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Posts Tagged ‘microcrédito’

Para quem atua no mercado de microfinanças brasileiro há tempos espera uma “sacudida” nas atuais bases, principalmente marco legal, acesso a funding, custo de captação, massificação e taxas de juros.

Alguns ainda discutem mazelas do passado e políticas nem tão claras, enquanto outros buscam novas formas de superá-las, quem bom! Avancemos!

Da total dependência de recursos (funding, assistência técnica e até investimento em imobilizado) advindo do setor público em direção a soluções de mercado, percebe-se finalmente novas atitudes e a busca por novos mecanismos para “fazer diferente” no mercado de microfinanças brasileiro.

Não por acaso, mais especificamente no dia 21/02, a Folha de São Paulo publica nada menos que seis excelentes reportagens sobre novos caminhos trilhados por algumas instituições de microcrédito, as quais buscam maior eficiência, ganhos de escala, acesso a funding, maior fatia de mercado e até mesmo regulação.

A atual forma legal adotada pelas principais instituições de microcrédito, com raras exceções, impõe custos por muitas vezes proporcionalmente mais onerosos do que as que enfrentam instituições financeiras reguladas.

A maioria das instituições de microcrédito do Brasil são organizações do terceiro setor (ou deveriam), constituídas sob a forma de ONG/OSCIP e não são reguladas pelo Banco Central, assim como também os chamados “Bancos do Povo” cujas estruturas, via de regra, estão atreladas a órgãos públicos estaduais ou municipais. A busca por soluções de mercado, nestes casos, costuma exigir grandes sacrifícios, busca por maior competitividade e transparência em sentido amplo.

Ao que parece, busca-se a evolução dos modelos de microcrédito solidário, implantado no país há mais de 20 anos, para um modelo de microcrédito com o foco efetivamente produtivo. E não pense que CDC é microcrédito, é CDC mesmo! Quer saber mais? Leia no blog Pequenos Negócios & Finanças.


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Parece uma sopa de letrinhas, mas não é, há sim forte relação entre este sistema alternativo de crédito – o microcrédito e a entrada em vigor do MEI – Microempreendedor Individual no mês de junho próximo.

O mercado demandante por microcréditos no Brasil é formado, basicamente, por empreendedores informais (80%) e mulheres ( 75%), onde um microcrédito de R$ 800,00 é suficiente para operar no dia a dia, conforme estrutura de funcionamento e ramo de atividade.

São micronegócios com características eminentemente varejistas, equivalente a 10,3 milhões de informais (ECINF 2003), justamente a grande parcela de nossa economia de pequenos negócios que é formada por costureiras, sapateiros, artesãos, donos de mercearias e prestadores de serviços pessoais, dentre outros, cuja receita bruta anual seja de até R$ 36 mil.

Segundo o consultor, João Silvério, do Sebrae/NA, é  de se esperar que este relativo contingente de empreendedores informais já sejam atendidos por diversas Instituições de Microfinanças, assim como também outras fontes de financiamento tais como amigos, fornecedores e até mesmo bancos. A questão de quem atende e a forma é um outro assunto (crédito bancário x microcrédito).

Há de se considerar que o grau de penetração das Instituições de Microfinanças em relação ao público alvo (informais) é muito pequeno – em que pese ainda haver grande informalidade na divulgação dos números do segmento de microfinanças do Brasil, o que ainda carece de mais estudos aprofundados. Na ECINF, por exemplo, “as atividades informais levantadas compreendem as unidades econômicas pertencentes a trabalhadores por conta própria e a empregadores com até cinco empregados, incluindo todos os proprietários (sócios) desses empreendimentos”!

Muito se divulga que com a entrada em vigor do MEI haverá aumento dos microcréditos, o que necessariamente pode não se verificar. Haverá sim melhor qualidade das informações disponibilizadas juntos as instituições de microfinanças e bancos, podendo influenciar, em muito, a melhoria das análises do setor e até mesmo relativa alteração entre a porcentagem de informais e formalizados (MEI) atendidos com microcréditos. Leia mais no blog Pequenos Negócios e Finanças.

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microcredito1 O carnaval esta chegando… É muito comum a grande procura por microcréditos nas Instituições de Microfinanças (IMF) para a aquisição de produtos, matérias primas e insumos a serem comercializados nesta importante data festiva de nossa cultura.

 

Um comerciante informal vai a uma IMF (ONG/OSCIP) e solicita empréstimo para a aquisição da caixa de isopor (investimento fixo), gelo, água, refrigerantes e cervejas – mercadorias e insunos (capital de giro) para vender durante os dias de festa. Ele trabalha (empreende) no primeiro dia e vende toda a mercadoria. Volta a seu fornecedor, adquire mais mercadorias, compra, vende, compra, vende… ufa!!! E vc lá, pulando o carnaval… Nesta sistemática, ao final do período de carnaval, ele provavelmente terá condições de quitar seus compromissos, inclusive e principalmente com a IMF que o financiou e continuar com seu nano negócio. Isto é microcrédito empreendedor!!! Leia o artigo do consultor financeiro, João Silvério, do SEBRAE/NA no Pequenos Negócios & Finanças.

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Você sabe o que é microcrédito? Onde pode conseguir, e mais, como deve usar? Clique aqui.

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