatisfeitos que expressam sua opinião na internet.

A socialização é necessária para gerar dignidade e crescimento social para conviver neste mundo atual. E para as questões empresariais, é crucial essa abertura para aperfeiçoar-se e gerar o crescimento empresarial com cooperação dos seus consumidores.Algo tão desejado para as empresas que buscam a fidelização, mas tão temeroso, atualmente com o medo do novo…

Seja coerente e comece a interagir com os seus consumidores que a abertura para escutar e trocar idéias vai gerar socialização de sua empresa.

Leia mais e comente no blog Casos & Causos.

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Existem várias maneiras de utilizar a internet como ferramenta para divulgar o seu restaurante, padaria, lancheria ou bar.

Uma delas é inserir gratuitamente vídeos sobre a sua empresa em sites como You Tube ou Google Vídeo. Que tal mostrar a sua cozinha, a sua área de produção, o preparo de alguns produtos, mostrar como a sua empresa cuida da segurança no preparo de alimentos ou divulgar as suas receitas???

Utilizar sites como Orkut, Facebook e Twitter permite que a sua empresa interaja com os consumidores sem gastar um tostão. Você pode saber quais dos seus produtos e serviços fazem mais sucesso, divulgá-los para os consumidores e estimular que eles dêem a sua opinião sobre o seu negócio.

Utilizado com cuidado, o bom e velho email também é uma boa opção. Para ser eficiente, uma campanha de e-mail deve levar em conta o perfil do público-alvo e, com uso de muita criatividade chamar a atenção do consumidor, claro, sem nunca abusar da paciência.

Você já pensou em como estas ferramentas podem ajudar na divulgação da sua empresa? Comece a planejar agora mesmo as suas estratégias de marketing e não esqueça de incluir a internet! Leia mais e comente no blog Sirva-se.

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Muitas empresas brasileiras, 55% delas para ser mais exato, bloqueiam a utilização das redes sociais para os seus empregados, por vários motivos, segundo pesquisa realizada pela Consultoria de RH Manpower, como:

Prejudica a produtividade (77% das empresas)

Precaução para a proteção dos negócios (32% das empresas)

Pode prejudicar a imagem corporativa (19% das empresas)

Podemos até afirmar que um computador sem acesso à Internet simplesmente não tem razão de existir, passa a ser uma máquina obsoleta e sem graça.

Mas nem todos os computadores devem estar conectados à Internet, pois o seu uso está dirigido exclusivamente aos processos do negócio.

Nesta relação de computadores espartanos estão os de frente de loja, ponto de venda (PDV), nas linhas de produção, atendimento ao público, etc..

Porém, todas as outras máquinas que se encontram atrás das linhas de frente, e são utilizados pelo pessoal administrativo, financeiro, recursos humanos, logística e outras áreas de apoio, como o próprio setor de tecnologia da informação e comunicação, podem ter a liberdade de acesso à Internet e suas redes sociais.

Afinal, são estes colaboradores e suas conexões com o mundo, que proporcionam as condições necessárias para o ambiente de inovação e a imprescindível interação com os mercados.

Saiba mais e comente no blog Gestor de Oportunidades.

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O Vinicius Postai encontrou  na rede um relatório elaborado pela Razorfish que fala sobre a influência das mídias digitais no marketing e nas organizações. Tem muita coisa interessante que vale a pena compartilhar!.

Não adianta mais fugir. Hoje a audiência da sua empresa pode pular sua propaganda utilizando um aparelho DVR. Eles estão falando sobre seus produtos e serviços no Twitter, falando sobre você no Facebook, procurando você no Google. Em um mundo conectado por mídias sociais que estão fora do seu controle e inovam a cada dia apresentando novas maneiras de interagir e se comunicar, tudo o que importa é o que seu cliente fala e pensa sobre sua marca – o valor da sua marca, em 140 caracteres ou menos. Estão falando bem? Estão falando mal? Ou não estão falando nada?

O fato é: o que você e os funcionários da sua empresa dizem sobre sua marca ou produto importa muito menos do que o que seus clientes falam sobre ela na rede. E o que importa para eles é o que sua marca realmente FAZ.

Seu produto os satisfaz? O seu serviço os incomoda? Você é uma novidade? É útil e fácil, ou chato e difícil?

Leia mais e comente no blog do Vinicius.

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“Cada estágio na evolução da world wide web demostrou ter a capacidade de transformar negócios e empresas“, afirma Ajit Kambil, diretor internacional da Deloitter Research, em artigo publicado no Journal of Bussiness Strategy. Mesmo que ainda seja um desafio – ou uma conta pendente – para muitas empresas, a era da web 2.0, de acordo com a Kambil, está transferindo o foco de atenção e a posição de privilégio para a web 3.0, a rede semântica. E a versão 4.0, ou móvel, está preparada para decolar, com uma aparentemente distante web 5.0, a rede “sensível”, já em seus calcanhares. A breve descrição que se segue pode ser útil para determinar em que etapa desse vertiginoso circuito paralelo está centrada sua estratégia.

 – WEB 1.0: Internet básica

– WEB 2.0: a rede social, da colaboração

– Web 3.0: a rede semântica

– Web 4.0: a rede móvel

– Web 5.0: a rede sensorial emotiva

Conheça cada uma delas no Beco com Saída

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O termo Web 2.0 foi criado por Tim O’Reilly e tem o seguinte conceito na wikipédia: “Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.”

 

Para Vicente Tardin, editor do  Webinsider, o termo “sinaliza uma fase na web onde se pratica a liberdade de falar e ser ouvido. É uma conseqüência natural do desenvolvimento da internet.”

 

Para Juliano Spyer, autor do livro Conectado,  o termo originalmente “deveria distinguir sites ou aplicativos com baixo custo de desenvolvimento, em que o conteúdo surge de baixo para cima (BOTTON-UP) a partir do relacionamento entre participantes (USER GENERATED CONTENT ou UGT), e que pode combinar as soluções e o conteúdo de mais de um site para produzir uma experiência integrada, o que no jargão tech se convencionou chamar de MASH-UP”.

 

Existem muitas definições para este termo, no site WEB 2.0 BR estão listadas dezesseis delas elaborados por pessoas envolvidas na web e mais 48, de leitores que participaram espontaneamente. Leia o artigo completo no Educação Sem Distância.

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Conversamos sobre Internet e Web como se fosse a mesma coisa, até porque no diálogo informal é assim mesmo, tomamos a liberdade da metonímia, nesse caso nada literária.

 

A Internet, cujos primórdios ocorre na década de 60,  é a rede de computadores que permite a comunicação entre os usuários a partir do protocolo IP.  É da responsabilidade da rede serviços como transferência de arquivos e correio eletrônico, disponíveis bem antes da existência da WEB.

 

Esta, identificada pelo www que compõe um endereço na Internet, da forma como conhecemos hoje, tem início na década de 90 e é consequência da busca pela possibilidade de usar a Internet para executar documentos em hipermídia, interligando textos, imagens, vídeos, de tal forma que o usuário pudesse passar de uma a outro indefinidamente. Quer saber mais? Leia no Educação Sem Distância.

 

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Nos últimos anos, a Internet brasileira viveu um extraordinário crescimento em termos de número de usuários, intensidade e variedade de uso. Dificilmente teremos algum retrocesso em 2009, exceto se a crise financeira alcançar dimensões realmente catastróficas. Mais provável é um cenário de crescimento moderado em relação ao verificado no passado recente, mas com algumas mudanças em termos de modelos de negócios e comportamento dos usuários.

Neste caso, a maior parte dos institutos mostra progressos notáveis. O IBOPE aponta atualmente cerca de 42 milhões de usuários com mais de 16 anos, contra 22 milhões no final de 2003. Entre os internautas domiciliares o crescimento foi ainda mais expressivo, passando de 8,7 milhões para os 24,4 milhões em setembro deste ano. O Comitê Gestor, embora trabalhando com um período de tempo menor (2005 X 2007, a pesquisa de 2008 ainda não foi divulgada), aponta para um crescimento de quase 50% no número de usuários no período (de 24% para 34% da população total, o que daria, no final de 2007, cerca de 60 milhões de pessoas de todas as faixas etárias). Leia o artigo completo no blog Como Assim?.

 

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Nos próximos cinco anos, as tecnologias devem apresentar um novo salto evolutivo, trazendo novidades como a produção de energia solar em massa, a possibilidade de navegar na internet por comando de voz e realizar compras com assistentes digitais. Essas, ao menos, são previsões apontadas pelo estudo IBM five in five”.

 

Realizado anualmente, o estudo diz que nos próximos cinco anos será possível criar energia solar por meio de nossas calçadas, ruas, revestimentos, pinturas, telhados e janelas. Isso porque atualmente, os materiais e o processo de produção de células solares para converter energia são muito caros, mas este fato está mudando com a criação de células solares de “filme fino”.

 

Esse novo tipo de célula, segundo a IBM, é até cem vezes mais fina do que as de wafer de silício e, com isso, podem ser produzidas a um custo mais baixo. Assim, aponta o estudo, elas são adequadas não só para o topo das construções, mas também para as laterais, incluindo janelas de vidro escurecido. Além disso, podem ser usadas em celulares, notebooks, carros e até mesmo roupas.

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