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Posts Tagged ‘Mercado’

Interessante um texto publicado pela Harvard Business Review onde se coloca em cheque as empresas que tentam mimar os clientes. De acordo com o texto, o alto investimento em supérfluos com a intenção de superar a expectativa dos clientes não tem o resultado esperado. O trabalho mostra pouca relação da satisfação com a fidelização.

O autor defende que a lealdade tem muito mais a ver com a capacidade de honrar a sua promessa básica (por mais simples que seja) do que com o espetacular que a experiência do atendimento possa ser.

É defendida a relação da qualidade do produto e a marca da empresa com a fidelidade e o atendimento com a infidelidade. Ou seja, o atendimento ruim espanta os clientes. O bom atendimento, isolado, não garante a sua volta. A menos que esteja conectado com a qualidade do produto e a marca da empresa. O texto conclui que encantar o cliente não produz fidelidade. O que pode fidelizar é o trabalho que deve ser feito para facilitar a vida, resolver o problema ou simplesmente remover os obstáculos para o cliente.

Qual é a estratégia da sua empresa para fidelizar os clientes? Leia e comente o artigo completo no blog Sirva-se.

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O livro “O monge e o executivo” de James C Hunter cita uma frase interessante falando sobre a “hora de crescer”:
“Chegou a hora de crescer. Crescer não consiste em ser melhor que os semelhantes e superá-los e sim superar a si mesmo”.
Mas para empresas e seus negócios como tratar tal hora de crescer?
Não se trata de plágio, mas aproveitar a base de conhecimento e expandir. Então,que tal?
“Chegou a hora de crescer. Crescer não consiste somente em ser melhor que a concorrência e superá-la, mas sim, através da boa gestão de negócios, fazer sempre o melhor a cada operação!”
Por que abordar isso?
Falar é fácil, mas como descobrir a hora de crescer no ambiente de negócios?
Quando a economia está forte assim como em 2010, nota-se que muitas empresas apostam em ganhos recompensadores e partem para investimentos em novos mercados, operações ou instalações.
Enxergam que suas receitas serão aumentadas por essa aceleração econômica.
Seu credo diz: “Mais receita, mais lucro”!
Acreditam que apenas o “feeling” empreendedor basta para tomar decisão.
Planejar? Para quê? Além do mais acreditam que“Quando tudo vai bem, qualquer coisa dá certo”!
Planejamento? Como, se nem é suficiente o tempo para “fazejamento”!
Além do mais é voz corrente: ”tenho que crescer”!
Quanta angústia. Sabe por quê?

Leia o artigo completo no blog Bom de Negócio!

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O preço e a qualidade ainda são fatores decisivos na compra, mas não têm sido os únicos, principalmente nos dias de hoje, em que as empresas estão disputando cada vez mais a preferência dos consumidores. Os clientes estão cada dia mais exigentes e conscientes de seus direitos, por isso prestar um atendimento de qualidade tem sido usado como diferencial competitivo.

Mas, nem todas as empresas levam tão a sério o fator atendimento. Por exemplo, há alguns dias, estive em uma grande loja de materiais esportivos para comprar agasalhos para os meus filhos. Enquanto escolhíamos os agasalhos, observei que dois vendedores batiam papo descontraidamente, quando repentinamente apareceu um cliente esbravejando contra um deles, que o havia deixado esperando pelo seu atendimento. O mais incrível de tudo isso é que o vendedor começou retrucar o cliente com palavras ásperas, fazendo com que o mesmo deixasse a loja, dizendo que não mais voltaria a comprar naquela loja.

Provavelmente este cliente não voltará a comprar nesta loja, pelo atendimento recebido. O interessante disso tudo é que, embora muitas empresas estejam investido cada vez mais dinheiro em infraestrutura e tecnologia, esquecem de um dos principais aspectos de uma venda: como atender bem o cliente, ou melhor, como encantar o cliente.

Estudos mostram que o principal motivo pelo qual clientes deixam de comprar produtos ou solicitar serviços, é porque consideram os atendentes indiferentes ou pouco dispostos a ajudar. Isso ocorre porque, para o consumidor, quando ele está em contato com um empregado da empresa, está falando com a empresa e não com o empregado.

Um bom atendimento começa pela vontade e determinação do empresário em prestar um atendimento diferenciado e, se possível, personalizado para o seu consumidor.  Como fazer isso acontecer na empresa? Leia mais e comente no blog do Egnaldo Paulino.

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Uma constatação que pode ser percebida no mercado, é que historicamente um grande número de empresas brasileiras nasceu e se formalizou, sem qualquer recurso financeiro, ou na melhor hipótese, com um mínimo de dinheiro no bolso, disponível apenas para a primeira compra de produtos, e esta condição inicial, acabou por se tornar uma forma de administração empresarial, dia após dia, ou seja, vender os produtos ou serviços, receber o pagamento dos clientes, para imediatamente pagar os custos do mês anterior, e se possível descontar hoje, todos os cheques futuros, para completar a necessidade atual de caixa e com sorte sobrar alguma coisa para cobrir os gastos pessoais.

Apesar de toda a determinação dos empreendedores para manter o seu negócio respirando, 27% deixam de existir logo no primeiro ano de atividade, para no segundo ano outros 38% não agüentarem a luta e ainda 46% deixarem o campo de batalha do mercado no terceiro ano, segundo pesquisa do SEBRAE-SP, realizada em 2008.

Com certeza uma das principais razões deste desaparecimento precoce é a total falta de controle sobre as informações financeiras básicas das empresas, seguindo aquele frenesi, que aparentemente deu certo na abertura do negócio, ou seja, sem caixa suficiente para manter em dia os principais compromissos, mas vendendo e pagando os credores, do jeito que era possível.

Qualquer empreendimento, que pretende não apenas sobreviver, mas também crescer e progredir, precisa de um mínimo de informações empresariais, consideradas fundamentais para a gestão do negócio, como:

  • Qual o resultado da operação mensal: lucro ou prejuízo.
  • Qual o ponto de equilíbrio da empresa.
  • Qual o saldo de caixa, para amanhã, depois, daqui a três meses?
  • Qual a necessidade de capital de giro.

Você ficou surpreso com alguma destas informações? Leia o texto completo no blog Consultoria Individual.

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Considerada um ponto de encontro para troca de conhecimento e interação entre empresários de diversas áreas e setores, a rede permite ao empresário que se tornar membro acompanhar notícias e dicas de negócios no Blog, tirar dúvidas e interagir com outros empresários no Fórum, ficar por dentro dos Eventos para empresários de todo o Brasil e colaborar com a agenda da rede. Além disso, há diversos vídeos e fotos com dicas, notícias e cobertura de eventos, com espaço para o próprio membro contribuir e postar.

Sou empresário é um lugar para os empresários falarem com outros empresários, compartilharem experiências corporativas, debaterem sobre o setor em que atuam, tirar dúvidas sobre negócios e contar sobre a empresa que possuem. Uma iniciativa que visa fomentar a necessidade de encontro, a troca de experiência e o aprendizado que possuem os empresários de todo o Brasil, de todos os setores.

Sou Empresário também está em outras redes, levando notícias, cases, dicas de negócios e empreendedorismo a todos, abrindo espaço para participação. Acompanhem!

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Na verdade, a cada dia que passa, percebemos que as fronteiras entre o que é trabalho, lazer e prazer praticamente não existem mais.
Quando Domenico de Masi fala em Ócio Criativo, ele não se limita aos eventuais benefícios do tempo livre: ele se refere ao trabalho, aprendizado e prazer se misturando cada vez mais, resultando em idéias e ações criativas.
Por isso, que tal pensar em um período de férias produtivo?
Incrementar sua loja com artigos de inverno, servir um cardápio diferenciado ou capacitar a linha de frente do seu atendimento podem ser ótimas estratégias para aproveitar as férias para aumentar o seu faturamento.
Além disso, é possível pensar em alternativas de negócios com tempo certo para terminar: oficinas de contar histórias, de pintura ou de culinária para as crianças são nichos interessantes e para os quais muitos empreendedores já têm despertado. Outros têm desenvolvido pequenos circuitos turísticos aproveitando o potencial do inverno para toda a família.
Seja qual for a sua escolha, você pode utilizar o espaço de seu próprio negócio ou identificar mecanismos de locação ou terceirização de parte de sua idéia, principalmente se for uma nova experiência.
Negócios sazonais podem permitir que empreendedores descubram novos comportamentos e que exercitem todas as fases de um empreendimento num curto período de tempo. Ao mesmo tempo, novos nichos de negócios podem ser consolidados nas empresas com maior tempo de atividade.
  • Seja qual for o seu caso, não esqueça a importância do planejamento.
  • Identifique sua vocação e seu interesse pessoal no negócio.
  • Investigue o potencial de consumo de sua nova idéia, pois se não houver clientes prontos a consumir seu produto/serviço, não valerá a pena lançá-lo no mercado.
  • Defina a necessidade de pessoas, faça previsões de venda e de custos operacionais, identifique fornecedores e reflita sobre o quanto você está disposto a trabalhar, afinal enquanto muitos estarão desfrutando o frio do inverno para descansar, você vai suar a camisa, aproveitando a ocasião para aquecer o faturamento de seu negócio.
Leia mais e comente no blog Lounge Empreendedor.

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O que o empreendedor precisa é aprender a garimpar a inovação, que está escondida por detrás da timidez de seus colaboradores e dele mesmo.

Para inovar é preciso ter amplo conhecimento da atividade empresarial, sem ele, o risco de não atender as necessidades dos clientes e da própria empresa é muito grande.

Segundo o Manual de Oslo, documento de referência à inovação no mundo, existem 4 tipos de inovação:

  • Inovação de Produtos e Serviços – criação ou adequação de novos produtos ou serviços.
  • Inovação de Processo – um novo método de produção ou distribuição, por exemplo, para a introdução de produtos e serviços no mercado.
  • Inovação de Marketing – um novo conceito de marketing para atender as necessidades de consumo do mercado.
  • Inovação Organizacional – alteração ou adequação das rotinas operacionais e funcionais da empresa.

Inicialmente para que a empresa conquiste o mercado, deve aprender a incentivar a cultura à competitividade empresarial, entre todos os colaboradores, pois para que um garimpeiro encontre as pepitas de ouro, precisa diferenciar o minério precioso de uma rocha qualquer.

Quando a empresa aplica alguma técnica de incentivo à inovação, isto por si só, resulta em melhores resultados produtivos e financeiros para o negócio, pois todos os empregados se sentem como partes integrantes e fundamentais para as implantações das mudanças na organização.

Após a empresa reconhecer e estabelecer seus limites e potenciais terá condições de entender as necessidades dos seus clientes e fazer desta informação um trampolim para desenvolver ou procurar no mercado produtos e serviços que atendam aos desejos do seu mercado consumidor.

Por força desta obrigação, os espaços para os processos de inovação vão gradativamente ganhando terreno e principalmente sendo aceitos e respeitados pela empresa, inclusive pelo gestor do negócio.

É bom lembrar que todos os dias são favoráveis para a busca de inovações, não importa qual delas, o fundamental é permanecer na memória dos clientes, como uma empresa que se importa em atender as necessidades atuais e futuras dos consumidores, através de produtos e serviços inovadores, e formas de relacionamento condizentes com os desejos do mercado.

Leia o artigo completo no blog Gestão de Negócios.

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