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Posts Tagged ‘sociedade’

Muitas pessoas pretendem abrir um empreendimento, concretizando seus objetivos com a constituição de uma sociedade empresarial com amigos, parentes e ou investidores.

Neste post gostaria de refletir sobre a escolha e aspectos negociáveis que precisam ser realizados antes de se pactuar a sociedade. Este momento prévio é importante para o sucesso empresarial, pois a relação societária interfere na gestão do empreendimento.

Primeiro faz-se necessário saber escolher o potencial sócio. Nunca faça acordo para uma sociedade por conta do investimento que este suposto sócio vai fazer ou porque sua atividade exige uma constituição jurídica societária.

Averigue o perfil desse sócio quanto a:

  • valores que norteiam sua vida princípios éticos;
  • visão de futuro do negócio;
  • grau de ambição;
  • enxergam o empreendimento como sobrevivência, um bico ou uma oportunidade;
  • compatibilidade ou tolerância religiosa;
  • habilidade interpessoal no saber se relacionar com sócio(s), funcionário(s) e clientes;
  • contribuições não financeiras para sociedade – conhecimentos, rede de contatos e tempo para atuar na empresa
  • Ao realizar a análise econômica e financeira do futuro empreendimento, verificar:
  • potencialidade do empreendimento de gerar o pró-labore aceitável para os sócios;
  • montante financeiro que cada um irá investir para compor o patrimônio societário;
  • definição da distribuição das cotas que irão representar a composição e responsabilidade do capital social da empresa.

Para o dia a dia da empresa é fundamental criar algumas regras antes de assinar o contrato social:

  • definição das retiradas financeiras e sua periodicidade;
  • decisões que cada sócio poderá tomar de forma autônoma ou em conjunto;
  • auditoria e acompanhamento do histórico financeiro da empresa;
  • atividades que cada um irá exercer no empreendimento;
  • ter ou não a presença de familiares na gestão da empresa;
  • em caso de sucessão de um dos sócios, poderão os parentes assumirem ou as cotas terão que ser comercializadas para outro sócio, com concordância do atual sócio que pretende dar continuidade ao empreendimento;
  • por algum motivo haja a necessidade, um dos sócios precise se retirar da sociedade, qual será o procedimento ou tramitação de troca de sócio e o método de valorização ou precificação das cotas.

Quer saber como fazer isso ANTES de firmar uma sociedade? Leia mais e comente no blog Casos & Causos.

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Uma empresa é somente um organismo que “capta recursos”, “aplica recursos” para gerar “resultados”. Estes resultados levam o retorno do investimento aos sócios. E os riscos são sempre relacionados às decisões de caráter financeiro.

Pois bem, sócios com problemas devem recuperar o propósito de geração de resultados e definir quais dos sócios contribuirá realmente para a geração de resultados, com a “captação e aplicação de recursos” .

Pois sócio não ganha por trabalhar na empresa. Se o fizer, exercerá o papel de “empregado da empresa” com direito a pró-labore que remunera justamente o trabalho realizado. Sócio deve focar o resultado, o retorno do investimento.

Assim, a solução para as brigas entre sócios é descobrir qual a melhor forma de captação de recurso, a melhor forma de aplicação de recursos que levarão aos melhores resultados. Parece incrível, eu sei, mas o individuo com atitude de sócio deve tão somente controlar as condições para gerar os melhores retornos. Proteger seu investimento. Mesmo não participando da operação ou gestão da empresa. Já o sócio que trabalhar na empresa, precisa se comportar e ter atitude de funcionário da empresa, seja em nível operacional, seja em nível de decisão, mas sempre devendo satisfação aos sócios e a si mesmo, quando vestir o chapéu de sócio.

Briga entre sócios não é o fim, tem solução, basta definir adequadamente os papéis, as responsabilidades e os instrumentos de gerenciamento do investimento. Operar a empresa é papel para quem vestir o chapéu de Diretor ou ficar no comando, com delegação clara e devendo responsabilidades aos sócios. Não pode ser ao acaso. Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

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É muito comum a concretização de sonhos entre, por exemplo, colegas de trabalho, amigos do futebol, amigas da escola, … QUE, depois de muita discussão, de troca de idéias e de sonhos comuns, consolidam-se através da constituição de empresas, geralmente, micro-empresas!

Ocorre que muitos desses sonhos, muito rapidamente, transformam-se em pesadelos:

  • Pelo desencontro de opiniões e vontades
  • Pelas diferenças na forma de condução dos negócios
  • Pelo confronto entre atitudes conservadoras e arrojadas, e, especialmente
  • Pela falta de dinheiro para suportar as necessidades pessoais de cada sócio

Por quê?

Simplesmente, porque uma empresa no início de suas atividades e também, enquanto ela não atinja uma capacidade de geração de lucros confortáveis, não suporta atender a demanda financeira de cada um dos sócios.

Você se vê diante de uma situação semelhante?

Já avaliou se sua empresa tem capacidade financeira para manter todos os sócios?

Se a sua resposta for negativa – não tem capacidade financeira para manter todos os sócios, que tal repensar seus negócios e tratar de gerar um incremento e torná-la saudável?

Quer trocar idéias? Leia mais e comente no blog Finanças.

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Pelo menos em Minas Gerais, já que é o segundo estado brasileiro a incluir a junta comercial no roteiro do cadastro sincronizado (CadSin) da Receita Federal do Brasil.

Além de Minas Gerais, o Maranhão também já aderiu a este sistema. Veja mais no blog do André Spínola sobre Direito & Gestão.

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