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Posts Tagged ‘Internet’

Há poucas semanas a Apple lançou um novo produto que pode revolucionar a venda de computadores, notebooks e netbooks. É o IPAD, é um tablet com as mesmas caracterísiticas do IPhone mas que processa como um computador.

O mais interessante de tudo isso não é o equipamento em sí mas as expectativas em torno do lançamento do produto. Durante semanas se especulava sobre o produto, vários especialistas escreviam colunas em jornais e revistas do mundo todo, blogs especializados tentavam dar o furo apresentando detalhes que ninguém conhecia. As expectativas eram tão grandes que a mídia fazia a propaganda espontanea do produto.

Passadas as primeiras semanas do lançamento parece que o produto nem existe pois comenta-se muito pouco sobre ele. Agora a especulação é sobre qual será o próximo lanaçmento da APPLE. Os consumidores de hoje vivem muito mais a espectativa do lançamento de um novo produto que vivenciam e utilizam na plenitude o equipamento. Passamos a consumir expectativa e não produto.

E seus clientes? Esperam seus novos lançamentos e inovações? A quanto tempo você não lança um novo produto?

O ciclo de vida de um produto, entre o seu lançamento e sua morte, está cada vez menor portanto corra antes que seus produtos fiquem obsoletos.

Leia mais no blog Marketing e Vendas.



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Muitas empresas brasileiras, 55% delas para ser mais exato, bloqueiam a utilização das redes sociais para os seus empregados, por vários motivos, segundo pesquisa realizada pela Consultoria de RH Manpower, como:

Prejudica a produtividade (77% das empresas)

Precaução para a proteção dos negócios (32% das empresas)

Pode prejudicar a imagem corporativa (19% das empresas)

Podemos até afirmar que um computador sem acesso à Internet simplesmente não tem razão de existir, passa a ser uma máquina obsoleta e sem graça.

Mas nem todos os computadores devem estar conectados à Internet, pois o seu uso está dirigido exclusivamente aos processos do negócio.

Nesta relação de computadores espartanos estão os de frente de loja, ponto de venda (PDV), nas linhas de produção, atendimento ao público, etc..

Porém, todas as outras máquinas que se encontram atrás das linhas de frente, e são utilizados pelo pessoal administrativo, financeiro, recursos humanos, logística e outras áreas de apoio, como o próprio setor de tecnologia da informação e comunicação, podem ter a liberdade de acesso à Internet e suas redes sociais.

Afinal, são estes colaboradores e suas conexões com o mundo, que proporcionam as condições necessárias para o ambiente de inovação e a imprescindível interação com os mercados.

Saiba mais e comente no blog Gestor de Oportunidades.

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Educar uma geração criativa e inovadora exige preocupações para além das que se relacionam com a língua, a matemática e as ciências.

Diariamente, vejo adolescentes decorando fórmulas e conteúdos para passar nas provas, mas se preocupando pouco com suas responsabilidades e com a consciência moral, social e ambiental.

O ensino compartimentado sugere aos alunos uma conseqüente divisão do mundo e da natureza em “matérias” e espaços diferentes. Sugere uma falsa idéia de separação não existe no mundo real.

Nosso trabalho para inclusão do empreendedorismo como disciplina regular do ensino fundamental e o acompanhamento de meus próprios filhos e seus dilemas conteúdistas têm me feito repensar a organização dos currículos escolares e há algo profundamente errado com todo o sistema de transmissão de conhecimentos. Não sou contra o giz, lousa ou transparências, mas sou consigo entender a relação do “professor sabe tudo” e “aluno tábua rasa”. Por mais nova que seja uma criança, ela já tem experiências e vivências que devem ser temas de estudo em sala de aula. Enquanto isso não acontecer, a educação formal para muitos alunos será um túnel no fundo do qual não se vislumbra qualquer luz.

A metodologia tradicional de ensino é cansativa, distancia e aliena o estudante do conteúdo das matérias. Se você não é químico, me responda sinceramente se lembra de todos os elementos da tabela periódica.

Não pretendo discutir aqui a qualidade do aluno, do professor ou das escolas, mas o paradigma do modelo educacional, pois enquanto os alunos passam cada vez mais tempo nas salas de aula, menos são preparados para o mundo real. Qual a sua opinião sobre isso? Leia mais e comente no blog Lounge Empreendedor.

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Sua empresa pode ter uma rede social somente com colaboradores da empresa.

gente na web

No Google, e não poderia ser diferente, a alocação de verba para os projetos é feito da mesma forma como as páginas são exibidas em seu mecanismo de busca. No mecanismo de busca do Google quem aparece em primeiro lugar na página não é quem paga mais ou quem tem mais acesso, o page rank é calculado, entre mais de 200 indicadores, principalmente pela relevância da página.

Uma página relevante é uma página que é indicada por diversos outros sites. Como o link que indiquei acima. Este link passou a ser relevante para o Google pois outro site passou a indicá-lo. Quanto mais gente indicar mais relevante o site se torna.

No Google existem milhares de pessoas criando e pensando em novos projetos. Mas como a empresa divide as verbas para cada projeto? Pela relevância do projeto.

Quanto mais pessoas se associarem ao projeto proposto mais verba ele recebe. É claro que algumas pessoas são mais relevantes que outras. Por exemplo, se o criador do Orkut apoiar um determinado projeto de outro colaborador do Google este projeto passa a ter uma grande relevância e conseqüentemente receberá mais verba. Portanto não basta ter apenas mais uma idéia é necessário outras pessoas te apoiando.

E o seu projeto é relevante para quem? Quantas pessoas te apoiariam ou te indicariam? Leia mais e comente no blog Marketing & Vendas.

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O Twitter está gerando uma revolução na forma como as empresas se relacionam com seus clientes, e é também uma das aplicações mais utilizadas em mobile’s mas como exatamente está sendo esse relacionamento? Eis um exemplo de empresa inovadora:

empresasnotwitter

Essas empresas estão mostrando que as regras estão mudando, estamos vivendo a era do Capitalismo criativo. A democracia das redes sociais obriga as empresas a aderir uma nova forma de relacionamento, uma nova visão do cliente, o cliente agora tem o poder. Mas não para por ai, o twitter é o aplicativo mais utilizado por em Mobile’s, hoje parece que o mundo acordou para a telefonia móvel, saiu na HSM que o presidente do Google disse que o futuro da humanidade é o serviço no celular, o atual presidente dos Estados Unidos Barack Obama usou serviços móveis, do SMS ao twitter, para fortalecer sua campanha política.

Duvida? Leia mais e comente no blog do Vinícius Postai.

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Dá pra imaginar que a educação pode ser tratada como um negócio?

 Para alguns isso pode chegar próximo a uma heresia, mas na verdade já se faz isso no mundo todo.

 A holandesa  Springwise, empresa de inovação, mantém uma rede de observadores em mais de 70 países, identificando boas idéias e novos negócios que possam inspirar empreendedores. A educação é um dos setores de negócios inovadores, e são citadas empresas que oferecem cursos complementares para graduação,  aulas em vídeo, jogos virtuais com premiações reais entre outros.

 No Brasil já existem iniciativas de negócios na área de educação, usando a Internet como,  por exemplo, o Instituto Amazônida, com cursos livres de qualificação profissional. Eles se declaram “uma empresa que existe para auxiliar as pessoas e ajudá-las a ter uma vida melhor…”

 Essas novas possibilidades são conseqüência das facilidades oferecidas pela web, com inúmeras soluções gratuitas que podem ser aproveitadas por empreendedores capazes de inovar.

 Leia mais e comente no Educação sem Distância.

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Nestes últimos dias a coqueluche do comércio eletrônico brasileiro é a entrada da Casas Bahia no mercado virtual. Há várias matérias em revistas especializadas em negócios e Internet apresentando o modelo de negócio da rede varejista do senhor Samuel Klein.

 

 Para muitos especialistas em negócios virtuais, a empresa entrou tarde no comércio virtual. Afirmação que não concordo, pois é sabido que o principal cliente das Casas Bahia são os consumidores de baixa renda.

 

 Grande parte do crescimento do comércio eletrônico no Brasil no ano de 2008 é creditado à popularização das compras entre as classes de menor poder aquisitivo, especialmente a classe C. Isso mostra que é um mercado sempre em crescimento.

 

A principal empresa no mercado de comércio eletrônico brasileiro é B2W, resultado da fusão entre Americanas.com e Submarino, duas já tradicionais empresas de comércio eletrônico.  A B2W responde por quase metade de todas as vendas online no Brasil, diferente do mercado americano, que é pulverizado em mais 80%.

 

Acredito que esta seja uma excelente oportunidade para os pequenos negócios participarem deste mercado, pois ainda há milhões de consumidores conectados a serem conquistados. Como? Leia mais no blog do Egnaldo Paulino.

vendedoresdigitais

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