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Archive for the ‘Gestão’ Category

Ultrapassar os desafios, na fase de consolidação da empresa no mercado, é motivo de orgulho e tem gosto de vitória para os empreendedores que chegam lá.

Porém, alguns desafios continuam acompanhando os empreendedores entusiasmados e desejosos de crescimento.

A gestão familiar muitas vezes é a fonte de muitos problemas, tanto para empresa, quanto para a família.

A falta de planejamento deixa a empresa à deriva. Somado a isso, o empresário se depara com profissionais com baixa qualificação, o que limita a possibilidade de delegação e interfere na qualidade dos serviços e produtos.

Diante disso tudo, o empresário acaba ficando sem tempo para pensar estrategicamente, “porque tudo passa por mim”, dizem alguns empresários.

Eu já vi empresas com grande potencial de crescimento que decidiram não crescer. “Porque se eu crescer mais, não conseguirei mais ter o controle das coisas, meus braços não alcançam tudo”, dizem alguns.

Como crescer e manter a empresa sob controle? Equação difícil, não é?

Para entender o que ocorre ao longo da vida da empresa podemos observar a figura abaixo. Quando a empresa nasce, o empreendedor está buscando a fórmula de sucesso, entendendo o mercado, analisando quais produtos vendem mais, como lidar com fornecedores, clientes, funcionários. É um aprendizado que ocorre na prática do dia a dia, com erros e acertos.

Certamente,  as empresas vitoriosas são as que descobrem mais cedo a fórmula certa e são capazes de multiplicá-la.

Porém, para as empresas que querem continuar crescendo,  logo, logo, vão se deparar com o ponto em que a fórmula já testada não funciona mais, é preciso reinventá-la, promover mudanças para continuar crescendo. É o momento de reinvenção.

Leia mais e comente no blog Empreendedorismo e Planejamento.

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O mercado coloca à disposição das indústrias, equipamentos e suprimentos, novas tecnologias, processos e serviços, com vistas a reduzir tempo e  custos de produção, sem comprometer a excelência de qualidade dos serviços e produtos.

Este investimento valioso deve permanecer produtivo por muito tempo, para tanto a manutenção do maquinário, com destaque para as ações de prevenção tem hoje um importante espaço no cenário das indústrias, que estão cada vez mais automatizadas.

As inovações nas tecnologias da  eletrônica, mecânica, elétrica e hidráulica servem de apoio nas decisões estratégicas da empresa. Agregam valores em termos de disponibilidade, confiabilidade, sustentabilidade, qualidade, segurança do trabalho, garantindo eficiência no desempenho e principalmente redução de custos.

A manutenção, como função estratégica das organizações é responsável direta pela disponibilidade dos ativos, tem importância capital nos resultados da empresa. Esses resultados serão tanto melhores quanto mais eficaz for a gestão da manutenção.

As organizações devem procurar as melhorias contínuas na sua gestão da manutenção, buscando-se incessantemente  conhecimentos inovadores e aplicação das melhores práticas da manutenção.

Os métodos e tipos mais comuns de manutenção são:

  • Manutenção corretiva:  efetuada após a ocorrência de uma pane destinada a recolocar um item em condições de executar uma função requerida;
  • Manutenção preventiva: efetuada em intervalos predeterminados, ou de acordo com critérios prescritos, destinada a reduzir a probabilidade de falha ou a degradação do funcionamento de um item;
  • Manutenção preditiva: permitem garantir uma qualidade de serviço desejada, com base na aplicação sistemática de técnicas de análise, utilizando-se de meios de supervisão centralizados ou de amostragem para reduzir a um mínimo a manutenção preventiva e diminuir a manutenção corretiva.

Entre todos os tipos de manutenção nenhuma modalidade substitui outra, porém associadas uma da outra, trarão resultados positivos em termos de performances gerais nas gestões.

Qualquer sistema de gestão envolve o planejamento, prolongando-se num ciclo dinâmico, que inclui a organização, a execução, a direção e o controle, o mesmo ocorre com a gestão da manutenção.

Saiba mais no blog Gestão da Produção e Qualidade.



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O famoso guru de competitividade, Porter, definiu estratégia como criar uma posição exclusiva e valiosa, envolvendo diferente conjunto de atividades.

As estratégias genéricas para atingir seus objetivos e vantagem competitiva de um empreendimento são através da  diferenciação, da escala de preço ou por enfoque.

Atuar através da diferenciação é buscar fortalecer positivamente a imagem e a marca da empresa, atender os clientes de forma customizada, gerar conveniência ao acesso aos produtos e serviços  e outras questões que tornem a empresa melhor que as demais. Não significa simplesmente atender com exclusividade somente  a classe A. Você poderá atender de forma diferenciada qualquer classe social ou seu público-alvo, desde que  os conheça bem seus hábitos de consumo, o seu processo de compra e seu estilo de vida.

Já atuar em escala de preço é favorável para mercado em que se possa comercializar um volume alto de produto ou serviço, ter o processo de execução otimizado de produção e atendimento, além de  gerenciar bem os custos.  O grande detalhe, é que muitos empresários só querem atuar com preços baixos sem observar os demais aspectos.

Saiba mais no blog Casos & Causos.

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As micro e pequenas empresas representam 99% do universo empresarial nacional. Com as constantes alterações dos cenários mercadológicos e o aumentos da competitividade entre elas, torna-se imprescindível uma política especializada de gestão. Gerir requer três níveis básicos do conhecimento e da prática: saber gerir, querer gerir e o gerir com eficiência.

Mas a realidade não é muito animadora. A maioria dos empresários de micro e pequenas empresas não está preparada para a gestão empresarial. Apesar de dominarem tecnicamente a operação, os gestores empresariais dos pequenos negócios não gostam ou não sabem administrar processos. Podem até ser bons vendedores, mas muitos acabam atropelando a gestão de pessoas, por exemplo. Querem ganhar muito, mas negociando baixos salários. Desejam conquistar mercados, mas não investem em marketing especializado. Enfim, têm ótimas intenções, mas não conseguem sair do papel.

Prova disso, são recentes pesquisas realizadas pelo Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, SEBRAE, que comprovam que sete em cada dez empresas brasileiras encerram suas atividades antes dos cinco anos de vida, e o principal motivo a levá-las a isto é a falta de gestão por parte de seus administradores.

Como superar isso? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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Você já se perguntou quanto vale cada cliente da sua empresa? O valor de um cliente não pode ser medido apenas pelo que sua empresa ganha em cada negociação mas pela soma de todas as transações realizadas ao longo da vida e das indicações que ele pode fazer.

Se imaginarmos quanto um cliente pode gastar em sua empresa ao longo de toda vida teremos o valor deste cliente ao longo do tempo. Uma simples fotocopia de R$0,10 que pode trazer um resultado insignificante se considerarmos isoladamente pode gerar um resultado muito maior se imaginarmos quantas fotocópias uma pessoa tira ao longo de sua vida. Dentro desta lógica o valor de um cliente não é o valor do resultado de uma única compra mas quanto ele comprará deste mesmo produto ao longo de toda a sua vida. Passamos a enxergar o quanto este cliente realmente vale. Para que todo este potencial, que cada cliente passa a ter diante desta nova perspectiva, possa ser utilizado integralmente será necessário que ele compre sempre da sua empresa pelo resto da vida, portanto a fidelização é fundamental.

Para o exemplo da fotocópia a compra será sempre repetida mas no caso de uma casa ou apartamento em que pessoa compra em média 1ou 2 casas durante toda a sua vida? Para estes casos é preciso imaginar que além da recompra ele pode indicar outros clientes para sua empresa. Além desta possibilidade de indicação o cliente pode adquirir serviços  complementares como reformas, conservação e manutenção da casa que comprou.

O importante é termos em nossa mente que o cliente vale muito mais que uma simples compra e quando nossos funcionários enxergam isso o atendimento melhora significativamente. Vamos fazer uma pequena conta para ilustrarmos esta idéia:

Uma pessoa que gasta mensalmente no supermercado R$ 500,00, imaginando que ela começou a fazer suas compras com 25 anos de idade (antes vivia com os pais e as compras eram realizadas pela família) e que viverá até os 75 anos de idade (idade média do brasileiro é de 76 anos), ao todo gastará com supermercado em sua vida algo em torno de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) (R$ 500,00 por mês X 12 meses X 50 anos) sem contar as possíveis indicações.

Quando este cliente entra na porta de um supermercado cada funcionário tem que enxergar nele um potencial de 300 mil reais e não apenas uma compra de R$ 100,00 feita a cada semana. Isto muda toda uma lógica de atendimento e valorização do cliente exigindo estratégias de fidelização por parte da empresa.

Quanto cada cliente vale em sua empresa? Leia mais e comente no blog Marketing e Vendas.

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O livro “O monge e o executivo” de James C Hunter cita uma frase interessante falando sobre a “hora de crescer”:
“Chegou a hora de crescer. Crescer não consiste em ser melhor que os semelhantes e superá-los e sim superar a si mesmo”.
Mas para empresas e seus negócios como tratar tal hora de crescer?
Não se trata de plágio, mas aproveitar a base de conhecimento e expandir. Então,que tal?
“Chegou a hora de crescer. Crescer não consiste somente em ser melhor que a concorrência e superá-la, mas sim, através da boa gestão de negócios, fazer sempre o melhor a cada operação!”
Por que abordar isso?
Falar é fácil, mas como descobrir a hora de crescer no ambiente de negócios?
Quando a economia está forte assim como em 2010, nota-se que muitas empresas apostam em ganhos recompensadores e partem para investimentos em novos mercados, operações ou instalações.
Enxergam que suas receitas serão aumentadas por essa aceleração econômica.
Seu credo diz: “Mais receita, mais lucro”!
Acreditam que apenas o “feeling” empreendedor basta para tomar decisão.
Planejar? Para quê? Além do mais acreditam que“Quando tudo vai bem, qualquer coisa dá certo”!
Planejamento? Como, se nem é suficiente o tempo para “fazejamento”!
Além do mais é voz corrente: ”tenho que crescer”!
Quanta angústia. Sabe por quê?

Leia o artigo completo no blog Bom de Negócio!

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Uma constatação que pode ser percebida no mercado, é que historicamente um grande número de empresas brasileiras nasceu e se formalizou, sem qualquer recurso financeiro, ou na melhor hipótese, com um mínimo de dinheiro no bolso, disponível apenas para a primeira compra de produtos, e esta condição inicial, acabou por se tornar uma forma de administração empresarial, dia após dia, ou seja, vender os produtos ou serviços, receber o pagamento dos clientes, para imediatamente pagar os custos do mês anterior, e se possível descontar hoje, todos os cheques futuros, para completar a necessidade atual de caixa e com sorte sobrar alguma coisa para cobrir os gastos pessoais.

Apesar de toda a determinação dos empreendedores para manter o seu negócio respirando, 27% deixam de existir logo no primeiro ano de atividade, para no segundo ano outros 38% não agüentarem a luta e ainda 46% deixarem o campo de batalha do mercado no terceiro ano, segundo pesquisa do SEBRAE-SP, realizada em 2008.

Com certeza uma das principais razões deste desaparecimento precoce é a total falta de controle sobre as informações financeiras básicas das empresas, seguindo aquele frenesi, que aparentemente deu certo na abertura do negócio, ou seja, sem caixa suficiente para manter em dia os principais compromissos, mas vendendo e pagando os credores, do jeito que era possível.

Qualquer empreendimento, que pretende não apenas sobreviver, mas também crescer e progredir, precisa de um mínimo de informações empresariais, consideradas fundamentais para a gestão do negócio, como:

  • Qual o resultado da operação mensal: lucro ou prejuízo.
  • Qual o ponto de equilíbrio da empresa.
  • Qual o saldo de caixa, para amanhã, depois, daqui a três meses?
  • Qual a necessidade de capital de giro.

Você ficou surpreso com alguma destas informações? Leia o texto completo no blog Consultoria Individual.

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O setor industrial é responsável por aproximadamente 46% do consumo de energia elétrica no Brasil, do qual somente os motores absorvem 51% da energia consumida. Quando se trata de reduzir desperdícios e economizar energia, as principais recomendações incluem otimização do sistema motor-equipamento, substituição de motores superdimensionados, correção do fator de potência baixo e redução dos picos de demanda.

Motores

  • Verifique se existem motores superdimensionados e tente adequá-los.
  • Quando for substituir motores, sejam queimados ou superdimensionados, utilize motores de alto rendimento
  • Desligue os motores das máquinas quando estas não estiverem operando.
  • Faça manutenções preventivas periódicas.
  • Verifique se os dispositivos de partida estão adequados.

Iluminação

  • Utilize lâmpadas mais eficientes e adequadas para cada tipo de ambiente. A lâmpada de vapor de sódio, por exemplo, é mais eficiente do que as lâmpadas de vapor de mercúrio ou as mistas.
  • Utilize reatores eletrônicos de boa qualidade.
  • Utilize luminárias espelhadas para lâmpadas fluorescentes.
  • Abuse de recursos que aumentem o aproveitamento da iluminação natural: telhas translúcidas, janelas amplas, tetos e paredes em cores claras.
  • Ligue a iluminação somente onde não haja iluminação natural suficiente e desligue-a sempre que as dependências estiverem desocupadas. Mantenha ligada apenas a iluminação que contribua para a segurança do local.
  • Divida os circuitos de iluminação, de tal forma a utilizá-los parcialmente, sem prejudicar o conforto.

Os mesmos cuidados devem ser aplicados a refrigeração, equipamentos elétricos em geral, ar comprimido, fornos elétricos, bombeamento de água entre outros.

Existem programas vinculados ao Ministério da Minas e Energia, executado pela Eletrobrás com os seguintes objetivos:

  • Combater o desperdício de energia elétrica
  • Estimular o uso eficiente e racional de energia elétrica
  • Proporcionar benefícios à própria sociedade
  • Aumentar a competitividade do país

Ações

  • Otimização de sistemas motrizes industriais através de convênios com as Federações de Indústrias.
  • Capacitação laboratorial através de convênios com universidades federais

Para maiores informações acesse http://www.eletrobras.gov.br/procel

Comece pelas pequenas ações de custo menor e planeje a médio prazo ações mais eficazes para a redução de consumo. O investimento na maioria dos casos se paga em pouco tempo.

Leia mais e comente no blog Gestão da Produção e Qualidade.

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Observamos com alegria muitas empresas crescerem e se desenvolverem gerando mais empregos, propiciando melhores condições de vida aos funcionários e contribuindo para o desenvolvimento social.

Porem, por outro lado, observamos empresários stressados, reclamando que não tem tempo para nada, há anos que não tira férias, que tem que realizar tudo, pois não tem ninguém com competência suficiente para realizar as atividades de coordenação.

Importante é entender que parte dos resultados obtidos pela direção da empresa provem de suas próprias ações e parte provem de ações de terceiros, aos quais ele deve delegar.

Entendemos por delegação, uma atividade administrativa, na qual se transfere ao colaborador responsabilidades, com a devida autoridade para gerenciar as mesmas.

Mas por que não se delega tão pouco?

Leia mais e comente no blog Gestão da Produção e Qualidade.

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Saber o resultado da empresa neste mês que passou, se ela obteve lucro ou prejuízo, deveria ser algo trivial, porém, para muitas organizações é o início de um enorme problema causado pela falta de informações.

Na verdade, é mesmo uma tarefa trabalhosa, que demanda meses de trabalho dedicado para a captação, tabulação e análise dos dados empresariais, até chegar a ser aceita como a única fonte sobre a verdadeira posição do negócio, por parte de todos os empregados, e principalmente pelo proprietário do negócio.

Neste instante a informática sempre é lembrada como a ferramenta salvadora, pois através dela o gestor conseguirá tomar a melhor decisão para a competitividade empresarial.

Primeiramente vou lembrar uma máxima da informática:

– Se entrar lixo nos aplicativos, certamente sairá lixo, como informação.

Ou seja, se você inserir dados errados nos computadores e sistemas integrados, eles certamente terão informações erradas armazenadas e conseqüentemente você tomará atitudes comprometedoras.

Algo simples e lógico que sempre é deixado de lado pelos empresários, a qualidade na captação dos dados empresariais, muitas vezes por ignorância, mas também por desleixo, ou pelo simples fato que as informações geradas pela empresa serão desprezadas para a maioria das ações gerenciais.

Uma ação simples como reduzir os preços de venda de determinados produtos, normalmente faz com que a área comercial siga cegamente os maiores concorrentes, pois é preciso acompanhar a evolução do mercado, dizem eles, não se importando, ou desconhecendo as conseqüências financeiras para a empresa, como vender produtos ou serviços abaixo dos custos.

Leia o texto completo no blog Gestão de Negócios.

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