Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘parcerias’

A década de 1980 troxe consigo um novo paradigma de manufatura envolvendo o Just in Time, pequenos lotes de produção, melhorias contínuas e qualidade total. Nos ultimos quinze anos tem havido uma explosão de conhecimento nas atividade relacionadas ao gerenciamento da qualidade envolvendo o papel de clientes e fornecedores. É preciso determinar a efetividade dos processos e procedimentos que melhorem os negócios

Hoje em dia, uma empresa não pode ser competitiva de forma isolada. Ela faz parte de uma cadeia de compradores / fornecedores que tem como objetivo final a satisfação dos consumidores. Estamos numa era de pressão competitiva e a necessidade de melhorar os processo nuca foi tão intensa como agora.

Saber o que se espera dos fornecedores é essencial para a garantia de melhores resultados no seu negócio, facilitando os processos, tranquilizando a força de trabalho e satisfazendo o cliente.

Os fornecedores são elos fundamentais dentro do processo, pois fornecem os insumos necessários para que a empresa atenda com seus produtos ou serviços o cliente ou usuário final. Porém para garantir a qualidade do nosso produto / serviço, o fornecedor deve atender aos nossos requisitos ou especificações.

Portanto para garantir que os insumos fornecidos atendam as nossas necessidades, é importante selecionar e avaliar os fornecedores.

Todo empresário, mesmo que informalmente, está avaliando seus fornecedores. Ele sabe quem atraza a entrega, quem não atende aos requisitos de qualidade e quantidade, quem tem um fornecimento irregular, etc. No entanto é importante que essa informação não fique apenas na cabeça do empresário. Todos os envolvidos na aquisição de materiais e serviços devem saber quais são os fornecedores confiáveis.

Um modo muito simples de registrar essas informações é criar uma planilha de fornecedores de matérias prima e de serviços, adotando critérios para seleção do fornecedor, tais como:

– Capacidade técnica

– Localização

– Regularidade fiscal

– Assistência técnica

Outro ponto é determinar os requisitos para o fornecimento, como:

– Prazo

– Quantidade

– Atendimento às especificações ou ao contrato.

A avaliação é realizada preenchendo-se a planilha, verificando-se o atendimento e comunicando o desempenho.

A relação cliente / fornecedor dever ser desenvolvida sempre, portanto algumas dicas para melhorar essa relação:

– Compartilhe suas necessidades, expectativa, problemas e receios desde o primeiro contato.

– Mostre a ele sua importância no processo da sua empresa.

– Defina em conjunto critérios de qualidade para um bom fornecimento.

-Acompanhe e aja com objetividade dentro do estabelecido pelas duas partes.

-Dê feedback constante sobre o que está percebendo, tanto positivo quanto negativo. Lembre-se que ele é um  fator crítico de sucesso dos seus produtos ou serviços, ou seja, inclua-o com carinho no seu negócio. Tenha uma relação ganha-ganha.

Considere o fornecedor como um parceiro, planejando em conjunto para que possam decidir, diante da sua necessidade, o que fica melhor para os dois lados.

Saiba mais no blog Gestão da Produção e Qualidade.

Read Full Post »

A cada dia que passa as empresas assumem diferentes posturas buscando posicionamentos que viabilizem desempenho superior, considerando a dinâmica do ambiente competitivo na qual elas se inserem, e os seus clientes que estão muito mais exigentes. Coisas que antigamente eram difíceis de imaginar, hoje se tornam freqüentes no mundo dos negócios. Os acordos, negociações, fusões, parcerias, tornam-se palavras-chaves para se obter sucesso, ampliar e conquistar novos mercados. E a visão estanque de que uma empresa é apenas concorrente, ou apenas cliente, ou apenas fornecedora da outra, já é coisa do passado.

Uma parceria entre as  gigantes mundiais em serviços, sistemas e soluções em TI, é apenas um dos inúmeros exemplos, de que o universo empresarial vem mudando. De um lado a Microsoft, que é líder no fornecimento de software, serviços e soluções em tecnologia da informação. Do outro lado a Novell, que começou fabricando computadores, e atualmente fornece serviços e softwares de infra-estrutura para milhares de empresas ao redor do mundo, oferecendo soluções abertas, seguras e globais.

Pois bem. Quem diria que após longos anos de concorrência e muita disputa pela hegemonia no mercado de software e soluções em tecnologia da informação, a Novell e a Microsoft atenderiam ao apelo do mercado, e as crescentes exigências dos clientes que queriam que o setor alcançasse uma melhor utilização e diálogo entre os sistemas operacionais?

Saiba mais e comente no blog Desatando Nós.

Read Full Post »

Todo empresário tem consciência da importância da comunicação. Porém, quantos estão dispostos a investir adequadamente em um plano comunicacional, com objetivos, estratégias, metas e orçamento definidos a curto, médio e longo prazos?

Não obstante a sua importância, a comunicação ainda é considerada uma “perfumaria” para boa parte dos empresários. É ao mesmo tempo vilã e mocinha de uma história de um negócio. Por não se uma ciência exata, dificilmente é possível garantir o retorno sobre o investimento e seu resultado está condicionado a inúmeras variáveis.

Certo dia, conversando com um empresário, ele me disse que a sua empresa enfrentava graves problemas, como a falta de capital de giro, acesso às linhas de crédito e insatisfação dos funcionários quanto ao conjunto da remuneração. Mas o que o incomodava – era a comunicação. “Não consigo conviver com a necessidade de estar conectado com meus clientes, precisando constantemente promover os produtos, manter um canal claro com meus funcionários e melhorar a percepção da marca pelos clientes. Isso exige muito esforço e recursos. Essa tal comunicação é um inferno”, afirmou descontente.

A comunicação é impiedosa com quem não sabe tratá-la com respeito, aproveitando todos as vantagens que ela pode oferecer se forem aplicadas corretamente as estratégias. Há campanhas belíssimas, premiadas internacionalmente, mas os resultados de marketing não foram tão expressivos quanto os institucionais. Há outras, porém, sem expressão criativa, limitada estrategicamente, mas apresentam um ROI (retorno sobre o investimento) acima do que a empresa imaginava, com aumento de vendas, crescimento do market share, etc.

Então, onde está o problema? Leia mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

Read Full Post »