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Archive for the ‘fazendo a empresa crescer’ Category

Considerada um ponto de encontro para troca de conhecimento e interação entre empresários de diversas áreas e setores, a rede permite ao empresário que se tornar membro acompanhar notícias e dicas de negócios no Blog, tirar dúvidas e interagir com outros empresários no Fórum, ficar por dentro dos Eventos para empresários de todo o Brasil e colaborar com a agenda da rede. Além disso, há diversos vídeos e fotos com dicas, notícias e cobertura de eventos, com espaço para o próprio membro contribuir e postar.

Sou empresário é um lugar para os empresários falarem com outros empresários, compartilharem experiências corporativas, debaterem sobre o setor em que atuam, tirar dúvidas sobre negócios e contar sobre a empresa que possuem. Uma iniciativa que visa fomentar a necessidade de encontro, a troca de experiência e o aprendizado que possuem os empresários de todo o Brasil, de todos os setores.

Sou Empresário também está em outras redes, levando notícias, cases, dicas de negócios e empreendedorismo a todos, abrindo espaço para participação. Acompanhem!

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Quando as vendas mensais apresentam crescimento contínuo, mas o fluxo de caixa não reflete isto, ao contrário do esperado, revelam um saldo negativo, alguma coisa errada está acontecendo na empresa.

Na verdade, diversas variáveis podem contribuir separadamente ou em conjunto para o prejuízo, inclusive a teimosia do proprietário em não observar melhor as atividades da sua empresa.

Infelizmente algumas empresas somente percebem os problemas financeiros, quando o gerente do banco avisa sobre a dificuldade em continuar cobrindo os cheques emitidos, ou os constantes saldos negativos da conta corrente.

É evidente que existem diversas explicações e desculpas, todas verdadeiras, para o negócio chegar neste estágio de abandono da gestão empresarial, talvez a mais corriqueira utilizada pelo administrador, seja a falta de informações sobre como gerir a própria empresa.

Porém enquanto as operações do negócio, com ou sem controle, conseguiam suportar os custos e os gastos pessoais do proprietário, ele, o gestor era o cara, melhor conhecedor das relações mercadológicas.

Mas, de repente o que mudou…

  • O cliente e suas novas e oscilantes necessidades?
  • A concorrência e sua força de vontade em competir?
  • Ou, a sua empresa que não acompanhou a evolução dos seus clientes e agora está marginalizada por este mesmo mercado?
  • Como evitar o desastre financeiro anunciado da empresa?

É preciso, em primeiro lugar, ter o total controle sobre os processos operacionais e funcionais, e saber fazer a correta análise das informações e resultados obtidos em um determinado período.

Quais são estes controles? Leia mais e comente no blog Gestão de Negócios.

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Dentro da organização, conviver com a “fogueira das vaidades” não é nada fácil. Em diversos organismos empresariais, desde os pequenos aos grandes complexos empresariais, muitos convivem com pessoas que apesar de competentes, são extremamente vaidosas. Pior: não sabem administrar a vaidade.

No universo fashion, no mundo da moda, é compreensível a luta para se tornar a atração dos holofotes. Porém, dentro das empresas as disputas rompem o limite do espelho e ganham as “raias da loucura”, a busca insana pela “liderança”. Quem manda mais, quem pode mais, quem é o centro das atenções, etc. O verdadeiro líder, porém, não se envaidece da posição que ocupa. Ao contrário, estimula a divisão de “poder” e concede aos seus liderados a liberdade para agir sem medo, assumindo riscos e responsabilidades.

Uma infinidade de falhas na comunicação empresarial acontece justamente porque o corpo funcional vive num ambiente onde há “estrelas demais para platéia de menos”. Pior que conviver com grupos vaidosos ou “líderes narcistas” é condicionar o resultado ao atendimento ou não da vaidade da liderança corporativa. Para muitos executivos, pouco importa o desempenho da organização, o importante é ele ser citado em solenidades, sair em colunas sociais, receber deferência dessa ou daquela autoridade, ser amplamente reconhecido e jamais ser contrariado.

Para resolver isso, pouca coisa ou nada o gestor de comunicação poderá fazer. Uma solução, porém, reside no campo da gestão de pessoas. Realizar treinamentos corporativos sobre as conseqüências nefastas da comunicação interna ineficaz, onde todo o processo comunicativo se baseia na valorização da vaidade organizacional. Muitas organizações estão fazendo o caminho de volta começando a observarem-se melhor. Até que ponto estimular a vaidade empresarial ou fazer vistas grossas para esse problema compromete a desempenho interna e externa da organização? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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Abrir um novo negócio é uma iniciativa que envolve riscos. Para muitos risco é algo a ser evitado, porém no mundo empresarial isto nem sempre é possível, de modo que o empreendedor deve aprender a conviver com eles.

Bem, se não é possível eliminar os riscos, o que pode ser feito?

Veremos neste artigo algumas técnicas de como lidar com riscos de maneira controlada, começando com a sua identificação.

Identificação dos riscos:

Para que possamos administrar os riscos de um empreendimento, o primeiro passo é identificá-los. Para isto é necessário o mapeamento da atividade que o empreendedor irá desenvolver, concentrando-se nos possíveis riscos existentes em cada etapa.

Podemos citar pelo menos 4 tipos de riscos com os quais o empreendedor deverá lidar no seu futuro negócio, a saber:

1- Riscos inerentes ao próprio negócio, ou seja, aquele que faz parte do exercício normal de uma determinada atividade. Por exemplo, numa empresa cuja atividade seja o transporte de cargas perigosas, o risco de acidentes é inerente;

2- Riscos envolvendo fornecedores. Um exemplo desse tipo de risco são os possíveis atrasos na entrega das mercadorias adquiridas;

3- Riscos envolvendo consumidores, cujo melhor exemplo é a inadimplência;

4- Riscos apresentados pelos concorrentes, tais como menores preços e melhores condições de pagamento que estes possam oferecer aos consumidores.

Bem, uma vez mapeado os riscos é hora de elaborar as estratégias para lidar com eles…Leia mais e comente no blog do Boris Hermanson.


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O consultor Reinaldo Miguel Messias listou os 10 erros estratégicos mais comuns que nós identificamos na gestão dos pequenos negócios:

1) Cuidado com Visão Estratégica errônea ou distorcida

a) Desconhecer amplitude/necessidades/desejos do nicho de atuação

b) Falta de parcerias estabelecidas com fontes de suprimentos atuais e alternantes

c) Falta de ferramentas de comunicação com mercado presencial e virtual

d) Falta de política sucessória entre sócios e herdeiros

2) Cuidado com a Falta de Informações e Ferramentas de Controles Gerenciais

a) Processos de gestão não claros e formalizados

b) Falta de informações históricas confiáveis para tomadas de decisão

c) Tomadas de decisões por empirismo e “achismo”. “Bom para mim então bom para cliente”

3) Cuidado com a falta de “capacitação” gerencial do empreendedor

a) Desconhecimento de ferramentas e técnicas de auxilio a gestão

b) Descobrir suas deficiências e voltar a “Aprender a Empreender”

c) Aprimorar competências empreendedoras através de treinamento específico (Empretec)

4) Cuidado com a Qualidade em defasagem com o foco estratégico e comercial

a) Padrão de Qualidade defasado do valor percebido pela solução

5) Cuidado com o Desequilíbrio de Recursos Econômicos e Financeiros

a) Falta ou excesso de máquinas e equipamentos

b) Falta ou excesso de recursos humanos

c) Falta ou excesso nos padrões de níveis de estoque

d) Falta de Capital de giro

e) Excessivo grau de endividamento

Leia os demais erros e comente no blog Bom de Negócio!


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Quem investe quer retorno! O capital (dinheiro ou bens) que os sócios aplicaram na empresa tem de ser devolvido pela empresa, tal que, num certo período de tempo, os sócios disponham da empresa e também do capital que utilizaram. Isto mesmo, disponham dos dois!  No período seguinte a empresa deve devolver “mais um capital aplicado”, e tantas vezes pelo tempo que durar a empresa. Este é o princípio de acumulação de capital, de formação de patrimônio, de geração de riquezas.

Verdadeiramente o negócio só é viável se for capaz de retornar, ou devolver para os sócios o investimento realizado. Cada sócio deve pensar assim: “o que eu gastei para montar a empresa, eu preciso recuperar”

A expressão “retorno de investimento” significa que mensalmente a empresa devolve para os sócios parte do capital que investiram inicialmente ou durante a vida da empresa. Esta parte que retorna, que paga para os sócios o investimento feito, é  justamente o lucro acumulado num período.

Se, por acaso, a empresa não puder proporcionar aos donos a devolução do investimento, pode significar que  esgotou a oportunidade de negócio. Por isso é essencial planejar e acompanhar a capacidade de retorno do capital. Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

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Por acreditar que a tolerância e a paciência são essenciais na vida de qualquer profissional de sucesso, resolvi escrever sobre a raiva e o quanto ela é prejudicial no ambiente corporativo. Nas escrituras do yoga vamos encontrar a informação de que “uma pessoa evoluída conserva sua raiva por um minuto; uma pessoa comum conserva-a por meia hora e uma pessoa ainda não evoluída conserva sua raiva por um dia e uma noite. Mas uma pessoa cheia de mágoas lembra-se de sua raiva até morrer”.

É verdade que sentir raiva é humano. É uma das etapas que compõe o processo de evolução moral do ser. Mas como esquecê-la com rapidez, conforme orientam as diversas correntes espiritualistas? Dentro da organização, o sentimento de raiva que nos envolve muitas vezes é abafado pelo medo de perder o emprego. Há pessoas que abrem largo sorriso no rosto, mas intimamente estão sendo devoradas pela raiva, consumidas pelo ódio e desejo de vingança.

As expressões “Estou morrendo de raiva do chefe” e “Se eu pudesse, o matava” são comuns e repletas de mitos e verdades. O noticiário policial está cheio de acontecimentos trágicos, todos nascidos da raiva.

A inquietude interior que muitos de nós sentimos quando mantemos viva em nossa mente os fatos que nos deixam com ira, acaba por nos tornar pessoas amargas, infelizes. Essa infelicidade nos afastam uns dos outros e contribuem para a queda da produção dentro da empresa. Com isso, somos as primeiras vítimas de nossa coléra. Ela nos queima por dentro, tirando nossa paz, obscurecendo nossos pensamentos, distorcendo nossas percepções.

Mas como lidar com a raiva? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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Comumente, deparamo-nos com esta situação: um empresário avaliando o desempenho de sua empresa através da sobra ou falta de dinheiro em caixa.

O correto é avaliar o desempenho através de dois critérios simultâneos: pelo REGIME DE CAIXA e pelo REGIME DE COMPETÊNCIA!

REGIME DE CAIXA – Neste critério de avaliação, analisa-se o fluxo de caixa no período, ou seja, analisa-se as entradas e saídas de dinheiro com seus respectivos saldos diários, sendo que:

Sobra de dinheiro em caixa não é sinônimo da obtenção de lucro!

Exemplo de casos que retratam esta situação:

  • venda a vista de itens comprados a prazo
  • venda de itens disponíveis em estoque e que já tenham sido pagos em períodos anteriores
  • recebimentos em datas inferiores aos pagamentos (quando o prazo para pagamento da compra é superior ao do recebimento das vendas)
  • entrada de dinheiro originada em outras fontes que não seja a venda (venda de um bem imobilizado, empréstimos, …)

Falta de dinheiro em caixa não é sinônimo de prejuízo!

Exemplo de casos que retratam esta situação:

  • pagamento da compra de um lote de mercadorias e/ou matéria-prima que ainda não fora vendida
  • pagamento de contas que não façam parte da movimentação operacional (empréstimos, financiamentos, …)
  • compra de bens imobilizados (veículos, móveis, máquinas, …)
  • retirada realizada por sócios
  • atraso no recebimento de contas
  • inadimplências

REGIME DE COMPETÊNCIA – Neste critério de avaliação, analisa-se o real desempenho da empresa, considerando as operações de venda com os respectivos custos para sua realização:

* Neste caso, avaliam-se os custos efetivos (fixos e variáveis) envolvidos na realização do negócio, independentemente que tenham ocorrido recebimentos ou pagamentos

* E também, nesta conta, são levados em consideração somente os valores efetivamente contratados quando da compra e da venda das unidades negociadas (de mercadorias ou de serviços)

PORTANTO…

* Não avalie sua empresa pela simples percepção da falta ou sobra de dinheiro no caixa!

* É necessário montar um demonstrativo de resultados no período para verificar tecnicamente se ocorreu lucro ou prejuízo!

* Também é necessário montar um demonstrativo do fluxo de caixa deste mesmo período para verificar a sobra ou falta de dinheiro!

IMPORTANTE…

* Os dois demonstrativos devem ser elaborados periodicamente, sendo que, cada qual lhe apresentará um resultado específico

* Aquele que demonstra o resultado através do lucro ou prejuízo, demonstra o seu desempenho pelo REGIME DE COMPETÊNCIA, e, aquele que demonstra o resultado através do saldo em caixa, demonstra o seu desempenho pelo REGIME DE CAIXA

SAIBA QUE…

* Estes dois demonstrativos são independentes e devem ser elaborados periodica e simultaneamente

* Os resultados não deverão ser coincidentes, salvo por uma extrema coincidência ou quando se tratar de baixíssimo volume negociado no período

* Ambos (demonstrativos) deverão ser seus referenciais para tomadas de decisões sobre: estabelecer política de prazos para recebimentos e para pagamentos, evidenciar maiores esforços de vendas, estabelecer políticas de compras, …

Interessou-se pelo assunto e não sabe como fazer? Leia mais e comente no blog Finanças.

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Nestes tempos pós crise, é comum que os ganhos acabem mascarando alguns fatores importantes para consolidar nossas empresas.
Listamos 10 dicas para serem sempre relembradas doravante.

1) Enxergue a realidade
As pesquisas e dados têm seu valor, mas o empreendedor precisa conhecer os clientes e o mercado para entender o que eles pensam. A intuição empreendedora se potencializa quando conectada com empregados e consumidores. É sempre oportuno validar intuição com dados!
2) Persiga metas desafiadoras
O mercado é mais competitivo que nossos planejamentos; se quiser realmente desafiar o mercado, comece desafiando sua capacidade empreendedora com metas factíveis, porém ousadas!

3) Empenhe-se na Competitividade
Os princípios da Qualidade, Produtividade e Inovação devem fazer parte de qualquer tomada de decisão a ser realizada na empresa, pois permitem assegurar atitudes competitivas frente aos anseios do cliente. Esta forma de gestão busca criar uma imagem de valor nos negócios e não apenas de oportunidade sob a ótica do cliente.

4) Rastrei seu Cliente
Os negócios lá no fundo continuam a ser a mesma coisa: troca de soluções por dinheiro, agregando valor ao consumidor e lucro ao capital investido. O que muda a cada momento é o cliente, seus hábitos, expectativas, necessidades e desejos.
Saiba mais sobre ele do que ele mesmo supõe! Será fundamental para conquistá-lo e mante-lo.
5) Oriente-se pela Competitividade
Os princípios da Qualidade, Produtividade e Inovação devem fazer parte de qualquer tomada de decisão a ser realizada na empresa pois permitem assegurar atitudes competitivas frente aos anseios do cliente.Esta orientação de gestão busca criar uma imagem de valor nos negócios e não apenas oportunidades percebidas pelo cliente.Competição aprimora! …Leia mais e comente no blog Bom de Negócio.

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Você ainda acredita na máxima: conhecimento é poder? Se a sua resposta for sim, saiba que você faz parte da camada mais obsoleta da gestão empresarial.

Para as organizações do século 21, onde conhecimento é o principal ativo não financeiro, compartilhamento é um fator chave para proporcionar vantagem competitiva real e criar a base de uma inteligência empresarial com diferenciais difíceis de serem copiados pela concorrência. Por isso, dispensar parte do seu tempo para conhecer seus próprios ativos intelectuais é uma tarefa que você deve realizar o quanto antes.

Adquira a consciência do que você sabe que sabe, do que você não sabe que sabe e principalmente do que você não sabe, mas precisa saber. Só assim será possível alavancar novas competências essenciais ao sucesso do seu negócio e alinhar sua equipe estrategicamente. Afinal, nem mesmo as empresas que possuam os melhores profissionais do mercado, conseguem sobreviver se não mobilizarem seus colaboradores em torno de objetivos organizacionais alinhados às aspirações ou potenciais individuais. O valor de cada colaborador está no índice de plenitude que ele consegue trazer ao seu negócio.

E cuidado: selecionar apenas pessoas que “saibam muito” sobre alguma coisa não muda nada. É preciso que haja um alinhamento à sua proposta de gestão para que os resultados apareçam e sejam traduzidos efetivamente em redução de erros, decisões mais fundamentadas, aumento da inovação, melhoria do ambiente de trabalho, e, claro, mais lucratividade.

É preciso criar um ambiente onde o poder esteja nas relações e não na quantidade de informações que cada um possui sozinho. Essa é a essência da gestão do conhecimento, mas infelizmente, muitos ainda não se deram conta de que, pelo fato do conhecimento ser essencialmente humano, não é possível realizar sua gestão sem mergulhar no oceano da humanidade. E você o que ganha com isso? Leia mais e comente no blog Lounge Empreendedor.

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