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Posts Tagged ‘Planejamento’

Quantas vezes você já ouviu esta frase em alguma empresa ao ser atendido: “Desculpe o atraso, hoje foi o dia em que o dono apareceu na empresa e ele só faz atrapalhar…Ele não entende e fica dando pitaco no nosso trabalho…”

Trago esse fato com o objetivo de refletirmos sobre as competências que o gestor do seu próprio negócio deve ter. Se olharmos as competências em três dimensões, seria a seguinte: ter conhecimento, habilidades e atitudes.

O conhecimento quanto às informações que deverá dominar para saber o que fazer com elas. No mínimo, podemos considerar: conhecimento de gestão, do produto/serviço e do mercado em que está inserido. As habilidades vêm da técnica e da destreza de saber fazer uso do conhecimento em ação no seu dia a dia. As atitudes se inserem neste contexto, trazendo a vontade e a coerência do falar e agir do empresário na sua atuação diante dos clientes, funcionários, fornecedores e com a comunidade em que a empresa está inserida.

O problema é que muitos não utilizam essas competências citadas e começam a contratar funcionários para executar atividades que não gostam de fazer ou para atividades que não detém conhecimento. Dessa forma, deixam de ter o domínio do conhecimento das áreas chaves da empresa e confundem delegar com abdicar o seu papel como gestor. Leia mais e comente no blog Casos e Causos.


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Todo mundo já conhece Natura, Avon e outros afins. Mas será que só cosmético se presta à venda direta? A resposta é não.

No tempo da Internet ainda se vendem livros porta a porta. Para ser mais exato: 14% do mercado total, ou 1 em cada 7 livros vendidos no Brasil – o que não é pouca coisa. Um mercado tão interessante que ela mesmo, a Avon, passou a oferecer livros também, junto com seus produtos.

Um exemplo desta estratégia: o livro “Dias Melhores Virão”, do pastor americano Max Lucado, da editora Ediouro. Nas livrarias foram 30 mil exemplares e pelas revendedoras da Avon, foram 300 mil.

Afinal são 1 milhão e 100 mil revendedoras. Enquanto isso, a Associação Brasileira de Difusão do Livro tenta fortalecer o mercado com a contratação de 30 mil vendedores que são pagos por cerca de 220 editoras.

Agora, vale perguntar? O que mais pode ser vendido pelo sistema porta a porta? Que tal o seu produto?

Leia mais e comente no blog Inovação e Estratégia

portaaporta

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Em todas as empresas, a geração de lucro  deve ser encarada  como questão de vida ou de morte. O lucro precisa ser entendido como  “oxigênio”, como condição para atingir os objetivos de viabilização, crescimento e perpetuação da empresa. É inadmissível para uma empresa não se manter lucrativa.

A avaliação da capacidade de geração de lucro da empresa deve ser uma ação permanente do empresário, mas quantos empresários estão atentos ao comportamento da empresa em gerar lucros? É possível se dedicar a esta questão o suficiente? É claro que muitos não conseguem. E porque não?

Primeiro porque o dia a dia da empresa leva a gente para um sem número de pequenas e grandes decisões, de angustiantes negociações, de envolvimento com fornecedores, com clientes, com bancos, com funcionários, com a qualidade dos produtos e serviços, e principalmente com as contas, cada dia é um novo dia cheio de atribulações e, quando menos percebemos, foi-se a semana e chega o final do mês trazendo mais preocupações e mais contas.

Segundo porque a geração de lucro é fruto de uma boa estratégia empresarial, ou seja, decisão de como  são escolhidos, como são alocados  e com utilizados os recursos da empresa., sejam tecnológicos, financeiros, humanos e até mesmo  o modelo de trabalho e o tempo. Sim, o recurso tempo deve ser sempre considerado.

A equação simplificada é: Receita – custos = lucro. Simples, mas cheia de  desafios estratégicos. Observe que quanto maior for a receita e quanto menor for o custo maior poderá ser o lucro, que é o que interessa. Devemos buscar aumentos de receita, por um lado, por outro devemos reduzir custos.

Mas isto não acontece por acaso. Quer saber como fazer isso? Leia mais e comente no blog Ágil + Frágil.

9152onda

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Parceria tem sido um termo bastante utilizado para caracterizar um novo modelo de relação entre as várias organizações da sociedade: ong’s, governos, empresas e pessoas.

Tal modelo é altamente benéfico frente ao ambiente empresarial competitivo dos dias atuais, onde as empresas têm de ser flexíveis, inovadoras, responsáveis socialmente e eficientes em termos de custo. Uma vez que poucas empresas dispõem sozinhas das capacitações e dos recursos para demonstrar esse comportamento o tempo todo, cresce cada vez mais o número daquelas que buscam parcerias e alianças, a fim de adquirir vantagem competitiva. Bons parceiros suprem habilidades complementares, conhecimento técnico, bem como outras competências que, de diversos modos, podem auxiliar as empresas a melhorar o seu resultado final.

A atuação conjunta é motivada por interesses comuns não suprindo apenas as necessidades imediatas dos envolvidos, mas constituindo-se como uma forma de ampliar e irradiar os efeitos de um trabalho sensibilizando, mobilizando e co-responsabilizando outros sujeitos em torno de ações em prol do desenvolvimento de projetos.

Mas nem tudo são flores… Muitas vezes, antes que a sinergia aconteça, os envolvidos enfrentam dificuldades de diálogo. Se antes os problemas eram resolvidos isoladamente, neste novo modelo é preciso consenso e análise das particularidades, características e desejos de todos. Mas vale à pena!

Quer saber mais sobre como formar boas parcerias? Leia mais e comente no blog Lounge Empreendedor.

parceria21

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O que você faria para formar o preço de um produto?

Provavelmente você tenha respondido algo muito parecido com algum dos itens abaixo:

– verificar os preços da concorrência;

– estudar quanto o consumidor deseja pagar;

– ver os custos e acrescentar uma  margem.

Agora verifique se você conseguiria responder a pergunta abaixo com a sua resposta da pergunta anterior

O que você faria para decidir os preços destes Produtos?

– kilowatt hora (energia elétrica);

– coleção de moda inverno da casa DIOR;

– lâmpada de 60 watts;

– computador pessoal sem fios;

Espero que você tenha percebido que formar preço não é só uma questão financeira e envolve também decisões de mercado. O desejo do consumidor é sempre adquirir o produto pelo menor preço. O Sonho de que os custos definiam os preços, que as empresas poderiam colocar grandes margens em seus produtos acabou.

Como você tem feito os seus preços de vendas? E o seu cliente percebe valor em seu produto a ponto de pagar mais por ele? Leia mais e comente no blog Marketing & Vendas.

microcrédito

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Sua empresa pode ter uma rede social somente com colaboradores da empresa.

gente na web

No Google, e não poderia ser diferente, a alocação de verba para os projetos é feito da mesma forma como as páginas são exibidas em seu mecanismo de busca. No mecanismo de busca do Google quem aparece em primeiro lugar na página não é quem paga mais ou quem tem mais acesso, o page rank é calculado, entre mais de 200 indicadores, principalmente pela relevância da página.

Uma página relevante é uma página que é indicada por diversos outros sites. Como o link que indiquei acima. Este link passou a ser relevante para o Google pois outro site passou a indicá-lo. Quanto mais gente indicar mais relevante o site se torna.

No Google existem milhares de pessoas criando e pensando em novos projetos. Mas como a empresa divide as verbas para cada projeto? Pela relevância do projeto.

Quanto mais pessoas se associarem ao projeto proposto mais verba ele recebe. É claro que algumas pessoas são mais relevantes que outras. Por exemplo, se o criador do Orkut apoiar um determinado projeto de outro colaborador do Google este projeto passa a ter uma grande relevância e conseqüentemente receberá mais verba. Portanto não basta ter apenas mais uma idéia é necessário outras pessoas te apoiando.

E o seu projeto é relevante para quem? Quantas pessoas te apoiariam ou te indicariam? Leia mais e comente no blog Marketing & Vendas.

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Enquanto na empresa as mudanças não se consolidam fica a sensação de falta.

Falta rumo, falta competência, falta domínio!

A “mudança de órbita” vira apenas “mudança de ordem”.

Fazer a mesma coisa, de outro jeito ainda sem qualidade!

Parece que as peças do quebra-cabeça não montam. E não monta mesmo!

Falta o que se tirou; falta o que se perdeu; falta o que ainda não se aprontou!

A gente sabe que a empresa não é assim; apenas ficou assim desse jeito!

O tempo passa e quanto mais profundas e lentas são as mudanças propostas e menos perceptíveis seus resultados operacionais, a gente fica assim. Ficar então se associa a esperar e torcer!Se a gente fica, a empresa também fica!

Momento perigoso este. Momento oportuno a duas desastrosas ações: o imobilismo estagnante ou o heroísmo a qualquer preço!

Não sei qual é o pior!

Fazendo analogia ao carnaval, tem passista, sambista, baiana, estrutura para carros e alegoria, instrumentos, tudo potencialmente energizado esperando o samba enredo acontecer.

A diretoria tem que validar o enredo no tempo certo.

A diretoria tem que comunicar e comprometer o carnavalesco do jeito certo.

A diretoria tem que escolher o samba certo com ouvido “da galera” para colocar na avenida.

Isto é estratégico.

Do contrário, esquece! Vira um amontoado de boas intenções que só vai fazer feio na hora do desfile.

Minha escola é linda! Só fica feia quando o enredo é chato, o samba é fraco e o carnavalesco fecha tudo com falta de criatividade!

Vale para a escola, vale para a empresa!

Não deixe sua empresa ficar assim…

Sua empresa é grande! Só fica assim pequena quando o propósito vira pequeno, os planos ruins e você, sem emoção e criatividade prefere que outros decidam!

Fica um último recado: cuidado com heroísmo “oportunista”. Você põe em risco sua empresa e reputação enquanto eles apenas um emprego ou um contrato!

Reinaldo Miguel Messias

Consultor SEBRAE SP

Setembro 2009

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