Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘mpe’ Category

[NOVO] MundoSebrae.com.br

O Mundo Sebrae está de cara nova! O mesmo conteúdo de qualidade e linha editorial, agora com layout moderno e novas funcionalidades para você!

Os comentários deverão ser publicados no novo endereço onde serão devidamente respondidos pelos nossos técnicos.

Não deixe de conferir, basta acessar http://mundosebrae.com.br

Aguardamos a sua visita e a sua avaliação da nova home.

Abraço

 

Anúncios

Read Full Post »

O mercado coloca à disposição das indústrias, equipamentos e suprimentos, novas tecnologias, processos e serviços, com vistas a reduzir tempo e  custos de produção, sem comprometer a excelência de qualidade dos serviços e produtos.

Este investimento valioso deve permanecer produtivo por muito tempo, para tanto a manutenção do maquinário, com destaque para as ações de prevenção tem hoje um importante espaço no cenário das indústrias, que estão cada vez mais automatizadas.

As inovações nas tecnologias da  eletrônica, mecânica, elétrica e hidráulica servem de apoio nas decisões estratégicas da empresa. Agregam valores em termos de disponibilidade, confiabilidade, sustentabilidade, qualidade, segurança do trabalho, garantindo eficiência no desempenho e principalmente redução de custos.

A manutenção, como função estratégica das organizações é responsável direta pela disponibilidade dos ativos, tem importância capital nos resultados da empresa. Esses resultados serão tanto melhores quanto mais eficaz for a gestão da manutenção.

As organizações devem procurar as melhorias contínuas na sua gestão da manutenção, buscando-se incessantemente  conhecimentos inovadores e aplicação das melhores práticas da manutenção.

Os métodos e tipos mais comuns de manutenção são:

  • Manutenção corretiva:  efetuada após a ocorrência de uma pane destinada a recolocar um item em condições de executar uma função requerida;
  • Manutenção preventiva: efetuada em intervalos predeterminados, ou de acordo com critérios prescritos, destinada a reduzir a probabilidade de falha ou a degradação do funcionamento de um item;
  • Manutenção preditiva: permitem garantir uma qualidade de serviço desejada, com base na aplicação sistemática de técnicas de análise, utilizando-se de meios de supervisão centralizados ou de amostragem para reduzir a um mínimo a manutenção preventiva e diminuir a manutenção corretiva.

Entre todos os tipos de manutenção nenhuma modalidade substitui outra, porém associadas uma da outra, trarão resultados positivos em termos de performances gerais nas gestões.

Qualquer sistema de gestão envolve o planejamento, prolongando-se num ciclo dinâmico, que inclui a organização, a execução, a direção e o controle, o mesmo ocorre com a gestão da manutenção.

Saiba mais no blog Gestão da Produção e Qualidade.



Read Full Post »

As micro e pequenas empresas representam 99% do universo empresarial nacional. Com as constantes alterações dos cenários mercadológicos e o aumentos da competitividade entre elas, torna-se imprescindível uma política especializada de gestão. Gerir requer três níveis básicos do conhecimento e da prática: saber gerir, querer gerir e o gerir com eficiência.

Mas a realidade não é muito animadora. A maioria dos empresários de micro e pequenas empresas não está preparada para a gestão empresarial. Apesar de dominarem tecnicamente a operação, os gestores empresariais dos pequenos negócios não gostam ou não sabem administrar processos. Podem até ser bons vendedores, mas muitos acabam atropelando a gestão de pessoas, por exemplo. Querem ganhar muito, mas negociando baixos salários. Desejam conquistar mercados, mas não investem em marketing especializado. Enfim, têm ótimas intenções, mas não conseguem sair do papel.

Prova disso, são recentes pesquisas realizadas pelo Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, SEBRAE, que comprovam que sete em cada dez empresas brasileiras encerram suas atividades antes dos cinco anos de vida, e o principal motivo a levá-las a isto é a falta de gestão por parte de seus administradores.

Como superar isso? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

Read Full Post »

No Brasil e no mundo já foi constatada a tendência dos filhos residirem com os pais por um período cada vez maior. Nos Estados Unidos, mediante a situação da economia e o envelhecimento da população, as pessoas estão mudando para as casas onde foram criados.

Muitas vezes os pais vão envelhecendo e as casas ficam grandes demais para um ambiente cujas crianças se mudaram. Uma das complicações na compra desses imóveis são as reformas necessárias para reparação de danos oriundos da idade da estrutura. Além disso, a nova família sempre quer deixar a casa em concordância com a sua personalidade e necessidades. Apesar de necessárias, as reformas implicam na responsabilidade de mexer com pequenas grandes memórias de família.

Essa tendência intrafamiliar pode gerar oportunidades de negócios. Além dos serviços necessários para a reforma, a habilidade em transformar antigas memórias em novos componentes da casa pode ser um diferencial. Essa mudança configura um novo lar, sem descartar as memórias.

O grande potencial reside nessa nova tendência e na tendência mundial de reaproveitamento de móveis, eletrodomésticos, entre outros.  Antigas memórias adquirem um novo uso e no Brasil a criatividade é enorme. Artesãos, lojas de estofamento, elétricas, empresas de móveis, entre outros setores podem aproveitar o potencial do reaproveitamento. Usar os azulejos da lareira para fazer mesinha de canto, remodelar móveis de madeira… muitas são as idéias. As demonstradas abaixo foram citadas em blogs e revistas especializadas em casa.

Outras idéias:

• Janelas e portas antigas de madeira – aparadores, mesas e bancos

• Sofás velhos – novos puffs

• Guarda-roupa antigo – estante

• Janela – quadro

• Pés de máquina de costura – aparador

• Roupeiro antigo com pátina – sapateira

• Caixas de frutas – prateleiras

• Troncos – bancos

• Madeira de cerca de fazenda – revestimentos parede

• Colchão – almofada

• Cortina – almofada

• Tapete – forro de banco

• Calendário antigo – quadro

• Retalhos – colcha

• Saco de pano de cão para mochila de farinha

• Centro da máquina de lavar – mesa

• Carrinho de mão para obra – vaso de plantas

Pintar, lixar, estofar, emoldurar… transformar é a palavra de ordem!

O legal é aproveitar a onda de design retrô para desenvolver produtos e serviços que atendam a essa tendência, promovendo ainda a “reciclagem” de materiais de grande valor sentimental. Leia mais no blog Mercado ao Seu Alcance.

Read Full Post »

Com o fim da exclusividade entre as bandeiras de cartões e as operadoras a partir de 1º de julho, o pequeno negócio varejista no Brasil passou a ser tratado como um cliente e não mais como um mero repassador de serviços.A afirmação é do empresário Álvaro Musa, organizador do Fórum C4 Varejo – PME, evento inserido na programação do Congresso Cartões de Crédito ao Consumidor – C4 2010, que aconteceu de 1º a 3 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

Segundo Álvaro Musa, nos últimos 15 anos o chamado “dinheiro de plástico” cresceu de 12 milhões para 600 milhões de cartões. “Estamos no varejo com 6 bilhões de transações no País. Em 1995, eram 200 milhões”, disse.Esses números, afirma, revelam o amadurecimento do setor de cartões, que investiu “muito dinheiro” em tecnologia para chegar a este patamar.

Apesar disso, ainda é um setor pouco regulamentado e muito criticado pelos pequenos negócios no país. “Precisamos estabelecer um diálogo entre as duas pontas. Não estou falando de reduzir preços, mas de criar um cardápio de produtos que possam ser benéficos às duas partes.”Exigir qualidadeVirar um cliente, diz Sérgio Murtinho, tem um custo para o próprio cliente. “É preciso treinamento. Ele precisa tomar para si essa relação. Exigir qualidade dos serviços prestados. O brasileiro peca pelo conformismo, pela relação ruim.”

Segundo ele, uma operação de meio de pagamento deve levar três segundo e não um minuto. “Se você varejista agora é o cliente, tem o direito de exigir qualidade no serviço prestado.”Condições diferenciadas Alexandre Guerra acredita que a relação ainda é desigual, mas deverá melhorar no futuro. “A bandeira que o Sebrae está levando à frente é mostrar que hoje as duas maiores credenciadoras operam com 2 milhões de empresas quando o universo pode ser muito maior se as condições foram diferenciadas de acordo com as necessidades dos usuários.”Hoje 3,5 milhões de micro e pequenas empresas ainda não trabalham com cartão de crédito por diversos motivos, entre eles o alto custo, considerando que cada terminal tem aluguel mensal de R$ 120,00, fora taxas sobre vendas e pagamento da linha telefônica. A Visa e a Redecard, que detêm 90% do mercado, têm 1,7 milhão de maquinetas espalhadas pelo País.

Saiba mais no blog Pequeno Negócios e Finanças.

Read Full Post »

Interessante um texto publicado pela Harvard Business Review onde se coloca em cheque as empresas que tentam mimar os clientes. De acordo com o texto, o alto investimento em supérfluos com a intenção de superar a expectativa dos clientes não tem o resultado esperado. O trabalho mostra pouca relação da satisfação com a fidelização.

O autor defende que a lealdade tem muito mais a ver com a capacidade de honrar a sua promessa básica (por mais simples que seja) do que com o espetacular que a experiência do atendimento possa ser.

É defendida a relação da qualidade do produto e a marca da empresa com a fidelidade e o atendimento com a infidelidade. Ou seja, o atendimento ruim espanta os clientes. O bom atendimento, isolado, não garante a sua volta. A menos que esteja conectado com a qualidade do produto e a marca da empresa. O texto conclui que encantar o cliente não produz fidelidade. O que pode fidelizar é o trabalho que deve ser feito para facilitar a vida, resolver o problema ou simplesmente remover os obstáculos para o cliente.

Qual é a estratégia da sua empresa para fidelizar os clientes? Leia e comente o artigo completo no blog Sirva-se.

Read Full Post »

Há tempos ouvi de uma empresária do segmento de beleza esta afirmação: “Em meu salão cuido dos gastos como cuido das unhas: procuro apará-los ao menos uma vez por semana!”

A frase está viva em minha memória até hoje.
Boa retórica; bela estratégia adotada.
Logo de saída menciona “cuidar dos gastos” e não apenas reduzir custos!
Gastos, despesas e custos têm definições contábeis diferenciadas. Vejamos.

1 – Gasto é o “sacrifício financeiro com que a entidade arca para a obtenção de um produto ou serviço qualquer, sacrifício esse representado por entrega ou promessa de entrega de ativos (normalmente dinheiro)”.

2 – Custos são gastos relativos à bem ou serviço utilizado na produção de outros bens ou serviços. O custo é também um gasto, só reconhecido como custo, no momento da utilização dos fatores de produção (bens e serviços), para a fabricação de um produto ou execução de um serviço.

Despesa são valores associados a bens ou serviços consumidos direta ou indiretamente para a obtenção das receitas. São gastos caracterizados quando ocorrem as vendas!

Ao falar em “cuidar” e “aparar” gastos, é notório o foco em gestão. Gestão do desembolso de dinheiro quer seja custo ou despesa.

Quais são as suas dúvidas com relação a diferença e a gestão de custos e gastos? Leia mais e comente no Bom de Negócio.

Read Full Post »

Older Posts »