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As micro e pequenas empresas representam 99% do universo empresarial nacional. Com as constantes alterações dos cenários mercadológicos e o aumentos da competitividade entre elas, torna-se imprescindível uma política especializada de gestão. Gerir requer três níveis básicos do conhecimento e da prática: saber gerir, querer gerir e o gerir com eficiência.

Mas a realidade não é muito animadora. A maioria dos empresários de micro e pequenas empresas não está preparada para a gestão empresarial. Apesar de dominarem tecnicamente a operação, os gestores empresariais dos pequenos negócios não gostam ou não sabem administrar processos. Podem até ser bons vendedores, mas muitos acabam atropelando a gestão de pessoas, por exemplo. Querem ganhar muito, mas negociando baixos salários. Desejam conquistar mercados, mas não investem em marketing especializado. Enfim, têm ótimas intenções, mas não conseguem sair do papel.

Prova disso, são recentes pesquisas realizadas pelo Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, SEBRAE, que comprovam que sete em cada dez empresas brasileiras encerram suas atividades antes dos cinco anos de vida, e o principal motivo a levá-las a isto é a falta de gestão por parte de seus administradores.

Como superar isso? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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Liderar é tanto arte como ciência. Não basta querer ser líder, você tem que ter aptidão, ter talento, e se preparar. Para liderar pessoas é preciso ser integrante do grupo, não cair de pára-quedas, bem como entender os anseios do grupo, e lutar por estes anseios.

O verdadeiro líder é o maior servidor. Ele defende e trabalham em prol dos desejos do grupo. Ele é o principal interlocutor do grupo. Ele não exige e nem impõe nada a ninguém, apenas pede o compromisso de todos em prol do grupo. Ele é compreensível, e entende os problemas de cada um, e só pensa no grupo, na coletividade. Todas as decisões tomadas levam em consideração principalmente o grupo.

O seu grande objetivo é preservar o grupo, e trabalhar em prol do seu crescimento. A formação de novos líderes é uma importante função do líder moderno. Ele sabe da necessidade de preparar pessoas, é consciente da necessidade de ensiná-las e a condução delas é a sua grande missão. A humildade, o companheirismo e tolerância devem ser exercidos diariamente pelo líder.

Os grupos se fortalecem com líderes comprometidos com a organização, líderes que se preocupam em trabalhar pela organização, de forma impessoal, e voluntária.Segundo James Hunter , é necessário que os líderes se transformem em líderes servidores. Ele descreve algumas características básicas para os líderes servidores:Paciência, gentileza, humildade, respeito, altruísmo, capacidade de perdoar, honestidade, comprometimento, serviço e sacrifício.

Qual a sua opinião? Comente no blog Comunicação Empreendedora.

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Se o poeta é o que sonha o que vai ser real,
Bom sonhar coisas boas, que o homem faz
E esperar pelos frutos no quintal!

Coração Civil” 1981

Há quase trinta anos atrás e certamente o essencial permanece belo e perene!
Assemelhadamente, o conceito de Liderança permanece essencial, entretanto cada dia menos perene nestes últimos 30 anos!
Cada vez mais é posto a prova! Como liderar nos tempos atuais?

O consultor do SEBRAE/SP, Reinaldo Miguel Messias, associa então poesia e liderança, pois, lhe parece que as verdadeiras ações de um líder verdadeiro são intensamente cheias de sentimentos e emoções.

São poemas escritos e fortemente vivenciados.

Primeiramente, o LIDER tal qual o poeta, deve SONHAR!

São sonhos que movem o espírito a superar desafios e criam a VISÃO.

Uma VISÃO tão clara e nítida que pode ser vista por todos ainda que, no primeiro momento, só seja enxergada por ele, Líder!

A VISÃO é catalisadora de mudanças e assim, o Líder, antes e mais do que querer liderar, é aquele que deseja mudar!

Mudar exige ação. Ação é esforço para atingir objetivo!

E você o que acha?
Leia mais e comente no blog Bom de Negócio.

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O Século XXI marca um grande movimento de inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho e por isso, a promoção de ações conjuntas entre a sociedade civil, poder público e empresas torna-se cada vez mais importante para que tenhamos “nossos” direitos assegurados. A primeira pessoa do plural não é apenas uma retórica, mas uma comprovação de igualdade, afinal quem de nós não é especial em algum momento?

Deficiência representa uma limitação física, sensorial ou mental significativa e não se confunde com incapacidade. A incapacidade de andar, subir escadas, ver ou ouvir é uma conseqüência da deficiência e deve ser vista de forma localizada, pois, não implica em incapacidade para outras atividades do dia-a-dia. Portadores de deficiência ou de mobilidade reduzida são detentores de talento profissional, derrubam barreiras preconceituosas diariamente e trazem competências diferenciadas para o mercado de trabalho como superação de problemas, dedicação, resiliência, criatividade e adaptabilidade.

A legislação brasileira tem avançado muito em relação à proteção dos direitos básicos das pessoas especiais. Temos leis que garantem sua acessibilidade (Lei n.º 10.098/00); seus direitos individuais e sociais promovendo sua integração social (Lei n.º 7.853/89); e também uma lei que estabelece uma cota mínima de vagas de trabalho, em empresas com 100 ou mais empregados (artigo 93 da Lei n.º 8.213/91).

É hora de cumprir a determinação de maneira eficiente, econômica e protegendo os interesses das pessoas e das empresas. Muitas empresas, apesar dos seus esforços, têm encontrado dificuldades para desenvolver projetos bem estruturados, que cumpram as exigências da Lei de Cotas. Elas esbarram nas discriminações do passado. Deficientes com freqüência eram excluídos, pela própria família, do ensino com qualidade e do convívio social e por isso, hoje não cumprem os requisitos dos planos de cargos e salários das empresas.  Leia mais e comente no blog Lounge Empreendedor.

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O ambiente empresarial reproduz muitas vezes, sob a máscara da hipocrisia, alguns comportamentos que são comuns no mundo que existe fora das organizações.

Dentro delas, acabamos camuflando uma atitude inapropriada que cedo ou tarde vai se relevar. E aquele colega tão compete acaba demonstrando “facetas” morais que desconhecíamos. Outros, porém, não temem as conseqüências de seus atos e acabam se expondo sem o mínimo pudor. Como conviver com situações tão desafiadoras e manter o foco no resultado da organização?

Um dos mais complexos problemas a serem resolvidos dentro de uma empresa é o rompimento de um namoro ou casamento entre funcionários. Em alguns casos, a situação pode envolver até polícia. Segundo uma pesquisa realizada em 2009 pelo site Vault, um dos mais respeitados na área de carreiras, 58% das pessoas já tiveram um romance com alguém da mesma empresa, enquanto que 12% estão em vias de se envolver com colegas de trabalho. Legalmente manter relacionamentos afetivos na empresa não é crime, mas a organização precisa cerca-se de cuidados, para que não tenha seus resultados e sua imagem afetados.

Mas quando se trata de traição corporativa? Leia mais e comente no Comunicação Empreendedora.

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Por acreditar que a tolerância e a paciência são essenciais na vida de qualquer profissional de sucesso, resolvi escrever sobre a raiva e o quanto ela é prejudicial no ambiente corporativo. Nas escrituras do yoga vamos encontrar a informação de que “uma pessoa evoluída conserva sua raiva por um minuto; uma pessoa comum conserva-a por meia hora e uma pessoa ainda não evoluída conserva sua raiva por um dia e uma noite. Mas uma pessoa cheia de mágoas lembra-se de sua raiva até morrer”.

É verdade que sentir raiva é humano. É uma das etapas que compõe o processo de evolução moral do ser. Mas como esquecê-la com rapidez, conforme orientam as diversas correntes espiritualistas? Dentro da organização, o sentimento de raiva que nos envolve muitas vezes é abafado pelo medo de perder o emprego. Há pessoas que abrem largo sorriso no rosto, mas intimamente estão sendo devoradas pela raiva, consumidas pelo ódio e desejo de vingança.

As expressões “Estou morrendo de raiva do chefe” e “Se eu pudesse, o matava” são comuns e repletas de mitos e verdades. O noticiário policial está cheio de acontecimentos trágicos, todos nascidos da raiva.

A inquietude interior que muitos de nós sentimos quando mantemos viva em nossa mente os fatos que nos deixam com ira, acaba por nos tornar pessoas amargas, infelizes. Essa infelicidade nos afastam uns dos outros e contribuem para a queda da produção dentro da empresa. Com isso, somos as primeiras vítimas de nossa coléra. Ela nos queima por dentro, tirando nossa paz, obscurecendo nossos pensamentos, distorcendo nossas percepções.

Mas como lidar com a raiva? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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Em épocas de mercado emergente, onde a demanda pelo produto ou serviço da empresa é alta, ou quando se atua em algum local sem competição, é possível que líderes ineficientes passem despercebidos, pois a empresa prospera simplesmente por existir.

No entanto, quando o mercado se torna maduro, quando a concorrência aumenta e se globaliza, quando cada ponto percentual do market share requer planejamento eficiente, apenas o líder mais efetivo se sobressai, e os que passavam despercebidos agora se tornam um peso – além de serem altamente desafiados a desenvolverem-se.

O líder efetivo de hoje é aquele que entende o potencial de seus liderados e reconhece o seu papel no desenvolvimento destes. O principal instrumento para desenvolver os liderados é a comunicação.

A habilidade em comunicar-se efetivamente com os superiores, pares, clientes internos e externos e fornecedores, faz do líder um valor agregado de suma importância para a empresa.

Pesquisas demonstram que toda a empresa prospera tem em seu corpo diretivo lideres competentes em comunicação. Comunicando-se com seus liderados, pares e superiores. Comunicação começa com confiança. Você é confiável?

Seja o mais honesto possível quando refletir sobre esta pergunta. Se você fosse um liderado que tivesse a necessidade de questionar uma decisão sua ou comunicar um erro cometido por ele; Um líder que precise de você para resolver um problema; Um par que precise falar de um colega de trabalho que não está fazendo a sua parte, você confiaria em alguém como você?

Se a resposta é sim, o que você tem que o faz confiável? Saiba mais e comente no blog Gestão de Pessoas.


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