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Como é distribuído o lucro aos sócios?

O lucro normalmente é distribuído na proporção da participação do sócio no capital social. Saiba que o contrato social pode dispor de forma diferente, porém nenhum dos sócios poderá receber a totalidade do lucro.

Atenção: o lucro é a remuneração do capital investido na empresa e sua distribuição aos sócios está beneficiado com isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física e da Contribuição Previdenciaria, conforme prevê a legislação tributária. Leia mais no Beco com Saída.

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Quem investe quer retorno! O capital (dinheiro ou bens) que os sócios aplicaram na empresa tem de ser devolvido pela empresa, tal que, num certo período de tempo, os sócios disponham da empresa e também do capital que utilizaram. Isto mesmo, disponham dos dois!  No período seguinte a empresa deve devolver “mais um capital aplicado”, e tantas vezes pelo tempo que durar a empresa. Este é o princípio de acumulação de capital, de formação de patrimônio, de geração de riquezas.

Verdadeiramente o negócio só é viável se for capaz de retornar, ou devolver para os sócios o investimento realizado. Cada sócio deve pensar assim: “o que eu gastei para montar a empresa, eu preciso recuperar”

A expressão “retorno de investimento” significa que mensalmente a empresa devolve para os sócios parte do capital que investiram inicialmente ou durante a vida da empresa. Esta parte que retorna, que paga para os sócios o investimento feito, é  justamente o lucro acumulado num período.

Se, por acaso, a empresa não puder proporcionar aos donos a devolução do investimento, pode significar que  esgotou a oportunidade de negócio. Por isso é essencial planejar e acompanhar a capacidade de retorno do capital. Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

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Todo mundo já conhece Natura, Avon e outros afins. Mas será que só cosmético se presta à venda direta? A resposta é não.

No tempo da Internet ainda se vendem livros porta a porta. Para ser mais exato: 14% do mercado total, ou 1 em cada 7 livros vendidos no Brasil – o que não é pouca coisa. Um mercado tão interessante que ela mesmo, a Avon, passou a oferecer livros também, junto com seus produtos.

Um exemplo desta estratégia: o livro “Dias Melhores Virão”, do pastor americano Max Lucado, da editora Ediouro. Nas livrarias foram 30 mil exemplares e pelas revendedoras da Avon, foram 300 mil.

Afinal são 1 milhão e 100 mil revendedoras. Enquanto isso, a Associação Brasileira de Difusão do Livro tenta fortalecer o mercado com a contratação de 30 mil vendedores que são pagos por cerca de 220 editoras.

Agora, vale perguntar? O que mais pode ser vendido pelo sistema porta a porta? Que tal o seu produto?

Leia mais e comente no blog Inovação e Estratégia

portaaporta

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Você, internauta, já percebeu como são suas necessidades? Hoje somos insaciáveis por informações no processo ‘just-in-time’ de fabricação. Gostamos de saber sobre outras pessoas, produtos, eventos, política, cultura.. somos obcecados por informações em tempo real, busca em tempo real, opiniões em tempo real, comparações de preço em tempo real, notícias em tempo real, conversas em tempo real, notícias de transito em tempo real e muito mais! Somos a geração do ‘aqui e agora’, vivemos em uma sociedade imediatista em todos os aspectos.

O Twitter tem feito um grande trabalho nesse aspecto, com ele, podemos ter notícias sobre o que está acontecendo no mundo a través de ‘palavras mais ditas’ em tempo real. Pelo twitter temos a inédita possibilidade de saber em tempo real o que o mundo está pensando, fazendo, protestando, a favor e contra, revendo, comprando, sentindo, participando, viajando para, doando para, fofocando, pedindo, odiando, vestindo, assistindo, lendo, comendo, ouvindo etc.

O que é interessante é que essas informações em sua grande maioria não partem de organizações/empresas mas sim de Pessoas! São pessoas gerando conteúdo para outras pessoas!

Quer saber como os seus clientes estão fazendo isso com a sua empresa? Leia mais e comente no blog do Vinícius Postai.

justintime

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Por Reinaldo Miguel Messias

Pode parecer estranho, mas para nós do Sebrae, quando ouvimos a expressão “isso vai acabar em pizza”, a gente imagina mais uma pizzaria se iniciando e trazendo para a sociedade mais emprego e renda!

Para nós, essa expressão vem carregada de planejamento, trabalho sério e com uma sólida gestão para dar sustentação ao negócio. É, acabar em pizza não é sinal de pouco caso e sim de empreendedorismo prático e responsável.

Você já percebeu que este post está querendo servir de reflexão para quem pensa em tocar o negocio de pizzaria. Claro, pelo curto espaço vamos buscar ser bem objetivos e para tanto, vamos dividir nossa pizza em quatro pedaços. Logicamente são pedaços tão generosos quanto importantes são os conceitos que vamos relacionar a eles.

PRIMEIRO PEDAÇO – PROPÓSITO.

O propósito diz respeito á essência do negócio. Significa declarar de que forma o LUCRO e o RETORNO DO INVESTIMENTO vão acontecer com aquela pizzaria! Pense um pouco, será que uma pizzaria numa cantina escolar é “tocada” e dá tanto lucro quanto um delivery no bairro “X”, que por sua vez pode ser diferente da pizzaria de salão do bairro “Y”!

Propósito declara foco, objetivos qualitativos, quantitativos e de tempo para atingir, bem como região e abrangência de negócios para os quais desenhamos a empresa! É no propósito que a gente avalia como as estratégias e planos que estabelecemos “antes de abrir” estão se verificando agora no dia-a-dia do negócio. Importante lembrar sempre que negócio que não gera lucro não faz bem a ninguém e para gerar lucro é fundamental ter propósito claro e bem definido! Em resumo, no propósito consolida-se a identidade do negócio pizzaria. Suas características marcantes planejadas para seu sucesso. Leia mais e comente no Beco com Saída.

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Foi-se o tempo em que as empresas pensavam apenas em multiplicar seus lucros, através da oferta de produtos de gosto e formato duvidosos, com a certeza de que havia uma clientela ávida para consumi-los sem maiores questionamentos.

 Um novo momento se descortina, e quem dita as regras são os consumidores, que são os verdadeiros responsáveis pela corrida desenfreada das organizações para criarem ou adaptarem seus produtos às necessidades e desejos deste público cada vez mais exigente e diferenciado. A tão disseminada cultura de massa cede lugar à singularidade, onde cada ser humano deve ter seus gostos e preferências respeitados, seja na arte, nos esportes, nas diversões, na ciência, na cultura…Pessoas supostamente conservadoras, de repente surpreendem ao deixar a mostra suas preferências: esportes radicais, música, gastronomia, atividades que a princípio não têm nenhuma relação com a sua profissão, nem com a forma como são percebidas.

 Prevalece o jogo dos desejos, e mais do que nunca, o uso da psicologia nos negócios se faz necessário. O grande desafio é como tratar de forma customizada, esse universo de pessoas cada vez mais esclarecidas que se avolumam num piscar de olhos, e ao mesmo tempo saber compatibilizar os desejos do consumidor, da empresa e dos colaboradores, pois o descompasso poderá ocasionar resultados antagônicos.

 O mercado dá as pistas sobre o que quer consumir. Cabe aos empreendedores mais atentos, captar esses sinais e transformá-los em elementos concretos que supram as expectativas dessas pessoas, que querem ser tratadas de maneira personalizada, porque são de fato diferentes uma das outras. E você o que tem identificado de novo nos seus clientes? O que tem feito com estas percepções? Leia mais e comente no Desatando Nós.

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Para um cliente, não há nada mais sedutor do que uma promoção. “Leve três, pague apenas dois!” “Compre uma pizza grande e leve um refrigerante grátis!” “Venha com quatro amigos ao nosso restaurante no dia do seu aniversário e ganhe um sanduíche de graça!” Palavrinhas mágicas como essas são tiro e queda para atrair os tipos mais consumistas. Empresas que oferecem promoções são como rapazes galanteadores. Com um charme inigualável, deixam as mocinhas enfeitiçadas por eles.

 A promoção apela para o lado emocional do consumidor e o leva às compras muitas vezes por impulso. Lembre-se: ofertas atraentes despertam desejo. Mesmo que o frasco de uma determinada marca de xampu ainda esteja na metade, é bastante provável que o usuário do produto adquira mais um pote se o kit com o condicionador estiver com desconto. Ao se deparar com uma promoção como essa, o cliente desobedece a orientação da lista de supermercado e se entrega à tentação.

 O desconto é um fator de decisão no momento da compra. Se a qualidade do produto for similar, os consumidores dão preferência às lojas que fazem promoção. Isso ocorre principalmente porque a oferta de produtos é geralmente maior do que o número de pessoas dispostas a consumi-los, o que torna a concorrência acirrada. Além disso, comerciantes que adotam essa tática demonstram preocupação em proporcionar tratamento diferenciado aos clientes. Se a loja não faz promoção, o mercado cria uma aversão natural à empresa.

 Onde como inovar nas suas vendas? Leia mais no Faça Diferente!

Boca no trombone

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