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Posts Tagged ‘gestão empresarial’

Observamos com alegria muitas empresas crescerem e se desenvolverem gerando mais empregos, propiciando melhores condições de vida aos funcionários e contribuindo para o desenvolvimento social.

Porem, por outro lado, observamos empresários stressados, reclamando que não tem tempo para nada, há anos que não tira férias, que tem que realizar tudo, pois não tem ninguém com competência suficiente para realizar as atividades de coordenação.

Importante é entender que parte dos resultados obtidos pela direção da empresa provem de suas próprias ações e parte provem de ações de terceiros, aos quais ele deve delegar.

Entendemos por delegação, uma atividade administrativa, na qual se transfere ao colaborador responsabilidades, com a devida autoridade para gerenciar as mesmas.

Mas por que não se delega tão pouco?

Leia mais e comente no blog Gestão da Produção e Qualidade.

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Saber o resultado da empresa neste mês que passou, se ela obteve lucro ou prejuízo, deveria ser algo trivial, porém, para muitas organizações é o início de um enorme problema causado pela falta de informações.

Na verdade, é mesmo uma tarefa trabalhosa, que demanda meses de trabalho dedicado para a captação, tabulação e análise dos dados empresariais, até chegar a ser aceita como a única fonte sobre a verdadeira posição do negócio, por parte de todos os empregados, e principalmente pelo proprietário do negócio.

Neste instante a informática sempre é lembrada como a ferramenta salvadora, pois através dela o gestor conseguirá tomar a melhor decisão para a competitividade empresarial.

Primeiramente vou lembrar uma máxima da informática:

– Se entrar lixo nos aplicativos, certamente sairá lixo, como informação.

Ou seja, se você inserir dados errados nos computadores e sistemas integrados, eles certamente terão informações erradas armazenadas e conseqüentemente você tomará atitudes comprometedoras.

Algo simples e lógico que sempre é deixado de lado pelos empresários, a qualidade na captação dos dados empresariais, muitas vezes por ignorância, mas também por desleixo, ou pelo simples fato que as informações geradas pela empresa serão desprezadas para a maioria das ações gerenciais.

Uma ação simples como reduzir os preços de venda de determinados produtos, normalmente faz com que a área comercial siga cegamente os maiores concorrentes, pois é preciso acompanhar a evolução do mercado, dizem eles, não se importando, ou desconhecendo as conseqüências financeiras para a empresa, como vender produtos ou serviços abaixo dos custos.

Leia o texto completo no blog Gestão de Negócios.

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Na vida, é comum assinarmos pelo menos dois contratos de alto impacto em nossos futuros. O contrato de casamento e o contrato social na criação de empresa. Sabem o que estes contratos têm em comum? Nossa fraqueza.

Sim, ao assinarmos contratos assim estamos vivendo momentos de altíssima emoção, e somos capazes de assinar qualquer coisa que formalize a realização de nosso sonho: a formação de nossa própria família (casamento) ou a formalização de nossa própria empresa (o contrato social).

Importa aqui tratar do contrato entre sócios na montagem de negócios. Tudo começa muito bem, tão bem que um sócio confiando no outro, aplica alguns recursos na sociedade, quando não, todos os seus recursos. Mas esquece de agir na construção do futuro da sociedade, deixando-se levar pela emoção e pela enorme ansiedade de constituir a empresa.

Mas o que é a “construção do futuro da sociedade”? Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

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O empreendedor de micro empresa, de pequenos negócios, com poucas exceções, começa aproveitando uma oportunidade e até mesmo uma idéia, mas na condição de auto-emprego. Sim, o empreendedor começa o negócio sendo empregado dele mesmo. Como dizem: “um faz tudo”. Esta fase é ótima para o aprendizado. Ao mesmo tempo em que atua na viabilização do negócio ele também está vivenciando cada processo da empresa. Tudo é feito conforme suas percepções e decisões.

Mas,  logo alguma atividade muito auxiliar, ou que o empreendedor não gosta de fazer, ou porque não consegue fazer sozinho, é passada para seu primeiro empregado, depois para um segundo, para um terceiro e assim vai até que todas as atividades, que o dono não vê como essência do negócio, estejam na mão de empregados. Mas sempre com uma singularidade: é o empreendedor que dá o tom, a delegação é sempre parcial e todas as rédeas do negócio ficam nas mãos do dono.

Nesta situação a empresa está em momento bom para  crescimento, mas o dono com a característica centralizadora tenta, ao custo de sua saúde, manter as rédeas da operação do negócio em suas mãos, uma coisa não aprendeu: delegar.

Como fazer isso de forma a viabilizar o crescimento da empresa? Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

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Você sabia que através de dados apurados da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) de 2007 nos colocamos em 9º lugar em um grupo de 42 países onde a atividade empreendedora mais está presente na economia?

Você sabia que pela mesma fonte, 13 em cada 100 habitantes do nosso território nesse momento da pesquisa, desenvolviam uma atividade empreendedora?

Se compararmos nosso “potencial empreendedor” com o verificado no G7, grupo das 7 nações mais desenvolvidas do planeta, vamos verificar que para cada Cidadão habitante do grupo G7 desempenhando alguma atividade empreendedora existe mais de dois brasileiros realizando atividade de mesma natureza.

Leve em consideração os cenários econômicos de crescimento econômico e consolidação da imagem internacional de ambiente seguro para investimentos internacionais e dentro desta década nossa expectativa de alavancagem para crescimento será ótima, consolidando inúmeras oportunidades empreendedoras para novos pequenos negócios.

Você que está pensando em abrir seu negócio sente que o momento é este, não é mesmo?

E é aí que vale refletir melhor sobre começar um pequeno negócio.

Somos um país de empreendedores e assim muita gente como você neste momento, está tendo a mesma vontade!

Você tem que montar uma empresa que faça mais diferença para seu público que a empresa de seus concorrentes. Planejar antes de começar o negócio é o segredo para permanecer no mercado.

Você sabia que 29% das empresas que se iniciam não chegam a durar um ano no mercado? Sabe por quê? Faltou conhecimento de gestão e planejamento.

Planejar é fundamental. Pode parecer complicado, mas se você entender que planejar melhora a chance de não dar errado você vai começar a querer fazer isso e procurar ajuda!

Leia mais e comente no blog Bom de Negócio


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Já percebeu como há uma facilidade incrível quanto á desorganização espontânea no mundo?

Tanto na vida pessoal quanto no dia a dia das empresas acontece a mesma coisa. A desordem tende a aumentar e isto é uma lei natural!

Quando espalhamos objetos fora de ordem em nosso carro ou permitimos abuso de poder em nossa empresa, acabamos de autorizar e iniciar um processo de desordem e desajuste que exigira esforço nosso ou de outros para ser interrompido!

Organização e desorganização, ordem e desordem relacionam-se com a grandeza física descrita em 1850 pelo físico alemão Rudolf Julius Clausius (1822-1888).como Entropia A palavra forma-se por dois radicais gregos: em (interior) e tropee (mudança).

Entropia é algo de “mudança interna”

A menção ao assunto Entropia se faz necessária para discutirmos a Segunda Lei da Termodinâmica com viés em Administração de Empresas!

A termodinâmica em sua Segunda Lei enuncia que : “Todo sistema natural, quando deixado livre, evolui para um estado de máxima desordem, correspondente a uma entropia máxima”.

A entropia passa a relacionar-se com mudanças interiores ocorridas num sistema natural. Como na Primeira Lei se afirma que há conservação na quantidade de Energia em um sistema, a energia que não pode mais ser usada para realizar trabalho passa a ser então designada como a entropia gerada pelo sistema.

Aqui aparecem mais dois conceitos da Física. A Energia que conceituamos como a capacidade de um sistema para realização de trabalho e o próprio trabalho como a medida da energia transferida pela aplicação de uma força ao longo de um deslocamento. Nossa visão moderna entende as empresas e negócios como Sistemas.

Convido a migrar então estes conceitos para o Universo da Administração de Empresas e assim creio que esta Segunda Lei teria o seguinte enunciado:

“Toda empresa administrada sem compromisso, evolui para um estado de máxima desordem, onde sua energia dispersa (atritos) é tão grande que as forças aplicadas não provocam qualquer deslocamento positivo em suas atividades e resultados, culminando em sua Entropia máxima”

Diria até que a Energia disponível realiza pouco ou nenhum efeito de deslocamento mesmo com intenso esforço (desgaste) da estrutura. O que fazer?

Saiba mais e comente no blog Bom de Negócio.

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O consultor Reinaldo Miguel Messias listou os 10 erros estratégicos mais comuns que nós identificamos na gestão dos pequenos negócios:

1) Cuidado com Visão Estratégica errônea ou distorcida

a) Desconhecer amplitude/necessidades/desejos do nicho de atuação

b) Falta de parcerias estabelecidas com fontes de suprimentos atuais e alternantes

c) Falta de ferramentas de comunicação com mercado presencial e virtual

d) Falta de política sucessória entre sócios e herdeiros

2) Cuidado com a Falta de Informações e Ferramentas de Controles Gerenciais

a) Processos de gestão não claros e formalizados

b) Falta de informações históricas confiáveis para tomadas de decisão

c) Tomadas de decisões por empirismo e “achismo”. “Bom para mim então bom para cliente”

3) Cuidado com a falta de “capacitação” gerencial do empreendedor

a) Desconhecimento de ferramentas e técnicas de auxilio a gestão

b) Descobrir suas deficiências e voltar a “Aprender a Empreender”

c) Aprimorar competências empreendedoras através de treinamento específico (Empretec)

4) Cuidado com a Qualidade em defasagem com o foco estratégico e comercial

a) Padrão de Qualidade defasado do valor percebido pela solução

5) Cuidado com o Desequilíbrio de Recursos Econômicos e Financeiros

a) Falta ou excesso de máquinas e equipamentos

b) Falta ou excesso de recursos humanos

c) Falta ou excesso nos padrões de níveis de estoque

d) Falta de Capital de giro

e) Excessivo grau de endividamento

Leia os demais erros e comente no blog Bom de Negócio!


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