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Posts Tagged ‘Estratégia’

O famoso guru de competitividade, Porter, definiu estratégia como criar uma posição exclusiva e valiosa, envolvendo diferente conjunto de atividades.

As estratégias genéricas para atingir seus objetivos e vantagem competitiva de um empreendimento são através da  diferenciação, da escala de preço ou por enfoque.

Atuar através da diferenciação é buscar fortalecer positivamente a imagem e a marca da empresa, atender os clientes de forma customizada, gerar conveniência ao acesso aos produtos e serviços  e outras questões que tornem a empresa melhor que as demais. Não significa simplesmente atender com exclusividade somente  a classe A. Você poderá atender de forma diferenciada qualquer classe social ou seu público-alvo, desde que  os conheça bem seus hábitos de consumo, o seu processo de compra e seu estilo de vida.

Já atuar em escala de preço é favorável para mercado em que se possa comercializar um volume alto de produto ou serviço, ter o processo de execução otimizado de produção e atendimento, além de  gerenciar bem os custos.  O grande detalhe, é que muitos empresários só querem atuar com preços baixos sem observar os demais aspectos.

Saiba mais no blog Casos & Causos.

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Como conseguir ser um empresário vencedor? como conquistar um bom emprego? Como obter a independência financeira? A maioria das pessoas vivem em busca do sucesso, mas poucas pensam com seriedade no assunto e fazem bons planos para transformar seus sonhos em realidade.

Estudos revelam que apenas 15% dos que conseguiram vencer, independente do ramo de atuação, o fizeram graças a capacidade técnica e o conhecimento. Os outros 85% conseguiram devido às habilidades de relacionamento humano. Evidenciando que lidar com pessoas, começando por nós mesmos, deve ser uma prioridade para os que desejarem ser bem sucedidos.

Freqüentemente, focamos a realização da tarefa diante de nós, em vez de perceber o valor encontrado nas habilidades que constroem e mantém os relacionamentos. E o que é mais interessante, para não dizer cruel, os 15% ligados a atividades do conhecimento, absorvem 85% ou mais do nosso tempo. No fundo, acreditamos que a tarefa é prioritária e não ficamos em paz enquanto não a realizamos. Nada de errado, não fosse ela nos consumir tanto.

Um bom exemplo disso é quando nos dirigimos ao restaurante. Naturalmente, vamos lá para comer, e ao fazê-lo estamos consumindo o resultado de uma tarefa (a refeição que nos é servido). No entanto, pare e pense nisso por um minuto. A pessoa que pode fazer ou quebrar toda a experiência é geralmente o garson, recepcionista, atendente ou quaquer funcionário com quem mantivermos contato. Se a atitude deles forem positiva, educada e amistosa, tudo estará bem. Mas, se isso não ocorrer, a experiência será desagradável e é isso que contará.

Pense nas ocasiões em que você foi ao restaurante é teve algum tipo de problema. Eu sou capaz de apostar que eles estão muito mais associados as habilidades (ou falta delas) humanas do que à comida que lhe foi servida (conhecimento de culinária). Daí mais um exemplo de que as habilidades no relacionamento humano é primordial para o sucesso.

Diante disso, cabe perguntar: você trata as pessoas que trabalham com você todos os dias com respeito, carinho e admiração? Leia mais no blog Visão do Empreendedor.

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O livro “O monge e o executivo” de James C Hunter cita uma frase interessante falando sobre a “hora de crescer”:
“Chegou a hora de crescer. Crescer não consiste em ser melhor que os semelhantes e superá-los e sim superar a si mesmo”.
Mas para empresas e seus negócios como tratar tal hora de crescer?
Não se trata de plágio, mas aproveitar a base de conhecimento e expandir. Então,que tal?
“Chegou a hora de crescer. Crescer não consiste somente em ser melhor que a concorrência e superá-la, mas sim, através da boa gestão de negócios, fazer sempre o melhor a cada operação!”
Por que abordar isso?
Falar é fácil, mas como descobrir a hora de crescer no ambiente de negócios?
Quando a economia está forte assim como em 2010, nota-se que muitas empresas apostam em ganhos recompensadores e partem para investimentos em novos mercados, operações ou instalações.
Enxergam que suas receitas serão aumentadas por essa aceleração econômica.
Seu credo diz: “Mais receita, mais lucro”!
Acreditam que apenas o “feeling” empreendedor basta para tomar decisão.
Planejar? Para quê? Além do mais acreditam que“Quando tudo vai bem, qualquer coisa dá certo”!
Planejamento? Como, se nem é suficiente o tempo para “fazejamento”!
Além do mais é voz corrente: ”tenho que crescer”!
Quanta angústia. Sabe por quê?

Leia o artigo completo no blog Bom de Negócio!

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Uma constatação que pode ser percebida no mercado, é que historicamente um grande número de empresas brasileiras nasceu e se formalizou, sem qualquer recurso financeiro, ou na melhor hipótese, com um mínimo de dinheiro no bolso, disponível apenas para a primeira compra de produtos, e esta condição inicial, acabou por se tornar uma forma de administração empresarial, dia após dia, ou seja, vender os produtos ou serviços, receber o pagamento dos clientes, para imediatamente pagar os custos do mês anterior, e se possível descontar hoje, todos os cheques futuros, para completar a necessidade atual de caixa e com sorte sobrar alguma coisa para cobrir os gastos pessoais.

Apesar de toda a determinação dos empreendedores para manter o seu negócio respirando, 27% deixam de existir logo no primeiro ano de atividade, para no segundo ano outros 38% não agüentarem a luta e ainda 46% deixarem o campo de batalha do mercado no terceiro ano, segundo pesquisa do SEBRAE-SP, realizada em 2008.

Com certeza uma das principais razões deste desaparecimento precoce é a total falta de controle sobre as informações financeiras básicas das empresas, seguindo aquele frenesi, que aparentemente deu certo na abertura do negócio, ou seja, sem caixa suficiente para manter em dia os principais compromissos, mas vendendo e pagando os credores, do jeito que era possível.

Qualquer empreendimento, que pretende não apenas sobreviver, mas também crescer e progredir, precisa de um mínimo de informações empresariais, consideradas fundamentais para a gestão do negócio, como:

  • Qual o resultado da operação mensal: lucro ou prejuízo.
  • Qual o ponto de equilíbrio da empresa.
  • Qual o saldo de caixa, para amanhã, depois, daqui a três meses?
  • Qual a necessidade de capital de giro.

Você ficou surpreso com alguma destas informações? Leia o texto completo no blog Consultoria Individual.

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Existe um ditado popular que diz: “bola na trave não altera o placar”. Você já viu algum jogo onde o seu time jogou muito bem mas foi o time adversário que fez o gol? Quem ganhou a partida? Não importa quantas vezes o seu time acertou na trave, só existe o gol quando a bola entra!
No mundo empresarial toda venda é igual a um gol. A venda move o mundo. A economia mundial só cresce porque empreendedores vendem, pagam tributos e contribuem para melhoria da sociedade. Mas a venda é a conclusão de uma série de passes e jogadas que demandam integração e sinergia da equipe. Se os processos de sua empresa não estiverem alinhados para gerar valor para o cliente e fomentar o crescimento das vendas, sua atuação empresarial será como jogo sem gol.
Toda equipe precisa estar consciente de suas responsabilidades para fomentar as vendas da empresa. As unidades organizacionais de sua empresa precisam entender como agregar valor ao produto e contribuir para que a venda aconteça. O goleiro agarra a bola, a defesa bloqueia os adversários, o meio de campo monta a jogada para que alguém faça o gol. Todos os salários dependem disso, senão o time passa para segunda divisão…
NA PRÁTICA
Seus colaboradores sabem como agregar valor ao produto e fomentar as vendas?
Coloque na prática, realize uma entrevista com todas as unidades organizacionais da sua empresa e faça a seguinte pergunta: Como o seu trabalho pode agregar valor para que nossa empresa venda mais? Mostre para seus colaboradores que não adianta jogar bonito, temos que fazer o gol, temos que vender! Defina o que cada unidade tem que fazer para agregar valor ao produto e fomentar vendas.

Lembre sempre que “bola na trave não altera o placar”. Leia mais e comente no blog Circuito da Feira do Empreendedor.

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Todo ser humano idealiza um futuro brilhante, entretanto poucos profissionais realmente planejam de forma racional uma mudança de emprego, uma transição de carreira ou o início de uma vida empreendedora.

Planejar esse momento é crucial, afinal mudar dá trabalho. E se não der, fique atento, pois se você deseja sair de um patamar que já conhece para uma aposta em uma situação ainda desconhecida, não será fácil, mas também não será impossível.

Mergulhar de cabeça no que parece ser uma grande oportunidade sem cumprir etapas importantes do planejamento pode gerar insatisfação, perda de tempo, de dinheiro e desgastes desnecessários.

Para não errar nas escolhas quando novas oportunidades surgirem, é preciso ter clareza sobre sua situação atual e sobre as variáveis que servirão de base comparativa para uma tomada de decisão consciente. Você precisa dedicar tempo e disciplina para si e não deixar que problemas atuais e pontuais influenciem sua análise. Lembre-se que problemas sempre farão parte de qualquer emprego, carreira ou negócio e que nada é só problema e nada é só solução o tempo todo.

É você que escolhe para qual lado pretende levar sua vida. Se viver mergulhado nas atividades e rotinas que cegam para o que é efetivamente um problema e para o que pode vir a ser uma solução, você não conseguirá perceber as oportunidades que podem emergir nesse mesmo mar.

Não deixe a maré conduzir você. As grandes ondas devem ser surfadas de acordo com o estágio de desenvolvimento do atleta e se você ainda não estiver pronto, não adianta querer “se jogar no mar” ou será atirado contra as pedras.

Para não se machucar no que parece ser a onda rumo ao seu futuro brilhante, entenda seu estágio profissional. O que te leva a querer mudar agora?

Leia mais e comente no blog Lounge Empreendedor.

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Qual a rentabilidade (lucro sobre as vendas) da sua empresa?  Qual a situação financeira da sua empresa?

É muito comum encontrarmos empresas economicamente viáveis, ou seja, empresas cuja atividade em si geram lucro!  Porém, financeiramente inviáveis, ou seja, por algum motivo, tem compromissos financeiros extraordinários, oriundos, por exemplo, de financiamentos, empréstimos, … que são maiores do que a margem de lucro!

Certamente, situações como estas, representam o começo de um fim!

Muitos casos de insucesso nas empresas são frutos de erros ou ausência do planejamento financeiro.

Muito comum é a montagem de uma empresa, mediante financiamento de máquinas, equipamentos, veículos, estoques e capital de giro, sendo estes, negociados para amortizações imediatas, bem antes do negócio começar a gerar lucro.

Resultado disso, apesar do lucro operacional obtido, em função dos compromissos de amortizações, falta dinheiro para suprir integralmente as necessidades do dia-a-dia.

Então, uma empresa viável na sua atividade, por haver sido “construída” com recursos de terceiros, tem sua sobrevivência comprometida pelo erro de planejamento na busca da origem dos recursos.

Não estamos – em absoluto – instituindo que financiamentos inviabilizam um negócio, simplesmente que estes financiamentos devem ser previamente e cautelosamente planejados.

Certamente você já percebeu o quanto comentamos sobre a necessidade de um bom planejamento, pois, frequentemente recomendamos o planejamento e também a elaboração do orçamento financeiro, isto porque, na realidade, administração das finanças é a gestão daquilo que fora previamente planejado e efetivamente realizado, e não, como comumente ocorre, o controle da movimentação das entradas e saídas aleatórias.

Planejamento é a alma do negócio! Saiba mais e comente no blog Finanças

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