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Posts Tagged ‘inovação’

Qual a diferença entre comprar um refrigerante e uma Coca-Cola? Um refrigerante não possui identidade, marca. Ele é apenas reconhecido pelas características do produto: gasoso e de sabor genérico. A Coca-Cola, por sua vez, vende uma marca, vermelha e escrita com aquelas letras reconhecidas de longe. Perfeito, mas e aí? Todo mundo já sabe disso!

Acontece que as mídias sociais permitem a qualquer produto atingir este grau de valor: serem vinculados mais como uma marca do que como um produto genérico. Vamos a outro exemplo: churrasco do Porcão ou de outra marca?

A imagem construída em torno de determinado produto permite que este seja veiculado de forma distinta, como uma imagem a ser lembrada pelos consumidores e os faça dar preferência pelo seu consumo. As mídias sociais colocam diariamente milhões de pessoas em contato umas com as outras. Por que não utilizar este meio para desenvolver a marca de um produto? Veículos como o twitter não fazem todo o trabalho, mas certamente servem de apoio a campanhas e movimentos maiores que cheguem ao público de diversas formas e satisfaçam os diferentes tipos de pessoas: as auditivas, as visuais e as sinestésicas.

Viva a democracia! O twitter é gratuito, qualquer um pode ter acesso para promover seja lá o que tiver vontade. Apenas os melhores irão sobreviver, e isto também faz parte do jogo. Não basta chamar a atenção e fazer barulho, é preciso ser bom naquilo que faz para sobreviver neste meio.

Agora surge uma nova questão: o quanto de fato é possível ganhar com a promoção de uma marca? Certamente não muito, pois comentário do tipo “Você está pagando pela marca, não pela qualidade” aparece rápido. Ao promover uma marca com identidade o maior ganho é na hora do empate: “Leva este ou aquele produto?” O pêndulo sempre irá pender para aquele que é mais do que apenas um produto, sem contar ainda a inserção em novos mercados/nichos e lojas de conveniência.

Leia mais e comente no blog Mercado ao Seu Alcance.

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No Brasil e no mundo já foi constatada a tendência dos filhos residirem com os pais por um período cada vez maior. Nos Estados Unidos, mediante a situação da economia e o envelhecimento da população, as pessoas estão mudando para as casas onde foram criados.

Muitas vezes os pais vão envelhecendo e as casas ficam grandes demais para um ambiente cujas crianças se mudaram. Uma das complicações na compra desses imóveis são as reformas necessárias para reparação de danos oriundos da idade da estrutura. Além disso, a nova família sempre quer deixar a casa em concordância com a sua personalidade e necessidades. Apesar de necessárias, as reformas implicam na responsabilidade de mexer com pequenas grandes memórias de família.

Essa tendência intrafamiliar pode gerar oportunidades de negócios. Além dos serviços necessários para a reforma, a habilidade em transformar antigas memórias em novos componentes da casa pode ser um diferencial. Essa mudança configura um novo lar, sem descartar as memórias.

O grande potencial reside nessa nova tendência e na tendência mundial de reaproveitamento de móveis, eletrodomésticos, entre outros.  Antigas memórias adquirem um novo uso e no Brasil a criatividade é enorme. Artesãos, lojas de estofamento, elétricas, empresas de móveis, entre outros setores podem aproveitar o potencial do reaproveitamento. Usar os azulejos da lareira para fazer mesinha de canto, remodelar móveis de madeira… muitas são as idéias. As demonstradas abaixo foram citadas em blogs e revistas especializadas em casa.

Outras idéias:

• Janelas e portas antigas de madeira – aparadores, mesas e bancos

• Sofás velhos – novos puffs

• Guarda-roupa antigo – estante

• Janela – quadro

• Pés de máquina de costura – aparador

• Roupeiro antigo com pátina – sapateira

• Caixas de frutas – prateleiras

• Troncos – bancos

• Madeira de cerca de fazenda – revestimentos parede

• Colchão – almofada

• Cortina – almofada

• Tapete – forro de banco

• Calendário antigo – quadro

• Retalhos – colcha

• Saco de pano de cão para mochila de farinha

• Centro da máquina de lavar – mesa

• Carrinho de mão para obra – vaso de plantas

Pintar, lixar, estofar, emoldurar… transformar é a palavra de ordem!

O legal é aproveitar a onda de design retrô para desenvolver produtos e serviços que atendam a essa tendência, promovendo ainda a “reciclagem” de materiais de grande valor sentimental. Leia mais no blog Mercado ao Seu Alcance.

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Você já ficou sem inspiração? Pois é, hoje estou assim. Não é que não tenha nada de novo para escrever, aliás, novidades nunca faltam no meio corporativo. Mas meu dilema é o que escrever para não cair na vala dos textos comuns.

No mundo corporativo, tão cheio de rotinas, normas e padrões, com análises focadas em resultados, a criatividade, de certa forma, acaba ficando um pouco de lado, contribuindo para um baixo índice de inspiração.

Mas o que fazer quando falta inspiração para falar, escrever, fazer diferente o que vem dando certo ou o que precisa ser modificado pela imposição da realidade? Para atualizar este blog, por exemplo, fiquei pensando horas em que temas poderia abordar para atrair a sua atenção. Foi quando percebi que estava faltando em mim a bendita “inspiração”. Comi frutas, dei uma caminhada e fui ler gibi. Não vá pensando que isso é uma receita para se inspirar, mas, no meu caso, me ajudou a tirar o foco do problema. Isso mesmo! Para que as idéias e soluções surjam é preciso esvaziar o nosso “copo” mental, tão cheio de conceitos, preconceitos, dogmas e verdades, para dar lugar a um novo conteúdo.

Se for verdade que os grandes editores, jornalistas, escritores, blogueiros e muitos outros profissionais passam pelo “apagão” da inspiração, por que eu, um reles mortal, não poderia também passar? Leia o texto completo no blog Comunicação Empreendedora.

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O que o empreendedor precisa é aprender a garimpar a inovação, que está escondida por detrás da timidez de seus colaboradores e dele mesmo.

Para inovar é preciso ter amplo conhecimento da atividade empresarial, sem ele, o risco de não atender as necessidades dos clientes e da própria empresa é muito grande.

Segundo o Manual de Oslo, documento de referência à inovação no mundo, existem 4 tipos de inovação:

  • Inovação de Produtos e Serviços – criação ou adequação de novos produtos ou serviços.
  • Inovação de Processo – um novo método de produção ou distribuição, por exemplo, para a introdução de produtos e serviços no mercado.
  • Inovação de Marketing – um novo conceito de marketing para atender as necessidades de consumo do mercado.
  • Inovação Organizacional – alteração ou adequação das rotinas operacionais e funcionais da empresa.

Inicialmente para que a empresa conquiste o mercado, deve aprender a incentivar a cultura à competitividade empresarial, entre todos os colaboradores, pois para que um garimpeiro encontre as pepitas de ouro, precisa diferenciar o minério precioso de uma rocha qualquer.

Quando a empresa aplica alguma técnica de incentivo à inovação, isto por si só, resulta em melhores resultados produtivos e financeiros para o negócio, pois todos os empregados se sentem como partes integrantes e fundamentais para as implantações das mudanças na organização.

Após a empresa reconhecer e estabelecer seus limites e potenciais terá condições de entender as necessidades dos seus clientes e fazer desta informação um trampolim para desenvolver ou procurar no mercado produtos e serviços que atendam aos desejos do seu mercado consumidor.

Por força desta obrigação, os espaços para os processos de inovação vão gradativamente ganhando terreno e principalmente sendo aceitos e respeitados pela empresa, inclusive pelo gestor do negócio.

É bom lembrar que todos os dias são favoráveis para a busca de inovações, não importa qual delas, o fundamental é permanecer na memória dos clientes, como uma empresa que se importa em atender as necessidades atuais e futuras dos consumidores, através de produtos e serviços inovadores, e formas de relacionamento condizentes com os desejos do mercado.

Leia o artigo completo no blog Gestão de Negócios.

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Alguém, em algum lugar, acordou hoje com a intenção de transformar o seu sonho de negócio em uma empresa.

Depois de lavar o rosto e tomar café, comer um pãozinho com manteiga, o mundo real cai na sua frente e lá vai ele, aquele alguém, e o seu sonho para o trabalho do dia a dia, aquela mesma rotina, das 8h00 às 18h00, trânsito, relacionamento com muitas pessoas, e ainda com os diversos superiores hierárquicos, volta para casa, toma banho, janta, dorme, sonha e começa tudo

Mas chega um dia que o espírito empreendedor fala mais alto e começa a vida de mais um visionário, que acredita e aposta, nele mesmo, o empresário.

Porém enquanto tudo estava no mundo dos sonhos era uma coisa, agora na dura e combativa realidade, tudo é diferente, pois ele irá conduzir a família para um ambiente repleto de riscos e oportunidades, alegrias e tristezas, e por isto, capaz de proporcionar ganhos ou prejuízos, dependendo dos caminhos escolhidos, e o único responsável será ele, o empreendedor.

Se tudo der certo, a família irá usufruir os benefícios, se não, todos sofrerão com as mazelas dos erros cometidos.

Na verdade o candidato a empresário terá que conviver por algum tempo no túnel do terror, de onde surgirão os mais diferentes e curiosos monstros e fantasmas para aterrorizá-lo, mas que se afastarão com a presença das inovações verdadeiras, criadas ou adequadas, mas que ninguém tente enganá-los, eles sabem distinguir muito bem um diferencial pirateado de um real.

Quer saber como tornar o sonho real e não deixá-lo se transformar em um pesadelo? Leia mais e comente no blog Consultoria Individual.

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Os supernichos vieram para ficar e se nunca deixaram de existir, agora estão vitaminados pela internet. Explico melhor: o supernicho, tal qual estou me referindo, conjuga uma super especialização em um produto com uma demnada carcterizada para a multiplicidade, a variedade e diferenciação.

Isso significa assumir um papel de catalizar a imensa diversidade de produtos que atendem a clientes muito exigentes; clientes que procuram fugir do tradicional, aquilo que em todo lugar ele pode encontrar.

Os exemplos que citei são apenas alguns em que encontrar bons e diferenciados produtos é muito difícil. Mas a lista é longa e  por definição interminável. Por exemplo: você quer comprar livros em francês, aqui no Brasil?

Que tal olhar então uma empresa chamada, veja que curioso, justamente Livraria Francesa? Está lá no site: http://www.livrariafrancesa.com.br. Trata-se de um supernicho.

A característica do supernicho é que sua viabilidade depende, no caso de uma operação varejista, de estar situado em um grande centro, capaz de possuir consumidores em quantidade para uma demanda tão específica.

Mas a vantagem do novo supernicho, é que na Internet, o mercado ampliado passa a ser o Brasil, quando não o mundo. Outra coisa: o supernicho não permite muitas empresas atuando (no máximo, talvez, 3 a 5 empresas) pois a demanda tende a se concentrar naqueles que serão os grandes especialistas do setor.

Alguém poderá argumentar que a venda pela internet ainda é restrita. Isso não é mais verdade. E, além disso, a longo prazo, a demanda agregada pela Internet será incomensuravelmente mais significativa, segundo os principais analistas de mercado.

E, em vários casos, isso já está acontecendo, a ponto de operações virtuais superarem em muito as transações físicas.

Então se você tem talento, aptidão, ou domina uma área muito específica de produção, ou de produto,  pense em transformar sua empresa num supernicho, usando os canais virtuais.

Você multiplica seu público e como todo operador deste mercado sabe,  pode assim aumentar a sua margem. Pense nisso da próxima vez que for comprar alguma coisa e não ficar satisfeito com o que encontrar. Você poderá estar diante de uma belíssima oportunidade de mercado.

Leia mais e comente no blog Inovação & Estratégias Empresariais.

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Define-se Inteligência social como aquela que permite a um líder escolher a forma social apropriada para grupos e departamentos – grupos de trabalho comprometidos, grupos autogerenciáveis – e orientar as pessoas em seus relacionamentos, enquanto a Inteligência emocional  está focada em sentir as emoções em tempo real e identificar a mensagem que está por trás delas.

Sabemos que nas organizações as pessoas são as responsáveis pelo sucesso da implementação da mudança. A organização deve conscientizar os colaboradores para as transformações que estão ocorrendo no mercado, e sobre o papel de cada um no processo de mudança. Nenhuma mudança organizacional é possível a menos que os indivíduos mudem seus comportamentos, suas atitudes, seus pensamentos para afetar e sustentar a mudança. Assim, para que as organizações mudem é preciso primeiro mudar as pessoas que residem dentro delas. Se as pessoas não vêem ou não sentem a necessidade da mudança, elas não se comprometem com o programa.Como isso é planejado e executado aí na sua empresa? Leia mais e comente no blog da Isabel Ribeiro.

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