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No caso de pessoa física, existem duas situações em que se pode exportar:

1ª. Exportando mercadorias em quantidades que não caracterizem prática de comércio e não se configure habitualidade.

2ª Poderá exportar mercadorias em quantidades que se revelem práticas de comércio, habitual ou não, quando for:

  • Agricultor ou pecuarista, cujo imóvel rural esteja cadastrado no Incra; ou
  • Artesão, artista ou assemelhado, registrado como profissional autônomo.

Saiba mais no blog Comércio Exterior

Você pretende abrir um empreendimento em uma cidade ou região que não é sua cidade natal? Essas decisões surgem como grandes oportunidades… ou por algum per causo da vida… você se mudou para essa outra cidade ou região e precisa, por sobrevivência, abrir um empreendimento.

Fazer acontecer à oportunidade que está em suas mãos, é legitima e genuinamente empreendedora, o grande detalhe está na forma como visualiza o mercado. Muitos vêem na perspectiva da sua origem cultural – hábitos de consumo, ritual das datas festivas, valores, rotinas de trabalho e de vida. Dessa forma você abre o empreendimento para você e não para o mercado-cliente.

Você que vem de outras regiões, precisa respirar a cultura local aonde você pretende empreender e começar entender a cultura local sem preconceitos, identificando: crenças, valores, hábitos, rituais das datas festivas, estilo de vida e a história da formação da localidade que influencia o jeito de ser daquela população.

Pretender ser um bandeirante comercial da atualidade, você terá que de fato de compreender o consumidor potencial,  a infra-estrutura e legislação da localidade! Leia mais e comente no blog Casos & Causos.

Banco de dados e cadastro é a mesma coisa? Quais as obrigações dos serviços de proteção ao crédito em relação aos consumidores? O consumidor tem que ser avisado quando ele é incluído num deles? E as empresas varejistas, podem divulgar as informações de seus cadastros para terceiros?

Para respondermos estas perguntas, vejamos o que nossa legislação tem a dizer sobre o assunto.

Diferença entre banco de dados e cadastro:

Apesar da legislação não fazer distinção entre banco de dados e cadastro, existem algumas diferenças entre os dois.

Por definição, tanto o banco de dados como o cadastro são o conjunto de informações acerca de um consumidor. No banco de dados, estas informações são coletadas no mercado, sendo utilizadas normalmente por empresas que prestam serviços de proteção ao crédito. As empresas que prestam estes tipos de serviços são consideradas pelo Código de Defesa do Consumidor entidades de caráter público.

Já o cadastro é composto pelas informações fornecidas pelo próprio consumidor no momento de abertura de um crediário, ou seja, estas informações serão utilizadas internamente pelas empresas para a concessão ou não do crédito. Em muitos casos, inclusive, fazem parte desses cadastros o resultado da consulta realizada junto aos serviços de proteção ao crédito.

Obrigações das empresas do setor varejista em relação aos consumidores:

No caso das empresas varejistas que contêm com informações cadastrais acerca dos seus clientes, as regras são mais simples.

Para essa empresa possa divulgar as informações cadastrais de seus consumidores para outras empresas, será necessária a autorização expressa dos consumidores constantes naqueles cadastros.

Também é proibida a divulgação de informações negativas acerca de atos praticados por consumidores na defesa de seus direitos. Por exemplo, não se pode divulgar para terceiros o fato de um consumidor ter encaminhado uma reclamação contra a empresa no PROCON.

Estas são, em síntese, as principais regras para empresas que mantenham bancos de dados ou cadastros de consumidores…Leia mais e comente no blog do Boris Hermanson.

O investimento em ativo fixo necessita de amortização ao longo de vários exercícios financeiros, sob pena de erroneamente se acabar por alocá-lo todo em um único exercício.

Se os investimentos em imobilizado, por exemplo, são amortizáveis em 60 meses, 1/60 do valor do mesmo deve constar como despesa de depreciação mês-a-mês e não se deve alocar todo ele no mês em que se efetivou a aquisição. Se tenho R$ 60 mil em máquinas que após 5 anos (60 meses) deverão ser trocadas, a cada mês estas máquinas valerão R$ 1 mil a menos (R$ 59 mil no mês seguinte, R$ 58 mil no posterior e assim por diante).

Esta perda de valor se deve ao uso, ação do tempo ou obsolescência. Esta redução de R$ 1 mil por mês (depreciação) é o que se chama de despesa não-desembolsável ou despesa invisível, pois muitos, por não verem esta valor sair do caixa confunde-o com o lucro, o que não é verdade.

Porém, se o empresário citado tiver a certeza que o mundo se acabará daqui a 5 anos, tudo bem! Ele pode embolsar o valor da depreciação que é de R$ 1mil mensais, mas, graças a Deus, não é o caso.

Se ele todo mês ele aplicasse estes R$ 1mil na poupança, que dá um rendimento de 8% ao ano, descontando-se a inflação anual de 5%, teríamos um rendimento real de 3% ao ano, tendo ao final de 60 meses um saldo na poupança de R$ 64.646,71.

Supondo que no início eram 60 máquinas a R$ 1 mil cada, ao final de 60 meses se comprariam 64 máquinas e ainda haveria troco, imaginando que as máquinas foram reajustadas pelo valor da inflação.

Porém, se o empresário embolsar mensalmente o valor da depreciação e ao final de 60 meses financiá-las em 36 meses a 12% ao ano (juros reais) em tabela price, ele teria pago por 60 máquinas 36 parcelas de R$ 1.992,86. Isto resulta em um total desembolsado de R$ 71.742,91.

Pagou-se quase 12 máquinas só de juros.

Embolsar os valores da depreciação ao invés de provisioná-los é comparável a se ter um câncer que sorrateiramente vai ceifando a vida da empresa, e quando se descobre a sua existência já é tarde, pois há um verdadeiro processo de metástase, podendo se chegar a um ponto sem volta.

Leia mais e comente no blog do Sebrae Pernambuco.

Nestes tempos pós crise, é comum que os ganhos acabem mascarando alguns fatores importantes para consolidar nossas empresas.
Listamos 10 dicas para serem sempre relembradas doravante.

1) Enxergue a realidade
As pesquisas e dados têm seu valor, mas o empreendedor precisa conhecer os clientes e o mercado para entender o que eles pensam. A intuição empreendedora se potencializa quando conectada com empregados e consumidores. É sempre oportuno validar intuição com dados!
2) Persiga metas desafiadoras
O mercado é mais competitivo que nossos planejamentos; se quiser realmente desafiar o mercado, comece desafiando sua capacidade empreendedora com metas factíveis, porém ousadas!

3) Empenhe-se na Competitividade
Os princípios da Qualidade, Produtividade e Inovação devem fazer parte de qualquer tomada de decisão a ser realizada na empresa, pois permitem assegurar atitudes competitivas frente aos anseios do cliente. Esta forma de gestão busca criar uma imagem de valor nos negócios e não apenas de oportunidade sob a ótica do cliente.

4) Rastrei seu Cliente
Os negócios lá no fundo continuam a ser a mesma coisa: troca de soluções por dinheiro, agregando valor ao consumidor e lucro ao capital investido. O que muda a cada momento é o cliente, seus hábitos, expectativas, necessidades e desejos.
Saiba mais sobre ele do que ele mesmo supõe! Será fundamental para conquistá-lo e mante-lo.
5) Oriente-se pela Competitividade
Os princípios da Qualidade, Produtividade e Inovação devem fazer parte de qualquer tomada de decisão a ser realizada na empresa pois permitem assegurar atitudes competitivas frente aos anseios do cliente.Esta orientação de gestão busca criar uma imagem de valor nos negócios e não apenas oportunidades percebidas pelo cliente.Competição aprimora! …Leia mais e comente no blog Bom de Negócio.

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, através da Resolução n.º 615, de 15/12/09, aprovou o parcelamento das dívidas de empregadores com o FGTS em até 180 parcelas mensais.

De acordo com a nova resolução, os empregadores poderão parcelar débitos independentemente da fase de cobrança em que se encontre ou de sua origem e época de ocorrência.

Não poderão ser parceladas as dívidas relativas aos adicionais de 10% sobre a multa de 40% do FGTS e do adicional de 0,5% sobre os depósitos do FGTS instituídos pela Lei Complementar nº 110/2001.

O valor mínimo da parcela de que trata este novo parcelamento será de:

a) R$ 100,00 para débitos que atualizados e consolidados resultem em valores até R$ 5.000,00;
b) R$ 200,00 para débitos que atualizados e consolidados resultem em valores entre R$ 5.001,00 e R$ 20.000,00;
c) R$ 250,00 para débitos que atualizados e consolidados resultem em valores entre R$ 20.001,00 e R$ 45.000,00; e

d)Para valores acima de R$ 45.001,00, não será exigida parcela mínima, ou seja, o valor da parcela será encontrado dividindo-se o débito atualizado e consolidado pelo número de meses em que o empregador deseje realizar seu parcelamento.

O débito consolidado compreende as contribuições, atualização monetária, juros de mora e multa, e no caso dos débitos inscritos na Dívida Ativa, ainda encargos financeiros e honorários advocatícios. A primeira parcela deverá ser paga 30 dias após a assinatura do acordo e as demais vencerão no mesmo dia dos meses subseqüentes.

Leia mais e comente no blog do Boris Hermanson

1 – Iniciamos um negócio a partir de uma “idéia”, mas sempre devemos confirmar se esta “idéia” é realmente uma oportunidade de negócio

2 – É decisivo planejar previamente a estrutura do negócio, principalmente:

a)  investimentos necessários até a completa viabilização,

b)  limites de custos,

c)  volumes de receitas (vendas),

d)  reserva de capital

3 –  O domínio do negócio deve ser conseguido imediatamente, como os aspectos da tecnologia envolvida, condições de mercado e aspectos gerenciais.

4- Nunca misturar o dinheiro da empresa com a renda familiar.

5- Sempre manter o negócio adaptado  às necessidades do público alvo

6 – Estabelecer rapidamente parcerias com fornecedores e com concorrentes

7- Manter crescente a agressividade da estratégia de vendas: ultrapassar no tempo certo o “ponto de equilíbrio”, no qual os gastos se equilibram com as receitas.

8 – Empresários de sucesso não permitem que o processo operacional seja dependente de sua atuação e presença, além do tempo necessário à viabilização do negócio. O mais cedo possível o dono deve se ocupar das questões estratégicas para crescimento e exploração competente da oportunidade.

9 –  Nunca dar passos maiores que as pernas. A ação de planejar deve ser permanente e principalmente nas  decisões estratégicas os riscos devem ser cautelosamente calculados.

10 – Sempre ter objetivos e metas. As decisões e operações devem ser subordinadas ao desejo de atingir objetivos e cumprir metas de desempenho, legitimado para todos da empresa. “Quem não sabe a direção a tomar, qualquer direção serve”. Se não há um volume de lucro a perseguir, qualquer lucro serve, inclusive nenhum lucro, e a empresa morre.

Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil

Você odeia o seu chefe?

O ano nem começou direito e tem gente reclamando da vida. Recentemente reencontrei um amigo que me narrou toda sua raiva em relação ao seu chefe. Emprestei meus ouvidos para entender o que ele estava passando.

Segundo ele, o ódio pelo chefe nasceu quando teve suas idéias castradas e se viu obrigado a seguir ordens que não concordava. Para os especialistas de recursos humanos, as empresas exigem que o funcionário, além de estar capacitado para o cargo que exerce, tenha uma boa relação com os colegas. E esse foi o primeiro sinal de que as coisas não estavam indo bem para ele.

Ouvindo-o com calma, percebi que toda a sua raiva girava em torno da incapacidade que tinha de administrar os conflitos naturais nas relações de trabalho. Não era tolerante e compreensivo com seus subordinados e habitualmente tratava seus pares com muita indiferença.

Percebi, ainda, que ele invejava muito seus colegas. A maioria estava se esforçando para melhorar o desempenho dentro da organização, enquanto ele apenas observava a vida dos outros, sem se preocupar com a sua. Isso é outro sinal de que as coisas não estão indo bem dentro do trabalho.

Quando somos selecionados para uma função dentro de uma empresa, seja seja pública ou privada, não escolhemos colegas ou chefes. Como isso, para a maioria dos profissionais é fato consumado, o coitado ia para o serviço com o coração repleto de raiva por ter que conviver com os seus “inimigos”.

Saiba mais no blog Comunicação Empreendedora.

A qualidade e a vassoura

Conta-se que certa vez perguntaram ao Sr Ishikawa (aquele da “espinha de peixe” ou diagrama de causa e efeito) o que se deveria fazer para começar a implantar a Qualidade na Gestão de uma empresa, ao que ele com a típica sabedoria oriental, em poucas palavras disse:

-Comece varrendo!

Varrer faz alusão á eliminação de sujeira.

Eliminar o que não presta, o que incomoda, atrapalha, enfim aborrece!

Elimina e cuidar para não tornar a brotar sujeira no sentido pleno!

É eliminar a sujeira em todas as suas dimensões.

Uma das dimensões que se deve verificar e eliminar está na dimensão ética.

Nesta dimensão devemos evitar e eliminar práticas não conforme nos aspectos tributários, comerciais e empresariais. Como exemplo busque abster-se de práticas escusas que visam o lucro fácil, e que burlam ou corrompem a sociedade.

É fazer uso da vassoura da consciência empresarial cujo foco se orienta pela Responsabilidade Social e Desenvolvimento da Cultura da Cidadania.

Esta vassoura fica permanentemente na sala do “Empre$ário” e todos os colaboradores percebem quando ela é usada!

Aparece também a sujeira no contexto físico, aquela que “gruda no chão, no balcão e no salão e no porão” ou que apesar de não ser sujeira tipificada, está na forma de retalhos e sobras, resíduos de processo ou até mesmo desperdícios.

A sujeira “física” pede um olhar de Sustentabilidade, Meio Ambiente e Racionalização! Usamos a vassoura do empreendedor que fica na área de operações e que deve ter seu uso estimulado e compartilhado com todos os colaboradores da empresa.

Fazer uso desta vassoura é estimular a redução ou eliminação deste acúmulo na empresa.

Que saber como começar a varrer aí na sua empresa? Leia mais no blog Bom de Negócio!


As funções do vendedor são atribuídas de acordo com o mercado em que a empresa atua e os objetivos mercadológicos dela.

Consideram-se todos os papéis que o vendedor irá ocupar na empresa. As funções abaixo discriminadas procuram esgotar todas as possibilidades dos mesmos.

Funções de Vendas:

- realizar regularmente visitas aos clientes;

- vender a linha de produtos;

- introduzir produtos novos;

- responder às indagações;

- superar as objeções;

- verificar o estoque dos clientes;

- interpretar os produtos para os clientes;

- estimar o potencial do cliente;

- estimar as necessidades do cliente;

- explicar e advogar as diretrizes da empresa no que tange a preços, condições de pagamento, crédito, cobrança, prazos, sistemas de entrega e assistência técnica;

- obter pedidos;

- assegurar que as cotas sejam atingidas.

Funções Promocionais:

Os vendedores também atuam como continuidade das ações de Marketing da empresa e podemos definir algumas funções de marketing, conforme segue:

- descobrir e divulgar uso de produto;

- fazer demonstrações dos produtos;

- informar os clientes sobre campanhas publicitárias;

- desenvolver clientes potenciais;

- abrir novos clientes;

- distribuir catálogos, folhetos, brindes e peças promocionais;

- acompanhar o trabalho dos vendedores e dos intermediários;

- treinar o pessoal dos intermediários;

- apresentar aos clientes, dados e informações sobre o mercado.

Funções de Relações Públicas:

O vendedor deve ser um elo de ligação com a comunidade:

- manter relações amistosas com os clientes;

- difundir a imagem da empresa;

- recolher informações sobre a imagem da empresa;

- representar a empresa.

Funções de Prestação de Serviços:

O vendedor dos novos tempos também atua prestando serviços aos clientes:

- instalar material promocional;

- averiguar e relatar reclamações;

- providenciar substituições e devoluções;

- providenciar descontos e bonificações;

- acompanhar o fluxo de pedidos;

- providenciar pedidos de abertura de crédito;

- providenciar prioridades de entregas.

Quer saber mais? Leia no Beco com Saída as demais funções de um vendedor.

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