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Archive for the ‘Economia’ Category

Com o fim da exclusividade entre as bandeiras de cartões e as operadoras a partir de 1º de julho, o pequeno negócio varejista no Brasil passou a ser tratado como um cliente e não mais como um mero repassador de serviços.A afirmação é do empresário Álvaro Musa, organizador do Fórum C4 Varejo – PME, evento inserido na programação do Congresso Cartões de Crédito ao Consumidor – C4 2010, que aconteceu de 1º a 3 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

Segundo Álvaro Musa, nos últimos 15 anos o chamado “dinheiro de plástico” cresceu de 12 milhões para 600 milhões de cartões. “Estamos no varejo com 6 bilhões de transações no País. Em 1995, eram 200 milhões”, disse.Esses números, afirma, revelam o amadurecimento do setor de cartões, que investiu “muito dinheiro” em tecnologia para chegar a este patamar.

Apesar disso, ainda é um setor pouco regulamentado e muito criticado pelos pequenos negócios no país. “Precisamos estabelecer um diálogo entre as duas pontas. Não estou falando de reduzir preços, mas de criar um cardápio de produtos que possam ser benéficos às duas partes.”Exigir qualidadeVirar um cliente, diz Sérgio Murtinho, tem um custo para o próprio cliente. “É preciso treinamento. Ele precisa tomar para si essa relação. Exigir qualidade dos serviços prestados. O brasileiro peca pelo conformismo, pela relação ruim.”

Segundo ele, uma operação de meio de pagamento deve levar três segundo e não um minuto. “Se você varejista agora é o cliente, tem o direito de exigir qualidade no serviço prestado.”Condições diferenciadas Alexandre Guerra acredita que a relação ainda é desigual, mas deverá melhorar no futuro. “A bandeira que o Sebrae está levando à frente é mostrar que hoje as duas maiores credenciadoras operam com 2 milhões de empresas quando o universo pode ser muito maior se as condições foram diferenciadas de acordo com as necessidades dos usuários.”Hoje 3,5 milhões de micro e pequenas empresas ainda não trabalham com cartão de crédito por diversos motivos, entre eles o alto custo, considerando que cada terminal tem aluguel mensal de R$ 120,00, fora taxas sobre vendas e pagamento da linha telefônica. A Visa e a Redecard, que detêm 90% do mercado, têm 1,7 milhão de maquinetas espalhadas pelo País.

Saiba mais no blog Pequeno Negócios e Finanças.

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Uma pesquisa da Universidade de Brasília demonstrou que os cidadãos buscam mais informações ao comprar do que ao votar.

Você já se pegou analisando qual o Produto Interno Bruto registrado durante o governo de um candidato a eleição? E a taxa de desemprego?

E se a pergunta for: com que freqüência você reflete sobre o custo/benefício de um produto ou serviço para decidir por qual opta? Quantas vezes você se questiona sobre qual é o melhor modelo? Quais as melhores funcionalidades? Quais as melhores cores? Qual a melhor forma de pagamento?

Pois ao redigir a dissertação de mestrado “Democracia, mercado e realidade: um estudo sobre o eleitor no Brasil”, o economista José Jorge Gabriel Júnior demonstrou que o cidadão busca mais informações ao comprar do que ao eleger.
O tempo de dedicação em busca de informações sobre os benefícios para a escolha da melhor opção de produto é superior ao tempo dedicado à análise de variáveis que podem refletir a escolha dos representantes políticos, mesmo ponderando que esses irão aplicar socialmente os impostos pagos por todos. Resumindo: a escolha de um produto é mais criteriosa.

Sem analisar as possíveis reflexões políticas da dissertação, podemos mensurar a importância do papel do consumidor e como a informação é importante para ele.  As empresas devem ter em mente que vivemos em uma época de orientação para o mercado, ou seja, a maior preocupação deve ser com necessidades e desejos do consumidor, além de informá-lo sobre os benefícios de seus produtos ou serviços.

Já se foi o tempo em que vivíamos na “orientação para o produto” no qual o produtor definia o que vendia, ou na “orientação para vendas” no qual se tentava criar motivações externas fortes para gerar o consumo.

Analise seus diferenciais e informe a seus clientes sobre os benefícios que terão com o seu produto ou serviço. Eles irão atrás dela e irão comparar para comprar.

Leia mais e comente no blog Mercado ao seu alcance.


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No imenso universo de empresas brasileiras, cada qual encontra-se enquadrada numa das três diferentes formas de enquadramento tributário.
Veja as proporções e a representatividade quanto ao volume de contribuição arrecadado.

Qual é a forma de enquadramento da sua empresa?

Veja a seguir as três diferentes formas de enquadramento e a representatividade de cada uma delas quanto ao universo de empresas enquadradas e também o volume de arrecadação de tributos.

TRIBUTAÇÃO PELO LUCRO REAL
Perfil de empresa:  Maioria das empresas de grande porte.

TRIBUTAÇÃO PELO LUCRO PRESUMIDO
Perfil de empresa:  Maioria das empresas de pequeno e médio porte.

TRIBUTAÇÃO PELO SIMPLES NACIONAL
Perfil de empresa:  Micro e pequenas empresas.

Tipo de tributação         % Universo de empresas brasileiras              % arrecadação nacional
LUCRO REAL                                          6%                                                                          85%
LUCRO PRESUMIDO                          24%                                                                            9%
SIMPLES NACIONAL                         70%                                                                           6%

Nota:

É nas empresas regidas pelo sistema SIMPLES NACIONAL de tributação é que concentram-se as maiores proporções de empresas operando na informalidade, ou seja, com pouco ou nenhum critério de controle tributário e fiscal, onde compras e vendas ocorrem sem os devidos registros e a emissão de notas fiscais.

Eis um grande motivo para que os órgãos fiscalizadores nas esferas Federal, Estadual e Municipal dediquem seus esforços de fiscalização!

Sua empresa faz parte deste universo?

É um grande momento para repensar em sua gestão!

Pense nisso!

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O setor industrial é responsável por aproximadamente 46% do consumo de energia elétrica no Brasil, do qual somente os motores absorvem 51% da energia consumida. Quando se trata de reduzir desperdícios e economizar energia, as principais recomendações incluem otimização do sistema motor-equipamento, substituição de motores superdimensionados, correção do fator de potência baixo e redução dos picos de demanda.

Motores

  • Verifique se existem motores superdimensionados e tente adequá-los.
  • Quando for substituir motores, sejam queimados ou superdimensionados, utilize motores de alto rendimento
  • Desligue os motores das máquinas quando estas não estiverem operando.
  • Faça manutenções preventivas periódicas.
  • Verifique se os dispositivos de partida estão adequados.

Iluminação

  • Utilize lâmpadas mais eficientes e adequadas para cada tipo de ambiente. A lâmpada de vapor de sódio, por exemplo, é mais eficiente do que as lâmpadas de vapor de mercúrio ou as mistas.
  • Utilize reatores eletrônicos de boa qualidade.
  • Utilize luminárias espelhadas para lâmpadas fluorescentes.
  • Abuse de recursos que aumentem o aproveitamento da iluminação natural: telhas translúcidas, janelas amplas, tetos e paredes em cores claras.
  • Ligue a iluminação somente onde não haja iluminação natural suficiente e desligue-a sempre que as dependências estiverem desocupadas. Mantenha ligada apenas a iluminação que contribua para a segurança do local.
  • Divida os circuitos de iluminação, de tal forma a utilizá-los parcialmente, sem prejudicar o conforto.

Os mesmos cuidados devem ser aplicados a refrigeração, equipamentos elétricos em geral, ar comprimido, fornos elétricos, bombeamento de água entre outros.

Existem programas vinculados ao Ministério da Minas e Energia, executado pela Eletrobrás com os seguintes objetivos:

  • Combater o desperdício de energia elétrica
  • Estimular o uso eficiente e racional de energia elétrica
  • Proporcionar benefícios à própria sociedade
  • Aumentar a competitividade do país

Ações

  • Otimização de sistemas motrizes industriais através de convênios com as Federações de Indústrias.
  • Capacitação laboratorial através de convênios com universidades federais

Para maiores informações acesse http://www.eletrobras.gov.br/procel

Comece pelas pequenas ações de custo menor e planeje a médio prazo ações mais eficazes para a redução de consumo. O investimento na maioria dos casos se paga em pouco tempo.

Leia mais e comente no blog Gestão da Produção e Qualidade.

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Na verdade, a cada dia que passa, percebemos que as fronteiras entre o que é trabalho, lazer e prazer praticamente não existem mais.
Quando Domenico de Masi fala em Ócio Criativo, ele não se limita aos eventuais benefícios do tempo livre: ele se refere ao trabalho, aprendizado e prazer se misturando cada vez mais, resultando em idéias e ações criativas.
Por isso, que tal pensar em um período de férias produtivo?
Incrementar sua loja com artigos de inverno, servir um cardápio diferenciado ou capacitar a linha de frente do seu atendimento podem ser ótimas estratégias para aproveitar as férias para aumentar o seu faturamento.
Além disso, é possível pensar em alternativas de negócios com tempo certo para terminar: oficinas de contar histórias, de pintura ou de culinária para as crianças são nichos interessantes e para os quais muitos empreendedores já têm despertado. Outros têm desenvolvido pequenos circuitos turísticos aproveitando o potencial do inverno para toda a família.
Seja qual for a sua escolha, você pode utilizar o espaço de seu próprio negócio ou identificar mecanismos de locação ou terceirização de parte de sua idéia, principalmente se for uma nova experiência.
Negócios sazonais podem permitir que empreendedores descubram novos comportamentos e que exercitem todas as fases de um empreendimento num curto período de tempo. Ao mesmo tempo, novos nichos de negócios podem ser consolidados nas empresas com maior tempo de atividade.
  • Seja qual for o seu caso, não esqueça a importância do planejamento.
  • Identifique sua vocação e seu interesse pessoal no negócio.
  • Investigue o potencial de consumo de sua nova idéia, pois se não houver clientes prontos a consumir seu produto/serviço, não valerá a pena lançá-lo no mercado.
  • Defina a necessidade de pessoas, faça previsões de venda e de custos operacionais, identifique fornecedores e reflita sobre o quanto você está disposto a trabalhar, afinal enquanto muitos estarão desfrutando o frio do inverno para descansar, você vai suar a camisa, aproveitando a ocasião para aquecer o faturamento de seu negócio.
Leia mais e comente no blog Lounge Empreendedor.

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Investidores anjos são grupos que aplicam capital em empresas iniciantes, conhecidas como start-ups. No Brasil existem quatro grupos desse tipo: o Floripa Angels (em Florianópolis) o Gávea Angels (no Rio de Janeiro), o Bahia Angels (em Salvador) e o São Paulo Anjos (em São Paulo). Cada um dos grupos de investidores é focado em um segmento de negócio no qual busca investir. “Nós buscamos negócios de internet com algum potencial de internacionalização”, explica Marcelo Cazado, fundador e diretor executivo da Floripa Angels.

De acordo com Marcelo, eles buscam empresas que possam crescer sem que a estrutura física e o corpo de funcionários precise aumentar também. “Nossos servidores estão todos na nuvem, utilizamos o conceito de computação em nuvem”, exemplifica Cazado. Se você está interessado em receber capital de investidores anjos, basta enviar o plano de negócio da sua empresa para a Floripa Angels (ou qualquer uma das outras três citadas anteriormente). O processo de seleção é bastante rígido, de acordo com Marcelo, apenas 10% dos planos de negócio enviados são aprovados e passam pelo crivo inicial.

Para esses investidores a lucratividade do negócio não é fator determinante no momento da escolha de investir. “Queremos empreendedores com capacidade de execução e negócios inovadores com potencial de crescimento e lucro”, conta o investidor. Os investimentos variam entre R$30 mil a R$1 milhão são realizados em diversas etapas. Os investidores recebem participação societária em ações preferenciais da empresa.

Saiba mais no blog Startup.Net.

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Presente em 190 países, o PayPal, maior sistema de pagamentos via internet do mundo (controlado pelo e-Bay), concentra informações financeiras de mais de 200 milhões de clientes, para utilizá-los, basta fornecer e-mail e senha. A estreia no Brasil acontece após 2 anos de ensaio. “O Brasil é uma das prioridades do PayPal” afirma o presidente da operação brasileira, Marcelo Mello.

Fundada em 1998 por cinco empreendedores do Vale do Silício na California, o PayPal já movimenta 71 bilhões de dólares anuais, ou seja, 15% das transações on line do mundo.

Ao investir no Brasil, os americanos esperam tirar proveito de um mercado que vendeu 10,6 bilhões de reais em 2009 só de compras pela internet, a que ao ano vem crescendo em média 30%.

O maior desafio será convencer os grandes varejistas a abraçar a causa. “O PayPal ainda precisa mostrar a que veio”, disse Marcílio Pousada, presidente da Livraria Saraiva. “Ele tem que oferecer vantagens ao consumidor capazes de compensar o custo de alterar nosso sistema de cobrança”.

E você o que acha? Leia mais e comente no blog Comércio Exterior.

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