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Posts Tagged ‘planejamento estratégico’

Nestes tempos pós crise, é comum que os ganhos acabem mascarando alguns fatores importantes para consolidar nossas empresas.
Listamos 10 dicas para serem sempre relembradas doravante.

1) Enxergue a realidade
As pesquisas e dados têm seu valor, mas o empreendedor precisa conhecer os clientes e o mercado para entender o que eles pensam. A intuição empreendedora se potencializa quando conectada com empregados e consumidores. É sempre oportuno validar intuição com dados!
2) Persiga metas desafiadoras
O mercado é mais competitivo que nossos planejamentos; se quiser realmente desafiar o mercado, comece desafiando sua capacidade empreendedora com metas factíveis, porém ousadas!

3) Empenhe-se na Competitividade
Os princípios da Qualidade, Produtividade e Inovação devem fazer parte de qualquer tomada de decisão a ser realizada na empresa, pois permitem assegurar atitudes competitivas frente aos anseios do cliente. Esta forma de gestão busca criar uma imagem de valor nos negócios e não apenas de oportunidade sob a ótica do cliente.

4) Rastrei seu Cliente
Os negócios lá no fundo continuam a ser a mesma coisa: troca de soluções por dinheiro, agregando valor ao consumidor e lucro ao capital investido. O que muda a cada momento é o cliente, seus hábitos, expectativas, necessidades e desejos.
Saiba mais sobre ele do que ele mesmo supõe! Será fundamental para conquistá-lo e mante-lo.
5) Oriente-se pela Competitividade
Os princípios da Qualidade, Produtividade e Inovação devem fazer parte de qualquer tomada de decisão a ser realizada na empresa pois permitem assegurar atitudes competitivas frente aos anseios do cliente.Esta orientação de gestão busca criar uma imagem de valor nos negócios e não apenas oportunidades percebidas pelo cliente.Competição aprimora! …Leia mais e comente no blog Bom de Negócio.

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Ser empregado significa “vender” para um único cliente (a empresa que nos emprega) nosso esforço pessoal, nossas habilidades, nossos conhecimentos. Pelo tempo que este “cliente” se interessar.

Necessariamente este “cliente” deve se beneficiar dos nossos serviços em escala maior do que paga. Tão logo haja alternativas mais vantajosas, a tendência é de desfazer-se do empregado, seja por alternativas da inovação tecnológica seja por mão de obra mais jovem, mais barata. É o efeito da competição. Cada negócio precisa manter-se competitivo.

Conseguir se manter em um bom emprego, nos dias de hoje, significa manter-se tão competitivo quanto as exigências do empregador. Mesmo assim, existirá um limite. No final, a grande maioria das pessoas tem que enfrentar a rejeição do mercado e chega-se à aposentadoria. Juntar patrimônio como empregado é coisa para poucos. Sobram, em termos de renda, o benefício da aposentadoria pública, ou tem que partir desde cedo para um sacrifício a mais, para um complemento de aposentadoria.

De qualquer forma, aquilo que se construiu por toda a vida em torno do emprego, é absolutamente dependente de cada um de nós. É dependente de nossa vida ativa. Evapora, termina, se extingue quando não temos mais o emprego.

Nosso emprego não é herança para nossa família. Morre com a gente. A família não pode herdar nosso emprego, se a pessoa tiver conseguido desenvolver algum patrimônio, este fica, mas o emprego não..

Justamente esta talvez seja a mais importante característica do negócio próprio: a família sempre poderá ter uma opção a mais que é continuar com o negócio que você tenha desenvolvido, mas nunca poderá continuar com o seu emprego. Emprego é pessoal e intransferível. É um risco familiar que muitos não estão dispostos a aceitar. E você?

Há chances de conseguir o primeiro milhão com um negócio próprio. Com o emprego você vai conseguir? Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

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O medo é um sentimento que sugere estado de alerta, de atenção. Ele serve para proteger do perigo, estimulando a busca das “armas” para enfrentar situações mais difíceis, ou seja, aquelas em que há possibilidade de fracassar. Nesse sentido ele pode ser benéfico, pois promove a busca de informações, de conhecimento e preparação para enfrentar tais situações.

Por outro lado, quando em demasia, pode impedir a realização dos objetivos mais desafiadores. Quando é exagerado ele exige atenção extrema o que estimula a interpretação, a imaginação e a fantasia, alterando os dados e  fatos da realidade. A partir disso, passa-se a lidar, não mais com a realidade, mas com uma interpretação dela sob influência do medo.

Para o empreendedor, o medo em excesso pode afastá-lo dos seus objetivos e dos desafios inerentes a atividade por conta própria, imobilizando a sua capacidade empreendedora.

Alguns medos que acompanham os novos empreendedores:

  • O medo de perder a posição ocupada, de não ter mais um “sobrenome” conhecido, proveniente de uma grande companhia.
  • O medo do desconhecido, de enfrentar uma situação nova ainda não experimentada é comum nos pretendentes a empresários.
  • Para o empreendedor, desejar ter autonomia e independência para definir, ele próprio, os seus objetivos e fazer suas escolhas são essenciais. No entanto, para alguns é assustador, pois passaram a vida toda cumprindo tarefas e objetivos definidos por outros.
  • O medo de lidar com as múltiplas tarefas do dia a dia da empresa e de tomar inúmeras decisões.
  • O medo de perder as economias ou reduzir sua condição financeira.
  • O medo do fracasso, de certo modo, sintetiza todos os demais.

Quando o empreendedor se afasta dos seus objetivos por medo de fracassar estará também se distanciando da possibilidade de vitória, como uma moeda,  de um lado está o fracasso e de outro o sucesso. Para tornar-se empreendedor é preciso ter a ousadia para jogar um jogo em que sucesso e fracasso andam de mãos dadas. Para isso é necessário coragem para assumir certa dose de risco. Leia mais e comente no blog Empreendedorismo e Planejamento.

medo

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Sempre se ouve que crises existem para superação.

São oportunidades para a empresa realmente avaliar sua força criativa e capacidade de exploração de mercado.

Ouve-se também que um dos fatores para o sucesso da empresa está relacionado com a capacidade de planejar

Planejamento prévio de objetivos e implementação de ações realizadoras.

Difícil mesmo é juntar planejamento e crise num processo decisório que traga resposta.

Mais que encontrar resposta, seja encontrar uma solução adequada ao desafio que a empresa atravessa

É o plano “b”, a saída alternativa previamente pensada.

É pensar e responder o famoso “e se,…” de forma responsável.

Retrata o amadurecimento da empresa e o domínio do negócio por parte do empresário.

O foco está em saber que empresa vive mais de ações que de planos.

Planos só mudam a  empresa quando saem da gaveta!

Sair da gaveta é decisão! Leia mais e comente no Beco com Saída.

as lamparinas da mente

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Arraste seu notebook para mais perto.

Vamos trocar um pouco de conhecimento.

Nós precisamos reconhecer e aceitar os limites impostos pelo ambiente, pelo nosso corpo e pelo nosso bolso, com isto, o processo de adquirir o conhecimento necessário e evoluir, poderá ser mais facilmente conquistado.

Em uma empresa, estes limites também existem e precisam ser respeitados, para que a empresa alcance o ideal nível de competitividade no mercado.

Se fizermos uma analogia, entre a prática do montanhismo e a gestão empresarial, podemos compreender melhor a importância em estabelecer limites para a sua empresa e também para nós mesmos.

Para escalar uma montanha o que é necessário?

  • Ter informações e conhecimento sobre a prática do montanhismo.
  • Reconhecer os limites deste conhecimento e do seu uso na prática.
  • Ter o treinamento necessário para a realização do esporte.
  • Reconhecer o limite do seu nível de conhecimento sobre as técnicas do esporte.
  • Dicas de pessoas experientes.
  • Saber a quem solicitar mais informações e onde adquirir conhecimento específico e prático sobre as mais diversas situações inerentes à prática do montanhismo.
  • Conhecer o melhor caminho para chegar até a montanha.
  • Aprender a realizar um planejamento de ações para atingir os objetivos desejados.
  • Conhecer a montanha, a face (lado) mais propícia para a escalada e ao nível de conhecimento e capacidade técnica do praticante.
  • Reconhecer o ambiente de forma geral e os caminhos mais interessantes para que os objetivos sejam atingidos, com o menor risco possível.
  • Saber utilizar os equipamentos e acessórios.
  • Obter o conhecimento e o treinamento prático do montanhismo.
  • Ter disponíveis os equipamentos e acessórios necessários à escalada.
  • Estar sempre atualizado em relação às técnicas de escalada e aos procedimentos de segurança pessoal e do grupo envolvido no planejamento.
  • Estar com o preparo físico adequado.
  • Reconhecer o seu condicionamento físico.
  • Ter acesso as informações do clima.
  • Aprender a utilizar todas as informações que cooperem para o sucesso da prática do montanhismo.

Quando o montanhista está a uma altura de 300 metros do chão, para chegar lá e prosseguir, é indispensável à utilização de corda, mosquetões, estacas, fitas de auto, freio, magnésio, capacete, cordelete, e outros acessórios, e principalmente saber usá-los.

Assim, a chance de atingir o cume da montanha, e descer com segurança será muito grande, caso contrário, tudo pode acontecer, até mesmo a morte do praticante sem nenhum preparo.

O empresário, ou o montanhista, a conquista do mercado, ou da montanha, respectivamente, precisa ter os mesmos cuidados, afinal jamais uma pedra irá se soltar apenas para prejudicar o esportista, assim como o mercado também não agride o gestor do negócio, aquele que sentir isto, certamente não está preparado para conviver no meio empresarial.

Mais dicas? Leia e comente no blog Gestor de Oportunidades.

comochegarnotopo

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