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Posts Tagged ‘quero abrir um negócio’

Muitas pessoas despertam a idéia de abrir uma empresa e uma das primeiras perguntas que fazem:

v      para os amigos e familiares se gostam da idéia; e

v      para os consultores e similares quanto será o investimento.

 

O entusiasmo e a ansiedade de abrir são tantas e já procuram saber como legalizar e quanto possuem de recurso financeiro ou aonde poderão captar dinheiro para abrir o empreendimento.

 

O Detalhe é poucas começam a conversa com algo tão importante que o investimento. – Que é o conhecimento de mercado!

 

O “mercado”, falo o conhecimento quanto a:

 

a) Potenciais clientes motivações para compra, volume e frequência de compra;

 

b) Mix de produtos e serviços- quais os produtos e serviços que serão oferecidos de acordo o a demanda dos clientes;

 

c) Concorrentes – similares e de produtos substitutos. Saber quais seus pontos fracos e fortes;

 

d) Fornecedores – quem vai fornecer seu produto, insumo ou serviços. Seu preço, volume de compra e prazo de entrega.

 

Essas informações ditarão a infra-estrutura de seu empreendimento para melhor atender os potenciais clientes! Leia o artigo completo da consultora do Sebrae/PE, Conceição Moraes no Casos & Causos.

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Sempre que alguém me pergunta “como faço para abrir a empresa?”, procuro direcioná-la para outra pergunta: “como faço para ganhar dinheiro com a empresa?”

Esta pequena variação representa muita coisa. Isso porque antes de se tomar uma decisão de realização de investimentos em um novo negócio, deve-se conhecer as sutilezas a serem consideradas para que os clientes se sintam atraídos pela proposta.

“Mas como as descubro?” Leia mais no Conselheiro Criativo.

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logo_proprio1 Para o consultor financeiro, João Silvério, é natural a preocupação com os recursos financeiros necessários á implantação de qualquer negócio. Claro que sem dinheiro não se monta negócios ! Seja ele próprio, seja de terceiros (amigo, paitrocinador, companheiro (a), instituição de microfinanças, banco, agencia de fomento, cooperativa de crédito). Seja micro, pequeno ou médio negócio, sempre haverá a a necessidade de contar com reursos próprios – aquela famosa poupança!! E à medida que a necessidade por recursos de terceiros aumenta, aumentará a exigência por maior organização e planejamento prévio…não só dos outros, mas também do empreendedor.

 

É neste contexto que a elaboração do Plano de Negócios se insere, nele são planejados todos os aspectos necessários à montagem de um empreendimento, e mais, será possivel prever dificuldades, e detetar novas oportunidades – inovações, antes mesmo de se gastar um tostão! Leia o artigo completo no Pequenos Negócios & Finanças e registre lá as suas dúvidas e comentários.

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Para registro da empresa é preciso seguir o seguinte roteiro:

  1. Registro na Junta Comercial ou Cartório (dependendo do ramo de atividade, registra-se em um ou outro órgão)
  2. Registro na Receita Federal (para obtenção do CNPJ) Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas.
  3. Registro na Receita Estadual para obtenção da Inscrição Estadual (se sua atividade for sujeita ao ICMS, como por exemplo, comércio, transporte ou indústria)
  4. Registro na Prefeitura Municipal (incluindo Alvarás de Localização e Alvarás de Licença Sanitários)

Apenas o registro nestes órgãos, porém, pode não ser suficiente. Pode ser que o seu ramo de atividade obrigue o registro em órgãos específicos.

Determinados ramos de atividades dependem, obrigatoriamente, de registro em órgãos de classe.

Podemos mencionar por exemplo, os Pet Shop, que comercializam artigos para animais ou que possuem atendimento veterinário. O órgão de classe que exige seu registro é o CRMV (Conselhor Regional de Medicina Veterinária).

O empreendedor precisa verificar, junto a um contador da sua confiança se a sua futura atividade econômica está sujeita à fiscalização de algum órgão de classe. Abaixo alguns exemplos:

Ramos de Atividade Órgãos de Classe
Farmárcias e Drogarias CRF – Conselho Regional de Farmácia
Representantes Comerciais CORE – Conselho Regional dos Representantes Comerciais
Corretores de Imóveis CRECI – Conselho Regional dos Corretores de Imóveis
Indústrias de Aguardente, Cosméticos, tintas entre outros. Empresas de dedetização CRQ – Conselho Regional de Química
Comercialização de pequenos animais e artigos para uso animal (pet shop) CRMV – Conselho Regional de Medicina Veterinária
Construtoras, Indústrias de artefatos de cimento e atividades correlatas CREA – Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
Escritórios Contábeis CRC – Conselho Regional de Contabilidade
Prestadoras de Serviço em Geral, Turismo CRA – Conselho Regional de Administração
Clínicas Médicas, hospitais e laboratórios CRM – Conselho Regional de Medicina
Clínicas Odontológicas CRO – Conselho Regional de Odontologia
Academias CREFI – Conselho Regional de Educação Física

Mais informações sobre abertura e legalização de empresas no site do Sebrae: Quero Abrir um Negócio.


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Caro leitor, você refletiu sobre o que os principais atores que fazem parte do dia-a-dia de sua empresa? Os atores que estou falando para você são: os clientes, os funcionários, os sócios da empresa, os fornecedores e a comunidade em que sua empresa faz parte.  Vamos discutir hoje de como monitorá-los:

Para os clientes: é importante você no mínimo, ter seu cadastro que possa configurar o perfil e histórico do seu relacionamento com eles.  Por exemplo, nome, data de aniversário, meios de contato, preferências, registro das compras ou aquisição dos serviços e outras informações que poderá ajudá-lo a identificar quem são os clientes mais constantes na sua empresa, os que realizam o maior volume de compra ou de aquisição de serviços, previsão do se que deverá inovar quanto o produto/serviço. Enfim todas essas informações ajudaram em tomar decisões mais corretas para manter seus clientes, além de realizar promoções direcionas, dinamizando seu relacionamento com os clientes.

 Pense agora em seus funcionários, se você os conhece de fato… Conhecendo-o bem, você poderá direcionar as bonificações ou premiações de acordo com suas realidades. Leia o artigo completo no blog Casos e Causos 

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Por Antonio Carlos de Matos

Você que está pensando em montar um negócio próprio, já parou para pensar se identificou uma oportunidade de negócio ou tem apenas mais uma idéia na cabeça? Daquelas idéias que imediatamente viram empresas, muitas das quais acabam já no primeiro ano de vida, situação de 31% dos que abriram um negócio próprio nos últimos anos.

 

Qual a diferença? De maneira bem simples e direta, se tem alguém querendo comprar os serviços ou produtos da empresa que pensa criar, então existe uma oportunidade de negócio. Afinal de contas, podemos resumir uma atividade empresarial numa ação final de vender e lucrar. Se for comprovada a possibilidade de vender os serviços ou produtos resultantes e de lucrar, então você encontrou uma oportunidade de negócio. Note bem, vender e lucrar. Não basta somente vender. O que realmente é determinante de uma boa oportunidade é a quantidade de lucro. Não serve qualquer lucro. Mas somente um montante de lucro que compense toda a empreitada. Isto é, supere em ganhos o que poderia ser obtido em outros negócios e investimentos. Em outras palavras:

 

*      Para começar, você precisa confirmar a existência de interessados em comprar os serviços ou produtos que sua empresa vai oferecer;

*      Por um preço que compense todos os seus custos e dê lucro;

*      Em quantidade que acumule no final de um período de tempo um montante de lucro que compense a empreitada;

*      E que estas condições durem por tempo que compense a montagem do negócio. Isto é, dê o retorno que você deseja;

*      E ainda, que você realmente esteja disposto a enfrentar e comandar o dia-a-dia desta operação. Você e sua família deverão adaptar o estilo de vida às condições que o negócio necessitar, caso você fique no comando da operação da empresa.

 

Simples? Nem tanto. É provável que neste ano mais de 40.000 empresas que foram abertas no ano passado sejam fechadas. Fracassarão. A principal razão é falta de planejamento inicial. Mais ou menos assim: tiveram a idéia e abriram. Não confirmaram o volume de dinheiro que seria necessário para montar o negócio, chamado de investimento inicial, nem quanto de recursos seria necessário para movimentar a empresa no dia-a-dia, o tal do “capital de giro“.

*      Quais seriam os custos?

*      Que preço deveria praticar?

*      Qual volume precisaria ser vendido?

*      Quem é o cliente e onde está?

*      Que lucro poderia ser obtido?

 

Pois é. Se você está com uma idéia na cabeça, cuidado. Antes de montar a empresa planeje os passos iniciais. Ou então responda a esta pergunta: aberta a empresa, o que você fará para que quem já compra no mercado o que sua empresa pretende vender, compre também de sua empresa?

 

 

Antonio Carlos de Matos

Consultor Orientação Empresarial

SEBRAE/SP

 

 

 

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 Empresas brasileiras com projetos inovadores já podem se candidatar aos recursos da chamada pública do Programa de Subvenção Econômica 2009 da Finep, empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Ao todo, serão disponibilizados R$ 450 milhões para o desenvolvimento de produtos, processos e serviços em seis áreas estratégicas, as mesmas do edital passado.

São elas: Tecnologias da Informação e Comunicação; Biotecnologia; Saúde; Defesa Nacional e Segurança Pública; Energia e Desenvolvimento Social. Os recursos da subvenção são não-reembolsáveis, ou seja, as empresas beneficiadas não precisam devolver o dinheiro recebido.

Este ano, a seleção dos candidatos acontece em uma única etapa. A empresa terá que apresentar o projeto detalhado até o dia 27 de março. Para isso, deverá preencher o formulário eletrônico no site da Finep (www.finep.gov.br). As empresas também deverão informar os impactos econômicos e sociais do projeto e a qualificação da equipe executora.

O valor mínimo de cada proposta será de R$ 500 mil, para micro e pequenas empresas, e de R$ 1 milhão para média e grande empresa, até o máximo de R$ 10 milhões, com prazo de execução de 36 meses. Haverá, ainda, uma contrapartida que ficará entre 5% e 20% do valor total do projeto no caso de empresas menores, e entre 100% e 200% para empresas de médio e grande porte.

“Na hora de definir o porte da empresa para efeito do cálculo da contrapartida, a Finep vai considerar o faturamento global do grupo econômico ao qual ela está vinculada”, afirma o diretor de Inovação, Eduardo Costa. No caso de grandes empresas, será exigida, ainda, uma declaração de que o seu principal laboratório de pesquisa, na área específica do projeto a ser desenvolvido, está localizado no Brasil.

Além do enquadramento do projeto nos temas específicos das seis áreas definidas no edital, a comissão julgadora levará em consideração o grau de inovação da proposta em relação a outras soluções existentes, o impacto no mercado, a importância para a sociedade e a capacidade técnica da equipe envolvida no desenvolvimento do produto, serviço ou processo.

“No edital de 2009, também será considerada a viabilidade técnica e financeira e a adequação do orçamento para o desenvolvimento do projeto”, afirma Costa. As notas vão de zero a 10, sendo que a nota 0 em qualquer um dos critérios é eliminatória.

Ainda segundo o edital, 40% dos recursos vão apoiar empresas de pequeno porte e 30% do total serão destinados às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Apenas no caso de não haver demanda qualificada nessas regiões, os recursos serão remanejados para apoio aos demais projetos aprovados.

Este já é o quarto edital de subvenção lançado pela Finep. Até o momento, já foram disponibilizados nos três últimos editais cerca de R$ 1 bilhão para mais de 500 projetos.

Serviço:
Edital Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) http://www.finep.gov.br//fundos_setoriais/subvencao_economica/editais/Subvencao_2009.pdf

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