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Posts Tagged ‘liderança’

Algumas pessoas, embora possuam uma boa qualificação técnica, têm dificuldades em manter-se no mercado de trabalho. Isso ocorre pelo fato de possuírem atitudes e comportamentos que nada combinam com o mundo atual.

Estamos num mundo em evolução e amadurecimento. Entretanto, alguns indivíduos agem como se acreditando que as coisas devem ser feitas sempre da mesma maneira, ou seja, do seu jeito. Possivelmente, continuarão tendo os mesmos resultados de sempre.

Síndrome de Gabriela! É necessário estarmos em processo de aprendizagem e capacitação contínua e, principalmente, aberto às mudanças. Tudo muda em fração de segundos, seja em relação ao trabalho, família, na forma de nos relacionarmos etc. Devemos acompanhar esse processo se desejarmos evoluir, crescer; do contrário encontraremos estagnação, e muitas vezes sofrimento.

Possivelmente você já ouviu, em discussões, respostas como: “Eu sinto muito, mas eu sou assim!”. “Não adianta. Você pode não gostar, mas eu sou assim!”. “Sei que isto não é certo, mas eu sou assim!”. Como se isto fosse suficiente e determinante para estabelecer um argumento indiscutível, independente de quaisquer julgamentos ou conjunto de princípios.

Estas frases são de pessoas com atitudes imobilizadoras e retrógradas, evitando o novo, a mudança e deseja que o mundo cristalize para não ter o que mudar. Elas se apegam na sua suposta incapacidade e pela preguiça em lutar contra suas certezas equivocadas e convenientes. O que fazer para sair desta rotina na sua empresa? Leia mais e comente no blog do Egnaldo Paulino.

rotinagrabriela

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Não se pode reduzir tudo à política. Como se a única regra do comportamento humano fosse a conformidade com seu escopo. Entre os muitos defeitos deletérios da politização da vida está a indiferença moral. Como nos ensinou Maquiavel, e de acordo com a verdade das coisas, a virtude do político nada tem a ver com a virtude de que nos falam os moralistas. Ela é a capacidade de atingir os efeitos pretendidos. E o que é poder senão o conjunto de meios idôneos para se atingir os meios pretendidos? A difusão do indiferentismo moral é revelada pela facilidade com que se acusa de moralismo quem quer que tente realizar uma tímida colocação sobre os problemas do nosso tempo com base nos princípios, como “não matar”, “não mentir”, “respeitar os outros como pessoas”

 O tema não parece estar ligado ao empreendedorismo. Afinal, o contraste entre política e moral tem mais a ver com a crise do Senado do que com o mundo do SEBRAE. Sem recorrer ao lugar comum, pois é fácil dizer que “tudo é política”, creio ser possível equiparar o empresário, ou o líder corporativo, com o mandatário público no que diz respeito a viver pautado tanto pela ética de resultados quanto a ética dos princípios.

 Explico melhor. Existe um paralelismo entre moral e política.  A política se pauta pelo sucesso, pelo resultado. Ou seja, a ação política vitoriosa é aquela que consegue os resultados propostos, mesmo que a custa de determinadas perdas e sacrifícios morais. No caso extremo de um conflito armado, a difícil decisão de encaminhar seres humanos para o campo de morte se justificaria em nome do resultado final. A liberdade da pátria, por exemplo. Já no campo da moral as decisões se pautam pelos princípios, e nesse caso os meios fazem toda a diferença.

E você o que acha? Como empresário como você tem pautado as suas reflexões e decisões? Leia mais e comente no blog do Cesar Vasquezbanconojardim.

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O consultor do Sebrae/SP, Renato Fonseca é um entusiasta da liderança plena, legítima, carismática, que inflama mentes e transforma visões em realidades. Para ele é  muito legal contribuir e trabalhar num ambiente assim. Embora continue acreditando no poder do líder, ultimamente ele tem exercitado algumas reflexões que, de uma certa maneira, são um contraponto aos preceitos das escolas de líderes, mas que também fornecem insumos para fortalecer ainda mais a consciência e a prática da liderança.

 Um dos textos que mais me chamou a atenção foi “O Príncipe“, de Maquiavel (imagem desse post), que foi resgatado à sua memória pelo mestre JLN. Uma genial obra de análise do comportamento humano na minha opinião.

Gostaria de enriquecer ainda mais as reflexões sobre o assunto e para isso te convido a participar destas reflexões deixando a sua opinião no Conselheiro Criativo.

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Temos muitos gestores, gerentes, supervisores, encarregos; mas poucos são líderes. Ter uma credencial de um determinado cargo ou espaço ocupacional de uma empresa não garente que esse profissional seja um líder de uma equipe ou da própria empresa. A legitimidade de um líder advém de seus líderados em que o reconhecem como tal e deixam ser guiados por ele. Na dinâmica do dia-a-dia do líder em ação existe a formação do in group e do out group, segundo a teoria de troca entre líderes e liderados (LMX).

 O in group ou grupo interno são os relacionamentos estabelecidos com um pequeno grupo que são escolhidos pela similaridades de atitudes, características de personalidade e por confiança. Esse pequeno grupo está dentro do grande grupo que é liderado, formando assim os membros que fazem parte do grupo interno e do grupo externo. É legítimo que o líder faça essa formação para que possa compartilhar suas dúvidas, visões e decisões que precisam ser tomadas com rapidez e eficácia.

 Agora quando isso ocorre de forma exagerado e viciada… a legitimidade desse líder começa a ser questionada perante os demais liderados, pois ele só compartilha com o grupo externo as decisões já formalizadas sem dar espaço para escutar sugestões e idéias divergentes que poderiam fazer a diferença nas situações vivenciadas pela empresa. Enquanto isso o in grupo, começa a ser visto com maus olhos por toda a equipe e começam a ganhar nomes pejorativos. É importante que o líder tenha equilíbrio entre a escuta do grupo interno e do grupo externo. É necessário que faça reuniões formais ou informais com os demais da equipe para que todos possam contribuir para a melhoria da empresa efetivamente.

 Diante desse reflexão… como anda seu relacionamento com os seus liderados? Leia mais e faça o seu comentário no Casos e Causos.

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Liderança

Liderança é executar as tarefas enquanto se constroem relacionamentos(HUNTER, 2005). Nos dias de hoje, você não consegue legitimidade da sua atuação como líder se não for através da construção do relacionamentos com seus funcionários e ou liderados. – E você, o que acha a respeito? Acesse o blog Casos & Causos e registre a sua opinião.

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Se você quer saber o que pode fazer e o que não deve fazer em sua empresa para que as coisas aconteçam, deve ler o post de 10 de junho do Blog Café Empreendedor.

Liderança, delegar tarefas, planejamento e prioridades são alguns dos temas trabalhados nestas 14 dicas. Confira!

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