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Posts Tagged ‘crise mundial’

Enquanto muito se fala em crise, os pequenos negócios precisam buscar alternativas para não se paralisar. Ainda não é possível saber com qual dimensão a turbulência econômica mundial chegará aos pequenos negócios no Brasil, mas com certeza já percebemos que não estamos imunes a ela.

Como os fundamentos econômicos do país se fortaleceram nos últimos anos, espera-se que os efeitos não sejam demasiados fortes, mas não há garantias sobre isso.

Por isso, vender deve ser a prioridade número 1 dos empresários!

Seja criativo em todas as formas de atrair clientes e de influenciar as suas decisões de compra. Tenha a sua própria “sacada” genial!

Valorizar a equipe e o cliente não só fideliza, mas também traz maior identificação do público com a sua empresa e pode gerar bons resultados futuros. Afinal, aposto que todos já ouviram que é sempre mais vantajoso manter o cliente e o seu atual time trabalhando do que conquistar novas pessoas.

É preciso, ainda, inovar! Encontrar formas inovadoras traz um diferencial para o seu negócio num cenário tão adverso como o atual, e isso pode estar em atitudes simples que não envolvem grandes investimentos financeiros, mas que com criatividade causarão um impacto extremamente positivo, cabendo perfeitamente no orçamento do seu negócio.

Tenha produtos diferentes, difíceis de serem copiados pela concorrência; estimule a presença do cliente na sua empresa e atenda bem, porque certamente se o cliente não for bem tratado, não irá voltar e irá reclamar do “técnico” para o resto da torcida.

Leia mais e comente no blog da Ana Maria Magni

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– País de solo rochoso

– Não tem um centímetro de litoral

– É uma das terras mais pobres em minerais que se conhece

– Com uma área menor que a do estado do Rio de Janeiro

– Não tem uma gota de petróleo

– Quanto a agricultura, o clima e a topografia são inóspitos a quase tudo. Só tem montanha.

De que país se trata? É possível empreender neste país? Leia mais e comente no blog do consultor Marcílio Moreira

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Há pouco mais de três meses  começamos a ler manchetes sobre o colapso do sistema financeiro global, sobre o crash da Islândia e das montadoras e sobre a retração do crédito e a desaceleração do consumo. São essas duas últimas, em especial, que acenderam as luzes de emergência dos políticos e empresários brasileiros e vêm fazendo todo mundo pisar no freio e se perguntar “o que eu faço?”.

 

Desde que a crise explodiu, institutos de pesquisa, agências, empresas e instituições de classe vêm monitorando o seu impacto na cabeça e no comportamento do consumidor. Todos os estudos são unânimes: quase todo mundo ouviu falar de crise, mas a verdade é que poucas pessoas sentiram seus efeitos na prática. Ao contrário do clima de pânico generalizado que se espalha no mundo corporativo, nas ruas a situação está bem mais calma. Mas isso não quer dizer que tudo está bem.

 

Apesar de ainda não ter pesado no bolso do consumidor – ela vai pesar quando os reflexos afetarem para valer o poder de compra ou o nível de emprego – a crise já está instalada na cabeça das pessoas. E isso também tem o seu preço.

 

O principal problema de uma crise é que ela bagunça os nossos referenciais. Não importa se é uma crise pessoal ou se é uma crise mundial – quando tem crise, não dá para confiar no que a gente conhece. Começamos a avaliar com cuidado coisas que antes faríamos sem pensar. Ficamos mais atentos. Passamos a tomar mais cuidado e nos tornamos consumidores mais espertos para nos protegermos das incertezas.

 

O resultado é que a vontade de comprar dos brasileiros, que vinha em ritmo de F1, está desacelerando rapidamente.

 

Quais os desafios neste cenário? Leia mais no Visão do Empreendedor.

Crise com ABS

 

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Muitos empreendedores estão enviando relatos de dificuldades financeiras decorrentes do período de crise que envolveu o planeta, e solicitando idéias. O blog Conselheiro Criativo aceitou o desafio e sugere algumas idéias, procurando incrementar as já tradicionais divulgadas na mídia:

 

1) O foco principal deve ser em vendas:

– Procure identificar novos públicos e novos produtos e serviços. Lembre-se do potencial de consumo das classes economicamente menos favorecidas para produtos de menor valor.

 

2) Mas não se esqueça das finanças:

– Seja disciplinado na gestão financeira, considerando custos, fluxo de caixa, formação de preço de venda e apuração de resultados. As informações ajudarão na tomada de decisões.

– Reduza a zero os desperdícios, que sempre existem.

 

3) E nem dos estoques:

– Negocie prazos maiores com fornecedores, lembre-se que todos estão interessados em vender;

 

4) E sobretudo, não desanime:

– Nas relações societárias procure reduzir as discordâncias e somar esforços para a definição de um plano de recuperação.

 

Leia as dicas completas no Conselheiro Criativo.

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Por Antonio Carlos De Matos

 

 crisefinanceira21Momentos de “crise” devem ser entendidos como breves períodos entre situações que se alternam,  causando transformações radicais. Mas “crise” não significa fim de oportunidades para os negócios. Muitos ou todos os negócios são afetados, mas não acabam. Os consumidores são afetados, mas não deixam de comprar. Por um tempo, se tornam mais seletivos, retardam desembolsos, substituem produtos, ajustam seus gastos à situação da renda. Mas não param de viver, de comprar, de consumir. Ademais, os momentos de transformações radicais são também geradores de oportunidades.  Sim, períodos de crise geram oportunidades de muitos negócios, duradouros ou somente para atender necessidades momentâneas de pessoas e de empresas. Se por um período caiu o consumo de bens duráveis e de maior valor,  dependentes de fartura de crédito, muitos que operam em  nichos de serviços e de produtos de menor valor apenas ouviram falar dessa crise , mas não sentiram ainda seus efeitos.

 

Em particular, esta é uma crise com origem na perda de confiança entre bancos, e entre bancos e empresas, que afetou em seguida a relação entre empresas e entre empresas e seus clientes.

 

Nesta situação, três questões desafiam a saúde dos pequenos negócios:

 

Se vender sempre foi um desafio de qualquer empresa, na crise este desafio se torna muito maior, pois a demanda encolhe, a insegurança do consumidor retarda os gastos, e as empresas precisam desenvolver formas novas para influenciar a decisão de compra de seus clientes. Se não vender acima do ponto de equilíbrio entre gastos e receita, a tendência é quebrar.

  (mais…)

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