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Posts Tagged ‘criatividade’

Você já ficou sem inspiração? Pois é, hoje estou assim. Não é que não tenha nada de novo para escrever, aliás, novidades nunca faltam no meio corporativo. Mas meu dilema é o que escrever para não cair na vala dos textos comuns.

No mundo corporativo, tão cheio de rotinas, normas e padrões, com análises focadas em resultados, a criatividade, de certa forma, acaba ficando um pouco de lado, contribuindo para um baixo índice de inspiração.

Mas o que fazer quando falta inspiração para falar, escrever, fazer diferente o que vem dando certo ou o que precisa ser modificado pela imposição da realidade? Para atualizar este blog, por exemplo, fiquei pensando horas em que temas poderia abordar para atrair a sua atenção. Foi quando percebi que estava faltando em mim a bendita “inspiração”. Comi frutas, dei uma caminhada e fui ler gibi. Não vá pensando que isso é uma receita para se inspirar, mas, no meu caso, me ajudou a tirar o foco do problema. Isso mesmo! Para que as idéias e soluções surjam é preciso esvaziar o nosso “copo” mental, tão cheio de conceitos, preconceitos, dogmas e verdades, para dar lugar a um novo conteúdo.

Se for verdade que os grandes editores, jornalistas, escritores, blogueiros e muitos outros profissionais passam pelo “apagão” da inspiração, por que eu, um reles mortal, não poderia também passar? Leia o texto completo no blog Comunicação Empreendedora.

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Dois mil e dez chegou e é hora de Inovar e renovar. Inovar é pensar em algo que seus concorrentes ainda não pensaram e colocar em prática esta idéia com eficiência e eficácia para obter resultados econômicos e financeiros diferenciados. A inovação pode gerar redução de custos e tempo de fabricação, melhorando o relacionamento com o cliente, a produtividade do negócio e as condições de trabalho para os colaboradores, além de também melhorar o desempenho de técnicas já aplicadas na empresa.

A inovação deve gerar valor diferenciado e que deve ser percebido pelo cliente, mesmo quando a inovação não está ligada diretamente ao atendimento ou ao relacionamento com o cliente. Se a inovação não gerar valor para o cliente ela não está cumprindo sua missão. Valor é a relação entre o benefício da inovação percebido pelo cliente e o custo para este cliente obter o benefício.

Em um mercado altamente competitivo a inovação é necessária para diferenciar-se no mercado. A inovação gera riquezas e mantém a empresa a frente do seu mercado. Mais do que um ação de mercadológica a inovação deve fazer parte da cultura da empresa. A inovação não é uma ação pontual que é feita uma vez na empresa e não se fala mais, trata-se de uma política de longo prazo.

Inovação é algo simples mas que muitas vezes revoluciona a empresa e o mercado envolvendo tecnologia, gestão, processos e até mudanças no modelo de negócios. A inovação traz competitividade para empresa e se bem trabalhada gera um alto índice de aprendizagem para seus colaboradores e dirigentes. Empresas que sempre estão atualizadas com técnicas modernas de gestão podem ficar atrás de empresas inovadoras, pois simplesmente replicar o que está sendo feito por todos não garante sucesso, o ideal é estar a frente. Leia mais e comente no blog Marketing e Vendas.

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As várias concepções atuais sobre o empreendedor demonstram o caráter rico e multifacetado desse perfil: alguém que assume riscos em condições de incerteza, o fornecedor de capital financeiro, líder, gestor ou executivo, dono de empresa, entre outros.

Junto à disseminação dessa nova cultura, as crescentes exigências e os inesperados desafios do mundo de negócios mostram a urgência em que se una o raciocínio produtivo e a ação inovadora para que, juntos, resultem em real vantagem competitiva.

Muitas empresas reconhecem que a inovação é um processo fundamental para alcançar ou manter um mercado maior e mais sustentável, mas poucas possuem um processo formal para fomentar a inovação, principalmente as micro e pequenas empresas.

Essa é uma triste realidade: há muito discurso sobre a importância da inovação, mas poucas ações concretas capazes de promovê-la. Não acredito que seja falta de vontade, mas, talvez, falta de conhecimento sobre como identificar, captar e desenvolver os recursos humanos, financeiros e tecnológicos necessários.

Inovação é fruto da criatividade, da disposição em ousar, ou diria, antes, de superar o medo de ousar. É um processo que vai além da inserção de novas tecnologias, mas uma nova forma de fazer gestão que só acontece quando acreditamos que tudo pode ser melhorado.

Inovar é gerar alternativas melhores para velhas soluções ou alternativas novas para resolver novos e velhos problemas. “Fazer diferente” pode “fazer a diferença”! E para isso é preciso pensar diferente!

Você acredita que pode melhorar a sua vida? Você é um inovador na gestão? E sua empresa, também está na vanguarda? Leia mais e comente no blog Lounge Empreendedor.

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Analisando várias empresas e seus planos para 2010  identificamos algumas variaveis comuns a vários planejamentos e quero compartilhar com vocês:

Maiores oportunidades para 2010

– aumento de vendas através de vendedores diretos

– aumento de vendas para as classes C e D

– criação de novos produtos e serviços

– fusões e aquisições

– aumento de vendas de novos produtos para clientes atuais

– abertura de novos pontos de presença

– padronização de processos

– aumento de vendas através de marketing inteligente (baseado em dados)

Maiores ameaças

– redução de margens

– aumento de concorrência

– falta de agilidade para aproveitar oportunidades

– consolidação dos mercados (concorrentes ficando maiores e mais fortes)

– necessidade de capital

– aumento das exigências do consumidor

Dificuldades

– Recursos Humanos – falta de talentos

– falta de padronização para expansão

– acertar o modelo de negócios para atender o mercado com velocidade e competitividade

– O mercado vai crescer mais que o folego financeiro de alguns concorrentes.

O que fazer

– planejamento

– alternativas de modelos de operação e expansão

– padronizar processos

Onde Investir (Macro)

– aumentar pontos de presença

– marketing inteligente para apoio as vendas

– Tecnologia da Informação para padronizar processos

Onde Investir (micro)

– captação de novos clientes e fidelização de clientes atuais

Você tem alguma estratégia diferente para 2010? Compartilhe com a gente comentando este post no blog Marketing e Vendas.

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Dia desses, um telefonema de um executivo: “Marcos, meu diretor está querendo saber o que é Proposta de Valor. Tem como explicar por telefone?”

Boa pergunta, José, até tem. Quer ver? Então disse para o aflito executivo o seguinte:

1) Proposta de Valor é: RESPONDER À SEGUINTE QUESTÃO: POR QUE UM CLIENTE DEVE COMPRAR DA MINHA EMPRESA E NÃO DO MEU CONCORRENTE?

2) Dizendo de outra maneira: “Quais as razões pelas quais um cliente deve preferir a minha empresa e não a do meu  vizinho? Por que ele deve me escolher? O que ofereço que é fundamental para ele e se diferencia das demais empresas?”

3) Algumas empresas são as MAIS CONFIÁVEIS; outras oferecem O MELHOR PRODUTO; outras ainda: o melhor desempenho, o menor preço, a maior rapidez, a melhor distribuição, o mix mais completo, etc. Enumerei então para o executivo várias razões de compra, explicando porque cada uma delas pode ser o motivo que define a compra. E além disso, todos os outros benefícios secundários importantes que a empresa pode oferecer.

4) “José”, disse para o executivo, “Pense no Mc Donalds”. “Não se trata de oferecer o melhor lanche, mas o lanche mais confiável, num ambiente agradável, com um sentido de limpeza, organização, numa excelente relação entre sabor, preço e diversão”, expliquei, mostrando para o executivo que há um conjunto de fatores que AGREGAM VALOR NA EXPERIÊNCIA DE COMPRA E USO DO CLIENTE.

5) “O grande problema”, continuei, ” é que não se pode falar de VALOR sem se falar de PREÇO.” “Isto é, o cliente avalia se há valor em relação ao  preço que ele deve pagar. O seu produto VALE o preço cobrado?”.

Essa é uma boa pergunta e com ela terminei o rápido diálogo com o executivo, até porque ele estava sendo chamado para uma reunião com o diretor. Terminamos a ligação prometendo retomar esse assunto. Eu disse para José que em nosso próximo encontro eu ia explicar quais são as posições de valor/preço vencedoras de um produto.

“Mas pessoalmente”, disse; “e com tempo”, por que o assunto merece. E é isso que faremos em nossa próxima postagem: vamos entender melhor como se realiza uma proposta de valor – tema central de qualquer estratégia empresarial.

Leia mais e comente no blog Inovação e Estratégias Empresariais.

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Tem coisas que não dá pra disfarçar. Uma delas é demonstrar felicidade quanto de fato não se tem. Nesse universo complexo que é o sentimento humano, a construção da felicidade ou a sua busca se encena em vários campos do relacionamento social.

Quero deter-me, contudo, no ambiente empresarial. E aí, lhe pergunto: você é feliz no trabalho? Calma, não responda agora. Continue lendo este artigo, pense um pouco depois e responda com tranqüilidade.

Se você é um daqueles que vai para o trabalho satisfeito e motivado, cheios de planos, com uma agenda possível de ser realizada e com um coração repleto de humor para lidar com os conflitos, parece-me que você é uma pessoa que se sente feliz no que trabalha. Será? Há dias, porém, que mesmo depois de uma semana super legal na empresa, um acontecimento qualquer acaba lhe abalando e você se questiona: será que esta organização me merece?

Mas afinal, o que ser feliz no emprego? Entrevistei 40 profissionais de diversos níveis hierárquicos e cheguei a seguinte conclusão: felicidade não se compra e nem se oferece como benefício em seu salário. Dos entrevistados, 80% disseram que são infelizes, contra 20% que se sentem felizes. Mas vem algo mais interessante ainda: dos que 32 profissionais que estão mergulhados na infelicidade, 62,5% apontaram como as principais causas de sua desdita: ambiente hostil, muito competitivo, onde as pessoas querem crescer no custe o que custar; excessiva carga de trabalho, provocando uma sensação de que por mais que trabalhe, não consegue dar contar de tanto serviço; e foco exclusivo nos lucros e não nas pessoas.

Dos que se sentem felizes, todos afirmaram que no ambiente onde trabalham as pessoas são humoradas, os superiores se relacionam humanamente com os subordinados, os níveis de cobrança são compatíveis com a função e de sempre têm tempo para colocar a conversa em dia, mesmo em horário de trabalho.

E o salário? Muitos poderiam ter tido que são infelizes porque ganham pouco ou são felizes porque ganham muito. Porém, o salário não apareceu como indicador de felicidade ou infelicidade dentro das empresas. Isso demonstra que as pessoas se sentem bem e produzem mais em ambientes onde o ser humano é valorizado, quando são respeitadas em seus desejos, sonhos, frustrações, sentimentos, quando são aceitas sem exigências descabidas, sem preconceitos.

Especialistas afirmam que estar infeliz no trabalho pode gerar graves problemas, interferindo desde o desempenho até à saúde física, emocional e espiritual do indivíduo. Traz, ainda,  outro complicador: a desilusão com a profissão. Muita gente está trabalhando em áreas que não se sentem bem. Um dos entrevistados disse que o sonho dele era ser advogado, mas acabou se tornando executivo de um banco oficial. Outro disse que queria ser ator, mas precisou trabalhar e há 10 anos está na mesma função de gerente de atendimento de uma empresa imobiliária. Vende muito bem, mas é infeliz. E pior: morre de inveja dos amigos que se tornaram atores.

O que fazer? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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Quando foi que você teve sua última idéia? Demorou um pouco para responder? Não se preocupe esta pergunta deixa todo mundo com amnésia. Isso não significa que não tenha tido várias idéias nos últimos minutos. Temos idéias a todo o momento, mas acreditamos que uma simples solução de um problema não vale como algo criativo. Muitos acreditam que são criativos apenas quando tem grandes idéias, o que é um conceito errado. Portanto todos somos criativos, pois isso é inerente ao homem que se  diferencia dos animais pois é um ser pensante que articula suas idéias e tem a noção do tempo e do fim dos tempos “a morte”. Portanto posso afirmar que se está lendo este post você é criativo.

Já que todos são criativos por que alguns parecem mais criativos que os outros?

Aqueles que se diferenciam apenas conseguem pensar de forma diferente dos demais. Lembro de uma “pegadinha” feita na TV em que a porta de um elevador abria e todos os ocupantes do elevador estavam de costas para a porta, o que não é normal. A pessoa que não sabia da “pegadinha” entrava e também fica de costas para a porta. O engraçado era que ele seguia o mesmo padrão dos demais mesmo sem saber por que. Caso mudasse a lógica e ficasse de frente para a porta o engraçado seria ver a cara do diretor do programa. Se quer ser criativo quebre as regras (não as leis e a ordem), faça diferente  dos demais.

Mas como posso melhorar minha criatividade? Leia mais e comente no blog Marketing & Vendas.

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