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Posts Tagged ‘marketing um a um’

A consultora do Sebrae/PE, Conceição Morais, dona do blog Casos & Causos lendo um artigo sobre consumo simbólico identificou os seguintes insigths:

  1.  O reconhecimento do valor simbólico dos produtos, serviços, marcas e lojas favorece a relacionamento dos mesmos com os valores individuais das pessoas, permitindo o indivíduo se socializar e se ajustar à sociedade (MIRANDA et al.).
  2.  Para ser um símbolo é necessário ser entendido e compartilhado por um determinado grupo, gerando um referencial consciente.
  3.  Os atributos simbólicos de um produto revelam como a sua posse ou seu uso associa o consumidor a um grupo, a um papel ou à sua auto-imagem (HAGIUS e MASON, 1993).

 Segundo McCracken (1986), há duas funções dos símbolos em relação ao comportamento do consumidor:

 a) A melhoria da eficiência

b) Soma de prazer às atividades de consumo.

 Essas funções ajudam ao consumidor a definir o seu papel, sua auto-imagem e obter a performance desejada (SOLOMON, 1983).

 Além do consumo simbólico é um meio de socialização, não se pode deixar de levar em consideração, as transferências de significados que advém da propaganda, do design do produto até o ritual de presentear as pessoas em que os presenteadores estão transferindo significados.

 O significado de um objeto é derivado dos atributos e características de performance que os indivíduos acreditam que o objeto possua, não sendo, porém, totalmente inerente ao objeto por si mesmo, mas sim formado através da interação entre o indivíduo, o objeto e o contexto (KLEINE e KERNAN, 1991).

 Diante do contexto, os consumidores compram produtos para obter função, forma e significado. Os profissionais de marketing devem considerar estas três variáveis e como elas são definidas no contexto cultural de consumo (ENGEL et al., 1995).

 Leia mais e comente no Casos & Causos.

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Foi-se o tempo em que as empresas pensavam apenas em multiplicar seus lucros, através da oferta de produtos de gosto e formato duvidosos, com a certeza de que havia uma clientela ávida para consumi-los sem maiores questionamentos.

 Um novo momento se descortina, e quem dita as regras são os consumidores, que são os verdadeiros responsáveis pela corrida desenfreada das organizações para criarem ou adaptarem seus produtos às necessidades e desejos deste público cada vez mais exigente e diferenciado. A tão disseminada cultura de massa cede lugar à singularidade, onde cada ser humano deve ter seus gostos e preferências respeitados, seja na arte, nos esportes, nas diversões, na ciência, na cultura…Pessoas supostamente conservadoras, de repente surpreendem ao deixar a mostra suas preferências: esportes radicais, música, gastronomia, atividades que a princípio não têm nenhuma relação com a sua profissão, nem com a forma como são percebidas.

 Prevalece o jogo dos desejos, e mais do que nunca, o uso da psicologia nos negócios se faz necessário. O grande desafio é como tratar de forma customizada, esse universo de pessoas cada vez mais esclarecidas que se avolumam num piscar de olhos, e ao mesmo tempo saber compatibilizar os desejos do consumidor, da empresa e dos colaboradores, pois o descompasso poderá ocasionar resultados antagônicos.

 O mercado dá as pistas sobre o que quer consumir. Cabe aos empreendedores mais atentos, captar esses sinais e transformá-los em elementos concretos que supram as expectativas dessas pessoas, que querem ser tratadas de maneira personalizada, porque são de fato diferentes uma das outras. E você o que tem identificado de novo nos seus clientes? O que tem feito com estas percepções? Leia mais e comente no Desatando Nós.

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