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Posts Tagged ‘Mercado’

Muitos empresários têm dúvidas sobre quais os casos em que eles são obrigados a substituírem imediatamente os produtos por eles comercializados ou industrializados que apresentarem defeitos de fabricação.

Para analisarmos esta questão, devermos verificar o que o Código de Defesa do Consumidor – CDC têm a dizer sobre o assunto, visto ser esta legislação que regulamenta as relações de consumo, ou seja, aquelas que envolvam o fornecimento de produtos ou serviços para os consumidores finais.

Regra geral para troca de produtos:

O CDC estabelece como regra que no caso de bens ou produtos duráveis, tais como imóveis, veículos, móveis, entre outros, que apresentarem defeitos de fabricação, o fornecedor do produto fica obrigado a providenciar seu conserto no prazo máximo de 30 dias a partir da data em que o consumidor solicitar tal providência.

O prazo para o consumidor reclamar neste caso é de 90 dias somados ao prazo que estiver estipulado no certificado de garantia do produto. Assim, esse prazo de 90 dias, também chamado de prazo de garantia legal, será somado ao prazo da garantia contratual previsto na garantia do produto.

No caso dos bens ou produtos não duráveis, tais como pilhas, canetas, serviços de costura, entre outros, o prazo para o consumidor reclamar contra defeitos de fabricação é de 30 dias (prazo da garantia legal).

Então em que casos o consumidor terá direito à substituição imediata do produto?

Leia mais e comente no blog do Boris Hermanson.


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Conseguir um preço compensador, um volume que valha a pena, organizar uma estrutura e sistema de trabalho competitivos e conseguir desperdício “zero” na operação, são outros desafios de quem monta uma empresa. Mas vender, conseguir vender é de longe o desafio mais difícil e fatal.

Se não vender a empresa quebra.

Muitos iniciam uma empresa, quando indústria, pensando apenas na capacidade de produção, porque sabe produzir algo. Ou empresa de serviço, apenas porque tem alguma habilidade produtiva. Outros, dispondo de um imóvel, já partem para a montagem de um comércio. Ter tecnologia, habilidades em prestar serviços ou imóvel, são, sem nenhuma sombra de dúvida, componentes importantes na consideração para a montagem de negócios. Mas não são suficientes. Não se pode esquecer que todos estes componentes podem ser obtidos de outras formas. Não precisam ser atributos dos sócios.

No entanto, o modelo de negócio que viabilizará as vendas expressa a competência dos sócios na montagem do negócio. Encontrando o “pulo do gato” que levará ao volume de vendas que valha a pena montar o negócio, os demais componentes podem ser obtidos: compra-se a tecnologia, a mão-de-obra especializada, ou o ponto comercial adequado. Mas o “modelo de negócio” é criação dos sócios.

O processo de vender envolve duas etapas. Leia mais e comente no Ágil + Frágil.

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Observe a perfiferia das grandes cidades. Veja como anda o entorno das metrópoles. Verifique ainda as estatísticas de vendas de itens como computadores pessoais e distribua esses números pelo Brasil: você verá o incontestável crescimento da classe média, transformando regiões que há pouco eram vistas como degradadas, em áreas de ocupação por melhores faixas de renda.

O próprio fenômeno da expansão do mercado imobiliário mostra isso: casas e apartamentos sendo construídos e vendidos com crédito de longo prazo para famílias que só agora realizam o sonho da casa própria. Sabe o que eles vão precisar? Móveis, decoração, serviços.

O que isso tem a nos dizer? Que, inevitavelmente, devemos pensar os nossos produtos e serviços para regiões e áreas de novo desenvolvimento; que produtos então raros e escassos para a populaçao como um todo, como viagens nacionais e internacionais, casa de praia ou chácara, passam a ser mais procurados; que os cursos de qualificação, de idiomas, os salões de beleza, os pet shops, e tantos mais produtos e serviços antes menos comuns disseminam-se com uma rapidez vertiginosa. Bem vindo ao mundo da nova classe média brasileira.

Nesse sentido, devemos nos despir de preconceitos e passar a olhar para lugares que nunca antes imaginaríamos como centros de consumo. Regiões tidas como pobres ou periféricas e que possuem uma populaçao que muitas vezes não consome bem em sua região, porque não existe uma boa oferta.

Claro, a renda da classe média é espremida; porém, o consumo dessa classe é aspiracional, isto é, ela busca obter um bom valor pelo seu dinheiro, sempre orientando-se pelos valores do que percebe como melhoria de qualidade de vida: um bom carro, boas roupas, educação e por aí vai.

Vender para a classe média requer o talento de perceber boas oportunidades e, mais do que isso, dar atenção às suas necessidades.  Atenção implica, aliás, o mais básico de tudo: um bom atendimento e a oferta de produtos por um preço compatível com uma ótima relaçao de retorno.

Não basta fazer uma casa; é preciso que ela tenha beleza. Não apenas um salão de beleza, mas sim um centro de estética; ao invés de um produto genérico, um produto com mais qualidade percebida, pelo mesmo preço. Este é o mundo pleno de possibilidades da classe média. E quem quiser aproveitar esse novo Brasil, tem que estar atento à esta nova realidade.

Leia mais e comente no blog Inovação & Estratégias Empresariais.

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Existe um ditado popular que diz: “bola na trave não altera o placar”. Você já viu algum jogo onde o seu time jogou muito bem mas foi o time adversário que fez o gol? Quem ganhou a partida? Não importa quantas vezes o seu time acertou na trave, só existe o gol quando a bola entra!
No mundo empresarial toda venda é igual a um gol. A venda move o mundo. A economia mundial só cresce porque empreendedores vendem, pagam tributos e contribuem para melhoria da sociedade. Mas a venda é a conclusão de uma série de passes e jogadas que demandam integração e sinergia da equipe. Se os processos de sua empresa não estiverem alinhados para gerar valor para o cliente e fomentar o crescimento das vendas, sua atuação empresarial será como jogo sem gol.
Toda equipe precisa estar consciente de suas responsabilidades para fomentar as vendas da empresa. As unidades organizacionais de sua empresa precisam entender como agregar valor ao produto e contribuir para que a venda aconteça. O goleiro agarra a bola, a defesa bloqueia os adversários, o meio de campo monta a jogada para que alguém faça o gol. Todos os salários dependem disso, senão o time passa para segunda divisão…
NA PRÁTICA
Seus colaboradores sabem como agregar valor ao produto e fomentar as vendas?
Coloque na prática, realize uma entrevista com todas as unidades organizacionais da sua empresa e faça a seguinte pergunta: Como o seu trabalho pode agregar valor para que nossa empresa venda mais? Mostre para seus colaboradores que não adianta jogar bonito, temos que fazer o gol, temos que vender! Defina o que cada unidade tem que fazer para agregar valor ao produto e fomentar vendas.

Lembre sempre que “bola na trave não altera o placar”. Leia mais e comente no blog Circuito da Feira do Empreendedor.

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Eventos são estratégias de comunicação aproximativa que precisam ser corretamente utilizados por seus executores. Em primeiro lugar só deve fazer eventos quem tiver competência para organizar e paciência para suportar as horas de estresse. Desde a organização de uma reunião até um congresso de vendas tudo precisa ser cuidadosamente pensado. Então vamos às principais orientações para quem deseja organizar um evento.

Inicialmente planeje bem. Planejar é fundamental para o profissional de eventos. Tudo deve ser criteriosamente pensado e as chances de que alguma coisa saia errado são de 100%. Portanto, não vacile. Convites, recepcionistas, serviço de alimentação, transporte, divulgação, cerimonial, enfim, uma série de itens precisa ser checada várias vezes. Além disso, escolha os melhores fornecedores, nem que para isso você precise pagar mais caro. Lembre-se que caro é aquilo que você não gosta.

Certa vez um amigo organizou uma cerimônia de posse da diretoria de uma organização estatal. Tudo ia muito bem, até o momento que ele despachou os envelopes para os convidados. Os envelopes seguiram, mas sem o convite. O nível de estresse que ele viveu foi algo inacreditável. O evento, é claro, ficou muito esvaziado e ele perdeu o cliente.

Em outra oportunidade, numa entrega de um premio nacional, o mestre de cerimônia subiu ao palco inteiramente alcoolizado. E apesar da riqueza do evento, da beleza dos detalhes, do buffet delicioso, todos se lembraram do vexame do cerimonialista

Então, antes de qualquer ação operacional, devemos pensar o evento, detalhe a detalhe, etapa a etapa e levantar todas as variáveis que podem contribuir para que o evento seja um fracasso. Se você, por exemplo, vai realizar um evento a céu aberto, precisa contar com a possibilidade de chuva, queda de temperatura ou excesso de calor. Certifique, também, que todos os seus fornecedores são responsáveis e de excelente qualidade.

Fique certo que um evento é mais lembrado pelo que deu de errado que pelo sucesso. As falhas, as gafes, os improvisos chamam muito mais a atenção que o andamento perfeito das coisas. Aliás, como dizem alguns, tem muita gente que fica torcendo para que a noiva caia em pleno altar.

Organizar um evento, portanto, não é uma tarefa para amadores, para quem fica conquistando clientes pela redução de preços ou pela entrega de um serviço de qualidade duvidosa. Os melhores e grandes clientes são aqueles que exigem perfeição do começo ao fim e que estão dispostos a se tornarem visíveis para seus públicos por meio das ações de eventos, não se importando muito com quanto irão ter que investir. É claro, porém, que preço é um ponto muito importante dentro do planejamento orçamentário de qualquer evento. No entanto, não deve ser o condicionante para a exclusão de serviços de qualidade que garantirão a plena satisfação de seus clientes. Se for organizar eventos, pense em tudo isso.

Saiba mais no blog Comunicação Empreendedora.

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Até que ponto você entende que a gestão de seu negócio depende, também, da vitrine de sua loja? Apesar de opiniões contrárias, especialmente dos que não enxergam a integração da gestão visual de uma empresa no composto de comunicação estratégica, o vistrinismo é uma das mais importantes estratégias de vendas da atualidade. Mostrar-se de forma surpreendente, atual, criativa, moderna, inovadora, provocativa, instigadora, etc por meio das vitrines, é tão importante quanto anunciar nos diversos tipos de mídia. Aliás, a vitrine é uma “mídia”, que pode interagir com os clientes e potenciais compradores, expondo conceitos que vão além do produto.

Seja um grande magazine ou uma pequena loja, as vitrines são a imagem viva do estilo de comunicação e gestão de seus executivos. Bom gosto, requinte, sofisticação, simplicidade, criatividade e uso de elementos estáticos ou animados, são elementos que compõe o conceito de comunicação visual do vitrinismo.

Como sabemos, o fundamento básico do marketing é criar necessidades e satisfazer o consumidor. Nesse caso, as vitrines são ferramentas fundamentais para que alcance esses objetivos. Vitrines abarrotadas de produtos, com placas de promoção espalhadas em todos os cantos acabam transmitindo uma mensagem de desorganização, desleixo e até de desrespeito com o cliente. Porém, quando o gestor do visual de uma loja tem conhecimento teórico e experiência suficiente para entender a “alma” do cliente, suas necessidades e desejos de consumo, boa parte do processo de vendas já está concluído.

Mas gerir a vitrine de uma loja exige muito mais que criatividade, ousadia, inovação… Exige um amplo conhecimento das tendências de consumo, utilizando elementos visuais, conceitos e linguagens que contribuem diretamente na decisão de compra.

Para atender à demanda crescente por profissionais de vitrinismo, as empresas estão exigindo que arquitetos, decoradores, designers e comunicadores visuais possam também saber gerir o processo da gestão visual de lojas. Isso demonstra que nem toda ousadia criativa é fácil de gerir. Penduricalhos, apetrechos, cores fortes e uso de elementos e transmissão de conceitos que só têm lógica na mente dos “pseudo-vitrinistas” acabam prejudicando as vendas ao invés de alavancar. Pense bem nisso!

Saiba mais e comente no blog Comunicação Empreendedora.

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Continuando nosso artigo sobre transparência empresarial, vamos analisar como isto pode afetar o relacionamento da empresa com seus fornecedores e se a transparência compromete o segredo do negócio e/ou a estratégia da empresa.

Sendo transparente com seus fornecedores:

No relacionamento com seus fornecedores, a transparência é mais do que desejável, ela é vital para o sucesso dessa convivência empresarial.

Todas as empresas precisam prestar informações básicas aos seus fornecedores para que eles possam atendê-las de forma adequada. Entretanto, mais do que disponibilizar acesso a informações básicas, ter um relacionamento transparente com eles envolve estabelecer uma verdadeira parceria, incluindo-os até mesmo na discussão de futuros projetos que poderão contarão com os produtos e/ou serviços fornecidos por essas empresas.

Este tipo de parceria, quando bem aplicada, pode trazer ganhos substancias uma vez que esses fornecedores conhecem as melhores alternativas para a diminuição de custos e para se obter o melhor aproveitamento dos recursos que serão investidos nos futuros projetos. Esta parceria significa que o fornecedor deixará de ser um agente passivo em relação ao seu cliente, ou seja, que apenas fornece produtos ou serviços, tornando-se um elemento ativo na criação de soluções, confirmando o ditado popular que diz que “duas cabeças pensam melhor do que uma”.

Mas como ficam as questões que envolvam os segredos da empresa, bem como seu planejamento estratégico? Elas podem ser prejudicas por toda essa transparência da empresa?

Saiba mais e comente no blog do Boris Hermanson.

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