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Posts Tagged ‘redes sociais’

Em apenas 05 anos a empresa criada nos dormitórios de Harvard transformou-se no maior site de relacionamento do mundo. Os números são impressionantes:

  • 1 bilhão de fotos e 10 milhões de vídeos novos a cada mês.
  • 250 milhões de usuários ativos
  • 30% dos internautas do mundo tem perfil no Facebook
  • 1,300 de usuários no Brasil

É o quarto site mais visitado no mundo atrás apenas de gigantes que aos poucos estão se tornando seus concorrentes: Google, Microsoft e Yahoo.

Conheça aqui a  história de 04 jovens empreendedores liderados pelo Mark Zuckerberg.

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A internet é a principal fonte de informação utilizada pelo turista para escolher um destino de viagem. A informação consta de pesquisa realizada, entre 1º e 5 de julho, com o público do Salão do Turismo – Roteiros do Brasil. O meio eletrônico foi apontado como o preferido por 69% dos entrevistados que participaram do evento promovido pelo Ministério do Turismo (MTur).

“Quem não tem um bom site está perdendo oportunidades”, alertou o diretor de Estudos e Pesquisas do MTur, José Francisco Lopes. Ele apresentou os resultados do Salão, nesta segunda-feira (3/8), em Brasília, para os gestores que atuam como interlocutores do Programa de Regionalização do Turismo do MTur.

De acordo com o diretor, os números da pesquisa, realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), comprovam a consolidação do Salão como espaço para divulgação e comercialização de produtos turísticos. “Nesta quarta edição do evento houve um salto qualitativo em relação ao ano passado”, afirmou, durante o 13º Encontro dos Interlocutores Estaduais do Programa de Regionalização do Turismo.

Indicadores que mostram a movimentação econômica, expectativas de vendas das empresas e a satisfação dos visitantes e empresários confirmam o sucesso da iniciativa do MTur. A Rodada de Negócios, por exemplo, atendeu às expectativas de 64,7% dos empresários/compradores e de 57,8% dos vendedores. Em relação ao visitante, o percentual chegou a 79,5%. Quando indagados sobre a intenção de voltar ao Salão do Turismo, em 2010, 96,2% dos visitantes, 92,4% dos vendedores e 79,2% dos expositores privados responderam que “sim”.

Leia mais e comente no blog do Projeto Economia da Experiência

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Informações: AQUI

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“Cada estágio na evolução da world wide web demostrou ter a capacidade de transformar negócios e empresas“, afirma Ajit Kambil, diretor internacional da Deloitter Research, em artigo publicado no Journal of Bussiness Strategy. Mesmo que ainda seja um desafio – ou uma conta pendente – para muitas empresas, a era da web 2.0, de acordo com a Kambil, está transferindo o foco de atenção e a posição de privilégio para a web 3.0, a rede semântica. E a versão 4.0, ou móvel, está preparada para decolar, com uma aparentemente distante web 5.0, a rede “sensível”, já em seus calcanhares. A breve descrição que se segue pode ser útil para determinar em que etapa desse vertiginoso circuito paralelo está centrada sua estratégia.

 – WEB 1.0: Internet básica

– WEB 2.0: a rede social, da colaboração

– Web 3.0: a rede semântica

– Web 4.0: a rede móvel

– Web 5.0: a rede sensorial emotiva

Conheça cada uma delas no Beco com Saída

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Como já diria o nosso saudoso Chacrinha: “Quem não se comunica, se trumbica”. O mais interessante é que quando isso era dito a popularização do fenômeno internet ainda estava por vir. Os chats de bate-papo, redes sociais,  blogs, twitter e outra infinidade de ferramentas comunicativas que ainda faziam parte do desconhecido.

 Hoje o que se vê é um turbilhão de informações boiando pela rede, pessoas de todos os cantos do planeta teclando freneticamente, porém, grande parte dessa comunicação e informação disponível na web é subtilizada devido a dois motivos: a falta de domínio de uma língua estrangeira (no que se refere à comunicação) e o desconhecimento de caminhos que levem a sites com informações realmente relevantes.

Quando o colaborador do Sebrae/MS, Diogo Banzer está em uma lan-house, ou no laboratório de informática do campus universitário, até mesmo em casa vendo meus próximos conectados na rede, ele percebeu que a maioria dos internautas gastam seu tempo no Orkut (ou outros sites de relacionamento), conversas no MSN, lendo horóscopo, resenhas de novelas, notícias esportivas, baixando músicas, vendo vídeos ou realizando alguma das inúmeras delicias que a internet é capaz de nos proporcionar. O que pouca gente percebe é o potencial de conhecimento e aprendizado a internet pode proporcionar sem custo nenhum, exige-se apenas um pouco de boa vontade e curiosidade.

 E você, por quais mares mais navega na web? Leia e comente mais no Episteme Virtual.

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O termo Web 2.0 foi criado por Tim O’Reilly e tem o seguinte conceito na wikipédia: “Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.”

 

Para Vicente Tardin, editor do  Webinsider, o termo “sinaliza uma fase na web onde se pratica a liberdade de falar e ser ouvido. É uma conseqüência natural do desenvolvimento da internet.”

 

Para Juliano Spyer, autor do livro Conectado,  o termo originalmente “deveria distinguir sites ou aplicativos com baixo custo de desenvolvimento, em que o conteúdo surge de baixo para cima (BOTTON-UP) a partir do relacionamento entre participantes (USER GENERATED CONTENT ou UGT), e que pode combinar as soluções e o conteúdo de mais de um site para produzir uma experiência integrada, o que no jargão tech se convencionou chamar de MASH-UP”.

 

Existem muitas definições para este termo, no site WEB 2.0 BR estão listadas dezesseis delas elaborados por pessoas envolvidas na web e mais 48, de leitores que participaram espontaneamente. Leia o artigo completo no Educação Sem Distância.

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