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Posts Tagged ‘oportunidade de negócio’

Existe um ditado popular que diz: “bola na trave não altera o placar”. Você já viu algum jogo onde o seu time jogou muito bem mas foi o time adversário que fez o gol? Quem ganhou a partida? Não importa quantas vezes o seu time acertou na trave, só existe o gol quando a bola entra!
No mundo empresarial toda venda é igual a um gol. A venda move o mundo. A economia mundial só cresce porque empreendedores vendem, pagam tributos e contribuem para melhoria da sociedade. Mas a venda é a conclusão de uma série de passes e jogadas que demandam integração e sinergia da equipe. Se os processos de sua empresa não estiverem alinhados para gerar valor para o cliente e fomentar o crescimento das vendas, sua atuação empresarial será como jogo sem gol.
Toda equipe precisa estar consciente de suas responsabilidades para fomentar as vendas da empresa. As unidades organizacionais de sua empresa precisam entender como agregar valor ao produto e contribuir para que a venda aconteça. O goleiro agarra a bola, a defesa bloqueia os adversários, o meio de campo monta a jogada para que alguém faça o gol. Todos os salários dependem disso, senão o time passa para segunda divisão…
NA PRÁTICA
Seus colaboradores sabem como agregar valor ao produto e fomentar as vendas?
Coloque na prática, realize uma entrevista com todas as unidades organizacionais da sua empresa e faça a seguinte pergunta: Como o seu trabalho pode agregar valor para que nossa empresa venda mais? Mostre para seus colaboradores que não adianta jogar bonito, temos que fazer o gol, temos que vender! Defina o que cada unidade tem que fazer para agregar valor ao produto e fomentar vendas.

Lembre sempre que “bola na trave não altera o placar”. Leia mais e comente no blog Circuito da Feira do Empreendedor.

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De acordo com os pressupostos presentes na Teoria das Restrições, restrição é qualquer coisa que limita um sistema em conseguir maior desempenho em relação a sua meta.

Existem diversos tipos de restrições. Estas podem ser físicas, como uma máquina com baixa capacidade produtiva, despreparo ou baixo número de empregados, ou então restrições não físicas, como as restrições de política da empresa, comportamentais, culturais ou de mercado. Entretanto, as restrições físicas podem ser consideradas, na maioria das vezes, como reflexos das restrições comportamentais ou de procedimentos da organização.

Toda organização é formada ou constituída com um propósito principal e que este é, na verdade, determinado por seus proprietários ou por seus acionistas, que investem recursos com um determinado objetivo. Portanto, para as empresas privadas, certamente a meta é “ganhar mais dinheiro tanto agora como no futuro”.

A empresa deve encontrar as medidas necessárias para guiar e controlar seus esforços na direção de sua meta. Medidas financeiras são necessárias por dois motivos principais. A primeira é controle, ou seja, saber até que ponto a empresa está conseguindo alcançar o objetivo de gerar dinheiro.

Leia mais e comente no blog Gestão da Produção e Qualidade

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Todo mundo já conhece Natura, Avon e outros afins. Mas será que só cosmético se presta à venda direta? A resposta é não.

No tempo da Internet ainda se vendem livros porta a porta. Para ser mais exato: 14% do mercado total, ou 1 em cada 7 livros vendidos no Brasil – o que não é pouca coisa. Um mercado tão interessante que ela mesmo, a Avon, passou a oferecer livros também, junto com seus produtos.

Um exemplo desta estratégia: o livro “Dias Melhores Virão”, do pastor americano Max Lucado, da editora Ediouro. Nas livrarias foram 30 mil exemplares e pelas revendedoras da Avon, foram 300 mil.

Afinal são 1 milhão e 100 mil revendedoras. Enquanto isso, a Associação Brasileira de Difusão do Livro tenta fortalecer o mercado com a contratação de 30 mil vendedores que são pagos por cerca de 220 editoras.

Agora, vale perguntar? O que mais pode ser vendido pelo sistema porta a porta? Que tal o seu produto?

Leia mais e comente no blog Inovação e Estratégia

portaaporta

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Em todas as empresas, a geração de lucro  deve ser encarada  como questão de vida ou de morte. O lucro precisa ser entendido como  “oxigênio”, como condição para atingir os objetivos de viabilização, crescimento e perpetuação da empresa. É inadmissível para uma empresa não se manter lucrativa.

A avaliação da capacidade de geração de lucro da empresa deve ser uma ação permanente do empresário, mas quantos empresários estão atentos ao comportamento da empresa em gerar lucros? É possível se dedicar a esta questão o suficiente? É claro que muitos não conseguem. E porque não?

Primeiro porque o dia a dia da empresa leva a gente para um sem número de pequenas e grandes decisões, de angustiantes negociações, de envolvimento com fornecedores, com clientes, com bancos, com funcionários, com a qualidade dos produtos e serviços, e principalmente com as contas, cada dia é um novo dia cheio de atribulações e, quando menos percebemos, foi-se a semana e chega o final do mês trazendo mais preocupações e mais contas.

Segundo porque a geração de lucro é fruto de uma boa estratégia empresarial, ou seja, decisão de como  são escolhidos, como são alocados  e com utilizados os recursos da empresa., sejam tecnológicos, financeiros, humanos e até mesmo  o modelo de trabalho e o tempo. Sim, o recurso tempo deve ser sempre considerado.

A equação simplificada é: Receita – custos = lucro. Simples, mas cheia de  desafios estratégicos. Observe que quanto maior for a receita e quanto menor for o custo maior poderá ser o lucro, que é o que interessa. Devemos buscar aumentos de receita, por um lado, por outro devemos reduzir custos.

Mas isto não acontece por acaso. Quer saber como fazer isso? Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

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Qual é a diferença entre lojas cheias e vazias? O foco do negócio, a identidade da marca ou a capacidade de permitir ao indivíduo uma experiência única?

Empresas que captam e entregam experiências e vivências desejadas por seus clientes preenchem mais do que sua necessidade, mas uma lacuna na mente e coração do consumidor.

Para isso, não podem tratar todos da mesma forma, bem como não podem tratar todos de forma diferente. O desafio é encontrar grupos de pessoas com características, preferências e gostos semelhantes e tratá-los como se fossem iguais. Isso é o que os grandes administradores chamam de segmentação de mercado.

Segmentação nada mais é do que separar uma parte do mercado, agrupando um conjunto de clientes (pessoas ou organizações), de acordo com determinadas características que sejam úteis aos propósitos de venda e de marketing da sua empresa.

Lembre-se que sua escolha irá definir o seu mercado. Afinal, ninguém pode atender a todo mundo! Leia mais no blog Lounge Empreendedor

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No cenário atual de inovação continuadas e aceleradas não se pode desprezar as fontes de mudança que oportunizam a criação de negócios, entre as quais podem ser citadas as inovações radicais, novo conhecimento científicos, convergência de tecnologias (ex.: nanotecnologias; genética; biosensores), além das alterações culturais, políticas e regulamentares, de estilo de vida (ex.: energias renováveis) e mudanças nos mercados provocadas por alterações demográficas e de preferências (ex.: envelhecimento da população; alimentação saudável; exercício físico), desregulamentação (ex.: transporte aéreo; serviços financeiros) e complexificação das cadeias de abastecimento e distribuição.

São, entre outros, exemplos de tendências de mudança tecnológicas correntes susceptíveis de gerar oportunidades de negócio: Ciências da Vida: engenharia genética, biometria, células estaminais; Difusão e alargamento do âmbito de dispositivos wireless; Novas Tecnologias de Interação: interfacecom computadores e outros dispositivos por via de reconhecimento de voz; softwarede segurança; smartcards; Dispositivos de identificação e segurança para pessoas e bens; Nanotecnologia e biosensores; Robótica: utilização em tarefas de monitorização e salvamento e segurança (ex.: incêndios e ameaças terroristas); Energia: hidrogênio e hidrocarbono (fuel cells).

O envelhecimento acelerado da população, a ascensão das classes médias dos países em desenvolvimento, o aumento da diversidade étnica e cultural nos centros populacionais, o aumento da diversidade religiosa e da variabilidade do impacto da religião sobre escolhas sociais e políticas, a crescente convergência ao nível do acesso a educação e ao conhecimento científico e o papel cada vez mais predominante das mídias e das tecnologias virtuais no dia-a-dia de pessoas e empresas também são mudanças sócio culturais correntes que oportunizam  a criação de novos negócios.

Para que essas oportunidades encontrem terreno fértil para florescer e prosperar o desenvolvimento da economia deve ser encarado como motor do crescimento econômico, devendo dar-se particular relevo a políticas públicas que promovam o empreendedorismo, a inovação, a eficiência de gestão, a criação de emprego e a procura de novas oportunidades de trabalho e de negócio.  Quer saber mais? Continue lendo e comente no blog da Isabel Ribeiro

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Feira do Empreendedor MT 2009

Informações: SEBRAE/MT

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Investimento inicial

 No caso do investimento inicial, muitas são as situações a considerar. Mas, antes de desembolsar o primeiro real, pesquise, estude e relacione todas as despesas que  terá, por exemplo, com o imóvel, instalações, equipamentos, contratações de serviços e de empregados, treinamento, documentação, legalização da empresa etc.

 Relacione esses valores conforme o prazo em que terá que desembolsá-los e então garanta que haverá disponibilidade de capital para os pagamentos. Por mais minucioso que seja na definição dos gastos que comporão seu investimento inicial, tenha certeza de que, quando iniciar a montagem da empresa, surgirão situações de gastos não imaginadas antes. Portanto, reserve uma boa quantia de dinheiro para esses imprevistos. Lembre-se também do “capital de giro”, isto é, do dinheiro que você precisará para pagar empregados, aluguel e despesas com o imóvel, luz, telefone, mercadorias etc. nos primeiros meses de operação e também como reserva de capital para suportar períodos iniciais com baixo volume de venda.

É de fundamental importância ter certeza de quanto vai gastar para montar a empresa e quando terá de efetuar cada pagamento. Veja exemplo no Beco com Saída.

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Para ser competitivo basta detectar oportunidades?

 Não…

 É preciso também ter competência para aproveitar a oportunidade detectada de uma forma que a empresa tenha um excelente retorno sobre o investimento realizado.

 Em outras palavras, é preciso ser profissional para aproveitar ao máximo a oportunidade e, neste sentido, algumas recomendações são importantes…Leia e comente mais no Beco com Saída.

competitividade

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Uma oportunidade de negócio existe quando a oferta de um produto ou serviço encontra-se com a necessidade ou desejo de alguém disposto a pagar por eles. Portanto, antes de tudo, o empreendedor deve estar convencido da existência de uma oportunidade de negócio. Para este convencimento, é importante caracterizar a oportunidade através de uma imersão no mercado e nas características do tipo de negócio que ele pretende desenvolver.

Vamos exemplificar: um empreendedor teve a idéia de montar uma sorveteria em uma cidade do interior de São Paulo, principalmente porque percebeu que os dias de calor estão cada vez mais constantes, e que ele próprio gostava de um bom sorvete.

Todavia, sabendo que seu sentimento pessoal não era suficiente para caracterizar a oportunidade, procurou, primeiramente, identificar na cidade os locais nos quais estavam localizadas as principais sorveterias. Para conseguir essas informações procurou diversas fontes e descobriu que no em um bairro de grande densidade populacional e pode aquisitivo médio, não havia nenhuma sorveteria. Imaginou então que talvez fosse menos arriscado iniciar um novo negócio distante de concorrentes. Decidiu, então, concentrar sua ação de levantamento de informações no bairro. Todos os dias, ele se dirigia para lá e conversando com algum morador…Em uma dessas conversas, conheceu um líder de uma associação de moradores, que facilitou o acesso do empreendedor a uma reunião, na qual ele pôde até distribuir um questionário de perguntas sobre a opinião das pessoas em relação ao negócio.

O resultado: ele se convenceu de que sua idéia inicial significava um negócio em potencial. Podia então abrir a empresa? Não, ele sabia também que deveria verificar a viabilidade do negócio e que mesmo uma boa oportunidade, pode não ser viável. O plano de negócios é uma ferramenta interessante para esta análise.´

oportunidade

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