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Posts Tagged ‘novos negócios’

Por Consultores da Orientação Empresarial do Sebrae/SP

 

 Para não fracassar

 Em pesquisa de 1999, o SEBRAE-SP constatou que 35% das empresas fracassam no primeiro ano de operação, e 71 % não conseguem chegar a cinco anos de vida.

 Em comum, essas empresas apresentaram sinais de que foram deficientes principalmente em duas questões fundamentais: estruturação do negócio, ou planejamento prévio, e administração.

 Estruturação do negócio e processo de gestão são aspectos que você realmente precisa se desafiar a conhecer e dominar. Todo esforço que fizer para aprender, tanto com as empresas que alcançaram sucesso como com os casos de fracasso, será o seu mais importante investimento, o que realmente sustentará a viabilidade de seu negócio. Queremos dizer que é necessário conhecer o melhor possível o ramo do negócio que escolheu.

 Se já atuou no ramo, como empresário ou como empregado, não pense que sabe tudo. Visite o maior número de empresas, converse com os proprietários e empregados, faça amizade com empresários do ramo, troque idéias, confira as diferentes percepções sobre o mercado, sobre as dificuldades etc.

 Se não é do ramo, por um lado é bom porque não tem vícios e sabe que tem de aprender muito, o caminho é pesquisar, interagir com pessoas do meio e questionar até entender o melhor possível como se ganha dinheiro com esse negócio.

 O objetivo é este mesmo, aprender como se ganha dinheiro com o negócio que se deseja montar. É normal pensar que fazer amizades ou interagir com empresários do ramo é difícil, pois estes não darão informações sobre as características do negócio para um “futuro concorrente”. Não é verdade, as pessoas gostam de trocar idéias e falar das dificuldades, basta ser franco na conversa, apresentar-se e explicar sua situação.

 Para começar, busque empresas de bairros distantes ou até mesmo em cidades vizinhas, pois assim ninguém se sentirá ameaçado. Leia mais no Beco com Saída.

Quero ser empresario

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A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), agência de fomento do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), deve liberar nos próximos quatro anos R$ 1,3 bilhão para empresas inovadoras nascentes. A iniciativa faz parte do Programa Primeira Empresa Inovadora (Prime), cujo convênio foi assinado nesta quarta-feira, 3, no Rio de Janeiro, com 18 incubadoras-âncoras, que farão a seleção das empresas a serem beneficiadas.

 

No prazo de um ano serão liberados R$ 241 milhões para 2.015 empresas inovadoras, número que deve chegar a 5,4 mil empresas em 2012. O contrato tem valor total de R$ 249 milhões, sendo R$ 241,8 milhões como subvenção para as empresas inovadoras e R$ 7,2 milhões como remuneração para as incubadoras

 

O dinheiro será usado para estruturar planos de negócios e desenvolver produtos e serviços dos empreendimentos selecionados. “O objetivo é transformar idéias em novos negócios“, afirma Eduardo Moreira da Costa, diretor de Inovação da Finep. “É para o empreendedor que tem uma boa idéia e não tinha o incentivo para arriscar. Vale tanto para estudantes como para profissionais“, completa ele.

 

Podem participar desde empresas que ainda não se constituíram até aquelas com dois anos de funcionamento.

 

Costa diz que o Prime já vinha sendo articulado antes da crise e não tem o objetivo de contrabalançar os problemas imediatos de crédito enfrentados por pequenas empresas. “Vamos gerar novas empresas que impulsionarão o mercado. O efeito aparecerá daqui a dois ou três anos.” Ele lembra que muitas empresas pequenas nascem com idéias inovadoras, mas que são abandonadas por necessidade de sobrevivência de mercado. O programa dará suporte para que “as empresas em fase de dificuldade voltem a trabalhar na idéia original“.

 

O diretor da FINEP avalia que as empresas criadas com ajuda do Prime tendem a ficar mais preparadas que a média para, futuramente, receber venture capital – investimento privado em empresas pequenas ou médias com o objetivo de impulsionar determinado negócio. A explicação é que as empresas beneficiadas pelo programa precisarão aprender a se organizar com regras de governança corporativa. O Prime inclui o treinamento dos empreendedores e dos administradores das empresas. 

jovem-empreendedor 

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Inovação não é um bicho de sete cabeças, é um bicho de grandes cabeças. Ou seja, cabeças criativas e “realizativas”, pois segundo Waldez Ludwing “inovar é gerar valor a partir de idéias originais”, a partir da criatividade. E criatividade só é reconhecida se for concretizada.

 

Para Márcia Matos nossa vida é preenchida, constantemente, por inovações. Desde sopa que se dilui em água quente até um carro que funciona normalmente com gasolina ou com álcool. Nós inovamos quando encontramos novas formas de realizar velhas tarefas, por exemplo, quando resolvemos mudar o corte de cabelo ou fazer um novo penteado.

 

Nas empresas a inovação é uma condição de sobrevivência, pois o mundo atual é um mundo em constante mudança, movimento contínuo, transformação. Se ficarmos parados, ficaremos também atrasados. Pequena coisas não podem ser desprezadas, como detalhes no atendimento e no trato com clientes, aspectos físicos das instalações, embalagens, sinalização. Quer saber mais? Leia aqui.

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Padarias e confeitarias servindo refeições. Lojas de conveniência vendendo pães, sanduíches e pizzas preparados na hora. Supermercados com restaurantes e ampla oferta de bolos, tortas e fiambres dentro das lojas. Restaurantes, além das refeições, servem entradas com pães deliciosos e na sobremesa doces maravilhosos.

 

Para Roger Klafe são atividades que se consideram distintas. Padarias e confeitarias são indústrias, os super e mini-mercados são varejo. Restaurantes são prestadores de serviço. Para fins de classificação (CNAE) até pode ser. Mas será que o consumidor enxerga assim?

  (mais…)

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Andando por este mundo atrás de notícias sobre pequenos negócios, venho me deparando com pessoas extremamente criativas, mas que têm muito poucas oportunidades de divulgar o seu trabalho.

 

São pessoas interessantes, pró-ativas e muito, mas muito sonhadoras.

 

O produto, muitas vezes, com uma estratégia de marketing adequada conquistaria rapidamente o consumidor nacional e até mesmo o mercado externo. Nós sabemos que na pequena empresa o dinheiro é curto para praticamente tudo. Por isso, abrir espaço para essas empresas torna-se quase um projeto de responsabilidade social dos veículos de comunicação.

 

Nunca é tarde para lembrar que no Brasil, de acordo com o IBGE, existem 14,8 milhões de micro e pequenas – 4,5 milhões formais e 10,3 milhões informais – que respondem por 28,7 milhões de empregos e por 99,23% dos negócios do país. Por isso, a causa dos pequenos negócios é sempre muito nobre. Leia aqui sobre pequenos negócios inovadores.

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Segundo Daniela Almeida Teixeira as empresas precisam se preocupar não apenas em construir os seus sites e hotsites mas sim em gerar interação contínua com seus clientes pois isso torna o site um canal vivo, onde as pessoas interagem, opinam, trocam informações e se sentem parte dele. “Acabamos de lançar no Sebrae Minas o hot site da Feira do Empreendedor, evento que acontece em Belo Horizonte de 02 a 06 de setembro de 2008. O slogan do evento é: Tudo para você abrir ou melhorar o seu negócio.”

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Vocês sabiam que existem comunidades específicas para empreendedores postarem breves vídeos apresentando a potenciais investidores o seu negócio? Pois é. O americano Vator.tv, criado há cerca de um ano, foi um desses sites pioneiros – mas voltado apenas para startups de tecnologia. Agora surgiu no Reino Unido o Cmypitch, seguindo formato semelhante, mas dirigido a empresas de qualquer segmento. Inaugurado no mês passado, em junho, ele classifica os associados em três grupos: empreendedores, investidores e prestadores de serviço. Por meio dos filmes, os empresários não só buscam interessados em investir na sua empresa, mas também informações, parceiros e até mesmo troca de experiências. Detalhe: para cumprir as exigências dos órgãos reguladores do mercado financeiro britânico, investidores só conseguem se registrar na comunidade após apresentarem documentação que comprove que eles são – de fato – investidores.

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