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Posts Tagged ‘Mercado’

Transparência é a característica de tudo que é translúcido, ou seja, daquilo que permite que a passagem da luz. No mundo empresarial, uma empresa transparente é aquela que age de forma clara, verdadeira, sem enganos, sem mentir para seus empregados, clientes e fornecedores.

Entretanto, será que a transparência é um bom negócio para as empresas? Ser transparente, verdadeiro, significa expor os seus segredos e estratégias para terceiros?

Saiba mais e comente no blog do Boris Hermanson.

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O que devemos medir no marketing para identificarmos se estamos no caminho certo?

O marketing sempre foi muito criticado, pois seus resultados muitas vezes eram subjetivos e difíceis de serem medidos. O mundo está cada vez mais lógico e racional e o marketing também teve que mudar para atender estas expectativas. Neste post quero passar os principais indicadores de marketing para uma micro e pequena empresa.

Uma métrica permite um resultado ser expresso em números e explicar fenômenos, diagnosticar o que está acontecendo e analisar tendências.  Como uma métrica isolada pode levar ao engano é recomendável que seja analisado um conjunto de resultados. Destaco as principais:

  1. Participação de mercado – receita de sua empresa comparada com a receita total do mercado.
  2. Hábitos de compra – frequência e quantidade normalmente comprada.
  3. Satisfação do cliente – o quanto as expectativas dos clientes estão sendo atendidas.
  4. Disposição para recomendar – quantos clientes recomendariam a sua empresa.
  5. Vendas básicas – total de vendas sem promoções.
  6. Vendas incrementais – vendas realizadas a mais, acrescidas pela ação promocional.
  7. Desconto médio – o quanto sua equipe de vendas concedeu de descontos em comparação a tabela de preços “cheia”.
  8. Nº de clientes – número de clientes que compram em um determinado período.
  9. Recência – período de tempo entre uma compra e outra.
  10. Experimentação – quantidade de clientes novos.
  11. Ponto de equilíbrio – venda mínima para cobrir todos os custos.
  12. Retorno sobre as vendas – lucro líquido como porcentagem da receita de vendas.
  13. Retorno sobre o investimento – lucro  líquidos sobre os investimentos necessários para gerar lucro.

Quais destes indicadores você já analisa? Leia mais e comente no blog Marketing & Vendas.

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Para muitas pessoas a empresa se resume ao balcão de atendimento, mas elas precisam aprender que é justamente ali que ela começa para o empreendedor.

Quando você descobre a vida que existe por detrás do balcão, não cheio de luzes, cores, e clientes, mas com muitos formulários, planilhas, alguns repletos de informações e ainda por serem preenchidos, novos desafios se apresentam exigindo mais atitude e determinação por parte do futuro empresário.

Neste ambiente, os dados da empresa podem, em uma primeira vista, estarem escondidos em caixas-pretas (que são na verdade na cor laranja), espalhados por diversos caminhos, alguns atalhos, mas o desbravador, sabendo utilizar as ferramentas adequadas terá acesso ao vasto universo de conhecimento sobre o negócio.

Assim a nossa aventura tem início. Leia mais e comente no blog Gestão de Negócios.

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As empresas desse século precisam ter uma equipe heterogenia com diversas percepções que venham agregar a empresa, gerenciando suas rotinas e propondo melhorias criativas. Para isso o empresário e ou o gerente desse empreendimento precisa ter abertura para o novo.

Diante desse contexto, como ficam os proprietários dos pequenos negócios que vivem com sua verdade absoluta? Muitos aprisionados com suas verdades… É delicado…. A empresa de sucesso precisa está em constante evolução e inovar suas práticas, não se esquecendo de escutar o cliente. Não é só fazer reformas, informatizar, trocas móveis e equipamentos; e sim, renovar sua abordagem de atendimento, antecipando os novos anseios dos seus clientes e toda nova suposta estrutura possa dar lastro para tal. E nada melhor que os funcionários que estão diariamente convivendo com os clientes para responder isso.

Pense e reflita como está sua abertura para o ”novo”? Leia mais e comente no blog Casos & Causos.


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A cada dia que passa as empresas assumem diferentes posturas buscando posicionamentos que viabilizem desempenho superior, considerando a dinâmica do ambiente competitivo na qual elas se inserem, e os seus clientes que estão muito mais exigentes. Coisas que antigamente eram difíceis de imaginar, hoje se tornam freqüentes no mundo dos negócios. Os acordos, negociações, fusões, parcerias, tornam-se palavras-chaves para se obter sucesso, ampliar e conquistar novos mercados. E a visão estanque de que uma empresa é apenas concorrente, ou apenas cliente, ou apenas fornecedora da outra, já é coisa do passado.

Uma parceria entre as  gigantes mundiais em serviços, sistemas e soluções em TI, é apenas um dos inúmeros exemplos, de que o universo empresarial vem mudando. De um lado a Microsoft, que é líder no fornecimento de software, serviços e soluções em tecnologia da informação. Do outro lado a Novell, que começou fabricando computadores, e atualmente fornece serviços e softwares de infra-estrutura para milhares de empresas ao redor do mundo, oferecendo soluções abertas, seguras e globais.

Pois bem. Quem diria que após longos anos de concorrência e muita disputa pela hegemonia no mercado de software e soluções em tecnologia da informação, a Novell e a Microsoft atenderiam ao apelo do mercado, e as crescentes exigências dos clientes que queriam que o setor alcançasse uma melhor utilização e diálogo entre os sistemas operacionais?

Saiba mais e comente no blog Desatando Nós.

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No tempo do kindle, e dos formatos de livro digital em geral, uma notícia recente chama atenção para o retorno cada vez maior de um tipo de livro artesanal:

“Na contramão dos avanços do mercado editorial, os livros artesanais da Confraria dos Bibliófilos do Brasil acabam de chegar à sua 24ª edição. Um feito e tanto, considerando que cada tiragem de algumas centenas de exemplares demora nove meses para ficar pronta.

Elas são impressas em linotipo, máquina de 2,20 m de altura por 2 m de largura que usa chumbo quente como molde e pesa mais de uma tonelada, e que não por acaso deixou de ser usada em gráficas com a chegada da impressão offset, na segunda metade do século 20.”

A nota prossegue mostrando como existem consumidores dispostos a pagar até R$ 150,00 por um bom livro impresso segundo as técnicas gráficas do passado.

A mesma situação se repete, com leves alterações, no renascimento dos discos de vinil, e em mais de um produto que volta ao passado, como uma estratégia de inovação.

Inovação que neste caso significa recuperar sentimentos e sensações antigas, sepultadas pela velocidade dos avanços tecnológicos.

Isso não significa, é claro, que este mercado seja grande; contudo é um mercado lucrativo, porque está menos ligado à função e sim aos aspectos emocionais do produto.

Por exemplo, quando comemos um famoso biscoito Globo, na orla carioca, à despeito de sua ótima qualidade, estamos ingerindo, de fato, uma história rica em sensações.

O mesmo vale para aqueles produtos de fórmulas mantidas por famílias há gerações e que tão bem a Europa sabe cultivar. Comer o mesmo pão; beber o mesmo malte; saborear a torta que faz a delícia de tantas décadas: a estratégia da tradição é uma das opções estratégicas que o futuro, com tudo o que nos dá, não poderá nos tirar. Leia mais no Inovação e Estratégias Empresariais.

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A equação do desenvolvimento e apuração de bons resultados, na área de atendimento ao cliente, representa despesas para sua empresa? Preste atenção para esta informação: “estatísticas estimam que, se uma empresa gasta de 2% a 5% de sua folha de pagamento anual com treinamento de funcionários, ela terá cerca de 10% de aumento no lucro bruto. Além disso, empresas com alto nível de serviço a clientes, e uma base de clientes leais, podem cobrar até 10% mais que seus concorrentes. Numa soma simples, se você treinar seus funcionários para fornecer melhor atendimento aos clientes, seu lucro bruto pode aumentar em 20%”.

Então basta treinar meus funcionários para a excelência no atendimento, que posso gerar mais lucros para minha empresa? A resposta é não! E é exatamente isso que analisaremos nesse artigo.

O desafio é justamente esse: sempre tornar o cliente o foco das estratégias de sua empresa. A recomendação é ser uma empresa orientada ao cliente. Na dinâmica da economia atual, empresas, em todos os ramos de atividades, buscam caminhos para aumentar a satisfação dos clientes.

Vender visando atender as expectativas de seus clientes, deve ser o norte da bússola de sua empresa. Esse conceito já foi muito explorado e, se não é praticado por sua empresa, tenha certeza, sua empresa está ultrapassada. A ordem agora é exceder as expectativas dos clientes.

Portanto, a questão é: quem é o meu cliente, quais são suas necessidades, desejos e expectativas? Leia mais no Beco com Saída

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