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Posts Tagged ‘mpe’

Emprego é bom e todo mundo gosta. O problema é que nem todas as grandes empresas estão empregando no volume esperado. O sonho em trabalhar numa organização de reconhecimento internacional, que oferece inúmeras oportunidades para seus empregados cada vez é apenas um sonho.

Se não há mais tantas oportunidades de emprego nas grandes empresas, a realidade é diferente no ambiente dos pequenos negócios. De acordo com o SEBRAE as micro e pequenas empresas foram responsáveis por mais de 70% dos empregos gerados no primeiro trimestre deste ano. Desse total, a maioria (45,3%) foi gerada pelas microempresas com até quatro trabalhadores. Aquelas que empregam entre cinco e 19 trabalhadores responderam por 2,2% do saldo total e os empreendimentos que têm entre 20 e 99 trabalhadores participaram com 16,7%.

Essa dinâmica abre muito mais oportunidades de ocupação para milhares de profissionais que são colocados no mercado de trabalho todo pelas universidades e faculdades brasileiras. O desafio não é ocupar vagas disponíveis, mas em melhorar a qualificação da mão-de-obra, cuja maioria “vive”, ainda, o “sonho do emprego perfeito”, a velha síndrome que viveram nossos pais e avós quando sonhavam que seus filhos trabalhassem como bancários.

É claro que sempre irão existir concursos para aqueles que buscam muito mais a estabilidade que os desafios do mercado. Não sou contra, mas acredito que estão nas empresas de todos os portes as melhores oportunidades para que venhamos crescer como profissionais.

Certo dia, uma colega jornalista procurou-me para falar sobre ocupação e emprego. Para ela, o mais importante era estar empregada, com carteira assinada e com os benefícios bem definidos. Isso sem dúvida é muito atraente. Porém, pouco importava se iria crescer ou superar desafios e metas. O que ela queria mesmo é a certeza de que não seria demitida, mesmo se não efetuasse com excelência a sua função.

Então, se você sonha em trabalhar numa grande empresa, comece a se preparar exercer suas qualificações técnicas em pequenas empresas. Um dia, verá que os pequenos negócios são mesmo “grandes empresas”. Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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Somos um dos 10 maiores mercados gráficos atuais com negócios representando aproximadamente 1,05% do PIB brasileiro.

São aproximadamente 19.000 empresas formalizadas que geram mais de 200.000 postos de trabalho.

Empresas de todos os portes e com todas as deficiências em gestão próprias da nossa cultura empreendedora.

Na verdade quero falar das MPE´s do setor que presumo serem ao redor de umas 14.000 empresas.

Empresas via de regra com acentuada informalização dos processos de gestão e, falando em gestão, geridas de forma bem familiar. O dono, a família e os empregados.

Aquele estilo “manda quem pode e obedece quem tem juízo” é o mais verificado e falando em prazo de entrega, a data de entrega será quando o pedido for entregue, independente do prazo acordado!

Logicamente eu teatralizei muito esta situação, entretanto há problemas verificados em muitas dessas empresas que soam como ecos desta situação hipotética.

Para o consultor, Reinaldo Miguel Messias do SEBRAE/SP temos basicamente os seguintes problemas:

1. Empresário dedica mais esforço ás suas atividades operacionais do “fazer” que em estratégias do “pensar”

2. Falta adequação ao planejamento operacional, custeio e acompanhamento de gastos para cada pedido executado

3. Baixo grau de divulgação e comunicação com mercado e clientes

4. Perda de credibilidade dos clientes em função de atrasos e/ou entregas incompletas

5. Definição de foco de atuação e padrão de qualidade em desacordo com o mercado

6. Baixa produtividade ocasionada por equipamentos obsoletos e mão de obra despreparada

7. Gestão familiar mistura negócios da empresa com os negócios da família.

8. Falta de ações para melhoria, retenção e valorização das competências profissionais dos colaboradores

9. Falta de ações para apuração e eliminação de desperdícios nos processos empresariais

10. A desorganização é evidente no chão de fábrica, permeia a administração e chega ao atendimento a clientes.

Eliminar estes problemas passa pelo que chamo “Profissionalização da Gestão”. Quer saber como fazer isso aí na sua empresa? Leia mais e comente no blog Bom de Negócio!

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Na vida, é comum assinarmos pelo menos dois contratos de alto impacto em nossos futuros. O contrato de casamento e o contrato social na criação de empresa. Sabem o que estes contratos têm em comum? Nossa fraqueza.

Sim, ao assinarmos contratos assim estamos vivendo momentos de altíssima emoção, e somos capazes de assinar qualquer coisa que formalize a realização de nosso sonho: a formação de nossa própria família (casamento) ou a formalização de nossa própria empresa (o contrato social).

Importa aqui tratar do contrato entre sócios na montagem de negócios. Tudo começa muito bem, tão bem que um sócio confiando no outro, aplica alguns recursos na sociedade, quando não, todos os seus recursos. Mas esquece de agir na construção do futuro da sociedade, deixando-se levar pela emoção e pela enorme ansiedade de constituir a empresa.

Mas o que é a “construção do futuro da sociedade”? Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

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Além dos objetivos, sonhos, promessas decorrentes do clima que se impõe ao final de cada ano e a proximidade do novo ano, aos empreendedores é essencial planejar. Oinício do ano é o momento crucial para esse planejamento, especialmente quanto aos tributos que serão pagos ao longo do ano e a sua forma de apuração.

Fica bem evidente essa importância quando são observados os prazos para opção pelos regimes de tributação que serão utilizados pelo restante do exercício. A opção pelo lucro real ou pelo lucro presumido é formalizada através do pagamento dos tributos no vencimento da competência, se real o pagamento dos tributos referentes ao exercício do primeiro mês do ano.

No caso do lucro presumido, a formalização ocorrerá quando do pagamento dos tributos referentes ao primeiro trimestre do ano com o código do tributo. Entretanto, quanto ao Simples Nacional, a opção é um pouco diferente, devendo o contribuinte observar regras específicas do regime.

Importante é salientar que o prazo final para a formalização da opção pelo Simples Nacional para os ainda não optantes, ou aos excluídos, é 29/01/2010.

Para quem está ingressando pela primeira vez no Simples Nacional, há a previsão de um parcelamento em até 100 (cem) vezes, devendo os interessados solicitar o parcelamento junto à Receita Federal do Brasil.

Abaixo seguem algumas considerações extraídas do portal do Simples Nacional. Eventuais dúvidas serão elucidadas com satisfação.

“Opção pelo simples nacional com efeitos para o ano-calendário 2010.

Observações:

  1. A ME ou a EPP já optante não precisa optar novamente.
  2. A ME ou a EPP que tenha Agendamento aceito não precisa optar, pois já estará na condição de optante.
  3. A ME ou a EPP excluída pode optar novamente, salvo quando a exclusão tenha efeitos por 3 ou 10 anos (§§ 1º e 2º do art. 29 da LC 123/2006).
  4. Os pedidos que não apresentarem pendências serão deferidos imediatamente.
  5. Os pedidos que apresentarem pendências ficarão na situação “em análise”, e as pendências deverão ser resolvidas junto à RFB, Estados e/ou Municípios até 29/01/2010.
  6. O resultado da resolução das pendências será divulgado no Portal do Simples Nacional até 17/02/2010”.

Disponível na internet: http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/agenda/Agenda_do_Simples_Nacional_2009_04012010.asp

Leia mais e comente no blog Legislação & Tributação.

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De acordo com os pressupostos presentes na Teoria das Restrições, restrição é qualquer coisa que limita um sistema em conseguir maior desempenho em relação a sua meta.

Existem diversos tipos de restrições. Estas podem ser físicas, como uma máquina com baixa capacidade produtiva, despreparo ou baixo número de empregados, ou então restrições não físicas, como as restrições de política da empresa, comportamentais, culturais ou de mercado. Entretanto, as restrições físicas podem ser consideradas, na maioria das vezes, como reflexos das restrições comportamentais ou de procedimentos da organização.

Toda organização é formada ou constituída com um propósito principal e que este é, na verdade, determinado por seus proprietários ou por seus acionistas, que investem recursos com um determinado objetivo. Portanto, para as empresas privadas, certamente a meta é “ganhar mais dinheiro tanto agora como no futuro”.

A empresa deve encontrar as medidas necessárias para guiar e controlar seus esforços na direção de sua meta. Medidas financeiras são necessárias por dois motivos principais. A primeira é controle, ou seja, saber até que ponto a empresa está conseguindo alcançar o objetivo de gerar dinheiro.

Leia mais e comente no blog Gestão da Produção e Qualidade

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Todo mundo já conhece Natura, Avon e outros afins. Mas será que só cosmético se presta à venda direta? A resposta é não.

No tempo da Internet ainda se vendem livros porta a porta. Para ser mais exato: 14% do mercado total, ou 1 em cada 7 livros vendidos no Brasil – o que não é pouca coisa. Um mercado tão interessante que ela mesmo, a Avon, passou a oferecer livros também, junto com seus produtos.

Um exemplo desta estratégia: o livro “Dias Melhores Virão”, do pastor americano Max Lucado, da editora Ediouro. Nas livrarias foram 30 mil exemplares e pelas revendedoras da Avon, foram 300 mil.

Afinal são 1 milhão e 100 mil revendedoras. Enquanto isso, a Associação Brasileira de Difusão do Livro tenta fortalecer o mercado com a contratação de 30 mil vendedores que são pagos por cerca de 220 editoras.

Agora, vale perguntar? O que mais pode ser vendido pelo sistema porta a porta? Que tal o seu produto?

Leia mais e comente no blog Inovação e Estratégia

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Em inumeráveis conversas com empresários, muitas vezes, me saem com essa: “eu vou ganhar mercado porque vendo mais barato que o meu concorrente”. OK. Resta saber se ele também vai ganhar dinheiro. Vender barato, qualquer um pode fazer. Ganhar dinheiro, vendendo barato, eis o segredo da estratégia.

E como podemos fazer isso? Não existe uma resposta fácil, pois o que é bom para uns é ruim para outros. Um exemplo é a verticalização. Para muitos, a verticalização é custo alto; para outros é estratégia de custo baixo.

Veja-se o caso do Habibs. Ganha dinheiro verticalizando a produção, isto é, administrando os custos (e a qualidade) do produto, inclusive a partir dos insumos básicos como o leite, com fábrica de laticínios e de padaria.

Como a empresa sempre apregoa: “conheça o zero do Habibs”. Isto é, o preço da sfiha, o carro chefe, sempre começa com zero, para atrair o consumidor para as lojas e assim aumentar o ticket médio com produtos mais caros.

Como disse, eu também posso vender uma sfiha por 0,59 centavos. Mas será que conseguirei ganhar dinheiro com isso? Empresários que optam por estratégias de baixo custo – um tema que voltaremos outras vezes – precisam estar atentos para desenvolver um caminho lucrativo.

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