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Que o @renedepaula postou no Twitter me fizeram pensar e imaginar respostas simples. Vamos lá:

 

A primeira: quem tem o que perder pode/deve dar ouvidos a quem nao tem nada a perder?

Acredito que sim, desde que a pessoa seja realmente conhecedora daquilo que fala e tenha real interesse em contribuir com você.

 

A segunda: blogueiros/twitteiros contumazes/entusiastas tem o que dizer ou é gente que precisa de plateia?

 

Os dois. Acho que eles (nós) acreditam no que dizem e tentam expressar o melhor que podem (tirando as abobrinhas). Já o precisar de platéia é natural e legítimo, uma das causas do sucesso do Twitter, na minha opinião :)

 

E você, qual seu ponto de vista sobre as questões? Leia mais e comente no blog Conselheiro Criativo

O Twitter é uma rede social, ou seja, uma comunidade de amigos e pessoas desconhecidas que se mantêm em contado pela internet, onde cada um conta o que o participante tem feito.

No Twitter é possível ao participante seguir outros membros da comunidade e ser seguido também, ou seja, o participante pode adicionar ao seu Twitter outras pessoas, sendo que todas as postagens realizadas por estas pessoas aparecerão também no seu Twitter, o mesmo ocorrendo com quem adicionar esse participante, gerando assim grandes grupos de seguidores/seguidos.

Por ter um espaço limitado, ou seja, cada mensagem tem no máximo140 caracteres, muitos utilizam o Twitter como um microblog, ou seja, um espaço destinado à veiculação de outras mensagens de interesse e não apenas um relatado do que o seu autor tem feito.

Outra questão relevante para a participação das micro e pequenas empresas é saber dosar a quantidade de publicidade divulgada no Twitter, visto que o excesso de mensagens publicitárias poderá resultar no isolamento dessa empresa por parte dos demais participantes dessa rede social.

Por fim, para uma empresa participar do Twitter é necessário que ela esteja preparada para lidar com críticas, não deixando sem resposta as mensagens desfavoráveis eventualmente enviadas.

Antes, é aconselhável que a empresa participante do Twitter utilize tais críticas para melhoria constante do seu atendimento, agradecendo as críticas e sugestões apresentadas. Leia mais e comente no blog do Boris Hermanson.

twitternampe

Quando falamos em custos, duas importantes formas de agrupá-los vêm à mente das pessoas que lidam com eles: custos diretos e indiretos e custos fixos e variáveis.

São considerados custos diretos, aqueles que se identificam diretamente com os produtos fabricados como os materiais diretos e a mão de obra direta.

custos indiretos, são aqueles cuja alocação ao produto depende de critérios de rateios subjetivos, ora com um grau de precisão maior, ora menor, dependendo da relação do custo com o processo de produção. Entre outras, uma das importâncias deste agrupamento reside na necessidade de se comparar o preço de venda de um produto com o seu custo de produção, para apurar o resultado obtido com a venda.

Conhecemos custos variáveis como aqueles que se alteram proporcionalmente às modificações no volume de vendas, sendo fixos em termos unitários, enquanto custos fixos não se alteram face à inconstância dos volumes de vendas, razão pela qual se alteram unitariamente conforme varia o volume de vendas. Assim, a matéria-prima, a mão-de-obra direta, comissão de vendedor e tributos enquadram-se como custos e despesas variáveis, enquanto o aluguel e a depreciação enquadram-se como fixos.

Agrupar os custos em fixos ou variáveis é de fundamental importância para a determinação do ponto de equilíbrio das empresas.

Ao dividirmos os custos fixos totais pelo preço unitário subtraído dos custos variáveis unitários, subtração esta denominada “margem de contribuição”, chegamos à quantidade mínima que a empresa precisa vender para que não atue com prejuízo, quantidade esta que conhecemos como “ponto de equilíbrio operacional”.

Embora estes agrupamentos sejam de vital importância dentro da área contábil e financeira, a ponto de muitos profissionais destas áreas os terem como únicos quando se fala em custo, eles não esgotam as possibilidades quando analisamos custos.

Se pensarmos custos do ponto de vista da ocorrência temporal do desembolso, poderemos observar que há custos que já ocorreram e custos que ainda ocorrerão.  Quer saber mais? Leia e comente no Beco com Saída

Fazer o Empretec foi o ponto de partida para uma nova fase da vida do empresário Tiago Salsa Correa. “Depois de fazer o seminário a minha vida mudou, e não foi só em relação ao empreendedorismo. Percebi que a mudança também aconteceu nos meus relacionamentos com outras pessoas”, destacou.

Aos 31 anos, Tiago é proprietário de uma fábrica de cachaça fina, a Velho Casario, em Mato Grosso do Sul. “Depois do Empretec, com os conhecimentos adquiridos, consegui aumentar minhas vendas em 35%. Eu deveria ter feito o seminário aos 18 anos e hoje estaria rico”, afirma.

Ao falar do Empretec, Tiago demonstra grande empolgação e conta que durante a semana do seminário não dormia direito com tantas ideias e para absorver tudo que vivenciava durante a capacitação. “Eu aprendi que empreender não é algo só para o mundo dos negócios, mas a própria vida é o maior empreendimento que existe”. Leia mais no Blog do Empretec.

tiago

A empresa é um ser vivo

Uma empresa é um ser vivo que possui dinâmica própria, que por sua vez reflete a competitividade do mercado, a economia, infra-estrutura negocial e a mentalidade empreendedora, por parte do empresário.

A competitividade do mercado terá o ritmo da dinâmica setorial. Existem setores que há uma constante entrada e saída de concorrentes do mercado, outras o fornecedor e  os clientes ditam as regras do jogo; e sem falar do ritmo de inovação dos produtos e serviços oferecidos.

A economia é influenciada por situações que ocorrem no âmbito local, regional, nacional e internacionalmente, não podemos esquecer algo recente que foi a crise nos Estados Unidos e seus devidos impactos.

A estrutura negocial pode ser vista como o porte ou a infra-estrutura da empresa, seja física ou gerencial, que poderá dar as condições básicas se posicionar no mercado.

Tudo isso junto com a mentalidade empreendedora do empresário que resulta na forma de enxergar o mundo, o mercado, a concorrência e sua empresa. A sua percepção vai refletir na sua tomada de decisão e a visão de futuro do seu negócio.

Leia mais e comente no blog Casos & Causos

servivo

Está cada vez mais ampliada, a seara de vendas aos órgãos públicos através do processo denominado Pregão Eletrônico. O governo determina que a maioria das compras seja realizada através desse processo, e a internet é o canal utilizado para as negociações.

Para as pequenas empresas isso também é mais uma possibilidade de vendas. Mas atenção, muita atenção, pois na prática, o Pregão Eletrônico é uma espécie de leilão de preços onde quem ofertar o menor valor leva. Se você pensa em comercializar produtos ou serviços nestas condições, avalie bem o que apresentaremos e, esteja preparado para transformar isso em oportunidades de gerar resultados positivos para a empresa.

Primeiro, esteja atento às condições apresentadas pelos compradores e, principalmente, quanto às especificações dos produtos ou serviços que eles desejam comprar.

Tais especificações servem para indicar os custos que estão relacionados com estas vendas. Quanto menor for o valor de custo que sua empresa consiga atingir, melhores condições de ganho poderão ser alcançadas. Até mesmo porque os valores dos preços ofertados pelos demais participantes estão à vista de todos, e isso facilita o entendimento da margem de ganho que se poderá obter a cada novo valor ofertado.

A despeito da margem de ganho, que é a primeira análise que deve ser feita, será preciso saber o valor do preço a ser praticado, as despesas sobre a venda – no caso os impostos, possíveis comissões de vendedores (se for o caso), despesas com a entrega e todo o custo diretamente relacionado com o item a ser comercializado. Como, por exemplo, o valor total de compra (considerando, se existir, Frete, IPI, ICMS e outros gastos para adquirir mercadorias ou matéria-prima), o custo de fabricação se o item for industrializado e todo o gasto envolvido quando se tratar da prestação de serviço.

Do preço de venda, subtraindo os valores relacionados com os gastos mencionados, deve resultar um valor positivo. Nesse caso, a margem de ganho na venda, somada ao valor das margens de outras vendas conseguidas, é que contribuirá para que todas as demais despesas possam ser pagas.

Não esqueça de levar em consideração um possível valor de custo financeiro, caso o prazo total de recebimento acabe provocando, em sua empresa, a necessidade de captar recursos de terceiros para “bancar” essas vendas.

Leia mais e comente no Beco com Saída

Atração de clientes

Como dissemos no início, o negócio pode ser resumido em vender e lucrar. E isso depende da existência de interessados em comprar. Ou seja, clientes.

Você já tem um ponto importante a seu favor, que é a certeza de que pessoas compram produtos ou serviços como os seus. Afinal, muito provavelmente, o negócio que deseja montar não é inédito. Não está sendo inventado por você justamente agora. Já existia antes. Há pessoas interessadas em comprar. Mas onde elas estão?

Então você acaba de receber seu terceiro desafio: fazer com que as pessoas que já consomem esses produtos ou serviços os adquiram de você. Comprem de sua empresa. Se você vai iniciar esse negócio, antes de montá-lo é preciso saber o que fazer para que as pessoas comprem de sua empresa.

O que devo fazer para que comprem da minha empresa? Leia mais e comente no Beco com Saída.

como atrair clientes

Precisamos ter em mente que o lucro não é resultante de uma venda. O lucro é o que sobra das receitas de vendas de um período, por exemplo, um mês, após  retirar todos os custos e despesas ocorridos no período e na obtenção dos bens e serviços vendidos.

No preço de cada produto ou serviço é previsto um valor que possa contribuir com a acumulação de lucro no período e com a cobertura das despesas fixas. É chamado de “margem de contribuição”. Portanto, uma parte da margem de contribuição é para recuperar os gastos com despesas fixas, a outra é geradora da acumulação de lucro. Como estimar este valor? Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

lucro

De acordo com os pressupostos presentes na Teoria das Restrições, restrição é qualquer coisa que limita um sistema em conseguir maior desempenho em relação a sua meta.

Existem diversos tipos de restrições. Estas podem ser físicas, como uma máquina com baixa capacidade produtiva, despreparo ou baixo número de empregados, ou então restrições não físicas, como as restrições de política da empresa, comportamentais, culturais ou de mercado. Entretanto, as restrições físicas podem ser consideradas, na maioria das vezes, como reflexos das restrições comportamentais ou de procedimentos da organização.

Toda organização é formada ou constituída com um propósito principal e que este é, na verdade, determinado por seus proprietários ou por seus acionistas, que investem recursos com um determinado objetivo. Portanto, para as empresas privadas, certamente a meta é “ganhar mais dinheiro tanto agora como no futuro”.

A empresa deve encontrar as medidas necessárias para guiar e controlar seus esforços na direção de sua meta. Medidas financeiras são necessárias por dois motivos principais. A primeira é controle, ou seja, saber até que ponto a empresa está conseguindo alcançar o objetivo de gerar dinheiro.

Leia mais e comente no blog Gestão da Produção e Qualidade

restrições

Todo mundo já conhece Natura, Avon e outros afins. Mas será que só cosmético se presta à venda direta? A resposta é não.

No tempo da Internet ainda se vendem livros porta a porta. Para ser mais exato: 14% do mercado total, ou 1 em cada 7 livros vendidos no Brasil – o que não é pouca coisa. Um mercado tão interessante que ela mesmo, a Avon, passou a oferecer livros também, junto com seus produtos.

Um exemplo desta estratégia: o livro “Dias Melhores Virão”, do pastor americano Max Lucado, da editora Ediouro. Nas livrarias foram 30 mil exemplares e pelas revendedoras da Avon, foram 300 mil.

Afinal são 1 milhão e 100 mil revendedoras. Enquanto isso, a Associação Brasileira de Difusão do Livro tenta fortalecer o mercado com a contratação de 30 mil vendedores que são pagos por cerca de 220 editoras.

Agora, vale perguntar? O que mais pode ser vendido pelo sistema porta a porta? Que tal o seu produto?

Leia mais e comente no blog Inovação e Estratégia

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