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Posts Tagged ‘quero abrir um negócio’

1 – Iniciamos um negócio a partir de uma “idéia”, mas sempre devemos confirmar se esta “idéia” é realmente uma oportunidade de negócio

2 – É decisivo planejar previamente a estrutura do negócio, principalmente:

a)  investimentos necessários até a completa viabilização,

b)  limites de custos,

c)  volumes de receitas (vendas),

d)  reserva de capital

3 –  O domínio do negócio deve ser conseguido imediatamente, como os aspectos da tecnologia envolvida, condições de mercado e aspectos gerenciais.

4- Nunca misturar o dinheiro da empresa com a renda familiar.

5- Sempre manter o negócio adaptado  às necessidades do público alvo

6 – Estabelecer rapidamente parcerias com fornecedores e com concorrentes

7- Manter crescente a agressividade da estratégia de vendas: ultrapassar no tempo certo o “ponto de equilíbrio”, no qual os gastos se equilibram com as receitas.

8 – Empresários de sucesso não permitem que o processo operacional seja dependente de sua atuação e presença, além do tempo necessário à viabilização do negócio. O mais cedo possível o dono deve se ocupar das questões estratégicas para crescimento e exploração competente da oportunidade.

9 –  Nunca dar passos maiores que as pernas. A ação de planejar deve ser permanente e principalmente nas  decisões estratégicas os riscos devem ser cautelosamente calculados.

10 – Sempre ter objetivos e metas. As decisões e operações devem ser subordinadas ao desejo de atingir objetivos e cumprir metas de desempenho, legitimado para todos da empresa. “Quem não sabe a direção a tomar, qualquer direção serve”. Se não há um volume de lucro a perseguir, qualquer lucro serve, inclusive nenhum lucro, e a empresa morre.

Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil

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Num ponto de venda é essencial criar estímulos aos potenciais clientes. Daí que a atmosfera geral deva ser aproveitada como meio de chamar a atenção.

 “Muitas vezes não se vende, o cliente é que compra”. Esse talvez seja ainda hoje um dos um dos principais erros nos pontos de venda,

É um erro também muito comum não olhar às práticas e estratégias da concorrência, retirando dali os ensinamentos positivos que se poderão aplicar no nosso ponto de venda. A diferenciação, a atenção ao cliente, toda a questão do espaço de venda são também fatores que não podem ser descuidados.

 Aquilo que chamamos merchandising – que abarca conceitos e práticas que vão desde o vitrinismo ao layout dos espaços interiores, às cores, entre outros –, são aspectos ainda muito descuidados no comércio atual.

 Leia mais no blog do consultor empresarial Carmo Oliveira  e comente os erros dos pontos de vendas.Café_Montmartre_Paris

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O consultor empresarial, do Sebrae/SP, Gustavo Carrer, ao longo de mais de 10 anos de experiência em orientação empresarial para novos empresários criou 100 perguntas que precisam ser respondidas com clareza por um futuro empreendedor.

 1 – Perfil:

Há quanto tempo você acumula informações sobre o negócio que pretende iniciar? Acredita que já sabe o suficiente para não cair nas armadilhas mais comuns?

 2 – A escolha do negócio

Você possui experiência no segmento do futuro empreendimento?

 3 – O investimento

Qual o montante de recursos financeiros necessários para o investimento fixo inicial do futuro negócio? Você sabe como fazer uma estimativa?

 4 – A legislação

Quais são os impostos que minha empresa deve recolher quando estiver operando?

 Estas questões estão no blog  Antes de Empreender  e você é convidado de honra por lá para conversar sobre cada uma delas! Visite o blog e deixe os seus comentários.como planejar a abertura de um negocio

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Custos

 No negócio que pensa montar, quando sua empresa começar a funcionar, você terá ainda três famílias de gastos: custo variável, despesas fixas e despesas comerciais.

  Contudo, nas pesquisas e estudos que fizer para entender completamente e dominar esse assunto, você vai deparar com outras expressões como “custo direto” ou “custo indireto”, “custo fixo” etc. Para uma adequada avaliação e gestão do negócio, basta a estruturação em custos variáveis e despesas fixas, além das despesas comerciais, que veremos a seguir.

  Como esta é a fase de elaboração do plano de negócios, a fase de avaliar se o empreendimento que deseja montar será lucrativo ou não, se será viável ou não, é necessário realizar estimativas dos custos e despesas que ocorrerão com o funcionamento da empresa. Quando esta empresa estiver funcionando, será necessário desenvolver um processo seguro para apurar e manter esses gastos sob controle.

  A razão de toda essa trabalheira é simples de entender: seu negócio será viável e compensador se for capaz de gerar lucro lembra-se do que afirmamos no início? Leia mais no Beco com Saída.

Vídeos: Gestão de custos

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Investimento inicial

 No caso do investimento inicial, muitas são as situações a considerar. Mas, antes de desembolsar o primeiro real, pesquise, estude e relacione todas as despesas que  terá, por exemplo, com o imóvel, instalações, equipamentos, contratações de serviços e de empregados, treinamento, documentação, legalização da empresa etc.

 Relacione esses valores conforme o prazo em que terá que desembolsá-los e então garanta que haverá disponibilidade de capital para os pagamentos. Por mais minucioso que seja na definição dos gastos que comporão seu investimento inicial, tenha certeza de que, quando iniciar a montagem da empresa, surgirão situações de gastos não imaginadas antes. Portanto, reserve uma boa quantia de dinheiro para esses imprevistos. Lembre-se também do “capital de giro”, isto é, do dinheiro que você precisará para pagar empregados, aluguel e despesas com o imóvel, luz, telefone, mercadorias etc. nos primeiros meses de operação e também como reserva de capital para suportar períodos iniciais com baixo volume de venda.

É de fundamental importância ter certeza de quanto vai gastar para montar a empresa e quando terá de efetuar cada pagamento. Veja exemplo no Beco com Saída.

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Gastos (investimento inicial, custos e despesas)

financiamento Essa é uma questão sobre a qual vale a pena investir tempo em pesquisa e em estudo. Seja qual for a metodologia que utilizar para elaboração de seu plano de negócios, não abra mão de se convencer sobre a realidade de gastos que enfrentará.

Não faça suposições, não seja otimista demais, trate essa questão com seriedade e veracidade. Antes de seus sócios, antes das fontes de financiamento que porventura vier a utilizar, é você que precisa ter certeza da composição de gastos que resultará na empresa a ser montada.

 Inicialmente separe os gastos conforme três conceitos: investimento, custos e despesas.

 Todos os valores que for despender para a montagem da empresa, até que ela esteja em condições de funcionar, devem ser tratados como gastos de investimento inicial.

 Tudo o que for necessário, daí para a frente, são custos de operação, para que a empresa possa produzir ou adquirir, ou despesas comerciais, para que possa comercializar. Custos de operação e despesas comerciais se repetem diariamente, mensalmente e permanentemente.

 A quantia que aplicar como investimento inicial você deverá, se a empresas der certo, recuperar após um período de tempo. Esse tempo é variável, dependendo de cada negócio. Isto é, a empresa devolverá em forma de lucro todo o valor que você gastou para montá-la, e daí para a frente deverá continuar a gerar lucro de forma adicional enquanto durar.

Já a quantia que aplicar para produzir ou adquirir, vender e manter o negócio deverá ser recuperada em cada venda, correspondente a cada unidade de venda. Por isso é decisivo saber com antecedência quanto vai gastar em custos e despesas em cada unidade vendida, em determinado período de tempo e quanto precisará vender.

 Leia mais e comente no Beco com Saída.

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Que tipo de negócio você pretende abrir? Em que lugar? Para qual público? Com base nessas informações, a Bússola Sebrae responde se a empresa tem ou não chances de prosperar.

 

A maioria dos brasileiros, desempregados ou não, tem um sonho: abrir o próprio negócio. Mas como saber se vai dar certo? O Sebrae criou uma espécie de bússola para indicar caminhos.

 

Assista a reportagem do Bom Dia Brasil da Globo.

 

Saiba mais sobre o Bússola Sebrae

 

bussola  Por enquanto, é só uma espiada no futuro concorrente. Formada há cinco anos em educação física, Patrícia Campos quer dar um passou ousado na carreira: abrir a própria academia.

 

“Hoje em dia, do jeito que o mercado está e do jeito que o mundo está, o tiro pode sair pela culatra. Essa é justamente a proposta: será que investindo eu vou conseguir ter lucro?”, questiona Patrícia Campos.

 

A preocupação de Patrícia tem fundamento. No Brasil, de cada dez empresas abertas duas fecham as portas antes de completar dois anos. A falta de planejamento é uma das principais razões para o fracasso.

 

“Para você ter uma empresa, existem vários fatores que precisam ser considerados”, afirma a gerente de atendimento do Sebrae em Minas Gerais, Mara Veith.

 

Que tipo de negócio você pretende abrir? Em que lugar? Para qual público? Com base nessas informações, a Bússola Sebrae responde se a empresa tem ou não chances de prosperar.

 

As fontes de dados são instituições como IBGE, Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Ministério do Trabalho. O novo sistema do Sebrae já está disponível em mais de mil cidades brasileiras. A consulta é de graça.

  (mais…)

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Muitas pessoas despertam a idéia de abrir uma empresa e uma das primeiras perguntas que fazem:

v      para os amigos e familiares se gostam da idéia; e

v      para os consultores e similares quanto será o investimento.

 

O entusiasmo e a ansiedade de abrir são tantas e já procuram saber como legalizar e quanto possuem de recurso financeiro ou aonde poderão captar dinheiro para abrir o empreendimento.

 

O Detalhe é poucas começam a conversa com algo tão importante que o investimento. – Que é o conhecimento de mercado!

 

O “mercado”, falo o conhecimento quanto a:

 

a) Potenciais clientes motivações para compra, volume e frequência de compra;

 

b) Mix de produtos e serviços- quais os produtos e serviços que serão oferecidos de acordo o a demanda dos clientes;

 

c) Concorrentes – similares e de produtos substitutos. Saber quais seus pontos fracos e fortes;

 

d) Fornecedores – quem vai fornecer seu produto, insumo ou serviços. Seu preço, volume de compra e prazo de entrega.

 

Essas informações ditarão a infra-estrutura de seu empreendimento para melhor atender os potenciais clientes! Leia o artigo completo da consultora do Sebrae/PE, Conceição Moraes no Casos & Causos.

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Sempre que alguém me pergunta “como faço para abrir a empresa?”, procuro direcioná-la para outra pergunta: “como faço para ganhar dinheiro com a empresa?”

Esta pequena variação representa muita coisa. Isso porque antes de se tomar uma decisão de realização de investimentos em um novo negócio, deve-se conhecer as sutilezas a serem consideradas para que os clientes se sintam atraídos pela proposta.

“Mas como as descubro?” Leia mais no Conselheiro Criativo.

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logo_proprio1 Para o consultor financeiro, João Silvério, é natural a preocupação com os recursos financeiros necessários á implantação de qualquer negócio. Claro que sem dinheiro não se monta negócios ! Seja ele próprio, seja de terceiros (amigo, paitrocinador, companheiro (a), instituição de microfinanças, banco, agencia de fomento, cooperativa de crédito). Seja micro, pequeno ou médio negócio, sempre haverá a a necessidade de contar com reursos próprios – aquela famosa poupança!! E à medida que a necessidade por recursos de terceiros aumenta, aumentará a exigência por maior organização e planejamento prévio…não só dos outros, mas também do empreendedor.

 

É neste contexto que a elaboração do Plano de Negócios se insere, nele são planejados todos os aspectos necessários à montagem de um empreendimento, e mais, será possivel prever dificuldades, e detetar novas oportunidades – inovações, antes mesmo de se gastar um tostão! Leia o artigo completo no Pequenos Negócios & Finanças e registre lá as suas dúvidas e comentários.

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