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O líder como coach

Para entender a importância de o líder atuar como Coach é fundamental entender o contexto atual, isto é, como o mercado se configura e, portanto, como as empresas precisam se organizar para se manter competitivas e promissoras.

A competitividade que se estabeleceu a partir da década de 80 exigiu novo papel da liderança na gestão das pessoas que compõe a equipe gestão. A ênfase foi estabelecer vínculos cada vez mais estreitos entre o desempenho humano e os resultados do negócio da empresa.  Quatro exigências pesam sobre as empresas pressionadas pelos tempos modernos: devem ser estratégicas, competitivas, focadas nos processos de mudança organizacional e responsáveis pelo envolvimento do funcionário com ela, seus negócios, processos e produtos. Operacionalizar esse formato de gestão só é possível quando o líder atua como coach.

O principal desafio do líder coach é a questão cultural, isto é, alcançar a visão das pessoas como um recurso estratégico. Gerenciar e liderar as pessoas da equipe de forma que se percebam agregando valor aos objetivos da empresa, mas também aos seus objetivos de carreira. Enxergando como podem crescer, não só hierarquicamente, mas ampliando suas habilidades e conhecimentos quando abraçam novas tarefas, novos desafios.

Que valorizem e construam um ambiente de trabalho saudável e seguro, atuem com ética nas relações com os clientes internos e externos e estejam permanentemente atentas ao objetivo principal de uma empresa: o resultado, buscando-o com qualidade, produtividade e rentabilidade, considerando a qualidade de vida das pessoas que trabalham na empresa, respeitando o meio ambiente natural social que é impactado pelos seus produtos e serviços.

Dois lembretes para os lideres que querem ser coach da sua equipe:

1 – Contextualize os conceitos e ferramentas tendo em vista o seu perfil atual como líder, o momento da equipe, da empresa no mercado e do mercado.

2- Lembre-se, o mundo não pára dando um tempo extra para que a transição entre o estilo atual para o de líder coach seja realizada. É fundamental considerar o momento presente, elaborar um plano consistente e realista com indicadores robustos que indiquem quando alcançamos o objetivo e também nos orientem durante o percurso. Leia mais e comente no blog Gestão de Pessoas.


A procura da solução imediata para problemas crônicos de falta de capital de giro, normalmente são os descontos de cheques e duplicatas, como também outros adiantamentos de recebíveis, como os dos cartões de crédito, que resultam, quase sempre, para o acúmulo de problemas.

Quando o empresário trás os recebimentos futuros, para hoje, atrelado a isto está o juro, como também, é óbvio, a escassez de recursos para o futuro, obrigando o ciclo continuado ou vicioso.

Como todos sabem, há muito tempo, atacar a conseqüência não conserta a causa de forma automática, mas apenas retarda ou pior, esconde os problemas de gestão, do passado e do presente.

- Mas o juro está abaixando. Diria um empresário ligado no dia a dia empresarial, a taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia – SELIC está em queda contínua, portanto, os juros dos bancos também despencam.

É a verdade, mas os juros ainda estão muito altos.

Exemplos, juros mensais para captação de:

Capital de giro é de 3,74% ao mês, ou 55,37% ao ano;

Desconto de cheques de 3,65% ao mês, ou 53,76% ao ano;

Crediário, para o seu cliente, de 6,06% ao mês, ou 102,59% ao ano.

Percentuais informados pelo site: www.infomoney.com.br, em 22-07-09.

Como, infelizmente, o empresário utiliza um número mágico para calcular os preços de vendas de seus produtos e serviços, como: 2 vezes, ou 100% sobre o custo. (custo de compra = R$ 45,00, preço de venda = R$ 90,00).

Supondo que a margem de lucro do produto, agora calculando, através da elaboração do índice de comercialização, seja de 18%, Imposto de 4%, comissão sobre as vendas de 3% e os custos fixos equivalem a 25% do faturamento médio mensal, anual, o índice seria os mesmos 2,0, mas com a consciência da margem de lucro escolhida.

PV = Custo X Índice de Comercialização

Cálculo do Índice de Comercialização:

(100%-(18%+4%+3%+25%)) = 100% – 50% = 50% ou 0,50 ou 1/0,50 = 2,0000

Se a empresa ainda oferece o desconto de 10% sobre o preço de venda, ou seja, R$90,00 – 10% = R$ 81,00, a margem de lucro cairá para 12,4% e se a empresa descontar o cheque, ou adiantar o cartão de crédito, esta margem irá para menos de 9%.

Veja, era 100% de margem, pelo menos parecia, mas na realidade a margem de lucro sobre a venda despencou para aproximadamente 9%.

Portanto, cuidado, com as facilidades oferecidas, principalmente quando a sua empresa não está adequadamente controlada. Leia mais e comente no blog Gestor de Oportunidades.

Em seu ambiente de trabalho, você passa por constrangimentos? Seus superiores costumam tratá-lo com gestos humilhantes? Seus colegas têm o hábito de transferirem a responsabilidade para você, mesmo que você não tenha nada a ver com o fato? Se isso está acontecendo, tome cuidado, porque você está enfrentando um dos mais antigos e graves problemas do relacionamento humano: o assédio moral.

Em sua definição, assédio moral é a exposição dos empregados a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções.

Tanto quanto o assédio sexual, o moral é um dos mais degradantes instrumentos das relações humanas. Nasce, geralmente, nas esferas do relacionamento hierárquico autoritário e assimétrico, em que condutas negativas, atitudes desumanas e antiéticas de um ou mais chefes direcionada a um ou mais subordinado, desestabiliza a relação da vítima com o ambiente de trabalho.

Assim, ser chamado atenção de forma humilhante é assédio moral e poucas pessoas sabem disso. Ser tratado de forma pejorativa, agir de maneira contrária ao senso moral e ético, também é assédio moral. O medo de perder o emprego, porém, acaba inibindo que muitos busquem seus direitos e a liberdade de se expressar sem ser humilhado.

Mas tem algo mais grave que isso: a maioria dos agressores morais não tem consciência de que são. Os assediadores acham perfeitamente normal tratarem os outros com expressões moralmente contrárias aos padrões convencionados de sadia relações humanas. Acreditam que estão investidos de uma “autoridade eterna”, onde os meios justificam os fins. Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.


O planejamento empresarial refere-se às decisões presentes que tem implicações nos rumos futuros da empresa. É ferramenta essencial para a empresa que deseja definir o seu futuro, mobilizar recursos em direção aos propósitos de curto e longo prazo, assumir o controle do seu destino, enxergar oportunidades, introduzir a disciplina de pensar a longo prazo,  gerar compromisso e direcionar as atividades dos colaboradores.

No modelo proposto por Bruno Henrique Fernandes e Luiz Hamilton Berton e adotado pelo SEBRAE em programas de capacitação, o planejamento empresarial percorre as seguintes etapas:

Definição do negócio – onde a empresa atua, o setor, o produto, os serviços, o cliente que pretende atingir.  A definição do negócio não pode ser ampla a ponto de não orientar para nada, levando a perda de foco.  Ou, no limite, restrita a ponto de não permitir descobrir o que a organização faz.

Análise do ambiente externo – a análise do setor em que a empresa atua é importante, para isso não podem ficar de fora os aspectos econômicos, sociais, políticos e tecnológicos. Entender o ciclo de vida do setor e os fatores-chave de sucesso é fundamental para embasar os planos futuros.

Análise do ambiente da organização – Identificar e compreender as competências da organização, ou seja, o que a organização faz bem, em que ela é forte e dificulta a imitação por parte da concorrência. Os seus pontos frágeis também devem ser identificados e analisados.

A partir dessas análises pode-se partir para a formulação das estratégias, que incluem as seguintes tarefas:

Delimitação da missão – para que a empresa existe; delimita sua atuação dentro do negócio escolhido.

Definição da visão – onde a empresa quer chegar num prazo definido; a visão é a explicitação do que se idealiza para a organizaçã

Definição de objetivos – são importantes para conferir foco, mas devem ser detalhados (ou desdobrados) em ações menores para não se perderem na generalidade para as diferentes áreas da empresa: marketing, finanças, produção, pessoas etc.

Com tudo isso definido é hora de colocar para funcionar.

É nessa fase que belos planejamentos e excelentes estratégias vão parar na gaveta. Leia mais e comente no blog Empreendedorismo e Planejamento.

As empresas estão aperfeiçoando suas estratégias de comunicação, ampliando o uso das novas mídias. Para convencer os departamentos de marketing a investir mais ainda, o mercado apresenta números bem expressivos: até o final deste anos mais 1 milhão de pessoas estarão usando twitter no Brasil, aproximadamente 800 mil blogs, com mais de 12 milhões de leitores de blogs, num panorama de 53,9 milhões de usuários de internet – 35 milhões deles cadastrados no Orkut.

Com isso surge um enorme desafio: se o desejo é alcançar a grande massa de pessoas, utiliza-se a TV. Mas, se as empresas desejam atingir os influenciadores, as mídias digitais são o caminho. Nesse novo espaço relacionamento, onde o fenômeno da difusão instantânea da mensagem estabelece o verdadeiro “time” da informação, milhões de usuários virtuais acabam assumindo as funções de “repórter” e “editor” de conteúdos. Neste momento, por exemplo, podem estar falando mal da sua empresa, de você, da empresa onde trabalho.

E o que fazer? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.


Acessibilidade é o conjunto de condições necessárias para que as pessoas portadoras de deficiências ou com redução em sua mobilidade possam utilizar, com segurança e autonômica, os espaços públicos e privados.

No Estado de São Paulo estas regras são regulamenta pela Lei n.º 12.907/08, que traz inclusive as regras de acessibilidade que devem ser observadas nos estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços destinados ao uso coletivo.

De acordo com esta lei, sempre que houver a construção, ampliação ou reforma de edifícios privados destinados ao uso coletivo, deverão ser observados, pelo menos, os seguintes requisitos de acessibilidade:

a) – nas áreas externas ou internas da edificação, destinadas à garagem e ao estacionamento de uso público, deverão ser reservadas vagas próximas dos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos que transportem pessoas com deficiência que tenham dificuldade de locomoção permanente;

b) – pelo menos um dos acessos ao interior da edificação deverá estar livre de obstáculos ou barreiras arquitetônicas que impeçam ou dificultem a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Um exemplo de barreira arquitetônica seria a existência de uma escada como único acesso para a entrada no estabelecimento. Neste caso será necessária a construção também de uma rampa de acesso;

c) – pelo menos um dos caminhos destinados à circulação horizontal ou vertical a todas as dependências e serviços do edifício, entre si e com o seu exterior, deverá cumprir estes requisitos de acessibilidade;

d) – os edifícios deverão dispor, pelo menos, de um banheiro acessível, distribuindo-se seus equipamentos e acessórios de maneira que possam ser utilizados por pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.

Além dos requisitos acima, nos edifícios de uso privado em que seja obrigatória a instalação de elevador, sua cabine e respectiva porta de entrada deverão ser acessíveis para pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida.

Já os edifícios com mais de um pavimento e que não estejam obrigados à instalação de elevador deverão dispor de especificações técnicas e de projeto que facilitem a instalação de um elevador adaptado, devendo os demais elementos de uso comum atender aos demais requisitos de acessibilidade.

Desta forma, o empreendedor que pretenda construir, ampliar ou reforma as instalações de sua empresa deverá incluir no planejamento de sua obra o cumprimento das regras de acessibilidade. Agindo assim, além de evitar problemas legais, ele estará demonstrando respeito às necessidades especiais das pessoas portadoras de deficiência. Leia mais e comente no blog do Boris Hermanson.

O adicional de insalubridade visa compensar, financeiramente, os empregados expostos durante seu trabalho, aos agentes que possam causar doenças ou moléstias que possam comprometer sua saúde.

Para definição se uma atividade é ou não insalubre é necessário que ela conste da lista existente na NR – 15 (Norma Regulamentadora – Atividades e operações insalubres). Além de tal atividade constar da referida NR 15, será necessário também a existência de laudo pericial indicando o grau de exposição do empregado a esta condição de insalubridade. Tal grau pode ser mínimo, médio ou máximo, conforme determinação do referido laudo pericial.

De acordo com a NR 15, nos casos do grau mínimo, médio e máximo, será devido ao empregado o pagamento do adicional de 10%, 20% ou 40% incidentes sobre o valor do valor do salário mínimo da região. O pagamento do adicional de insalubridade cessará quando desaparecerem as condições insalubres, seja quando houver a adequação do ambiente de trabalho, ou quando houver o fornecimento de equipamentos de proteção individual aos empregados expostos a tais riscos. Leia mais e comente no blog do Boris Hermanson.

A perspectiva de retomada do comércio internacional a partir da perda de força da crise econômica mundial recoloca nas mesas de reuniões entre governo e indústrias a busca de soluções para o Brasil ganhar espaço no mercado internacional.

Passada a tempestade financeira global, a hora é de buscar saídas para os obstáculos que barram o avanço dos produtos nacionais no Exterior, como os sete principais desafios apontados por três especialistas presentes no Congresso Internacional de Cooperação União Europeia – América Latina, realizado quinta e sexta-feira no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre.

Pablo Cesário, analista do Setor de Comércio Exterior da Confederação Nacional da Indústria, Ricardo Schaefer, diretor da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) e Evandro Didonet, diretor do Departamento de Negociações Internacionais do Ministério de Relações Exteriores, apontam a necessidade de ações que devem mobilizar desde diplomatas a micro e pequenos empresários.

Os desafios:

- Enfrentar o novo protecionismo

Além das tradicionais barreiras tarifárias, exportadores têm de enfrentar novas limitações. A União Europeia impõe mais normas técnicas, como a certificação de componentes dos produtos. A saída é a instalação de filiais nesses países ou a criação de parcerias com empresas locais.

– Esse será o papel da internacionalização das empresas brasileiras – diz Ricardo Schaefer, diretor da Apex Brasil.

- Fechar a Rodada de Doha

A meta é angariar o apoio do governo dos EUA para fechar em 2010 o acordo que pretende reduzir as barreiras no comércio internacional. Evandro Didonet, diretor do Departamento de Negociações Internacionais do Ministério de Relações Exteriores, lembra que há entendimentos sobre o quanto cada país deve ceder na abertura de seus mercados.

- Conquistar África e Ásia

A lenta recuperação econômica nos Estados Unidos e na Europa obriga à prospecção de mercados na África e na Ásia, assim como a ampliação da presença na China.

- Acordos com União Europeia, México e Índia

Para abrir caminho a seus produtos, o Brasil tem papel importante para fechar acordos de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia e de reduções de tarifas com México e Índia.

- Internacionalização das micro e pequenas empresas

Governo e entidades empresariais devem desenvolver programas para orientar o ingresso dessas empresas no Exterior, reforça Pablo Cesário, analista do Setor de Comércio Exterior da Confederação Nacional da Indústria.

- Agilidade nos portos

Cresce a exigência dos importadores por embarques cada vez mais rápidos. Segundo Pablo Cesário, da CNI, empresas brasileiras perdem competitividade com a demora nas aduanas de portos para a liberação dos embarques.

- Reforma tributária

Apesar das isenções para a produção de bens para fora do país, ainda há pagamento de impostos quando um exportador compra matérias-primas em outros Estados. O ajuste no sistema pode vir com a reforma tributária. Leia mais e comente no blog Comércio Exterior.


Quantas vezes você já ouviu esta frase em alguma empresa ao ser atendido: “Desculpe o atraso, hoje foi o dia em que o dono apareceu na empresa e ele só faz atrapalhar…Ele não entende e fica dando pitaco no nosso trabalho…”

Trago esse fato com o objetivo de refletirmos sobre as competências que o gestor do seu próprio negócio deve ter. Se olharmos as competências em três dimensões, seria a seguinte: ter conhecimento, habilidades e atitudes.

O conhecimento quanto às informações que deverá dominar para saber o que fazer com elas. No mínimo, podemos considerar: conhecimento de gestão, do produto/serviço e do mercado em que está inserido. As habilidades vêm da técnica e da destreza de saber fazer uso do conhecimento em ação no seu dia a dia. As atitudes se inserem neste contexto, trazendo a vontade e a coerência do falar e agir do empresário na sua atuação diante dos clientes, funcionários, fornecedores e com a comunidade em que a empresa está inserida.

O problema é que muitos não utilizam essas competências citadas e começam a contratar funcionários para executar atividades que não gostam de fazer ou para atividades que não detém conhecimento. Dessa forma, deixam de ter o domínio do conhecimento das áreas chaves da empresa e confundem delegar com abdicar o seu papel como gestor. Leia mais e comente no blog Casos e Causos.


Para fugir de fraudes

Muitos clientes que procuram o SEBRAE perguntam quais os cuidados que devem ser tomados para diminuir os riscos de fraudes, dentro de suas empresas, baseados nessas perguntas, ai vão algumas dicas relevantes para reduzir possíveis problemas:

- Organize sua empresa, um nível de organização deve ser mantido dentro da empresa, isso implica em definição clara de cada função e tarefas executadas, controle de estoque e caixa com boletins e relatórios diários e prestações de contas por parte dos responsáveis por esses setores;

- Controle das senhas: todas senhas devem ser trocadas no mínimo a cada três meses;

- Segregar funções: quem controla as contas a pagar ou receber não pode ser responsável por pagamentos / recebimentos;

- Conferência de Saldos: os saldos bancários e de caixa devem ser conferidos e conciliados diariamente;

- Motivação: checar periodicamente o índice de satisfação de seus funcionários;

- Conferência de estoque: efetuar contagem do estoque periodicamente analisando possíveis divergências;

- Análise nas Despesas: mensalmente analise todas as despesas dando ênfase aquelas com maior oscilação no período;

- Analise das Compras: realize comparações entre os valores dos produtos adquiridos pelo setor de compras, com o valor de mercado, verificando a coerência. Leia mais e comente no blog Sebrae Pernambuco.


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