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Posts Tagged ‘novos negócios’

Investidores anjos são grupos que aplicam capital em empresas iniciantes, conhecidas como start-ups. No Brasil existem quatro grupos desse tipo: o Floripa Angels (em Florianópolis) o Gávea Angels (no Rio de Janeiro), o Bahia Angels (em Salvador) e o São Paulo Anjos (em São Paulo). Cada um dos grupos de investidores é focado em um segmento de negócio no qual busca investir. “Nós buscamos negócios de internet com algum potencial de internacionalização”, explica Marcelo Cazado, fundador e diretor executivo da Floripa Angels.

De acordo com Marcelo, eles buscam empresas que possam crescer sem que a estrutura física e o corpo de funcionários precise aumentar também. “Nossos servidores estão todos na nuvem, utilizamos o conceito de computação em nuvem”, exemplifica Cazado. Se você está interessado em receber capital de investidores anjos, basta enviar o plano de negócio da sua empresa para a Floripa Angels (ou qualquer uma das outras três citadas anteriormente). O processo de seleção é bastante rígido, de acordo com Marcelo, apenas 10% dos planos de negócio enviados são aprovados e passam pelo crivo inicial.

Para esses investidores a lucratividade do negócio não é fator determinante no momento da escolha de investir. “Queremos empreendedores com capacidade de execução e negócios inovadores com potencial de crescimento e lucro”, conta o investidor. Os investimentos variam entre R$30 mil a R$1 milhão são realizados em diversas etapas. Os investidores recebem participação societária em ações preferenciais da empresa.

Saiba mais no blog Startup.Net.

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A revolução digital traz mais do que formas inéditas de comunicação, interação e informação. Novas oportunidades de fazer negócio surgem a todo instante mas, como são essas oportunidades? Como gerar valor ao seu negócio ou maximizar lucros utilizando a WEB 2.0?

Algumas empresas já estão mostrando que o uso da internet traz sim resultados surpreendentes. A Urban Store loja online de acessórios e equipamentos para skate, deve faturar R$1,5 milhão neste ano. O publico alvo: jovens entre 12 e 24 anos que já nasceram com a internet. O que faltava para o negócio deslanchar? Uma forma de comunicação com seus potenciais consumidores. A saída estava na WEB. Além de investir em links patrocinados e em sites de skate a empresa criou uma comunidade no orkut rede social mais utilizada no Brasil (hoje a comunidade está com 572 membros) em entrevista para a Pequenas Empresas Grandes Negócios os donos comentaram: “O Orkut é uma das melhores ferramentas para interagir com nosso publico. Colocamos uma lista com as marcas que vendemos, o link para o nosso site, avisamos sempre sobre as promoções e as novidades que chegam à loja e fazemos enquete. Tudo sem custo, só investindo tempo”. No início do ano,os donos resolveram ir além e compraram no Orkut um banner, usando sistema similar ao dos links patrocinados — eles compram termos como “skate” e “cultura urbana” e o anúncio aparece em todos os perfis e comunidades que incluam a palavra. A empresa paga em média 10 e 20 centavos toda vez que alguém clica no banner. E ganham mais 700 visitas mensais à loja além das 1500 visitas vindas da comunidade.

A empresa cresceu 40% em relação a 2007 e metade disso é resultado do investimento em links patrocinados e no orkut. O uso das redes sociais dá ao consumidor o que ele quer, como já comentado no post sobre comportamento do consumidor na WEB veja aqui.

Na WEB é possível criar inúmeras oportunidades para seu negócio seja ele novo ou já existente. E aí, o que você pode fazer na sua empresa? Leia mais e comente no blog do Vinícius Postai.

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Em inumeráveis conversas com empresários, muitas vezes, me saem com essa: “eu vou ganhar mercado porque vendo mais barato que o meu concorrente”. OK. Resta saber se ele também vai ganhar dinheiro. Vender barato, qualquer um pode fazer. Ganhar dinheiro, vendendo barato, eis o segredo da estratégia.

E como podemos fazer isso? Não existe uma resposta fácil, pois o que é bom para uns é ruim para outros. Um exemplo é a verticalização. Para muitos, a verticalização é custo alto; para outros é estratégia de custo baixo.

Veja-se o caso do Habibs. Ganha dinheiro verticalizando a produção, isto é, administrando os custos (e a qualidade) do produto, inclusive a partir dos insumos básicos como o leite, com fábrica de laticínios e de padaria.

Como a empresa sempre apregoa: “conheça o zero do Habibs”. Isto é, o preço da sfiha, o carro chefe, sempre começa com zero, para atrair o consumidor para as lojas e assim aumentar o ticket médio com produtos mais caros.

Como disse, eu também posso vender uma sfiha por 0,59 centavos. Mas será que conseguirei ganhar dinheiro com isso? Empresários que optam por estratégias de baixo custo – um tema que voltaremos outras vezes – precisam estar atentos para desenvolver um caminho lucrativo.

Leia mais e comente no blog Inovação e Estratégia

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Algumas pessoas, embora possuam uma boa qualificação técnica, têm dificuldades em manter-se no mercado de trabalho. Isso ocorre pelo fato de possuírem atitudes e comportamentos que nada combinam com o mundo atual.

Estamos num mundo em evolução e amadurecimento. Entretanto, alguns indivíduos agem como se acreditando que as coisas devem ser feitas sempre da mesma maneira, ou seja, do seu jeito. Possivelmente, continuarão tendo os mesmos resultados de sempre.

Síndrome de Gabriela! É necessário estarmos em processo de aprendizagem e capacitação contínua e, principalmente, aberto às mudanças. Tudo muda em fração de segundos, seja em relação ao trabalho, família, na forma de nos relacionarmos etc. Devemos acompanhar esse processo se desejarmos evoluir, crescer; do contrário encontraremos estagnação, e muitas vezes sofrimento.

Possivelmente você já ouviu, em discussões, respostas como: “Eu sinto muito, mas eu sou assim!”. “Não adianta. Você pode não gostar, mas eu sou assim!”. “Sei que isto não é certo, mas eu sou assim!”. Como se isto fosse suficiente e determinante para estabelecer um argumento indiscutível, independente de quaisquer julgamentos ou conjunto de princípios.

Estas frases são de pessoas com atitudes imobilizadoras e retrógradas, evitando o novo, a mudança e deseja que o mundo cristalize para não ter o que mudar. Elas se apegam na sua suposta incapacidade e pela preguiça em lutar contra suas certezas equivocadas e convenientes. O que fazer para sair desta rotina na sua empresa? Leia mais e comente no blog do Egnaldo Paulino.

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Em um mercado extremamente disputado, o Marketing se configura como um instrumento primordial na descoberta de oportunidades, que podem ser traduzidas através das reais necessidades dos clientes não atendidos, e as diversas formas de satisfazê-las.

 A empresa que estabelece meios de comunicação planejados, estruturados com foco no cliente, estará destinada a ampliar seu mercado e seu faturamento.

 Para que se possa tirar proveito das oportunidades e lucrar com elas, faz-se necessário que a empresa se organize internamente para encontrar soluções mais promissoras, buscando caminhos para o crescimento, através do lançamento e manutenção de produtos e serviços no mercado.

 É preciso reformular o conceito de negócio, buscando soluções inovadoras.

 O sucesso vem na medida em que se formulam estratégias que geram novas receitas e que sejam revolucionárias. Por que não?? Leia mais e comente no Desatando Nósreinvencaodocirco.

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O consultor do SEBRAE/RS, Roger Klafke, que está morando e estudando em Londres ficou conhecendo dois modelos de negócio inovadores.

 Um é o StreetCar, que é um modelo de locadora de veículos bem diferente das tradicionais. A empresa funciona como um clube, onde o associado usa a internet para agendar o uso do veículo e paga por hora de uso. O diferencial é que existem 700 pontos onde o assiociado pode pegar e largar o veículo. É possível agendar com 6 meses ou até 30 minutos de antecedência, ir até algum carro estacionado, usar e devolver em algum outro ponto.

 O outro modelo é a Argos. É um mix de venda por catálogo, e-commerce e varejo. O site é ótimo, as lojas tem uma área pequena sem vendedores, apenas catálogos onde o cliente pode pesquisar os itens de interesse, anotar o código, verificar se existe em estoque, pagar no auto-atendimento (ou ficar na fila nos poucos caixas que existem) e retirar no setor de expedição. É possível fazer todo o processo de compra sem interagir com ninguém. A vantagem? O preço é ótimo, os produtos são de qualidade e o processo é rápido.

 Quer saber mais? Leia e comente no Sirva-se!art-digital-ak3d

  

  

 

 

 

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O consultor empresarial, do Sebrae/SP, Gustavo Carrer, ao longo de mais de 10 anos de experiência em orientação empresarial para novos empresários criou 100 perguntas que precisam ser respondidas com clareza por um futuro empreendedor.

 1 – Perfil:

Há quanto tempo você acumula informações sobre o negócio que pretende iniciar? Acredita que já sabe o suficiente para não cair nas armadilhas mais comuns?

 2 – A escolha do negócio

Você possui experiência no segmento do futuro empreendimento?

 3 – O investimento

Qual o montante de recursos financeiros necessários para o investimento fixo inicial do futuro negócio? Você sabe como fazer uma estimativa?

 4 – A legislação

Quais são os impostos que minha empresa deve recolher quando estiver operando?

 Estas questões estão no blog  Antes de Empreender  e você é convidado de honra por lá para conversar sobre cada uma delas! Visite o blog e deixe os seus comentários.como planejar a abertura de um negocio

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Por Consultores da Orientação Empresarial do Sebrae/SP

 

 Para não fracassar

 Em pesquisa de 1999, o SEBRAE-SP constatou que 35% das empresas fracassam no primeiro ano de operação, e 71 % não conseguem chegar a cinco anos de vida.

 Em comum, essas empresas apresentaram sinais de que foram deficientes principalmente em duas questões fundamentais: estruturação do negócio, ou planejamento prévio, e administração.

 Estruturação do negócio e processo de gestão são aspectos que você realmente precisa se desafiar a conhecer e dominar. Todo esforço que fizer para aprender, tanto com as empresas que alcançaram sucesso como com os casos de fracasso, será o seu mais importante investimento, o que realmente sustentará a viabilidade de seu negócio. Queremos dizer que é necessário conhecer o melhor possível o ramo do negócio que escolheu.

 Se já atuou no ramo, como empresário ou como empregado, não pense que sabe tudo. Visite o maior número de empresas, converse com os proprietários e empregados, faça amizade com empresários do ramo, troque idéias, confira as diferentes percepções sobre o mercado, sobre as dificuldades etc.

 Se não é do ramo, por um lado é bom porque não tem vícios e sabe que tem de aprender muito, o caminho é pesquisar, interagir com pessoas do meio e questionar até entender o melhor possível como se ganha dinheiro com esse negócio.

 O objetivo é este mesmo, aprender como se ganha dinheiro com o negócio que se deseja montar. É normal pensar que fazer amizades ou interagir com empresários do ramo é difícil, pois estes não darão informações sobre as características do negócio para um “futuro concorrente”. Não é verdade, as pessoas gostam de trocar idéias e falar das dificuldades, basta ser franco na conversa, apresentar-se e explicar sua situação.

 Para começar, busque empresas de bairros distantes ou até mesmo em cidades vizinhas, pois assim ninguém se sentirá ameaçado. Leia mais no Beco com Saída.

Quero ser empresario

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A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), agência de fomento do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), deve liberar nos próximos quatro anos R$ 1,3 bilhão para empresas inovadoras nascentes. A iniciativa faz parte do Programa Primeira Empresa Inovadora (Prime), cujo convênio foi assinado nesta quarta-feira, 3, no Rio de Janeiro, com 18 incubadoras-âncoras, que farão a seleção das empresas a serem beneficiadas.

 

No prazo de um ano serão liberados R$ 241 milhões para 2.015 empresas inovadoras, número que deve chegar a 5,4 mil empresas em 2012. O contrato tem valor total de R$ 249 milhões, sendo R$ 241,8 milhões como subvenção para as empresas inovadoras e R$ 7,2 milhões como remuneração para as incubadoras

 

O dinheiro será usado para estruturar planos de negócios e desenvolver produtos e serviços dos empreendimentos selecionados. “O objetivo é transformar idéias em novos negócios“, afirma Eduardo Moreira da Costa, diretor de Inovação da Finep. “É para o empreendedor que tem uma boa idéia e não tinha o incentivo para arriscar. Vale tanto para estudantes como para profissionais“, completa ele.

 

Podem participar desde empresas que ainda não se constituíram até aquelas com dois anos de funcionamento.

 

Costa diz que o Prime já vinha sendo articulado antes da crise e não tem o objetivo de contrabalançar os problemas imediatos de crédito enfrentados por pequenas empresas. “Vamos gerar novas empresas que impulsionarão o mercado. O efeito aparecerá daqui a dois ou três anos.” Ele lembra que muitas empresas pequenas nascem com idéias inovadoras, mas que são abandonadas por necessidade de sobrevivência de mercado. O programa dará suporte para que “as empresas em fase de dificuldade voltem a trabalhar na idéia original“.

 

O diretor da FINEP avalia que as empresas criadas com ajuda do Prime tendem a ficar mais preparadas que a média para, futuramente, receber venture capital – investimento privado em empresas pequenas ou médias com o objetivo de impulsionar determinado negócio. A explicação é que as empresas beneficiadas pelo programa precisarão aprender a se organizar com regras de governança corporativa. O Prime inclui o treinamento dos empreendedores e dos administradores das empresas. 

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Inovação não é um bicho de sete cabeças, é um bicho de grandes cabeças. Ou seja, cabeças criativas e “realizativas”, pois segundo Waldez Ludwing “inovar é gerar valor a partir de idéias originais”, a partir da criatividade. E criatividade só é reconhecida se for concretizada.

 

Para Márcia Matos nossa vida é preenchida, constantemente, por inovações. Desde sopa que se dilui em água quente até um carro que funciona normalmente com gasolina ou com álcool. Nós inovamos quando encontramos novas formas de realizar velhas tarefas, por exemplo, quando resolvemos mudar o corte de cabelo ou fazer um novo penteado.

 

Nas empresas a inovação é uma condição de sobrevivência, pois o mundo atual é um mundo em constante mudança, movimento contínuo, transformação. Se ficarmos parados, ficaremos também atrasados. Pequena coisas não podem ser desprezadas, como detalhes no atendimento e no trato com clientes, aspectos físicos das instalações, embalagens, sinalização. Quer saber mais? Leia aqui.

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