Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘márcia matos’

No Brasil, em 1923, a Fundação da Rádio Sociedade, do Rio de Janeiro, transmitia programas de literatura, radiotelegrafia e telefonia, línguas, sob coordenação de um grupo da Academia Brasileira de Ciências. O Instituto Universal, fundado em 1941, é considerado como uma das primeiras experiências em EaD no país, utilizando basicamente material impresso. Isso significa que a superação da distância é um caso antigo na Educação.

 Hoje em dia, sob vários codinomes, fala-se da distância na educação como se fosse um privilégio desse momento histórico. Mas, nada mudou no processo de transformação e construção do conhecimento. Mudaram, e muito, as tecnologias. Evoluindo do papel para o computador, do rádio e da TV para as redes.

 Essas mudanças tem uma conseqüência importante para a educação, que migra de um processo bilateral para um processo multilateral. As primeiras  influências da tecnologia, como rádio, TV e multimídia, permitiam produzir soluções de ensino-aprendizado de um para muitos, a partir dos modelos presenciais. O conteúdo preparado em função do meio e mediatizado pelo próprio computador ou por um tutor. Lê-se nos livros a orientação para uma equipe de projeto de elaboração de cursos a distância que, entre outros atores, inclua um professor para preparar o conteúdo e um tutor para apoiar o aluno. O processo de construção do curso, apesar da equipe, segue rigorosamente as estratégias para ambientes presenciais.

 No entanto, as tecnologias atuais substituem a lógica bidirecional pela multidirecional, criando novas oportunidades para a educação, mas ao mesmo tempo incluindo a necessidade de novos aprendizados e experiências para escolas e professores. E há nisso um sentido de urgência.

 A geração Y, ou geração Internet, está vivendo intensamente essa nova realidade. Os “nativos digitais” estão participando e compartilhando, trocando e construindo conhecimentos, nas redes sociais de forma cada vez mais crescente. Essas pessoas não tem mais motivação para o bidirecional, porque são autoras. Estão acostumadas a compartilhar. Dar e receber qualquer coisa que saibam, gostem, percebam.

 Já entenderam que o conhecimento é ampliado pelas trocas? Leia mais e comente no Educação Sem Distânciamultidirecional.

Read Full Post »

Dá pra imaginar que a educação pode ser tratada como um negócio?

 Para alguns isso pode chegar próximo a uma heresia, mas na verdade já se faz isso no mundo todo.

 A holandesa  Springwise, empresa de inovação, mantém uma rede de observadores em mais de 70 países, identificando boas idéias e novos negócios que possam inspirar empreendedores. A educação é um dos setores de negócios inovadores, e são citadas empresas que oferecem cursos complementares para graduação,  aulas em vídeo, jogos virtuais com premiações reais entre outros.

 No Brasil já existem iniciativas de negócios na área de educação, usando a Internet como,  por exemplo, o Instituto Amazônida, com cursos livres de qualificação profissional. Eles se declaram “uma empresa que existe para auxiliar as pessoas e ajudá-las a ter uma vida melhor…”

 Essas novas possibilidades são conseqüência das facilidades oferecidas pela web, com inúmeras soluções gratuitas que podem ser aproveitadas por empreendedores capazes de inovar.

 Leia mais e comente no Educação sem Distância.

Read Full Post »